Governador do PT reafirma críticas de Cid Gomes ao partido

Camilo Santana diz que Cid fez “desabafo” e continua no seu governo

Cid Gomes fez duras críticas ao PT e cobrou reconhecimento de erros

O governador reeleito do Ceará, Camilo Santana (PT), comentou nesta quarta-feira (17) as duras críticas feitas por um de seus maiores aliados, o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) ao PT. Camilo Santana disse que ele próprio já fez as mesmas críticas e reafirmou a necessidade de autocrítica partidária. “Dei declarações, entrevistas divulgadas até por veículos nacionais, de que é importante o PT reconhecer alguns erros que foram cometidos, inclusive sugeri isso à direção nacional. Essa é minha opinião há muito tempo”, disse, ao visitar o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Ainda na avaliação do petista, que foi o governador mais bem votado do país com quase 80% dos votos válidos no primeiro turno, “tudo não passou de um desabafo”. Para Camilo, o Brasil precisa de um novo rumo, de diálogo; não de ódio e separação. Questionado se a participação do PDT, partido de Cid Gomes, no seu governo poderia ser reavaliada por causa de suas declarações, Camilo Santana foi categórico. “Essa hipótese está afastada”, disse. Ele lembrou que o PDT é aliado do PT no Ceará e que “problemas sempre existem e existirão”.

Em vídeo vazado na última segunda-feira (15), Cid Gomes afirmou, durante ato fechado com petistas em Fortaleza, que, se o PT não tiver humildade para fazer um mea culpa no segundo turno da disputa presidencial, será “bem feito perder a eleição”. “E vão perder feio porque fizeram muita besteira”, completou. Alguns apoiadores do PT reagiram às declarações com vaias, às quais Cid respondeu chamando um militante de babaca. As declarações tiveram grande repercussão entre os petistas e na campanha do presidenciável Fernando Haddad, que conta com o apoio do PDT neste segundo turno. O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, irmão de Cid, ficou em terceiro lugar na disputa e está na Itália, em viagem de férias.

Da Agência Brasil

Em coletiva, PT revela carta de Lula aos paraibanos e apoio a João Azevêdo

Ex-presidente teve o projeto de eleição frustrado por decisão do Tribunal Superior Eleitoral

Jackson Macedo leu a carta de apoio de Lula a João, Luiz e Veneziano. Foto: Reprodução/Facebook

Os petistas paraibanos leram, durante entrevista coletiva, na manhã desta quinta-feira (6), carta do ex-presidente Lula aos paraibanos. O petista teve o registro de candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tenta, por meio de recurso, voltar à disputa. No documento, em linhas gerais, o ex-gestor fala de obras e serviços destinadas à Paraíba durante os governos petistas. Aproveita também para pedir votos para o candidato governista João Azevêdo (PSB), que disputará o governo. Há pedido também de apoio para Luiz Couto (PT) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB), que disputam vaga para o Senado. A fórmula de divulgação da carta é mesma usada em outros estados brasileiros. Lula deverá ser substituído na disputa pelo atual candidato a vice na chapa, Fernando Haddad (PT).

Confira o texto na íntegra

 

Frei Anastácio é aposta do PT para herdar espólio de Luiz Couto

Nome foi escolhido durante reunião com dirigentes e bancada do partido na Assembleia Legislativa

Frei Anastácio não disputará mais o mandato de deputado estadual. Foto: Roberto Guedes/ALPB

O deputado estadual Frei Anastácio é a aposta do Partido dos Trabalhadores para a disputa na Câmara dos Deputados. A esperança da sigla é que ele consiga herdar o espólio eleitoral de Luiz Couto. O petista vai disputar a vaga de senador na chapa encabeçada por João Azevêdo (PSB) nas eleições deste ano. Ele recebeu mais de 65 mil votos no pleito passado. O entendimento é o de que assim como Couto, que é padre, o frei tenderá a capitalizar votos do eleitor católico. Anastácio também já cumpriu cinco mandatos de deputado federal.

O frei vai para a disputa, mas não sozinho. O vereador Marcos Henriques, de João Pessoa, também colocou o nome à disposição. O ex-presidente do PT, Charliton Machado, é outro que brigará pelo espólio de Luiz Couto. Todos vão tentar herdar também os votos que poderão vir dos eleitores do ex-presidente Lula. O petista é o primeiro colocado nas pesquisas de opinião pública nos estados nordestinos. Mesmo assim, terá dificuldades para manter a candidatura, por conta da condenação em segunda instância. Lula tende a ser alcançado pela Lei Ficha Limpa.

