Antes de FHC, Cássio cantou a pedra das eleições gerais em reunião com tucanos da Paraíba

Apesar de manter apoio ao governo, tucanos começam a cobrar saída de Temer

Cássio projeta disputa eleitoral para 2018. Foto: Divulgação/Agência Senado

O senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB) não participou da reunião feita pelos tucanos que consagrou a permanência da sigla no governo Temer. Estava com labirintite, acamado, segundo ele mesmo mesmo confessou. Em público, tem defendido ardorosamente cautela do seu partido em relação ao presidente Michel Temer (PMDB). Não por concordância com o governo, mas por medo da perda da governabilidade. O tucano ainda não se pronunciou sobre a posição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que defende eleições gerais. “Seria um ato de grandeza de Michel Temer”, diz o ex-presidente. Esse tema, no entanto, já foi tratado nos bastidores pelo senador tucano, em reunião com aliados na Paraíba.

Ainda no fim do mês de maio, em meio às discussões sobre a instalação na Assembleia de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os Codificados, do governo do Estado, o tema eleições gerais foi tratado por Cássio. A opinião foi apresentada num encontro em que estavam os deputados estaduais Tovar Correia Lima, Bruno Cunha Lima e Camila Toscano. A reunião, inicialmente pensada para discutir questões locais, virou espaço para as conjecturas nacionais. Enquanto vice-presidente do Senado, Cássio falou da instabilidade política do país. Relatou também o grau de imprevisibilidade no contexto nacional.

No encontro, diferente de Fernando Henrique, que fez apelo público a Michel Temer pela renúncia, Cássio tratou o tema apenas como uma posição possível do gestor. Os tucanos andam divididos sobre a permanência no apoio ao presidente. A maioria permanece com o governo. Usa o argumento de que o país precisa de estabilidade. Os cabeças “pretas”, os deputados com idades que giram em torno de 40 anos, defendem o desembarque. Os cabeças “brancas”, os mais velhos, querem, em geral, a manutenção do apoio. Cássio ainda não antecipou posição, apesar de falar em preocupação com a votação das reformas Trabalhista e Previdenciária, bandeiras de Temer.

Reformas

Longe das reformas, dois outros argumentos mantém o PSDB na base governista. O primeiro diz respeito a um possível apoio dos peemedebistas a candidatos tucanos nas eleições de 2018. A tese é defendida pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e pelo prefeito da capital paulista, João Dória. O outro argumento diz respeito à sobrevivência do senador afastado Aécio Neves (MG). Ele vai precisar do apoio do PMDB para se livrar da cassação. O tucano foi flagrado nos áudios gravados por Joesley Batista, da JBS, cobrando propina de R$ 2 milhões. As denúncias do empresário ligaram umbilicalmente os dois partidos na tentativa de salvar os principais líderes. Há risco, no entanto, de um abraço de afogados.

Fernando Henrique, neste contexto, surge com uma proposta que o aproxima do ex-presidente Lula (PT). Os dois são rivais desde a redemocratização, mas mantém níveis de diálogo. A união de forças é vista por setores da política como forma de salvar a política propriamente dita. Difícil, mesmo, será convencer os outros tucanos desta tese. Além disso, mesmo que haja esse ato de grandeza de Michel Temer, que corre risco de ser preso, dificilmente os parlamentares que votarão a Proposta de Emenda à Constituição para as eleições gerais antecipadas concordarão com o encurtamento dos seus mandatos. É grandeza demais a ser cobrada dos políticos.

“Não renunciarei”, diz Michel Temer em pronunciamento

Presidente é acusado de autorizar compra do silêncio de Cunha

Brasília – O presidente Michel Temer rejeita conselhos para renunciar ao mandato. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira (18) que não irá renunciar ao cargo e exigiu uma investigação rápida na denúncia em que é citado, para que seja esclarecida. “Sei o que fiz e sei da correção dos meus atos, e exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dúvida não pode persistir por muito tempo”, disse Temer, em pronunciamento. “Não renunciarei. Repito não renunciarei”, disse.

