Eleição da nova Mesa Diretora do TJPB será no dia 14 de novembro

Edital de abertura de inscrição para os cargos será publicado nesta quinta-feira (25)

Seleção vai escolher novo presidente, vice e corregedor do Tribunal de Justiça da Paraíba. Foto: Divulgação/TJPB

O Diário de Justiça eletrônico, edição desta quinta-feira (25), trará Edital referente à abertura das inscrições para os cargos integrantes da Mesa Diretora do Tribunal de Justiça da Paraíba. Os desembargadores interessados em concorrer terão um prazo de 10 dias corridos, a partir da publicação do Edital, e a escolha se dará no dia 14 de novembro, a partir das 9h, em Sessão Administrativa.

Para concorrer aos cargos de Presidente, Vice-Presidente e Corregedor-Geral de Justiça da Mesa Diretora do Tribunal de Justiça, os desembargadores deverão encaminhar seus requerimentos de inscrição diretamente ao Gabinete da Presidência, em versão impressa ou através de malote digital.

De acordo com o artigo 23 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça, a eleição para preenchimento dos cargos da Mesa Diretora deve acontecer na primeira sessão ordinária do mês de novembro anterior ao término dos mandatos. A votação é secreta e participam os membros efetivos do Tribunal.

A sequência é definida no § 1º do mesmo artigo: “Iniciada a eleição às 9 horas, proceder-se-á a três escrutínios, sendo o primeiro para escolha do Presidente, o segundo do Vice-Presidente e o terceiro do Corregedor-Geral da Justiça.”

Após a eleição da Mesa Diretora, será realizado, em escrutínio secreto, a eleição do Presidente da Escola Superior da Magistratura, cuja posse se dará, concomitantemente, à posse da Mesa Diretora ou, a critério do eleito, em data posterior.

Da Assessoria do TJPB

 

Ibope para presidente: Bolsonaro tem 57% dos votos válidos e Haddad, 43%

Nos votos totais, Jair Bolsonaro, do PSL, tem 50%, e Haddad, 37%

O caminho para mudar é através do voto. Foto: Divulgação/TSE

A segunda pesquisa Ibope no segundo turno mostrou oscilação negativa do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL). Ele aparece com 57% dos votos válidos na sondagem divulgada nesta terça-feira (23). Na outra ponta, o petista Fernando Haddad oscila positivamente dentro da margem de erro, chegando a 43% dos votos válidos. O levantamento foi realizado entre domingo (21) e terça-feira (23) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos. Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 59% e Haddad, 41% dos votos válidos.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 50%
Fernando Haddad (PT): 37%
Em branco/nulo: 10%
Não sabe: 3%

Rejeição

A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para presidente. O Ibope perguntou: “Para cada um dos candidatos a Presidente da República citados, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele”?

Jair Bolsonaro

Com certeza votaria nele para presidente – 37%
Poderia votar nele para presidente – 11%
Não votaria nele de jeito nenhum – 40%
Não o conhece o suficiente para opinar – 11%
Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Fernando Haddad

Com certeza votaria nele para presidente – 31%
Poderia votar nele para presidente – 12%
Não votaria nele de jeito nenhum – 41%
Não o conhece o suficiente para opinar – 14%
Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Votação espontânea

O Ibope também apresentou a intenção de voto espontânea, quando o entrevistado aponta em quem pretende votar sem a apresentação dos nomes dos candidatos.

Jair Bolsonaro – 42%
Fernando Haddad – 33%

Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 47% e Haddad, 33%.

Expectativa de vitória

O instituto também apontou a “expectativa de vitória”, independentemente da intenção de voto. Os resultados foram:

Jair Bolsonaro – 69%
Fernando Haddad – 21%
Não sabem ou preferem não opinar – 9%

No levantamento anterior, a expectativa de vitória de Bolsonaro era de 66% e a de Haddad, 21%.

