Maranhão é enigmático sobre aliança PSD/PMDB/PSDB

As contas nos bastidores são simples: Manoel Júnior (PMDB) vai desistir da disputa pela prefeitura de João Pessoa e, em contrapartida, assumirá a condição de vice na chapa majoritária encabeçada pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Há tucanos e peemedebistas segurando essa tese, entretanto, as respostas ganham ares mais misteriosos quando os questionamentos são feitos diretamente ao deputado e ao senador José Maranhão, presidentes municipal e estadual do partido, respectivamente. “Não há, pelo menos, discussão formal a esse respeito”, alega o senador.

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As costuras estão sendo feitas pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB), para quem a melhor equação para a disputa deste ano seria uma composição unindo PSD, PMDB e PSDB. Os tucanos, inclusive, não fazem questão pela vaga de vice, desde que os peemedebistas encampem o projeto. O presidente estadual da sigla tucana, Ruy Carneiro, assegura que a tese da união não foi descartada, por entender que o adversário comum é o governador Ricardo Coutinho (PSB). Dentro deste contexto, a meta é desidratar as candidaturas socialistas em João Pessoa e em Campina Grande.

Manoel Júnior garante que vai disputar a eleição, encabeçando a chapa que deverá ter o PSC na composição. Apesar disso, admite que tem conversado bastante com o senador Cássio Cunha Lima. Houve um encontro na última terça-feira, na sala da liderança tucana. Um novo encontro foi marcado parta esta terça (5), em Brasília. Na semana passada, Cássio também conversou com José Maranhão. “Estava só analisando o momento, as possibilidades de aliança. Ele (Cássio) querendo saber se eu tinha conversado com mais algum partido. Wilson Santiago, Wilson Filho… eu disse que sim, mas ainda estamos nos estertores”, disse Manoel Júnior.

Já Maranhão é muito comedido quando o assunto é ampliar o diálogo com o PSDB, partido do seu “ex-adversário” Cássio Cunha Lima. “Não existe, na realidade, nenhuma discussão objetiva sobre isso. O que existe muito é especulação. Não estou dizendo que não possa ocorrer, já que existe uma convergência nacional entre PMDB e PSDB no que diz respeito ao governo (interino) de (Michel) Temer. Agora, isso, naturalmente, para chegar aos estados vai demorar algum tempo”, assegurou o senador.

Cartaxo: prefeitura não tem como cumprir data-base dos servidores

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), revelou nesta segunda-feira (27) que a prefeitura não terá como cumprir a data-base dos servidores públicos municipais. A informação foi dada durante a inauguração da pavimentação da rua Luzinete Formiga, que dá acesso à Estação Ciência. O gestor citou a crise econômica nacional e os rigores da legislação eleitoral para o não cumprimento do acordo com o funcionalismo público. O mês de junho foi definido com as categorias como data para a revisão dos vencimentos dos servidores municipais.

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Cartaxo revelou que foram concedidos reajustes para algumas categorias, notadamente as que possuem pisos estabelecidos nacionalmente, a exemplo dos trabalhadores que recebem o salário mínimo, os professores e os agentes de endemia. Outras categorias negociaram benefícios, a exemplo dos médicos. O prefeito revelou que a prioridade tem sido o pagamento dos salários em dia e, ele garante, os servidores municipais têm compreendido o problema. Ele lembrou ainda que das 223 prefeituras paraibanas apenas oito conseguiram antecipar os 50% do 13º salário neste mês.

“Temos que tratar as contas da prefeitura com responsabilidade”, sentenciou Luciano Cartaxo, que vai disputar a reeleição neste ano.

Manoel Júnior usa as redes sociais para se defender de denúncia na Lava Jato

Pré-candidato a prefeito de João Pessoa pelo PMDB, o deputado federal Manoel Júnior tem usado as redes sociais para se defender das acusações de que apresentou requerimentos na Câmara dos Deputados pedindo a convocação de executivos do banco Schain para favorecer aliados do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Júnior foi denunciado no Supremo Tribunal Federal (STF) como peça usada pelo parlamentar carioca no esquema de cobrança de propinas no Legislativo.

Confira a resposta do deputado:

https://www.facebook.com/ManoelJuniorOficial/videos/991565617559838/

Luciano Cartaxo já sabe quem são os “traidores” na Câmara

Era questão de dias. O bunker do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) já maturava quem seriam os “traidores” que abandonariam a base aliada para reforçar a oposição comandada pelo núcleo fiel ao governador Ricardo Coutinho (PSB). Os nomes eram especulados em velocidade espantosa, alguns foram confirmados, outros talvez apenas permaneçam no armário. Dos confirmados, alguns não causam surpresa, a exemplo de Bruno Farias (PPS), que deixou a prefeitura atirando. Era secretário de Turismo e viu o orçamento da pasta emagrecer a ponto de ele considerar que não dava para fazer um bom trabalho. Tentou reunião com Cartaxo e não foi ouvido.

