Romero Rodrigues estreita relações com o PSB de Ricardo

Romero foi recebido pelo prefeito de Recife. Foto: Divulgação

Angélica Nunes

Se na Paraíba a disputa política entre o PSDB do senador Cássio Cunha Lima e o PSB do governador Ricardo Coutinho parece não ter um trégua à vista, fora do estado as relações entre lideranças das duas legendas têm sido bem mais harmoniosas. Dispostos a buscar costurar uma relação harmoniosa, o o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) foi recebido, na tarde desta terça-feira (10), pelo prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), ambos reeleitos para os próximos quatro anos.

Acompanhado por auxiliares, Romero tratou da troca de experiências administrativas e de possíveis parcerias com a prefeitura da capital pernambucana. Geraldo Júlio fez uma exposição detalhada sobre projetos da área social. Destacou os bons resultados dos programas Porto Social e Transforma, que, essencialmente promovem um novo nível de interação entre o poder público e organizações sociais.

Romero Rodrigues mostrou-se entusiasmado particularmente com os projetos Transforma e Porto Social e a proposta de ambos na área de voluntariado e sinergia entre prefeitura e comunidade. Centenas de organizações não-governamentais e mais de 70 mil voluntários estão cadastrados.

Mais cedo, na parte da manhã, os secretários André Agra (Planejamento) e Luiz Alberto (Desenvolvimento Econômico), acompanhados do ex-presidente da AMDE, Dunga Junior, mantiveram reunião com o secretário de Segurança Urbana, Murilo Cavalcante, com quem colheram importantes subsídios sobre o setor.

Alckmin faz “agrado” a Paraíba e Pernambuco focando PSB e eleições de 2018

Governador Geraldo Alckmin assina termo para ceder bombas para a transposição. Foto: Ciete Silvério

Não é muito difícil fazer prognósticos sobre o futuro das lideranças políticas. Basta, para isso, levar em consideração que todos, independente da cor partidária, buscam no fim do filme apenas a sobrevivência. O gesto do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), de emprestar os quatro conjuntos de motobombas usadas durante a maior seca da história do Estado do Sudeste para acelerar a chegada da água da transposição em Pernambuco e na Paraíba vai neste sentido. É a sinalização de um um gestor com pretensões presidenciais e que poderá se filiar ao PSB para a disputa.

Sem espaço dentro do PSDB para a eleição presidencial, já que o senador mineiro Aécio Neves dá as cartas no partido, não restará outra alternativa a Alckmin que não seja a troca do tucano pela pomba (símbolos do PSDB e do PSB, respectivamente). O “favor” prestado a pernambucanos e paraibanos tem sentido. Os governadores dos dois estados, Paulo Câmara, de Pernambuco, e Ricardo Coutinho, da Paraíba, são militantes do PSB, partido também do vice-governador de São Paulo, Márcio França. Para juntar ainda mais a fome com a vontade de comer, a sigla está sem liderança nacional desde a morte de Eduardo Campos.

Outra liderança de ponta, a ex-ministra Marina Silva, militou nas fileiras do partido apenas enquanto esperava a Rede ser criada. O partido, que vinha crescendo em força, de olho na Presidência da República, acabou surpreendida pelo vácuo de lideranças. E, neste quesito, Alckmin pode ser a solução. A vinda das bombas que captavam a água no Cantareira vai antecipar a chegada da água à Paraíba em 25 dias, segundo projeções do Ministério da Integração Nacional. A medida, certamente, trará dividendos para o tucano.

Ricardo Coutinho

A solenidade em São Paulo, para a assinatura da concessão das motobombas, contou com a participação da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT). A ascensão de Alckmin como possível presidenciável pelo PSB tem causado descontentamento em alguns dos aliados do governador Ricardo Coutinho, afeitos à ideia de que o socialista poderia ser o candidato do partido em 2018. O quadro, no entanto, se reveste de grande grau de improbabilidade pelo fato de o gestor paraibano ser desconhecido nacionalmente. Apesar da popularidade adquirida na Paraíba, ela vai pouco além da ponte de Goiana (PE).

Raimundo Lira prevê PMDB com Ricardo em 2018

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Raimundo Lira, com José Maranhão e Cássio Cunha Lima no Senado

O senador Raimundo Lira (PMDB) era o único peemedebista de alta plumagem no encontro do governador Ricardo Coutinho (PSB) com os prefeitos eleitos, nesta segunda-feira (5), no Centro de Convenções, em João Pessoa. Apesar disso, demonstra muita certeza de que o seu partido estará na base do gestor socialista em 2018, rompendo a aliança deste ano que levou a agremiação, majoritariamente, para as composições com o PSD, do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, e PSDB, do senador Cássio Cunha Lima.