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 3010 eleitores em 208 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 21 a 23 de outubro
Registro no TSE: BR‐07272/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

 

 

 

Votos válidos: Bolsonaro tem 40% e Haddad, 25%, revela Datafolha

Ciro Gomes aparece em terceiro com 15% e Geraldo Alckmin com 8% das intenções de voto na corrida eleitoral

O Instituto Datafolha divulgou, neste sábado (6), a nova rodada de pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República. A consulta mostrou o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, na liderança, com 40% dos votos válidos. O segundo colocado na consulta é Fernando Haddad (PT), que aparece com 25% das intenções de voto, seguido de Ciro Gomes, com 15%. A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).

Votos válidos

Jair Bolsonaro (PSL): 40%
Fernando Haddad (PT): 25%
Ciro Gomes (PDT): 15%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (REDE): 3%
João Amoêdo (NOVO): 3%
Alvaro Dias (PODE): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (PATRI): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais
Nos votos totais, quando são considerados os brancos/nulos e os indecisos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 36%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (REDE): 3%
João Amoêdo (NOVO): 3%
Alvaro Dias (PODE): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (PATRI): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Em branco/nulo/nenhum: 6%
Não sabe: 4%

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

Rejeição
O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Jair Bolsonaro (PSL): 44%
Fernando Haddad (PT): 41%
Marina Silva (REDE): 31%
Geraldo Alckmin (PSDB): 24%
Ciro Gomes (PDT): 21%
Henrique Meirelles (MDB): 15%
Guilherme Boulos (PSOL): 15%
Cabo Daciolo (PATRI): 15%
Alvaro Dias (PODE): 15%
Eymael (DC): 14%
Vera (PSTU): 13%
João Amoêdo (NOVO): 12%
João Goulart Filho (PPL): 12%
Não sabe: 3%
Votaria em qualquer um/ não rejeita nenhum: 1%
Rejeita todos/ não votaria em nenhum: 2%

Simulações de segundo turno
Bolsonaro 45% x 43% Haddad (branco/nulo: 10%; não sabe: 2%)

Ciro 47% x 43% Bolsonaro (branco/nulo: 8%; não sabe: 2%)

Bolsonaro 43% x 41% Alckmin (branco/nulo: 13%; não sabe: 2%)

Alckmin 41% x 38% Haddad (branco/nulo: 18%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 19.552 eleitores em 382 municípios.
Quando a pesquisa foi feita: 5 e 6 de outubro
Registro no TSE: BR-01584/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo”
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

 

 

Tem faltado racionalidade na escolha dos candidatos a presidente nestas eleições

Ódio, ideologia e preconceito dão o tom da escolha dos representantes para Presidência da República

O caminho para mudar é através do voto. Foto: Divulgação/TSE

Os brasileiros têm bailado na margem do precipício nas eleições deste ano. A alegoria foi cunhada pelo presidenciável Ciro Gomes (PDT), no debate da TV Globo com os candidatos a presidente da República. No alvo da fala estavam os votantes divididos entre as opções Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), líderes das pesquisas na corrida eleitoral. A frase de forte impacto, mas de pouca resolutividade prática, partiu do segundo pelotão na corrida eleitoral. Nele, falando sem eco de ressonância eleitoral, aparecem também Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede). Os outros são meros coadjuvantes. De forma surpreendente, nesta eleição, a racionalidade tem falado pouco. No final das contas, o pleito pode ser traduzido entre o “lulopetismo” e o “anti-lulopetismo”.

O líder absoluto nas pesquisas, Jair Bolsonaro, foi o maior beneficiado pela onda anti-Lula e PT. Ele aproveitou o manequim preparado pelos tucanos ao logo de anos, mas que não coube mais nos sucessores de Fernando Henrique. O contraponto à corrupção petista não poderia ser a corrupção tucana. Ao mesmo tempo que Alckmin vociferava contra a roubalheira, via colegas de partido ser presos. Isso fez com que o postulante do PSL vestisse o traje preparado pelos tucanos e fosse para as urnas. E qual é a proposta dele para o Brasil: “mudar tudo isso aí”. A proposta é ridícula do ponto de vista da racionalidade, mas é o produto das redes sociais. Um quadro dadaísta, pintado por uma criança mimada e inconsequente. O postulante critica as ideologias, em referência à esquerda, mas esquece de citar as de direita.