Luiz Couto foi guindado à condição de candidato ao Senado nesta semana após várias idas e vindas. No primeiro momento, o nome foi colocado, mas não houve avanços. Ele chegou, depois disso, a rejeitar vários pedidos para integrar a chapa. O tema voltou à pauta na semana passada depois de uma reunião do governador Ricardo Coutinho (PSB) com o coordenador da campanha nacional de Lula, Sérgio Gabrielli. A chapa governista será encabeçada por João Azevêdo e terá como candidatos ao Senado Luiz Couto e Veneziano Vital do Rêgo (PSB).

Petistas tiram pecha de golpista de Veneziano e pedem voto para socialista

Votações contra reformas e pró-investigação de Michel Temer contribuíram para fundamentar reaproximação

Veneziano e João Azevedo devem contar com a participação de Luiz Couto na majoritária. Foto: Divulgação

Nada como um dia atrás do outro, diriam os aliados do deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PSB). O parlamentar passou de golpista, ao olhos dos petistas, a companheiro e digno de voto. A moderação do discurso vem se moldando aos poucos, nos últimos dias, e ganhou impulso com a possibilidade palpável do deputado federal do PT, Luiz Couto, dividir palanque com o ex-cabeludo. Veneziano foi um dos paraibanos que votaram a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. De lá para cá, era alvo constante dos ataques da militância petista. O clima mudou, literalmente, a ponto do presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Jackson Macedo, pedir voto para o parlamentar.

Jackson explica os motivos. Ele lembra que Veneziano votou contra todos os projetos apresentados por Michel Temer e que tiveram oposição do PT, a exemplo das reformas trabalhista e sindical. Também votou a favor da autorização para que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigasse o presidente no episódio em que teria negociado pagamento de propina com a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Outro ponto colocado como justificativa para o apoio é fortalecer a pré-candidatura de João Azevedo para a disputa do governo nas eleições deste ano. O discurso será reafirmado durante o Encontro de Tática Eleitoral do partido, marcado para acontecer nesta quinta-feira (2), em João Pessoa.

“Temos que ter a compreensão da importância de estar unificados em nome do projeto de João Azevedo e votando na chapa completa. E Veneziano tem feito movimentos e gestos de aproximação a este campo, ao campo democrático e popular. Não só nas votações no Congresso, quando pós impeachment ele sinalizou e votou contra as reformas de Temer, quando votou duas vezes nas denúncias contra o presidente Michel Temer e também na Paraíba ele faz parte de um campo político liderado pelo PSB e que o PT também faz parte. Então, para nós é fundamental que nesta semana decisiva das convenções e no nosso Encontro de Tática Eleitoral, que está marcado para a próxima quinta-feira, às 19h, no Sindicato dos Bancários, o PT apoie a candidatura de Veneziano”, disse Macedo.

DEM cobra espaço na chapa de João Azevedo e não vê problema em dividir palanque com petistas

Efraim Filho sai otimista de reunião da executiva nacional que deu autonomia a lideranças para conduzir alianças nos estados

Efraim Filho questiona parâmetros questionados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foto: Alex Ferreira

Os democratas paraibanos querem espaço na chapa encabeçada por João Azevedo (PSB). O deputado federal Efraim Filho participou da reunião com a executiva nacional do DEM, nesta quarta-feira (25), e recebeu sinal verde para conduzir as aliança no Estado. Havia o temor de que a sigla impusesse a verticalização das alianças. Se isso ocorresse, o caminho certo seria a aliança com o PV de Lucélio Cartaxo. Tudo por causa da participação do PSDB na chapa. Tucanos e democratas têm aliança nacional firmada. O entendimento dos caciques, nacionalmente, no entanto, é que cada um defina o seu destino. “Vamos colaborar com as discussões sobre os nomes que comporão a majoritária e apresentamos o nome de Efraim Moraes como opção”, disse o deputado federal.

Para ter espaço na majoritária, o partido não pretende vetar qualquer nome de outro grupo partidário. Isso por conta da grande chance de uma das vagas para o Senado ser disputada pelo deputado federal Luiz Couto (PT). Os petistas têm imposto resistência à participação em chapas que tenham partidos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff. O DEM está entre os mais combatidos pela sigla do ex-presidente Lula. “Não tralhamos com veto a nenhum partidos ou a nomes”, disse Efraim Filho, assegurando que em nome da Paraíba o partido está disposto a sentar e conversar com qualquer partido. A defesa do nome de Efraim Moraes, segundo os caciques do partido, se dá pela capacidade de articulação dele e por que traria equilíbrio geopolítico à chapa.