Depois de reiterados elogios à capacidade administrativa de Coutinho, Lira assegurou que não vai deixar o PMDB e que tem boa relação com o presidente do partido, o senador José Maranhão. Ele entende que a missão de alinhar peemedebistas e socialistas não é fácil e corre a dizer que a decisão sobre o rumo que o partido terá que tomar não pode ser precipitado. “Precisamos de tempo. A união do PMDB se dará na eleição para governador daqui a dois anos…”, ressaltou o parlamentar, assegurando não estar sozinho em suas convicções. Ele cita os deputados federais Hugo Motta e Veneziano Vital.

O PMDB saiu das eleições deste ano com muitas arestas internas e com o grupo ligado ao governador Ricardo Coutinho. O senador José Maranhão não esconde de ninguém a chateação com a insistência do socialista para que não fosse lançado candidato do partido em João Pessoa. Além disso, o governador investiu contra o partido após o pleito, puxando prefeitos eleitos do PMDB para as fileiras do PSB.

 

 

De prefeito em prefeito, o PSB começa a encher o “papo”

prefeita-aliadaDepois do fechamento das urnas, o governador Ricardo Coutinho (PSB) compôs um calendário de filiações ao seu partido de prefeitos eleitos por outras siglas, notadamente as adversárias. Os gestores estão sendo puxados, principalmente, do PMDB e do PSDB, dos senadores José Maranhão e Cássio Cunha Lima, respectivamente. A última aquisição foi a prefeita e a vice-prefeita eleitas em Pilõezinhos, Mônica Cristina (PSDB) e professora Risoleida Uchoa (PSDB). O anúncio de filiação ocorreu na última terça-feira (1º), com o deputado estadual Gervásio Maia (PSB) “pagando” de articulador.

O PSB elegeu 53 prefeitos na Paraíba, neste ano, bem abaixo dos cem pretendidos pela direção estadual da sigla. O partido elegeu o maior número de prefeitos, porém, apenas em cidades médias ou pequenas. Desde o mês passado, além de Mônica Cristina, já se filiaram Divaldo Dantas (Itaporanga), José Inácio Sobrinho (Santana de Mangueira), Raimundo José de Lima (Mato Grosso), Magno de Bá (Passagem) e Milton Rodrigues (Alcantil). As articulações estão sendo feitas por Gervásio Maia, que vai assumir o comando da Assembleia Legislativa no ano que vem.

Maia disputa internamente com a deputada estadual Estela Bezerra a indicação do PSB para a disputa do governo do Estado. Levando em conta as articulações recentes, fica claro quem está levando vantagem…

 

‘Batida de pino’ de Renato Martins ocorreu após tentar apoio de Cartaxo

Renato Martins fez denúncias graves contra aliados. Foto: Olenildo Nascimento/CMJP

Renato Martins culpa a derrota pelas declarações contra aliados. Foto: Olenildo Nascimento/CMJP

O vereador de João Pessoa, Renato Martins (PSB), usou a tribuna da Câmara Municipal, nesta terça-feira (18), para dar provas incontestes de que ‘pino é feito para ser batido’. Depois de 15 dias de silêncio e recolhimento, seguidos às graves denúncias contra lideranças da sigla, acusadas por eles de fazerem uso de corrupção para eleger uma bancada socialista para a Casa, o parlamentar contemporizou. Atribuiu as denúncias contra a deputada Estela Bezerra, a secretária de Administração, Livânia Farias, e ao procurador Geral do Estado, Gilberto Carneiro, ao destempero provocado por sua derrota nas urnas.

“Vazaram um zap onde debatia com um filiado do PSB, pertencente a um grupinho que fazia chacota comigo. Não vazei o áudio. Aproveitaram um momento de emoção diante da dor de uma derrota para me prejudicar por disputas pequenas por espaço. Meu interesse era me defender daquela chacota. Bateram em mim e eu usei as fofocas que se escutam em todas as esquinas para me defender. Eu estava num momento de emoção. A derrota emociona. Este grupo veio tirar onda e na mesma hora respondi com aquilo que escuto em todo canto”, disse Martins na sessão desta segunda-feira (18).

