Paraíba: confira os candidatos e coligações registrados nas atas entregues ao TRE

Cinco candidatos vão disputar o governo do Estado nas eleições deste ano na Paraíba

João Azevêdo, Lucélio Cartaxo, Tárcio Teixeira, José Maranhão e Rama Dantas serão os candidatos ao governo. Foto: Montagem

As atas entregues ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pelos partidos reunidos em convenção até o último domingo revelam cinco candidaturas ao governo, na Paraíba. O número de candidatos ao Senado foi menor que o esperado, com apenas sete nomes dos dez possíveis homologados. Como era esperado, os candidatos com maior estrutura conseguiram reunir em torno de si o maior número de partidos. Veja como ficaram as coligações informadas à Justiça Eleitoral:

 

“Coligação A força do trabalho”

Partidos

PSB, PDT, PT, DEM, PPS, AVANTE, PTB, PRP, PODEMOS, PCdoB, PRB, PROS, PMN e REDE.

Governador
João Azevêdo (PSB)

Vice-governadora
Lígia Feliciano (PTB)

Senado
Veneziano Vital do Rêgo (PSB)

Suplentes
João Teodoro da Silva (DEM)
Maria Suely Santiago (PTB)

Senado
Luiz Couto (PT)

Suplentes
Edvaldo Rosas (PSB)
Alexandre Santiago (PRP)

 

“Coligação Porque o povo quer”

Partidos

MDB, PR, Patriotas

Governador
José Maranhão (MDB)

Vice-Governador
Bruno Roberto (PR)

Senador
Roberto Paulino (MDB)

Suplentes
Higor Fialho (MDB)
Celso Alves (MDB)

 

“Coligação Força da Esperança”

Partidos

PV, PSDB, PP, PSD, PSC, SD, DC, PRTB, PHS, PTC, PSL e PPL

Governador
Lucélio Cartaxo (PV)

Vice-governadora
Micheline Rodrigues (PSDB)

Senador
Cássio Cunha Lima (PSDB)

Suplentes
Eva Gouveia (PSD)
Isa Arroxelas (PSDB)

Senadora
Daniella Ribeiro (PP)

Suplentes
Diego Tavares (PV)
Nailde Panta (PP)

 

Sem coligação
PSTU

Governadora
Rama Dantas (PSTU)

Vice-governador
Hellber Emmanuel (PSTU)

 

“Coligação Construir Poder Popular”

Partidos

Psol, PCB, UP

Governador
Tárcio Teixeira (Psol)

Vice-governadora
Adjany Simplício (Psol)

Senador
Nelson Júnior (Psol)

Suplentes
Fabiano Galdino (Psol)
Leonardo Padilha (Psol)

Senador
Nivaldo Mangueira (Psol)

Suplentes
Alécio Costa (Psol)
José Marcílio (Psol)

 

Daniella Ribeiro anuncia Diego Tavares e Nailde Panta para suplentes

Deputada estadual vai disputar a vaga de senadora na chapa encabeçada por Lucélio Cartaxo

Diego Tavares foi escolhido por Daniella Ribeiro para a disputa da primeira suplência no Senado. Foto: Divulgação/PP

A deputada estadual Daniella Ribeiro (PP) revelou nesta segunda-feira (6) os nomes dos suplentes na chapa para a disputa do Senado. O primeiro suplente será Diego Tavares, um empresário de João Pessoa ligado ao prefeito Luciano Cartaxo (PV). Ele ocupou vários cargos na gestão municipal e vinha coordenando a campanha de Lucélio Cartaxo (PV) para a disputa do governo do Estado. A segunda suplência ficará com a pedagoga Nailde Panta (PP). Ela já disputou cargo de vereadora em João Pessoa e tem militância em Santa Rita. Daniella justificou a escolha com o argumento de que os nomes agregam representatividade à chapa na Região Metropolitana. “São nomes que vêm para somar com o nosso projeto”.