‘Rebelião’ petista irrita Ricardo Coutinho: ‘a história vai cobrar’

Partido dos Trabalhadores se aproxima de um apoio a Lígia Feliciano por vislumbrar falta de espaço na chapa encabeçada por João Azevedo

Ricardo Coutinho critica postura do PT de cobrança de espaço na majoritária. Foto: Francisco França/Secom-PB

É tempo de racha na ala governista. O namoro do Partido dos Trabalhadores com a pré-candidatura de Lígia Feliciano (PDT) ao governo do Estado tem causado tempestades na ala governista. O governador Ricardo Coutinho (PSB), ao falar sobre o caso, disse que “a história vai cobrar (o preço), se já não estiver cobrando”. O partido vem exigindo dos socialistas, na Paraíba, contrapartidas factíveis para o apoio à pré-candidatura de João Azevedo (PSB). Eles querem espaço reservado na chapa para a disputa do Senado e que o postulante anuncie, desde já, o apoio à pré-candidatura de Lula (PT) à Presidência.

O presidente estadual do PT, Jacksom Macedo, estabeleceu prazo para que haja sinalização do PSB sobre os espaços na chapa. A sigla tem até o dia 28, dia do Encontro de Definição de Tática Eleitoral petista, para apresentar uma posição. “Estamos conversando”, diz o dirigente ao ser questionado sobre o fechamento de aliança com PSB ou PDT. A postura é criticada pelo governador, que admite haver prerrogativa petista para a definição.

“O PT já é maior de idade. O PT sabe ou pelo menos deveria saber, se não sabe é pior ainda, mas deveria saber, as coisas que acontecem na política e na conjuntura. E sinceramente, eu não fiz nada das minhas posições em função daquilo que o PT pudesse me dar.  Até por que você pode botar umas quatro existências do partido aqui na Paraíba para poder devolver a ousadia, a coragem e a determinação do nosso grupo político quando arranharam a democracia e nós nos levantamos contra”, ressaltou Coutinho, fazendo referência ao impeachment de Dilma Rousseff (PT).

Sobre a posição dos petistas, Coutinho diz que “o povo vai julgar”. Ele criticou ainda a cobrança por espaços na chapa. “Acho que a política não se faz só com participação em chapa majoritária. Está tudo aberto”, destacou, lembrando que já fez campanha na Paraíba apoiando candidatos do PT e sem receber a contrapartida. “Em 2010 votei na candidata do PT (Dilma Rousseff) sem receber apoio”, acrescentou, lembrando o episódio em que o ex-presidente Lula apareceu no guia eleitoral de José Maranhão pedindo voto para o emedebista.

Sobre os petistas, Ricardo disse ainda que o partido pode até fechar com outra candidatura, mas não vai como um grupo coeso. “Você poderia me perguntar sobre (o deputado federal) Luiz Couto e ele já disse (que fica conosco)”, garantiu o governador.

Relação entre PSB e PT vai para o divã na Paraíba

Petistas ampliam diálogo eleitoral com outras siglas e recebem repreenda de lideranças socialistas

Jackson Macedo diz que o partido vai conversar com todas as siglas alinhadas com o projeto nacional do PT. Foto: Dani Rabelo

“João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém”, diz a poesia de Carlos Drummond de Andrade. Os versos lembram muito bem as relações políticas paraibanas, principalmente na relação entre o PT e o PSB. Os dois partidos trabalhavam com a perspectiva de aliança para as eleições deste ano. Os petistas asseguraram apoio ao pré-candidato governista João Azevedo (PSB), mas não sem uma contrapartida. A sigla quer figurar na chapa majoritária e cobra a vaga para o Senado. O partido também exige o compromisso de João de que votará no ex-presidente Lula (PT).

A consequência da falta de garantias foi a abertura de conversas, pelos petistas, com lideranças do PSD da vice-governadora Lígia Feliciano. Lígia, vale lembrar, teve a pré-candidatura ao governo lançada pelo presidenciável Ciro Gomes (PDT) no fim de semana. Ela se apresenta como uma postulante governista, na Paraíba, apesar de não ser reconhecida como tal pelo governador Ricardo Coutinho (PSB). A reação dos socialistas à rebeldia petista veio de forma imediata, com críticas ferrenhas do líder do governo na Assembleia Legislativa. Hervázio Bezerra critica o PT por conta do diálogo com o PDT.

O presidente da sigla petista na Paraíba, Jackson Macedo, não gostou das cobranças dos socialistas. O partido pretende até o dia 28 deste mês ver definidos os espaços que poderá ter na chapa majoritária. Se não houver a contrapartida por parte do PSB, eles prometem buscar outras opções. “Já conversamos com PDT, PSB e PCdoB. Estamos dialogando com os partidos aliados e precisamos fechar isso até o dia do Encontro de Definição de Tática Eleitoral, no dia 28”, ressaltou Macedo. Ele alega ainda que o partido não vai se intrometer nos assuntos das outras siglas e exige o mesmo tratamento.