Renato Martins em Brasília, pouco antes das audiências

Renato Martins em Brasília, pouco antes das audiências

A convicção do vereador em relação às denúncias foi reduzindo com o tempo. Os áudios com as acusações foram vazados no dia 5 deste mês, portanto, três dias após as eleições. Diferente do que é dito agora, o vereador se manteve na ofensiva no primeiro momento. Ao ser ameaçado de processo pela direção municipal do partido, disse que teria como comprovar tudo. Fez postagem no Facebook neste sentido, depois apagada por ele. No mesmo dia, seguiu para Brasília, onde buscou uma audiência com um deputado aliado do prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Queria apoio. Disse que o partido pediu para assinar uma carta negando tudo e ele recusou. Garantia ter provas das acusações. O encontro com o aliado de Cartaxo ocorreu antes de uma audiência com o deputado Damião Feliciano.

Na reunião com o aliado de Cartaxo, Renato Martins pediu uma audiência com o prefeito reeleito, mas foi avisado posteriormente que o pessedista não entraria nesta polêmica. Na sequência, o vereador viajou para Fortaleza, no Ceará, sua cidade natal. De lá, manteve contato com aliados. Sem o apoio esperado dos adversários, manifestou arrependimento das acusações e disse que usaria o plenário da Câmara para negar tudo. Um dos seus aliados disse nesta segunda-feira (18) que havia retratação por parte do vereador. Representantes da bancada de oposição na Assembleia procuraram o Ministério Público e pediram investigação.

Renato Martins em postagem apagada das redes sociais

Renato Martins em postagem apagada das redes sociais

Renato Martins chegou a ser convidado pelo Ministério Público da Paraíba a dar explicações sobre as acusações feitas. Um aliado próximo ao vereador relatou que, na época, ele o convidou a se unir na “guerra” contra o que chamou de corruptos do partido. Não conseguiu convencê-lo. Sem o apoio que esperava, o vereador foi convencido a desmentir tudo e colocar a culpa na emoção por conta da derrota e isso foi feito. A tendência, agora, é que os processos prometidos por Estela, Gilberto Carneiro e o vereador eleito Tibério Limeira sejam retirados.

Lembrando a denúncia

Após sair das urnas derrotado, o vereador foi alvo de um vazamento de um áudio com denúncias sérias. Nele, Renato Martins dizia que lideranças do partido fizeram uso de corrupção, com o auxílio do governo do Estado, para financiar “corruptos” da sigla para a Câmara Municipal. A lista de “corruptores” apontada incluía a deputada estadual Estela Bezerra (PSB), a secretária de Administração, Livânia Farias, e até o procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro.

“É a corrupção de Livânia (Farias) que bancou a eleição de Tanilson (Soares), somada ao roubo que Tibério (Limeira) fez. Ele e Estela saquearam o dinheiro do Estado ao longo dos quatro anos. De vários órgãos, inclusive com Krol (Jânio, da Codata), com muita tecnologia, inclusive ai dentro de um laboratório para a Educação e vendendo aparelhos de nota fiscal para órgãos comerciais, estabelecimentos comerciais foram obrigados a trocar um aparelho de R$ 500 por outro de R$ 3 mil, comprado de uma empresa ligada a Krol”, disse.

Renato Martins continuou dizendo que tudo teria ocorrido “com intermédio de Estela Bezerra, a deputada corrupta. E claro que a deputada corrupta fez um vereador corrupto para ter silêncio na Câmara. Não vão fazer opinião, são silenciosos. São corruptos igual a (Luciano) Cartaxo (prefeito reeleito de João Pessoa)”. Ele continua: “Tanilson (Soares) recebeu dinheiro de Livânia, que é corrupta maior, chefe, né? Da corrupção dentro do Estado. E aí você tem correndo por fora Tanilson, que tem um dinheiro próprio, com Léo Bezerra que saqueou a Saúde, inventando mentiras. Saqueou o Detran, com as casas lotéricas, com as maquinetas, saqueou a Lotep”.

E completou, em outro áudio, com acusações contra Gilberto Carneiro, acusado por ele de envolvimento no caso Desck. “Ele (Carneiro) até impediu a CPI da Lagoa, porque não queria ir mais para a Câmara, naquele escandaloso caso em que ele recebeu comissão na compra de material escolar que nunca chegou nas escoals. Nestes casos a gente precisa agir. É papel do vereador lutar e eu sou um vereador de luta”, disse. Procurado pelo blog nesta manhã, Renato Martins não atendeu e nem retornou as ligações. Um assessor dele disse que o parlamentar garantiu ter como provar as acusações e que tem mais coisas para revelar.