 

Petistas tiram pecha de golpista de Veneziano e pedem voto para socialista

Votações contra reformas e pró-investigação de Michel Temer contribuíram para fundamentar reaproximação

Veneziano e João Azevedo devem contar com a participação de Luiz Couto na majoritária. Foto: Divulgação

Nada como um dia atrás do outro, diriam os aliados do deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PSB). O parlamentar passou de golpista, ao olhos dos petistas, a companheiro e digno de voto. A moderação do discurso vem se moldando aos poucos, nos últimos dias, e ganhou impulso com a possibilidade palpável do deputado federal do PT, Luiz Couto, dividir palanque com o ex-cabeludo. Veneziano foi um dos paraibanos que votaram a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. De lá para cá, era alvo constante dos ataques da militância petista. O clima mudou, literalmente, a ponto do presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Jackson Macedo, pedir voto para o parlamentar.

Jackson explica os motivos. Ele lembra que Veneziano votou contra todos os projetos apresentados por Michel Temer e que tiveram oposição do PT, a exemplo das reformas trabalhista e sindical. Também votou a favor da autorização para que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigasse o presidente no episódio em que teria negociado pagamento de propina com a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Outro ponto colocado como justificativa para o apoio é fortalecer a pré-candidatura de João Azevedo para a disputa do governo nas eleições deste ano. O discurso será reafirmado durante o Encontro de Tática Eleitoral do partido, marcado para acontecer nesta quinta-feira (2), em João Pessoa.

“Temos que ter a compreensão da importância de estar unificados em nome do projeto de João Azevedo e votando na chapa completa. E Veneziano tem feito movimentos e gestos de aproximação a este campo, ao campo democrático e popular. Não só nas votações no Congresso, quando pós impeachment ele sinalizou e votou contra as reformas de Temer, quando votou duas vezes nas denúncias contra o presidente Michel Temer e também na Paraíba ele faz parte de um campo político liderado pelo PSB e que o PT também faz parte. Então, para nós é fundamental que nesta semana decisiva das convenções e no nosso Encontro de Tática Eleitoral, que está marcado para a próxima quinta-feira, às 19h, no Sindicato dos Bancários, o PT apoie a candidatura de Veneziano”, disse Macedo.

Governistas e petistas já comemoram “sim” de Luiz Couto para a disputa do Senado

Deputado federal petista deve figurar numa das vagas para a disputa do Senado na chapa de João Azevêdo

Luiz Couto é o nome mais forte para integrar segunda vaga para a disputa do Senado na chapa de João Azevêdo. Foto: Kleide Teixeira

Onde há fumaça, há fogo, diz o ditado popular. E é mais ou menos isso o que vem acontecendo em relação à pré-candidatura do deputado federal Luiz Couto (PT) para o Senado. De um lado, a postura cautelosa do parlamentar. Por outro, o otimismo da chapa encabeçada pelo socialista João Azevêdo e pelos petistas. O que era especulação e torcida, agora, ganha ares de comemoração na base governista. Tudo apesar de o parlamentar assegurar que só vai para a disputa se houve compromisso, por parte do PT, de que ele terá estrutura de campanha e a marca de “senador de Lula”. O prazo ao partido para que haja garantias termina nesta quarta-feira (31). Pessoas que conversaram com o governador Ricardo Coutinho (PSB), no entanto, garantem estar tudo fechado.

Reprodução/Twitter

O professor do curso de Jornalismo da UFPB, Edônio Alves, diz ter ouvido a garantia do próprio governador Ricardo Coutinho. A mesma expectativa foi externada nas redes sociais pelo também professor da UFPB e ex-presidente estadual do PT, Charliton Machado.

Reprodução/Facebook

O nome de Luiz Couto para a disputa da vaga para o Senado na chapa de João Azevêdo havia perdido força. Há dua semanas, a expectativa era a de que a deputada estadual Daniella Ribeiro (PP) fizesse dobradinha com Veneziano Vital do Rêgo (PSB) na disputa pelo cargo. Uma sequência de intercorrências, fogo-amigo e negociações com a chapa encabeçada por Lucélio Cartaxo (PV), no entanto, praticamente inviabilizaram a articulação. Com isso, o caminho ficou aberto para Couto. Faltava o aval nacional. Ele veio depois da visita do ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, na semana passada. Desde então, restou como condição imposta pelo parlamentar a garantia de estrutura para a disputa.

