Em 17 pontos, Justiça Eleitoral 'derruba' informações falsas sobre urnas eletrônicas

Veja cada um dos pontos e dados apresentados pelo TSE

Nelson Júnior/Ascom TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez um resumo, em 17 pontos, para esclarecer questionamentos apresentados por defensores do voto impresso sobre a segurança das urnas eletrônicas brasileiras.
No material, a Justiça Eleitoral traz dados que mostram que o sistema utilizado no Brasil, há 25 anos, passa por aperfeiçoamentos constantes e, até agora, jamais apresentou indícios de fragilidade.
Pelo contrário, é um dos mecanismos mais seguros e eficientes do mundo.
 

Vale a pena conferir cada um dos pontos:

1. Alegação de supostos problemas para votar para presidente
2. Alegação de que sistema eleitoral brasileiro somente é usado no Butão e em Bangladesh
3. Alegação de que sistema brasileiro seria inauditável
4. Alegação de que voto impresso é mecanismo adicional de auditoria
5. Alegação de que há sala secreta no TSE
6. Alegação de que tecnologia da urna é a mesma desde 1996, de modo que estaria desatualizada
7. Alegação de que prisão de hacker indica possibilidade de invadir sistema do TSE
8.  Alegação de interferência no Poder Legislativo.
9. Alegação de que tecnologia brasileira da urna eletrônica é de geração única
10. Alegações de possíveis alterações no código fonte da urna eletrônica
11. Alegação de vídeo no sentido de que desenvolvedores poderiam alterar código fonte da urna eletrônica para fraude
12. Alegações de supostas fraudes em Caxias (MA)
13. Alegação de que os resultados demoram para serem disponibilizados
14. Alegações de fraudes no minuto a minuto de 2014 (Lei de Benford)
15. Alegações de problemas na apuração em São Paulo
16. Alegação de fraudes nas eleições de 2018
18. Alegação de travamento da tela da urna
17. Alegações sobre soberania popular por meio do voto

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