Segundo o presidente, a investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) será território onde surgirão todas as explicações. “No Supremo, demonstrarei não ter nenhum envolvimento com esses fatos”, disse Temer. Na noite desta quarta-feira (17), o jornal O Globo divulgou reportagem sobre encontro gravado em áudio pelo empresário Joesley Batista, em que Temer teria sugerido que se mantivesse pagamento de mesada ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro para que estes ficassem em silêncio. Cunha está preso em Curitiba.

Nesta quinta-feira o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin homologou a delação premiada dos irmãos Joesley Batista e Wesley Batista, donos do grupo JBS, e abriu inquérito para investigar o presidente Michel Temer.

Da Agência Brasil

Galdino diz que Ricardo será o novo Epitácio Pessoa da Paraíba

Deputado acredita que Lula não será candidato

Ricardo Coutinho é lembrado pelos aliados para disputar a Presidência. Foto: Francisco França

Os socialistas começam a levar muito a sério uma eventual disputa da Presidência da República pelo governador Ricardo Coutinho (PSB). Pelo menos os socialistas paraibanos. O deputado estadual Adriano Galdino (PSB) já tem até uma marca a ser alcançada pelo gestor: “ele será o novo Epitácio Pessoa da Paraíba”. Epitácio foi o único paraibano a chegar à Presidência da República e comandou o país entre 1919 e 1922. O advogado paraibano também foi senador e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Era tio do ex-governador da Paraíba, João Pessoa, assassinado em 1930, no episódio que serviu de estopim para a revolução de 1930.

Galdino, para justificar a tese, fez algumas contas com pouca base científica. Na visão dele, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o nome natural das esquerdas para disputar a Presidência, em 2018. Ele alega, no entanto, que o petista tem sofrido forte resistência do setor produtivo do país e, por isso, pode perder as condições de disputar. Dentro deste aspecto, segundo ele, não tem nenhum nome do PT que tenha abrangência nacional. Apesar de Ricardo também não preencher este requisito, Galdino diz que isso abrirá espaço para o gestor paraibano. “Ele terá o apoio do (ex) presidente Lula para ser o novo Epitácio Pessoa do Estado da Paraíba”, disse Galdino.

Galdino também disse que o PSB tem a quarta maior bancada da Câmara dos Deputados, com 34 deputados, quando, na verdade, ocupa a sexta posição. Fica atrás de PMDB, PT, PSDB, PP e PSD. Bem, pode até faltar voto, mas não otimismo na cartilha socialista…

Com informações de Ângelo Medeiros

 

Justiça vai decidir quem será o novo presidente do PT na Paraíba

Jackson Macedo e Anísio Maia se dizem novo presidente do PT

Jackson Macedo comemorou a eleição para a presidência. Foto: Dani Rabelo

Não tem nada tão ruim que não possa piorar um pouquinho mais. Esse ditado, muito dito por nossos pais, se aplica em justa posição ao PT, especificamente na Paraíba. A sigla, que tenta se reerguer após os escândalos nacionais, conseguiu a façanha de eleger dois presidentes neste fim de semana. De um lado, numa eleição oficial, Jackson Macedo foi aclamado como novo mandatário da agremiação. Do outro, reforçado pelo bloco dissidente, o deputado estadual Anísio Maia também foi escolhido para o cargo de presidente. LEIA MAIS

Em artigo, Michel Temer diz que “o emprego voltou”

A Presidência da República divulgou divulgou nesta semana um artigo escrito pelo presidente Michel Temer (PMDB). Nele, o gestor apresenta um quadro otimista sobre os primeiros sinais de recuperação da economia. O ponto a ser comemorado, de acordo com o peemedebista, é a retomada do crescimento do emprego, depois de 22 meses de desempenho negativo. Confira a íntegra do artigo:

O emprego voltou

*Michel Temer

A melhor notícia que um governante pode transmitir, sejam quais forem as circunstâncias que envolvem o momento de sua administração, é a geração de novos empregos. Tive a felicidade de fazê-lo, ao anunciar que, depois de 22 meses de números negativos, revertemos a tendência de queda. Foram criados mais de 35 mil empregos com carteira assinada em fevereiro.