O PT cobra também do governador Ricardo Coutinho a garantia de apoio ao ex-presidente Lula. O assédio é comum em todo o Brasil, para garantir o apoio do partido ao ex-presidente, que disputará a reeleição. Lula está preso em Curitiba, por causa da condenação no caso do tríplex do Guarujá, em São Paulo. Mesmo assim, o petista mantém a pré-candidatura. O PSB está dividido em todo o Brasil. Parte apoia Ciro Gomes (PDT), outra Lula e já um grupo significativo defendendo o não fechamento de uma aliança nacional. Uma reunião será realizada nesta segunda-feira (30) em Brasília para discutir o caminho do partido.

PSD fica com Lucélio, mas não tem compromisso com toda a chapa

Partido nega especulações sobre convite de Ricardo Coutinho e, entre os senadores , só garante apoio a Cássio

O deputado estadual Manoel Ludgério nega contato de Ricardo Coutinho. Foto: Roberto Guedes

O PSD não vai deixar a base aliada do pré-candidato ao governo, Lucélio Cartaxo (PV). As garantias foram dadas pela presidente estadual da sigla, Eva Gouveia, e pelo deputado estadual Manoel Ludgério. A decisão foi anunciada em meio a especulações de que o governador Ricardo Coutinho (PSB) teria oferecido a vaga de vice, na chapa de João Azevêdo (PSB). O partido foi o primeiro a assegurar apoio a Cartaxo, que esteve filiado à sigla até os primeiros meses deste ano. A disposição de manter o apoio permanece a mesma.

A permanência na base aliada, no entanto, não quer dizer exatamente apoio a todas os integrantes da chapa. Ludgério diz que além de Lucélio, apenas Cássio Cunha Lima (PSDB) tem apoio garantido do partido. Não há compromisso com o segundo nome que eventualmente seja lançado na chapa as oposições. No radar dos nomes com quem os pessedistas dizem não ter compromisso estão Daniella Ribeiro (PP) e Manoel Júnior (PSC).

Roberto Paulino deve figurar como candidato do MDB ao Senado

Ex-governador colocou o nome à disposição do partido para a disputa eleitoral neste ano

Foto: Roberto Paulino

O ex-governador Roberto Paulino (MDB) colocou o nome à disposição do partido para a disputa do Senado neste ano. A sigla tem encontrado dificuldades para atrair partidos para a composição da chapa de José Maranhão para a disputa do governo. Até agora, o único nome confirmado para integrar a majoritária, além de Maranhão, é de Bruno Roberto (PR). O nome dele foi indicado para a vaga de vice na chapa.

De nomes para o Senado são esperados também Manoel Júnior (PSC) e Daniella Ribeiro (Progressitas). O problema é que ambos estão mais próximos de fechar com outras coligações. O primeiro poderá fechar com o PV de Lucélio Cartaxo, enquanto que a outra tende a compor com João Azevedo (PSB). Com isso, a chapa encabeçada por Maranhão poderá buscar em suas fileiras um nome para a disputa do Senado.

O deputado estadual Raniery Paulino (MDB), filho de Roberto, explicou que o nome está à disposição. As discussões políticas vão indicar quem preencherá os espaços. A convenção do MDB estão previstas para o dia 5 de agosto. Até lá, outros nomes poderão ser apresentados. Paulino é um dos principais defensores de um projeto eleitoral próprio do partido. Ele foi vice de José Maranhão entre 1999 e 2002 e assumiu o comando do governo após a renúncia do hoje senador.

Daniella Ribeiro confirma candidatura ao Senado e é disputada por PV e PSB

Progressistas estão na base aliada da oposição, mas a composição para as eleições deste ano não descartam aliança com governistas

A deputada estadual Daniella Ribeiro (PP) bateu o martelo. A Assembleia Legislativa ficou pequena para as pretensões políticas da parlamentar. Ela vai disputar vaga para o Senado. No xadrez eleitoral, a parlamentar se colocou em um ponto equidistante entre as candidaturas da oposição, com Lucélio Cartaxo (PV), e do governo, com João Azevedo (PSB). Apesar da maior proximidade do primeiro, por histórico de alianças, as bancas de apostas apontam maior possibilidade de fechamento da aliança com o segundo. Daniella diz ter feito pesquisas e ouvido a militância do partido. Todos os sinais apontam boas chances eleitorais, ela assegura.