A única entre os eleitos a não ser citada na relação de beneficiados com corrupção por Renato Martins foi a vereadora eleita Sandra Marrocos. O partido elegeu ainda Léo Bezerra, Tanilson Soares e Tibério Limeira.

Deputados querem que MP investigue denúncias de Renato Martins

Renato Martins fez denúncias graves contra aliados. Foto: Olenildo Nascimento/CMJP

Renato Martins fez denúncias graves contra aliados. Foto: Olenildo Nascimento/CMJP

Os deputados da bancada de oposição na Assembleia Legislativa vão protocolar no Ministério Público da Paraíba, na tarde desta quinta-feira (13), uma representação com pedido para que o órgão investigue as denúncias feitas pelo vereador de João Pessoa, Renato Martins (PSB), contra lideranças do partido. O parlamentares vão se encontrar com o procurador-geral de Justiça, Bertrand Asfora, para protocolar o pedido de apuração das denúncias. Martins disse em áudio que vereadores do seu partido foram eleitos, na capital, com dinheiro de corrupção.

A representação é assinada pelos deputados Tovar Correia Lima (PSDB), João Henrique (DEM), Bruno Cunha Lima (PSDB), Camila Toscano (PSDB), Janduhy Carneiro (PTN) e Renato Gadelha (PSC). Os parlamentares apontaram a gravidade das denúncias como combustível para o pedido de investigação. Renato Martins, no áudio, acusou a deputada estadual Estela Bezerra (PSB) e a secretária de Administração, Livânia Farias, de terem usado dinheiro de corrupção para financiar as campanhas de Léo Bezerra, Tibério Limeira e Tanilson Soares, todos do PSB.

“É a corrupção de Livânia (Farias) que bancou a eleição de Tanilson (Soares), somada ao roubo que Tibério (Limeira) fez. Ele e Estela saquearam o dinheiro do Estado ao longo dos quatro anos. De vários órgãos, inclusive com Krol (Jânio, da Codata), com muita tecnologia, inclusive ai dentro de um laboratório para a Educação e vendendo aparelhos de nota fiscal para órgãos comerciais, estabelecimentos comerciais foram obrigados a trocar um aparelho de R$ 500 por outro de R$ 3 mil, comprado de uma empresa ligada a Krol”, disse Martins, no áudio.

O PSB de João Pessoa, o vereador Tibério Limeira, a deputada Estela Bezerra e o governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciaram que vão mover ação na Justiça para que o vereador prove as acusações.

 

 

PSB de Ricardo elege mais prefeitos, mas fica em terceiro no eleitorado

Ricardo coutinhoO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta semana um levantamento completo sobre os números das eleições deste ano, no que diz respeito aos votos recebidos pelos eleitos, bem como com os seus partidos. O fato mais curioso, apesar de não ser surpresa, em decorrência dos municípios conquistados, é que o PSB do governador Ricardo Coutinho ficou apenas em terceiro colocado no número de votos recebidos pelos prefeitos eleitos. Isso apesar de o socialista ostentar aprovação superior a 80%, segundo o Ibope.

O PSB elegeu 53 prefeitos na Paraíba, porém, a maioria dos municípios conquistados tem baixa densidade populacional. Os únicos situados entre os dez maiores foram Sousa, com Fábio Tyrone, e Sapé, com Roberto Feliciano. O resultado disso foi o recebimento de 237.732 votos nas cidades paraibanas, enquanto o PSDB, o que teve mais votos, com 343.915, elegeu os prefeitos de apenas 36 cidades, só que, entre elas, estava Campina Grande, a segunda maior do Estado.

O PSD do deputado federal Rômulo Gouveia elegeu menos prefeitos ainda. Foram 27 no total. Apesar disso, teve obteve muito mais votos que o PSB contabilizando as cidades paraibanas. Ao todo, foram 314.737 votos recebidos. Muito disso graças a João Pessoa, onde o prefeito Luciano Cartaxo foi reeleito. O PTB aparece em quinto lugar no ranking do eleitorado, com 46.637. O PSB tem a maior quantidade de votos quando se contabiliza os vereadores. Aí, o número sobre para 592.480.