Eu procurei saber dos eleitores de Jair Bolsonaro o que eles esperavam do candidato. Do que eu ouvi, nada parece com o que o Brasil mais precisa neste momento. Nada de busca pelo desenvolvimento econômico, tolerância e uma unidade capaz de unir o país. A justificativa está muito mais relacionada aos costumes, ao conservadorismo. A proposta do candidato do PSL é esdrúxula em relação à segurança pública: flexibilizar o porte de arma. Armar as pessoas vai gerar, no primeiro momento, uma carnificina sem tamanho. Temos casos, na Paraíba, de bandidos invadindo quartéis e matando policiais para roubar armas. Imagine o que ocorrerá com o cidadão destreinado. A outra preocupação diz respeito à intolerância com a homossexualidade. Tudo reflexo de um Brasil ainda com viés colonial.

Já os petistas não conseguiram digerir os erros de governos anteriores. Uma mea-culpa, de vez em quando, faz bem à saúde.  Ao contrário de Bolsonaro, dá para saber o que esperar do PT. Eles estiveram no poder por 13 anos. Teve avanços incontestáveis neste período? Lógico que houve. Mas teve questão que foi ignorada. O combate à corrupção, prometido por Lula, em todas as eleições, ficou restrito ao que era descoberto pelos órgãos de controle e ao Ministério Público. Uma malha fina passou e encobrir as irregularidades e o castelo ruiu quando houve inconsistência na base. Os mesmos empresários que financiaram as campanhas e a roubalheira nos governos passados foram aceitos nas gestões petistas. O partido sabia o que estava errado e manteve.

Do ponto de vista da gestão, a sigla pode dizer que houve crescimento econômico durante os seus governos. Há apenas o lapso temporal dos governos de Dilma Rousseff, que fizeram água nos últimos anos. De forma justa, obedecendo à teoria do pêndulo, o partido localizado à esquerda, também viu ruir na sociedade o apreço aos seus ditames. De forma que vem sucumbindo frente à onda conservadora que toma conta do país. A política voltada para as minorias, necessária para o Brasil e defendida pelo partido, virou vítima dos outros erros da sigla. Nenhum dos nomes do partido, os que ocupam os altos potos, veio a público para se desculpar pelos enganos, mesmo que eles sejam menores que os acertos.

Ciro Gomes mergulhou de encontro aos eleitores de esquerda e de centro, mas chegou atrasado. O fla-flu eleitoral fez o país se dividir entre os eleitores lulistas e os adversários. Isso fez com que o discurso eloquente e cheio de respostas para as agruras brasileiras do pedetista naufragasse. Da mesma forma, Geraldo Alckmin fala para o vácuo. Tudo o que ele disse no latifúndio da propaganda eleitoral disponível apenas beneficiou ou prejudicou outros candidatos. O venha a ele, desejado, não aconteceu. Vai ter que dar expediente no postinho de saúde em Pindamonhangaba. Álvaro Dias (Podemos) não deixará boa lembrança. Pareceu muito mais o Rolando Lero da Escolinha do Professor Raimundo. Marina Silva (Rede) foi a decepção de sempre na campanha. Começa bem e o barco faz água no final.

Henrique Meirelles (MDB) herdou a impopularidade de Michel Temer (MDB), o mesmo fantasma que assombrou Alckmin. A falta de eloquência verbal impediu as pessoas de sentirem a necessidade de chamar o Meirelles, então, “vaya con dios”. Da mesma forma, João Amoêdo e seu Partido Novo conseguiram falar apenas para os banqueiros e rentistas. Ele virou escada para bolsonaristas. Guilherme Boulos (Psol) lembrou muito o Lula de 1989. O Brasil não está preparado para ele. Ou o contrário. José Maria Eymael (DC) foi o de sempre, zero à esquerda. Já Vera Lúcia (PSTU) foi a utopia de sempre, fundada na proposta de uma rebelião. Com medo de ter esquecido alguém, termino este artigo por aqui pedindo orações para o Brasil. Nós vamos precisar.