Outro nome, Felipe Leitão (SD), vinha assumindo um discurso crítico ao prefeito nos últimos dias, dando sinais claros de que mudaria de lado. Completam a lista os vereadores Chico do Sindicato (PP), Djanilson da Fonseca (PPS) e João dos Santos (PR), entre os governistas, além de Fuba (PT), Raoni Mendes (PTB), Lucas de Brito (DEM), Renato Martins (PSB) e Zezinho do Botafogo (PSB), estes últimos da oposição. Eram necessárias nove assinaturas para protocolar a instalação da CPI da Lagoa. Todos os nomes já são tratados pelo líder do governo na Câmara de João Pessoa, Marco Antônio (PPS), como oposição.

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PTB confirma Wilson Filho como candidato a prefeito de João Pessoa

Deu o esperado. O PTB confirmou o deputado federal Wilson Filho como pré-candidato a prefeito de João Pessoa. Oficialmente, ele disputava a indicação com o vereador da capital, Raoni Mendes. Na prática, toda a estrutura foi montada pela sigla comandada no Estado pelo ex-senador Wilson Santiago para que o filho assumisse o papel. O discurso sobre as chances de Mendes encabeçar a chapa, portanto, era da porta para fora. A sigla vai para a disputa com o discurso de criar uma gestão moderna, para preparar a capital para um milhão de habitantes.

Foto: Francisco França

Foto: Francisco França

No discurso, Wilson Filho disse ser oposição ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD) por entender que a gestão é ultrapassada. Da mesma forma, se colocou como adversário também do governador Ricardo Coutinho (PSB), que pretende lançar um candidato do seu partido para a disputa. Com isso, a sigla trabalha para se consolidar como uma terceira via, se movendo entre duas estruturas gigantes. De um lado, o prefeito, candidato à reeleição, com a máquina municipal na mão. Do outro, o governador tentando emplacar o seu pupilo, o secretário João Azevedo.

A missão não é fácil, apesar de não ser impossível. Nos cálculos dos petebistas, a fórmula é apresentar um projeto inovador para a capital, fruto das plenárias que eles realizam nos bairros desde outubro do ano passado. Para a Câmara de Vereadores, eles terão o reforço de Raoni Mendes, mais votado em 2012, e Major Fábio, ex-deputado federal e candidato a prefeito de João Pessoa. De quebra, conseguiram arregimentar três partidos na largada (PHS, PTC e PMB). Apesar de nanicos, eles tendem a contribuir com tempo de TV.

Dentro do processo de organização, Raoni Mendes foi responsabilizado pela coordenação da pré-campanha do petebista, enquanto o Major Fábio vai articular a chapa proporcional. A definição sobre o vice-prefeito ficará para um momento seguinte. A sigla quer negociar a indicação e tem conversado com outras siglas para a adesão ao projeto. O PTB terá muitas dificuldades pela frente, mas traz a vantagem de partir unido, o que falta ao PMDB e ao PSDB, partidos que pretendiam se apresentar como terceira via, mas que não possuem unidade interna.

E assim a campanha começa a esquentar.

PT de João Pessoa oficializa Charliton Machado para disputa eleitoral

Deu o esperado. O Partido dos Trabalhadores decidiu na noite desta terça-feira (26) confirmar o nome do presidente estadual da sigla, Charliton Machado, para a disputa da prefeitura de João Pessoa. Em resolução aprovada, a direção da sigla justificou a disputa como oportunidade para defender o legado petista. O professor universitário também se apresenta como opção partidária para qualificar o debate eleitoral e liderar uma alternativa política e um bloco de forças sociais e partidárias, que apontem para a construção da João Pessoa que tantos sonham.

Confira a Resolução do partido:

 

PARTIDO DOS TRABALHADORES – PT
DIRETÓRIO MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA

Resolução Política n. 01/2016

O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores – DM/PT-JP reunido em 26/01/2016, no uso das atribuições que lhes são conferidas pelo estatuto partidário, bem como no que concerne às eleições municipais deste ano e considerando que:

I – O PT é um partido com inserção política e social no município de João Pessoa, de raízes populares e com forte articulação com os movimentos sociais, tendo lançado candidatura majoritária na cidade em sete das oito eleições municipais desde 1985.

II – O partido dispõe de nomes, experiência administrativa e propostas que lhe credenciam a estar no centro do debate sobre os rumos da cidade. O governo municipal, na atual conjuntura, se resume a executar programas do governo federal. Além disto, deixa de captar recursos em muitas áreas, como, por exemplo, a mobilidade urbana e não aplica recursos já destinados, a exemplo de emendas parlamentares, configurando incapacidade de gestão pública. Atualmente, a cidade de João Pessoa, apesar de sua considerável arrecadação, encontra-se completamente incapaz de realizar investimentos com recursos próprios.