Confira a lista:

quadro-prefeitos

PSB perde nas grandes cidades, mas lidera número de prefeitos eleitos

urnaO governador Ricardo Coutinho (PSB) deve ter assistido à apuração dos votos nas eleições deste ano com a seguinte constatação: era o principal cabo eleitoral do Estado, graças a uma aprovação pessoal superior a 80%, de acordo com o Ibope, porém, isso não foi o suficiente para sair das urnas maior do que entrou. O PSB elegeu 53 prefeitos, menos da metade das suas pretensões. E o pior, na maioria dos casos, apenas os pequenos municípios. Por outro lado, viu o PSDB do senador Cássio Cunha Lima se fortalecer em grandes cidades. Os tucanos elegeram 36 prefeitos e se fortalece para 2018, justamente quanto restará a Coutinho apenas optar pelo Senado ou pela Câmara dos Deputados para se manter na vida pública. O PMDB elegeu 31 prefeitos, bem menos que em eleições passadas, mas se mantém forte. Já o PSD do deputado federal Rômulo Gouveia e do prefeito reeleito de João Pessoa também se fortaleceu, com a eleição de 26 prefeitos

 

Confira a lista dos prefeitos eleitos

1. Água Branca – Tom (PMDB)
2. Aguiar – Lourival (PTB)
3. Alagoa Grande – Sobrinho (PSD)
4. Alagoa Nova – Aquino (PSDB)
5. Alagoainha – Jeová José (PMDB)
6. Alcantil – Milton (PRB)
7. Algodão de Jandaíra – Maricleide (PSD)
8. Alhandra – Renato Mendes (DEM)
9. Amparo – Inácio Nóbrega (DEM)
10. Aparecida – Júlio César (PSD)
11. Araçagi – Murílio Nunes (PSB)
12. Arara – Nen (PSL)
13. Araruna – Vital Costa (PP)
14. Areia – João Francisco (PSDB)
15. Areia de Baraúnas – Guia de Zé de Pedro Felho (DEM)
16. Areaial – Adelson (PSDB)
17. Aroeiras – Mylton Marques (PSDB)
18. Assunção – Vogel (PTB)
19. Baía da Traição – Serginho Lima (PTB)
20. Bananeiras – Douglas Lucena (PSB)
21. Baraúna – Manasses Dantas (PSB)
22. Barra de Santa Rosa – Neto (DEM)
23. Barra de Santana – Cacilda (PSD)
24. Barra de São Miguel – João Batista (PSB)
25. Bayeux – Berg Lima (PTN)
26. Belém – Renata (PMDB)
27. Belém do Brejo do Cruz – Evandro Maia (PTdoB)
28. Bernardino Batista – Gervázio Gomes (PSB)
29. Boa Ventura – Leonice Lopes (PSD)
30. Boa Vista – André Gomes (PDT)
31. Bom Jesus – Roberto Bayma (PSD)
32. Bom Sucesso – Pedro Caetano (PTB)
33. Bonito de Santa Fé – Chico Pereira (PSB)
34. Boqueirão – João Paulo II (PSD)
35. Borborema – Gilene (PTB)
36. Brejo do Cruz – Barão (PR)
37. Brejo dos Santos – Dr. Lauri (PSDB)
38. Caaporã – Kiko (PDT)
39. Cabaceiras – Tiago Castro (PSB)
40. Cabedelo – Leto Viana (PRP)
41. Cachoeira dos Índios – Allan (PSB)
42. Cacimba de Areia – Rogério Campos (PMDB)
43. Cacimba de Dentro – Nelinho (PSB)
44. Cacimbas – Léo (PSB)
45. Caiçara – Hugo Alves (PSB)
46. Cajazeiras – José Aldemir (PP)
47. Cajazeirinhas – Assis Rodrigues (PSB)
48. Caldas Brandão – Nelma Rolim (PMDB)
49. Camalaú – Sandro Moco (PSDB)
50. Campina Grande – Romero Rodrigues (PSDB)
51. Capim – Tiago Lisboa (PSDB)
52. Caraúbas – Silvano Dudu (PSB)
53. Carrapateira – Marineide de Dedé (PR)
54. Casserengue – Dinda (PSDB)
55. Catingueira – Dr. Edir (PMDB)
56. Catolé do Rocha – Leomar Benício Maia (PTB)