Haddad não vem mais para lançamento da candidatura de Lula na Paraíba

Ex-prefeito de São Paulo alegou falta de condições para a viagem por causa do protesto dos caminhoneiros

Fernando Haddad não vem mais a João Pessoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), não vem mais para a Paraíba. Ele participaria de ato em João Pessoa para formalizar o lançamento da pré-candidatura do ex-presidente Lula para a Presidência da República. O petista alegou problemas para pegar um voo da capital paulista em relação ao Nordeste. O problema é causado pela paralisação dos caminhoneiros, que já causa desabastecimento nos aeroportos. Vários voos estão sendo suspensos pelas companhias aéreas por causa da falta de combustíveis.

Com a ausência de Haddad, os petistas paraibanos cancelaram o ato pró-Lula. A programação será retomada no próximo domingo,  seguindo o calendário nacional. Os diretórios municipais do partido, em todo o país, farão atos para marcar o lançamento oficial da pré-candidatura. Lula está preso em Curitiba, por decisão do juiz Sérgio Moro. Ele foi condenado a 12 anos e um mês de prisão por causa da reforma no tríplex do Guarujá, em São Paulo. O Ministério Público acusou o ex-presidente de ter se beneficiado com a reforma em forma de propina paga pela OAS, em contrapartida por contratos com a Petrobras.

 

“O que torna Lula inelegível não é a Ficha Limpa, mas a condenação criminal”, diz Marlon Reis

Idealizador da Lei Ficha Limpa aponta possibilidades de recursos, mas diz que a preço de hoje Lula é inelegível

O ex-juiz federal Marlon Reis vê com reservas toda a movimentação feita pelos petistas que defendem a participação do ex-presidente Lula nas eleições deste ano mesmo com a condenação judicial mantida pelo Tribunal Regional Federal (TRF4), com sede em Porto Alegre. O advogado, um dos idealizadores da Lei Ficha Limpa, lembrou que o petista está inelegível a preço de hoje. Ele ressalta, no entanto, que a legislação sancionada por Lula enquanto presidente prevê as instâncias de recursos. Confira a entrevista concedida ao CBN João Pessoa:

 

O ex-presidente Lula teve a condenação imposta pelo juiz Sério Moro mantida pela turma recursal do TRF4. O petista pode apresentar os embargos de declaração e precisa ainda recorrer à instância superior para evitar a prisão de imediato. Ele foi condenado com base nos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro apontados pelo Ministério Público Federal.

 

Petistas programam protesto em João Pessoa para o dia do julgamento de Lula

Programação vai ocorrer em todos os estados e gerou polêmica em Porto Alegre, onde o prefeito pediu ação do Exército

Lula durante depoimento em Curitiba, ao juiz Sérgio Moro, no processo no qual foi condenado. Imagem: reprodução

O julgamento do recurso do ex-presidente Lula (PT) no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre, no dia 24, não passará em brancas nuvens na Paraíba. Seguindo a orientação nacional, o partido prepara um ato para ocorrer em João Pessoa. A mobilização será convertida em protesto caso seja mantida pelo colegiado a condenação imposta ao ex-gestor pelo juiz federal Sérgio Moro. O petista foi condenado a nove aos e meio de prisão por suposto ocultamento de patrimônio, fruto de propinas de empreiteiras. Os petistas usam o argumento de que o impedimento eleitoral de Lula seria mais um golpe contra o partido. Mais um porque a sigla ainda reclama do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

O clima é acirrado também em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O prefeito da cidade, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), conseguiu acirrar os ânimos ao encaminhar ofício ao presidente Michel Temer (MDB) no qual pede tropas federais para o município no período. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, já deu declarações no sentido contrário. Ele alega que além de inconstitucional, o atendimento do pedido é impossível. E seria mesmo que pedido fosse formulado pelo governador Ivo Sartori (MDB). A Constituição Federal considera legal o direito de manifestação pacífica. Caberia ao governo do Estado e não à prefeitura, mesmo assim, os pedidos de operações para a Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

No caso da Paraíba, a programação ainda está sendo fechada, de acordo com o presidente estadual do partido, Jackson Macedo. Ele garantiu, no entanto, que haverá mobilização. As últimas comandadas pelo partido, no estado, contaram com participação de sem-terra e trabalhadores das cidades mobilizados pelos sindicatos.