É claro que temos ainda muitos milhões de brasileiros a trazer de novo para o mercado formal. O importante é que o emprego está voltando. Agimos de forma corajosa para que a iniciativa privada, que gera os empregos, possa prosperar. Sem o empresariado fortalecido não temos oportunidade de novas vagas na indústria, no comércio, na agricultura, nos serviços.

Tivemos a ousadia de editar uma lei que limita os gastos públicos. E foi uma ação bem sucedida, porque há um diálogo muito sólido com o Congresso Nacional, que aprovou nossa proposta em tempo recorde. Colocar ordem nas contas públicas é criar condições para a retomada do crescimento e, consequentemente, geração de empregos, nosso objetivo central.

A queda da inflação e a baixa dos juros básicos da economia vieram logo a seguir. Segundo o Banco Central, até o final do ano, a inflação estará abaixo do centro da meta, que é de 4,5%. Todos sabemos que esses fatores são imprescindíveis para o crescimento da economia, o que significa mais renda e mais empregos.

Com a liberação dos saldos das contas inativas do FGTS, vamos injetar cerca de R$ 35 bilhões na economia brasileira. Todo esse dinheiro vai diretamente para as mãos de mais de 30 milhões de trabalhadores. Dívidas serão pagas, reabrindo acessos ao crédito. Compras adiadas vão aquecer, especialmente, o comércio lojista. No final, seja qual for a aplicação desse dinheiro, toda a sociedade será beneficiada.

Para este ano, nós destinamos, apesar da crise que enfrentamos e estamos vencendo, R$ 75 bilhões para a construção de cerca de 600 mil casas no Minha Casa Minha Vida, que vai incentivar a construção civil. E isso significa mais empregos para quem precisa.

A confiança no Brasil está sendo recuperada. O caminho da responsabilidade começa a dar resultado. Vamos fazer as reformas da Previdência e trabalhista que o Brasil tanto precisa para seguir na retomada do crescimento econômico sustentável e do desenvolvimento social.

*Presidente da República

Presidente do PT diz que Ministério Público tem obsessão por Lula

Lula com Dilma durante solenidade em Monteiro. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O presidente do Partido dos Trabalhadores na Paraíba, Charliton Machado, reagiu nesta quinta-feira (23) à abertura da investigação do Ministério Público Federal para apurar suposto crime eleitoral praticado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Monteiro, no último domingo (19). Na oportunidade, o ex-gestor participou da “Inauguração Popular da Transposição”. Para o dirigente partidário, a medida mostra apenas que a Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) tem obsessão pelo ex-presidente.

“Eu vejo uma profunda obsessão política do Ministério Público e de setores da Justiça com o presidente Lula. Daqui a pouco, vão proibi-lo de andar pelo Brasil, porque se o presidente andar, vão ocorrer atos e declarações de voto. Isso é impossível de não acontecer. Um evento que você tem 100 mil pessoas e recebe uma pessoa como o presidente Lula, será impossível não ter manifestação de Lula 2018“, ressaltou Machado, que relativizou os discursos dos petistas com referências à disputa eleitoral.

“O próprio Lula chegou a dizer que não sabe nem se estará vivo em 2018”, acrescentou Charliton Machado, que prevê uma grande movimentação e mais manifestações de apoio ao ex-presidente durante o ato programado para acontecer no dia 31 deste mês, na Avenida Paulista, em São Paulo, que também contará com a presença de Lula. Para dar início à apuração, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) na Paraíba instaurou de ofício procedimento e coletou áudios e imagens do evento realizado em Monteiro.

Cassação de registro

O material foi reunido e encaminhado à Procuradoria Geral Eleitoral (PGE), em Brasília, em virtude da atribuição para a análise ser da PGE. Em caso de condenação, poderá ser aplicada multa e, dependendo do caso, quando iniciado o processo eleitoral, em 2018, poderá haver representação por abuso de poder econômico com cassação de registro, mesmo por fatos cometidos em 2017. “A PRE na Paraíba está vigilante a todos os casos”, alertou o procurador regional eleitoral, Marcos Queiroga.