57. Caturité – Zé João (PSD)
58. Conceição – Nilson Lacerda (PSDB)
59. Condado – Caio Paixão (PR)
60. Conde – Márcia Lucena (PSB)
61. Congo – Júnior Quirno (PDT)
62. Coremas – Chaguinha de Edilson (PDT)
63. Coxixola – Givaldo (DEM)
64. Cruz do Espírito Santo – Pedrito (PSD)
65. Cubati – Dudu (PSB)
66. Cuité – Charles Camaraense (PSL)
67. Cuité de Mamanguape – Jair da Farmácia (PSC)
68. Cuitegi – Guilherminho Madruga (PSB)
69. Curral de Cima – Totó Ribeiro (PSDB)
70. Curral Velho – Filhinho (PSDB)
71. Damião – Lucildo (PSB)
72. Desterro – Didi (PR)
73. Diamante – Carmelita de Odoniel (PSDB)
74. Dona Inês – João Idalino (PSD)
75. Duas Estradas – Joyce (PR)
76. Emas – Segundo Madruga (PMDB)
77. Esperança – Nobinho (PSB)
78. Fagundes – Magna Danas (PMDB)
79. Frei Martinho – Aido (PSB)
80. Gado Bravo – Dr Paulo (PSDB)
81. Guarabira – Zenóbio Toscano (PSDB)
82. Gurinhém – Cláudio Madruga (PMDB)
83. Gurjão – Ronaldo (PSC)
84. Ibiara – Nivaldo Barros (PSB)
85. Igaracy – Lídio Carneiro (PTB)
86. Imaculada – Dada Lustosa (PSD)
87. Ingá – Manoel da Lenha (PSD)
88. Itabaiana – Dr. Lúcio (PSB)
89. Itaporanga – Divaldo Dantas (PMDB)
90. Itapororoca – Elissandra (DEM)
91. Itatuba – Aron (PSB)
92. Jacaraú – Elias Costa (PMDB)
93. Jericó – Cláudio (PP)
94. João Pessoa – Luciano Cartaxo (PSD)
95. Joca Claudino – Dra Jordhanna (PTB)
96. Juarez Távora – Ana de Nal (PSD)
97. Juazeirinho – Bevilacqua (PTdoB)
98. Junco do Seridó – Kleber (PSB)
99. Juripiranga – Dr. Paulo (PSB)
100. Juru – Luiz Galvão (PSB)
101. Lagoa – Toinho Alípio (PSB)
102. Lagoa de Dentro – Fabiano Pedro (PSD)
103. Lagoa Seca – Fábio Carvalho (PSDB)
104. Lastro – Dr. Athaíde (PSDB)
105. Livramento – Carmelita Ventura (PR)
106. Logradouro – Célia (PSB)
107. Lucena – Marcelo Monteiro (PSB)
108. Mãe D’Água – Cirino (PMDB)
109. Malta – Nael Rosa (PMDB)
110. Mamanguape – Eunice (PSB)
111. Manaíra – Nel (PMN)
112. Marcação – Lili (PDT)
113. Mari – Antônio Gomes (PSD)
114. Marizópolis – Zé de Pedrinho (PSDB)
115. Massaranduba – Paulo Oliveira (PSDB)
116. Mataraca – Egberto (PTB)
117. Matinhas – Fátima Silva (PSD)
118. Mato Grosso – Doca (PMDB)
119. Maturéia – Zé Pereira (PDT)
120. Mogeiro – Alberto Ferreira (PR)
121. Montadas – Jonas (PSD)
122. Monte Horebe – Marcos Eron (PMDB)
123. Monteiro – Lorena de Dr. Chico (PSDB)
124. Mulungu – Melquíades Nascimento (PTB)
125. Natuba – Janete Santos (PMDB)
126. Nazarezinho – Silvan Mendes (PR)
127. Nova Floresta – Jarson do Pastro (PSB)
128. Nova Olinda – Diogo (PSDB)
129. Nova Palmeira – Ailton (PTB)
130. Olho D’Água – Genoilton (PMDB)
131. Olivedos – Deusinho (PSD)
132. Ouro Velho – Natália de Dr. Júnior (PSD)
133. Parari – Josa (PSB)
134. Passagem – Magno de Bá (PMDB)
135. Patos – Dinaldinho Wanderley (PSDB)
136. Paulista – Valmar (PR)
137. Pedra Branca – Allan Bastos (PR)
138. Pedra Lavrada – Jarbas Melo (PSD)
139. Pedras de Fogo – Dedé Romão (PSB)
140. Pedro Régis – Baia (PSDB)
141. Piancó – Daniel Galdino (PSD)
142. Picuí – Olivânio (PT)
143. Pilar – Benício Neto (PSB)
144. Pilões – Iremar Flor (PSB)