 

Ibope na Paraíba: Haddad tem 36%; Bolsonaro, 33%, e Ciro, 12%

Petista registrou crescimento em relação à última consulta e está empatado tecnicamente com o candidato do PSL

A terceira rodada de pesquisas do Ibope Inteligência, na Paraíba, mostrou o candidato do PT, Fernando Haddad, na liderança, com 36% das intenções de voto. Ele está tecnicamente empatado com Jair Bolsonaro (PSL), com 33%. Ciro Gomes (PDT), que tinha 16% na última consulta, agora aparece com 12%. A pesquisa, contratada pela TV Cabo Branco, foi realizada entre os dias 3 e 5 deste mês e foram ouvidos 812 votantes. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.

INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE – VOTOS TOTAIS (%)
Pergunta: Se a eleição para Presidente da República fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem o(a) sr(a) votaria? (Estimulada – %)

Para facilitar a comparação com os resultados oficiais divulgados pelos Tribunais Regionais Eleitorais, o Ibope também fez simulação considerando apenas os votos válidos. O cálculo para se encontrar o percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.

FICHA TÉCNICA DA PESQUISA (JOB Nº 0877-3/2018)
Período de campo: a pesquisa foi realizada entre os dias 03 e 05 de outubro de 2018.
Tamanho da amostra: foram entrevistados 812 votantes.
Margem de erro: a margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
Nível de confiança: o nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.
Solicitante: pesquisa contratada por TELEVISÃO CABO BRANCO LTDA / TV CABO BRANCO.
Registro Eleitoral: registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba sob o protocolo Nº PB-04351/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-00096/2018.

 

Pesquisa Ibope: Haddad cresce 2 pontos e vai a 23%, mas Bolsonaro ainda lidera com 32%

Contabilizando apenas os votos válidos, Bolsonaro tem 38%, Haddad, 28%, Ciro, 12%, Alckmin, 8%, e Marina, 4%

A pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (3) mostrou oscilação positiva do candidato petista Fernando Haddad. Com isso, ele passou de 21% para 23%, mas permanece atrás de Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial. O capitão da reserva do Exército oscilou 1 ponto percentual e chegou a 32%, reduzindo a possibilidade de vitória no primeiro turno. Ciro Gomes oscilou negativamente e saiu de 11% para 10% e Alckmin (PSDB) caiu de 8% para 7%. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na segunda-feira (1) e na terça-feira (2). A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 32%
Fernando Haddad (PT): 23%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 11%
Não sabe/não respondeu: 6%

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira (1º):

Bolsonaro passou de 31% para 32%;

Haddad foi de 21% para 23%;

Ciro foi de 11% com 10%;

Alckmin foi de 8% para 7%;

Marina se manteve com 4%;

Os indecisos foram de 5% para 6% e os brancos ou nulos, de 12% para 11%.

Votos válidos
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Os números são:

Jair Bolsonaro (PSL): 38%
Fernando Haddad (PT): 28%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%

Rejeição
O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro: 42%
Haddad: 37%
Marina: 23%
Alckmin: 17%
Ciro: 16%
Meirelles: 10%
Cabo Daciolo: 9%
Eymael: 8%
Boulos: 8%
Vera: 8%
Alvaro Dias: 8%
Amoêdo: 7%
João Goulart Filho: 6%
Poderia votar em todos: 3%
Não sabe/não respondeu: 7%

Simulações de segundo turno
Haddad 43% x 41% Bolsonaro (branco/nulo: 12%; não sabe: 3%)

Ciro 46% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 3%)

Alckmin 41% x 40% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 3%)

Bolsonaro 43% x 39% Marina (branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 3.010 eleitores
Quando a pesquisa foi feita: 1º e 2 de outubro
Registro no TSE: BR-08245/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

 

 

Pesquisa Ibope: Bolsonaro cresce e chega a 31% e Haddad permanece com 21%

Ciro Gomes tem 11% e é seguido de Geraldo Alckmin, com 8%; Marina Silva, com 4%, e João Amoêdo, com 3%

Imagem: Reprodução/G1

O cenário divulgado nesta segunda-feira (1°) pela pesquisa Ibope mostra crescimento do candidato Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial. Ele chegou a 31% das intenções de voto e aumentou a vantagem em relação ao segundo colocado na corrida, o petista Fernando Haddad. Ele aparece com os mesmos 21% da última consulta. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores entre sábado (29) e domingo (30). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 31%
Fernando Haddad (PT): 21%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Eymael (DC): 0%
João Goulart Filho (PPL): –
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 5%