O PP, hoje, está na base aliada dos preitos de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), e Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB). A aliança com os partidos de oposição, no entanto, vai depender do rumo das conversas. Ao contrário do que vinha ocorrendo antes, o partido não demonstra mais pressa. Daniella disse que vai esperar os prazos necessários para a definição. A data final para as convenções é o dia 5 de agosto. Até lá a definição poderá ser tomada. Antes disso, haverá muita especulação. Se fosse para apostar, eu diria que o grupo vai escolher a base governista. Os sinais são claros, apesar de não haver caminho sem volta.

Cartaxo elogia Manoel Júnior, mas joga para base aliada escolha para o Senado

Prefeito diz que partidos aliados vão discutir o preenchimento do último espaço disponível na majoritária

Luciano Cartaxo (D) revela que Manoel Júnior precisará de apoio dos partidos da base para ser candidato ao Senado. Foto: Alessandro Potter SECOM-JP

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), não descarta a escolha de Manoel Júnior (PSC) para ocupar uma das vagas na chapa majoritária encabeçada pelo irmão, Lucélio. O gestor foi questionado sobre o assunto durante café da manhã que marcou, nesta terça-feira (26), a preparação para a entrega dos prédios do Villa Sanhauá, no Centro. O gestor garantiu que a relação com o vice-prefeito é muito boa e que tem havido interação entre eles na gestão. A escolha do colega de gestão para a disputa de vaga no Senado, na chapa de Lucélio, ele ressalta, dependerá dos outros aliados.

O prefeito, que preside o PV no Estado, deixou claro que tem havido conversas entre os partidos da base aliada. Resta apenas uma vaga no agrupamento político. Além de Lucélio, estão definidos a vice (Micheline Rodrigues) e um dos candidatos ao Senado (Cássio Cunha Lima). Resta a outra vaga para o Senado e as suplências para a Casa Alta (são quatro). Manoel Júnior chegou a namorar a participação na chapa que deverá ser encabeçada pelo senador José Maranhão (MDB). A decisão de Raimundo Lira (PSD) de não disputar a reeleição deixou o jogo aberto.

Uma chapa inteira, e forte, já anunciou desistência da disputa neste ano

Compromissos pessoais e até demora em definições de aliados foram alegados como motivos para “pendurar as chuteiras”

Ricardo Coutinho e Luciano Cartaxo eram nomes especulados para a disputa das eleições deste ano. Foto: Divulgação/Secom-PB

As eleições deste ano prometem mesmo ser atípicas. Talvez por isso tem sido tão difícil fazer previsões. Só para se ter uma ideia, de janeiro para cá, o equivalente a uma chapa inteira foi retirada da disputa por causa de dispensas. E não por um acaso, todos nomes muito fortes. Basta lembrar do primeiro deles: o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV). O nome era dado como certo para a disputa do governo neste ano, reforçando a chapa da oposição. Sobraram idas e vindas, embebidas em desconfianças e brigas por espaço nos bastidores. Resultado: desistência de Luciano e escalação do irmão, Lucélio Cartaxo, para o posto.

Vencida a primeira fase nesta chapa imaginária (e improvável), vamos ao segundo ponto. O governador Ricardo Coutinho (PSB) era nome certo para a disputa do Senado. Entre os socialistas, a esperança era de que o principal líder do partido aceitasse a missão de disputar uma vaga na Casa Alta. O mistério foi feito até o final, com especulações para todos os gostos. Até que o governador confirmou aos 48 do segundo tempo que ficaria no cargo até o final do mandato. Iria, portanto, trabalhar para tentar emplacar o sucessor. O nome para encabeçar a chapa socialista saiu do governo, com a escolha de João Azevedo (PSB).