145. Pilõezinhos – Mônica de Sandro (PSDB)
146. Pirpirituba – Didiu (PSDB)
147. Pitimbu – Leonardo (PSD)
148. Pocinhos – Cláudio Chaves (PTB)
149. Poço Dantas – Dedé de Zé Cláudio (PTB)
150. Poço de José de Moura – Aurileide (DEM)
151. Pombal – Dr. Verissinho (PMDB)
152. Prata – Júnior de Nôta (PMDB)
153. Princesa Isabel – Ricardo Pereira (PSB)
154. Puxinanã – Felipe Coutinho (PRB)
155. Queimadas – Carlinhos de Tião (PSB)
156. Quixaba – Cláudia (PMDB)
157. Remígio – Chió (PSB)
158. Riachão – Fábio Moura (PTB)
159. Riachão do Bacamarte – Gordo Amaral (PSDB)
160. Riachão do Poço – Cilinha (DEM)
161. Riacho de Santo Antônio – Ofila (PTB)
162. Riacho dos Cavalos – Hugo (PP)
163. Rio Tinto – Fernando Naia (PSB)
164. Salgadinho – Marcos Alves (PSDB)
165. Salgado de São Félix – Adjanilson (DEM)
166. Santa Cecília – Beto de Chico (DEM)
167. Santa Cruz – Paulo César (PSB)
168. Santa Helena – Emanuel (PSD)
169. Santa Inês – Dr. João (PDT)
170. Santa Luzia – Zezé (PMDB)
171. Santa Rita – Dr. Emerson Panta (PSDB)
172. Santa Teresinha – Teresinha de Zé Afonso (PSDB)
173. Santana de Mangueira – Zé Inácio (PSDB)
174. Santana dos Garrotes – Dedé (PSB)
175. Santo André – Silvano Marinho (PDT)
176. São Bentinho – Giovana (PSB)
177. São Bento – Dr. Jarques (DEM)
178. São Domingos de Pombal – Odaisa (PR)
179. São Domingos do Cariri – Inara (PSDB)
180. São Francisco – João Bosco Filho (PSDB)
181. São João do Cariri – Cosme (DEM)
182. São João do Rio do Peixe (PP)
183. São João do Tigre – Célio (PSB)
184. São José da Lagoa Tapada – Coloral (PSD)
185. São José de Caiana – Zé Leite (PR)
186. São José de Espinharas – Neto Gomes (PSB)
187. São José de Piranhas – Chico Mendes (PSB)
188. São José de Princesa – Maria Assunção (PMDB)
189. São José do Bonfim – Rosalba Mota (PMDB)
190. São José do Brejo do Cruz – Ana Maria (PR)
191. São José do Sabugi – Segundo (DEM)
192. São José dos Cordeiros – Jefferson (PSB)
193. São José dos Ramos – Eduardo Caxias (PMDB)
194. São Mamede – Dr. Jefferson Morais (DEM)
195. São Miguel de Taipu – Clodoaldo (PMDB)
196. São Sebastião de Lagoa de Roça – Severo (PSDB)
197. São Sebastião do Umbuzeiro – Adriano Wolff (DEM)
198. São Vicente do Seridó – Graciete (PSB)
199. Sapé – Roberto Feliciano (PSB)
200. Serra Branca – Souzinha (PDT)
201. Serra da Raiz – Adailma (PTB)
202. Serra Grande – Jairo (PSDB)
203. Serra Redonda – Danilo (PSD)
204. Serraria – Batista Pinheiro (PTdoB)
205. Sertãozinho – Antônio de Eloi (PSL)
206. Sobrado – George Coelho (PSB)
207. Solânea – Kaiser Rocha (DEM)
208. Soledade – Geraldo Moura (PP)
209. Sossêgo – Neide (PSB)
210. Sousa – Fábio Tyrone (PSB)
211. Sumé – Eden Duarte (PSB)
212. Tacima – Erivan Bezerra (PMDB)
213. Taperoá – Jurandi Pileque (PMDB)
214. Tavares – Dr. Ailton (PMDB)
215. Teixeira – Nego de Guri (PMDB)
216. Tenório – Evilázio (PSB)
217. Triunfo – Zé Mangueira (PTB)
218. Uiraúna – Dr. Bosco (PSDB)
219. Umbuzeiro – Nivaldo (PSB)
220. Várzea – Toninho (DEM)
221. Vieirópolis – Célio da Usina (PSC)
222. Vista Serrana – Sérgio de Levi (PMDB)
223. Zabelê – Dalyson (PSDB)