Durante o evento, o ex-presidente Lula fez referência à disputa eleitoral de 2018, dizendo que “queira Deus” que ele não seja candidato, porque se for, será para vencer as eleições. As referências a 2018 foram feitas também por outros políticos presentes, a exemplo da ex-presidente Dilma Rousseff e do governador Ricardo Coutinho (PSB). Todos cobraram a paternidade das obras da transposição, atribuída a Lula.

Em relação à investigação, Charliton Machado apontou dois pesos e duas medidas na avaliação da Procuradoria Regional Eleitoral, em 2016. “Vimos ao longo da campanhacrimes que saltaram aos olhos e o Ministério Público Federal perdeu a oportunidade de apurar”, criticou. “O MPF tem que arranjar algo mais substantivo para se preocupar”, acrescentou o dirigente petista.

 

 

Como ‘estranho no ninho’, Ricardo impõe saia justa para Michel Temer

Monteiro (PB) – Presidente Michel Temer durante cerimônia de chegada das Águas do Rio São Francisco à Paraíba (Beto Barata/PR)

Em meio a um campo minado, com pucos aliados por perto, o governador Ricardo Coutinho (PSB) fez um discurso efusivo de defesa dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT, e ainda do ex-ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes (PDT-CE), durante a inauguração das obras da transposição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira (10), em Monteiro, com a presença do presidente Michel Temer (PMDB). O discurso, não transmitido pela estatal NBR por problemas técnicos, foi no sentido contrário ao do seu desafeto político, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), e também de Temer, que se restringiu a classificar como elogiável o trabalho dos que vieram antes dele.

No caso de Cássio, ele elogiou desde o imperador Pedro II até os ex-ministros Cícero Lucena e Fernando Catão. Ambos se dedicaram ao projeto durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Não deixou, vale ressaltar, de citar as importâncias de Lula e Dilma, mas lembrou que a petista atrasou a obra. Ainda aliviou o pé nas críticas ao governo petista, atribuindo o atraso a fatos externos, para não melindrar o ministro da Integração Nacional durante o governo dela, o hoje senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), que estava a poucos metros dele no palanque. Isso não o impediu de chamar de corrupto o governo que antecedeu Temer.

Manifestantes foram mantidos longe do palco. Foto: Josusmar Barbosa

Já Ricardo lembrou que Lula nasceu em Pernambuco, mas que sempre foi um parceiro da Paraíba. A Ciro também se referiu como um grande brasileiro e que lutou pela transposição. Lula e Ciro, vale ressaltar, são virtuais candidatos a presidente da República, em 2018. Sobre Dilma, ele lembrou que o governo dela foi responsável pelo pagamento de 70% da obra. Recordou também que o principal ator da transposição foi o povo nordestino. Entre os personagens, recordou do padre Djaci Brasileiro, que foi várias vezes a Brasília com a tradicional cruz de lata cobrar a retirada do projeto da transposição da gaveta.

Protesto

Do lado de fora, longe da solenidade, centenas de pessoas se espremeram nas barreiras de contenção, com cartazes em que se lia volta Lula e gritavam “Fora Temer”. Os gritos eram ouvidos em vários momentos do discurso e foram recepcionados pelo presidente Temer como manifestação e exemplo de democracia. Cássio Cunha Lima descreveu os manifestantes como “inocentes úteis”, sugerindo que eles foram mobilizados pela militância simpática ao ex-presidente.

Confira a agenda do presidente Temer na Paraíba nesta sexta

Michel Temer em recente visita à barragem de Jucazinho, em Surubim. Foto: Beto Barata

Uma verdadeira caravana de lideranças políticas está sendo mobilizada para a visita do presidente Michel Temer (PMDB), nesta sexta-feira (10). A agenda do presidente prevê a ida dele a Campina Grande e Monteiro, na Paraíba, e Sertânia, em Pernambuco, para assinaturas de ordem de serviços ou inauguração de obras. O palanque do gestor terá cores ecléticas, reunindo adversários e aliados.