O senador Raimundo Lira (PSD) segue na mesma linha. Trabalhou por uma candidatura na base governista e se viu sem espaço por causa da escalação de Veneziano Vital do Rêgo para o posto. Era desejado pelo senador José Maranhão (MDB) para a chapa que deverá ser encabeçada pelo emedebista. Mas aí, questões familiares e partidárias acabaram falando mais alto. Lira também desistiu da reeleição. O outro nome especulado para a disputa foi o de Eva Gouveia (PSD). A viúva do deputado federal Rômulo Gouveia se escalou para a disputa de vaga na Câmara dos Deputados, foi sondada também para vice de Lucélio, mas desistiu da disputa.

Ou seja, em eleição atípica, é possível dizer que o equivalente a uma chapa inteira e forte no papel foi sepultada antes do teste das urnas…

Raimundo Lira confirma que não será mais candidato ao Senado

Decisão foi tomada, segundo o parlamentar, após reflexão pessoal e atendendo aos apelos da família

Raimundo Lira era um dos nomes cotados para a disputa do Senado, na Paraíba. Foto: Reprodução/TV Senado

O senador Raimundo Lira (PSD) anunciou na manhã desta segunda-feira (18) que não será mais candidato à reeleição. Em carta aberta aos paraibanos, alega que adotou postura reflexiva após a morte do deputado federal Rômulo Gouveia, no mês passado. Gouveia era o presidente estadual do partido e um dos entusiastas da candidatura de Lira. O parlamentar alega também ter atendido aos pedidos da família, para que não se lançasse em nova disputa eleitoral. Há vários dias, os aliados do parlamentar já vislumbravam a possibilidade de o senador deixar a disputa. Os sinais de que isso ocorreria vieram do arrefecimento da campanha.

Lira teve o nome guindado à condição de pré-candidato à reeleição pelo PSD nos primeiros meses do ano. O movimento ocorreu após sentir que uma postulação tendo o senador José Maranhão (MDB) na cabeça de chapa, naquele momento, apresentaria pouca viabilidade. Isso por causa da dificuldade inicial do parlamentar de conseguir apoios em torno de si. Um cenário que vem mudando aos poucos. A saída da sigla emedebista fez com que Raimundo Lira fosse recebido com festa em uma chapa praticamente formada. O bloco tem Lucélio Cartaxo (PV) brigando pelo governo, com Micheline Rodrigues (PSDB) no pré-candidata a vice. As principais vagas para a disputa ao Senado ficaram com Cássio Cunha Lima (PSDB) e Raimundo Lira.

Confira a nota divulgada pelo parlamentar:

DECLARAÇÃO ÀS PARAIBANAS E PARAIBANOS

CONSIDERAÇÕES:

O prematuro e surpreendente falecimento do meu querido amigo, o Deputado Rômulo Gouveia, cuja vida foi inteiramente dedicada à atividade política, sempre servindo às pessoas, a Campina Grande e ao nosso Estado, me fez parar neste momento de dor e sofrimento, e entender que deveria fazer uma reflexão. Uma profunda reflexão a respeito dos constantes e continuados apelos da minha família, sempre no sentido de abandonar a atividade política, atualmente objeto de grande desgaste junto à opinião pública na Paraíba e igualmente no Brasil. Pesou, sobretudo, a vontade contida da minha querida companheira e esposa Gitana.

DECISÃO:

Informo às Paraibanas e Paraibanos que, de forma definitiva, estou abrindo mão da minha atual condição de pré-candidato ao Senado Federal.

AGRADECIMENTOS:

Agradeço, com o mais sincero sentimento do meu coração, à minha Mulher, Filhos e Familiares, a todas as Paraibanas e aos Paraibanos que manifestaram apoio ao meu trabalho como Congressista, a todos os Agentes Políticos, especialmente aos mais de cem Prefeitos e Prefeitas que me prestaram apoio, aos meus amigos Deputados, que comigo conviveram e desbravaram os caminhos árduos da labuta política, à Imprensa Paraibana, predominante profissional e honesta, e, por fim, aos meus colaboradores e assessores, dedicados, esforçados e corretos.

Brasília, 18 de junho de 2018.
Senador RAIMUNDO LIRA