 

Ranking dos partidos eleitos

PSB elegeu 53 prefeitos
PSDB elegeu 36 prefeitos
PMDB elegeu 31 prefeitos
PSD elegeu 27 prefeitos
DEM elegeu 17 prefeitos
PTB elegeu 17 prefeitos
PR elegeu 13  prefeitos
PDT elegeu 9 prefeitos
PP elegeu 6  prefeitos
PSL elegeu 3 prefeitos
PTdoB elegeu 3  prefeitos
PSC elegeu 3  prefeitos
PRB elegeu 2 prefeitos
PTN elegeu 1 prefeito
PMN elegeu 1 prefeito
PT elegeu 1 prefeito

Após proibição da Justiça, PSB coloca Wilson como locutor no guia de Cida

Carreata de cida

Wilson Filho (E) é candidato a vice na chapa encabeçada por Cida Ramos. Crédito: Divulgação/PSB

O deputado federal e candidato a vice na chapa encabeçada por Cida Ramos (PSB) para a disputa da Prefeitura de João Pessoa, Wilson Filho (PTB), assumiu novo papel no guia eleitoral. Desde a manhã desta segunda-feira (29), o parlamentar passou a figurar como locutor das propagandas. A contratação de profissionais para a função foi proibida pela nova legislação eleitoral e foi contestada pela coligação União por João Pessoa, do prefeito e candidato à reeleição, Luciano Cartaxo (PSD) .

Wilson Filho chegou a lançar seu nome para a disputa das eleições deste ano. Achava que conseguiria capitalizar o voto do eleitorado interessado em uma terceira via. Acabou desistindo por causa da perda de partidos aliados e das dificuldades de arrecadação. No acordo para compor a chapa de Cida Ramos, teve assegurado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), padrinho político da socialista, que teria espaço na campanha.

A decisão de usá-lo na locução ocorreu ainda no fim de semana, quando o juiz da propaganda de mídia de João Pessoa, José Ferreira Ramos Júnior, acatou representação apresentada pelos advogados do prefeito Luciano Cartaxo. Nas discussões internas, surgiu a possibilidade de usar depoimentos das pessoas nas ruas e até de familiares, para preencher espaço no guia. A ideia, no entanto, perdeu força no bunker de campanha e optou-se por Wilson por integrar a chapa.

Estela não pretende se licenciar para dar vaga a Adones na Assembleia

Estela Bezerra

Crédito: Divulgação/Assembleia Legislativa

A deputada estadual Estela Bezerra (PSB) revelou nesta terça-feira (9) que não pretende se licenciar do mandato para abrir espaço para “neo aliados do governo”. A composição mais recente está sendo costurada pelo deputado estadual e candidato a prefeito de Santa Rita, Zé Paulo (PCdoB). O parlamentar vinha articulando, com as bênçãos do governador Ricardo Coutinho (PSB), uma licença de Estela com o objetivo de viabilizar a posse de Adones Júnior (PP) na Assembleia.

Adones era pré-candidato a prefeito de Santa Rita e abriu mão da disputa, recentemente, para apoiar Zé Paulo. O combustível para isso teria sido a promessa de empenho para que ele chegasse, mesmo que por um breve espaço de tempo, ao mandato na Assembleia. Adones disputou a vaga de deputado estadual, em 2014, mas ficou muito longe de atingir o seu objetivo. Ele conquistou apenas 5.384 votos nas urnas.

Em conversa com a repórter Angélica Nunes, do Jornal da Paraíba, Estela reconheceu que a negociação existe, mas deixou claro que se depender exclusivamente da sua opinião, ela não deixará o mandato. A parlamentar diz que preza pelo seu mandato, por ele elevar a pequena participação feminina na Casa e também uma parcela “mais progressista do eleitorado”. Estela diz que poderá até mudar de opinião, caso haja um pedido expresso do governador.

A matemática não está a favor de Adones. Ele conquistou menos votos no pleito que Dr. Djalma (DEM), que mereceu a confiança de 8.897 eleitores. Porém, como ele figura na vaga de vice da chapa encabeçada por Zé Paulo, renunciaria à posse no Legislativo. Zé Paulo, maior beneficiado pela composição, demonstrou irritação ao ser questionado sobre o assunto.