Rejeição
O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro: 44%
Haddad: 38%
Marina: 25%
Alckmin: 19%
Ciro: 18%
Meirelles: 10%
Cabo Daciolo: 10%
Eymael: 10%
Boulos: 10%
Vera: 9%
Alvaro Dias: 9%
Amoêdo: 8%
João Goulart Filho: 7%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 6%

Simulações de segundo turno
Ciro 45X% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 3%)

Alckmin 42% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)

Haddad 42% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 14%; não sabe: 3%)

Bolsonaro 43% x 38% Marina (branco/nulo: 17%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 3.010 eleitores em 208 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 29 e 30 de setembro
Registro no TSE: BR- 08650/2018
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

 

TRE-PB determina multa de R$ 50 mil para partido que distribuir material com Lula presidente

Decisão de magistrado diz que candidatos flagrados terão que pagar multa mínima de R$ 15 mil na Paraíba

Denúncia contra a distribuição de material de propaganda ilegal foi protocolada no TRE. Foto: Rizemberg Felipe

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Paraíba concedeu Tutela Inibitória de Urgência para proibir a distribuição de material que apresente o ex-presidente Lula (PT) como candidato à Presidência da República. A decisão foi arbitrada pelo juiz auxiliar da Propaganda Eleitoral, Kéops de Vasconcelos, atendendo pedido do Ministério Público Eleitoral. O magistrado fixou “pena de multa cominatória, que arbitro em R$ 50 mil para as coligações e partidos, e em R$ 15 mil para os candidatos, podendo tais valores ser majorados em caso de reincidência da prática ilícita e do volume do material que venha a ser, porventura, confeccionado/distribuído”. A ação movida pela Procuradoria Regional Eleitoral foi movida após apreensão de material de campanha em poder de de militantes da coligação A Força do Trabalho.

Reprodução

A denúncia foi protocolada tendo como base a apreensão de 16 bandeiras do candidato ao cargo de senador, Luiz Couto (PT), nas quais haveria também propaganda de Lula como candidato à Presidência da República. A apreensão ocorreu no dia 5 de setembro, que foi convertida em uma Notícia de Fato. “Foram juntadas aos autos do referido procedimento imagens de material impresso de responsabilidade dos candidatos, Antônio Ribeiro (Frei Anastácio), Luiz Albuquerque Couto, João Bosco Carneiro Júnior e Yasnaia Pollyanna Werton Dutra, no qual Lula ainda é apresentado como sendo o candidato à Presidência da República pelo PT”, ressalta trecho da denúncia juntada aos autos.

Na sua decisão, o magistrado ressalta que apesar de na peça processual não haver a comprovação de que a confecção desse material e sua distribuição ocorreram após a cassação do registro de candidatura de Lula, há sério indício de que isso tenha ocorrido. “Por outro lado, o Auto de Apreensão das 16 bandeiras do candidato ao Senado Luiz Couto, que eram conduzidas por militantes, nas quais havia a propaganda do candidato Lula à Presidência da República, é prova inconteste de que tal propaganda foi posterior ao indeferimento da candidatura”, diz o magistrado na decisão. E acrescenta: “Também se mostra patente o perigo de dano, uma vez que, em uma campanha eleitoral de prazo reduzido, a vinculação de candidatos aos cargos de Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual à candidatura de Lula à Presidência da República mostra-se nefasta, por inevitavelmente induzir o eleitorado a erro, falseando a sua escolha livre e consciente, com potencialidade de influenciar no pleito eleitoral”.

O magistrado diz ainda que divulgação, por meio de material impresso ou virtual, de dados falsos a respeito de candidatos viola flagrantemente o equilíbrio da disputa, por criar estado mental no eleitor. “Neste caso, ao ser divulgado em material impresso de propaganda o nome do ex-presidente Lula como sendo candidato à Presidência da República, após a decisão judicial que indeferiu tal candidatura, afronta não apenas a legislação eleitoral como a própria autoridade da Justiça Eleitoral. Tal propaganda é irregular por induzir os eleitores, especialmente os mais carecedores de conhecimento e discernimento, a acreditar que Lula ainda é o candidato,
induzindo-se o eleitor a erro, ao votar em um candidato pensando estar votando em outro, potencialmente influindo no resultado do pleito”, diz.