Confira a agenda

08h30      Embarque para Campina Grande/PB

Local: Base Aérea de Brasília

11h30       Visita Complexo Multimodal Aluízio Campos e assinatura de Ordem de Serviço para Adequação de Capacidade da BR-230 –Trecho Cabedelo – Oitizeiro (João Pessoa)

Local: Campina Grande/PB

13h40       Cerimônia de Abertura da Comporta do Reservatório de Campos

Local: Sertânia/PE

14h50       Chegada à ZPH em Monteiro

Local: Monteiro/PB

14h55       Cerimônia de chegada das Águas do Rio São Francisco à Paraíba

Local: BR 412 – Monteiro/PB

 

Lula lidera em todos os cenários para a Presidência, revela pesquisa CNT/MDA

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todas os cenários para a disputa das eleições de 2018, segundo a pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta quarta-feira (15) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). A consulta foi realizada em todo o país, entre os dias 8 e 11 deste mês. Na avaliação espontânea, Lula aparece com grande vantagem em relação aos demais postulantes, com 16,6% da preferência. A surpresa fica por conta do aparecimento do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) em segundo lugar, com 6,5%. O parlamentar, no entanto, cai para terceiro ou quarto colocado, dependendo do cenário na estimulada.

Confira os cenários

1º turno: Intenção de voto espontânea

Lula: 16,6%
Jair Bolsonaro: 6,5%
Aécio Neves: 2,2%
Marina Silva: 1,8%
Michel Temer: 1,1%
Dilma Rousseff: 0,9%
Geraldo Alckmin: 0,7%
Ciro Gomes: 0,4%
Outros: 2,0%
Branco/Nulo: 10,7%
Indecisos: 57,1%

1º turno: Intenção de voto estimulada

CENÁRIO 1: Lula 30,5%, Marina Silva 11,8%, Jair Bolsonaro 11,3%, Aécio Neves 10,1%, Ciro Gomes 5,0%, Michel Temer 3,7%, Branco/Nulo 16,3%, Indecisos 11,3%

CENÁRIO 2: Lula 31,8%, Marina Silva 12,1%, Jair Bolsonaro 11,7%, Geraldo Alckmin 9,1%, Ciro Gomes 5,3%, Josué Alencar 1,0%, Branco/Nulo 17,1%, Indecisos 11,9%

CENÁRIO 3: Lula 32,8%, Marina Silva 13,9%, Aécio Neves 12,1%, Jair Bolsonaro 12,0%, Branco/Nulo 18,6%, Indecisos 10,6%

2º turno: Intenção de voto estimulada

CENÁRIO 1: Lula 39,7%, Aécio Neves 27,5%, Branco/Nulo: 25,5%,
Indecisos: 7,3%

CENÁRIO 2: Aécio Neves 34,1%, Michel Temer 13,1%, Branco/Nulo: 39,9%,
Indecisos: 12,9%

CENÁRIO 3: Aécio Neves 28,6%, Marina Silva, 28,3%, Branco/Nulo: 31,9%,
Indecisos: 11,2%

CENÁRIO 4: Lula 42,9%, Michel Temer 19,0%, Branco/Nulo: 29,3%,
Indecisos: 8,8%

CENÁRIO 5: Marina Silva 34,4%, Michel Temer 16,8%, Branco/Nulo: 35,2%,
Indecisos: 13,6%

CENÁRIO 6: Lula 38,9%, Marina Silva 27,4%, Branco/Nulo: 25,9%,
Indecisos: 7,8%

 

PP tenta emplacar Aguinaldo Ribeiro na CCJ da Câmara

Depois de ver fracassado na tentativa de emplacar Jovair Arantes (PTB) na presidência da Câmara dos Deputados, os partidos que formam o centrão agora se movimentam para levar o deputado paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP) para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O bloco, considerado vital por Michel Temer (PMDB) no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), foi minado pelo Planalto, que temia se tornar refém do grupo. A CCJ, neste caso, viria como um prêmio de consolação.

Vale lembrar que a comissão é a principal da Casa e passará por ela, neste ano, todas as matérias consideradas importantes pelo governo federal. Ribeiro é um dos citados nas delações da operação Lava Jato, mas isso não pode figurar como impedimento depois que o governo federal bancou a escolha de Edison Lobão (PMDB-MA) para a CCJ do Senado. O paraibano também chegou a ser especulado para o cargo de ministro da Saúde, para o lugar de Ricardo Barros, mas a indicação não foi adiante.