 

 

 

Ibope na Paraíba: Haddad tem 26%, Bolsonaro 19% e Ciro 16%

Petista apresenta o maior crescimento entre os presidenciáveis e Marina Silva a maior queda nas intenções de voto

A segunda rodada da pesquisa Ibope Inteligência na Paraíba, contratada pela TV Cabo Branco, mostra que a transferência de votos do ex-presidente Lula (PT) para Fernando Haddad (PT) funcionou. O petista tinha tinha 4% das intenções de voto na última consulta e afora aparece com 26%. No caso de Jair Bolsonaro (PSL), houve oscilação dentro da margem de erro, fazendo com que ele saísse de 17% para 19%. Já o pedetista Ciro Gomes, que tinha 11% chega a 16% das intenções de voto na Paraíba.

A candidata Marina Silva, da Rede, que apresentava 14% cai 7 pontos percentuais e chega a 7% neste levantamento, ao passo que Geraldo Alckmin (PSDB) se mantém estável (tinha 6% e agora tem 5% das menções). Os demais candidatos alcançam até 1% das intenções de voto, cada, e os eleitores paraibanos que declaram votar em branco ou anular seu voto vão de 31% para 15%, enquanto os que não sabem ou não respondem eram 9% e agora são 7%.

Pergunta: Se a eleição para PRESIDENTE DA REPÚBLICA fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem o(a) sr(a) votaria? (Estimulada – %)

FICHA TÉCNICA DA PESQUISA (JOB Nº 0877-2 | 2018)
Período de campo: a pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de setembro de 2018.
Tamanho da amostra: foram entrevistados 812 votantes.
Margem de erro: a margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
Nível de confiança: o nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.
Solicitante: pesquisa contratada por TV CABO BRANCO LTDA E TV PARAÍBA LTDA.
Registro Eleitoral: registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba sob o protocolo Nº PB-08654/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-07454/2018.

 

PT indica Haddad no lugar de Lula na disputa presidencial

Manuela d’Ávila, do PCdoB, será vice na chapa encabeçada pelo candidato petista

Fernando Haddad participou de inauguração de comitê em Campina Grande ao lado de Ricardo Coutinho e João Azevêdo. Foto: Josusmar Barbosa

A Executiva Nacional do PT confirmou, no começo da tarde desta terça-feira (11) em Curitiba, o nome de Fernando Haddad, ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, em substituição ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência este ano. Lula está detido na Superintendência da Polícia Federal, na capital paranaense, desde abril, após condenação em segunda instância pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex de Guarujá (SP). O ex-presidente teve o registro de candidatura indeferido no início do mês pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A substituição foi definida por unanimidade em reunião da cúpula do partido. O deputado José Guimarães (PT-CE), que participou do encontro, afirmou que a ex-deputada federal Manuela d’Ávila (PCdoB) será confirmada como vice na chapa de Haddad. Manuela desistiu de se candidatar à Presidência após decisão do seu partido de apoiar o PT.

O TSE determinou que o PT deveria anunciar até hoje a substituição do nome de Lula na chapa presidencial, sob risco de o partido não poder lançar candidatura ao Palácio do Planalto.

Propaganda
A Justiça Eleitoral definiu também que o PT retire do ar as inserções e programas eleitorais em que o ex-presidente aparece como candidato. Se a medida for descumprida, há o risco de a coligação ter a propaganda suspensa pelos integrantes da Corte.

A expectativa é que ainda hoje seja lida uma carta redigida por Lula para “o povo brasileiro”. Nela, o ex-presidente deve afirmar que apoia a indicação de Haddad à Presidência da República e que ele o representa.

De acordo com José Guimarães, Lula pede que a população apoie o PT e Haddad à frente da chapa.

Da Agência Brasil