III – O programa de gestão da cidade eleito em 2012 foi construído a partir de reuniões setoriais com diversos segmentos da sociedade, incorporando sugestões de várias forças políticas, sociais e contribuições de especialistas, por meio de eventos como o “Inova João Pessoa” e finalmente apresentado pelo Partido dos Trabalhadores.

IV – Ao romper com praticamente todos os aliados que projetaram a sua candidatura e deixar o PT, guiando-se por um projeto político conservador, o atual prefeito desprezou o programa vitorioso no pleito que o elegeu, legitimado pela maioria do eleitorado.

V – João Pessoa não pode ficar premida, por um lado, entre um presente conservador e, por outro lado, por uma visão meramente gerencial de governo, precisando formular propostas e apontar alternativas que indiquem para uma cidade mais humana, com qualidade de vida, serviços públicos universais e de qualidade, e participação efetiva dos cidadãos e cidadãs no planejamento de seus rumos e suas prioridades.

Resolve:

a)         Deliberar pelo lançamento de candidatura própria para prefeito de João Pessoa nas eleições de outubro próximo, assegurando o debate nas instâncias e o direito estatutário de qualquer outro filiado ou filiada a pretensão de pré-candidatar-se, observando o calendário de definição de tática eleitoral de 2016.

b)         Priorizar a construção de um programa de governo atualizado com os atuais e futuros desafios do desenvolvimento urbano, em sintonia com as mais avançadas experiências que estão sendo desenvolvidas no Brasil e do mundo na perspectiva de uma cidade sustentável.

c)         Apresentar o nome do professor da UFPB, Charliton Machado, como pré-candidato a prefeito. Educador, pesquisador, gestor da educação e ativista das lutas por direitos sociais, Charliton apresenta-se como uma opção partidária visando qualificar o debate eleitoral e liderar uma alternativa política e um bloco de forças sociais e partidárias que aponte para a construção da João Pessoa com que tanto sonhamos.

d) Eleger o vice-presidente Anísio Maia Filho como coordenador da chapa de proporcionais do PT.

e) Organizar uma agenda de plenárias e debates com filiados e a sociedade civil sobre os problemas e soluções para a cidade de João Pessoa, intitulada de “Dialoga João Pessoa’. A primeira plenária ocorrerá em 20/02, no bairro dos Bancários.

João Pessoa, 26 de janeiro de 2016.

DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PT/JP

Manoel Júnior assume papel de maior defensor de Eduardo Cunha

O deputado federal Manoel Júnior (PMDB) sabe que pagará um preço alto por isso, mesmo assim vem se consolidando como maior defensor do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Cunha foi denunciado no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar. Ele mentiu em depoimento na CPI da Petrobras, quando negou ter dinheiro na Suíça. O parlamentar também é investigado por ter recebido propina de empreiteiras.

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As provas contra Eduardo Cunha são robustas, o que torna sua permanência no comando da Casa uma aventura jurídica. Mesmo assim, Manoel Júnior tem dado provas de fidelidade ao morto-vivo. Depois de flagrado cantando Dia Branco, de Geraldo Azevedo, para o peemedebista carioca, em festa de aniversário, o paraibano ainda apresentou emenda em um projeto de repatriação de dólares, tornado-o sob medida para salvar a pele de Eduardo Cunha.

Depois disso, tem marcado ponto na Comissão de Ética da Câmara a cada sessão com o objetivo de esvaziá-la ou protelar as votações, com o intuito de salvar a pele de Eduardo Cunha. Por último, depois de se dizer indeciso dobre o impeachment de Dilma Rousseff (PT), sacado do colete por Cunha para retardar a própria cassação, Manoel Júnior foi eleito na chapa dois oposicionista, montada por Cunha.

A comissão está proibida de ir adiante por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, atendendo a ação movida pelo PCdoB. O tema vai ao plenário da corte no dia 16, retardando o andamento do processo de impeachment. E não há dúvidas de que a votação será derrubada pelo colegiado, por ter ocorrido de forma secreta por determinação de Eduardo Cunha. É uma vitória que ele não leva para casa.

Mas Manoel Júnior continuará lá, fiel e à frente da tropa de choque do peemedebista. A fatura será cobrada no ano que vem, quando pretende disputar a prefeitura de João Pessoa. E dará adeus a muitos votos por isso.

Mesmo diante do cenário adverso, petistas pretendem lançar candidato em João Pessoa

Os petistas de João Pessoa estão trabalhando para a construção de candidatura própria no ano que vem, diante de um cenário nada favorável. O partido perdeu o principal líder na capital, o prefeito Luciano Cartaxo, hoje no PSD, e ainda enfrenta o efeito danoso dos últimos escândalos nacionais envolvendo lideranças filiadas à sigla. Depois de José Dirceu, Vaccari Neto, André Vargas e José Genoino, agora um senador, Delcídio Amaral, foi preso no exercício do mandato.

Foto: Rizemberg Felipe

Foto: Rizemberg Felipe

Mesmo assim, o presidente estadual do partido, Charliton Machado, diz acreditar que “certamente o PT terá uma chapa forte e competitiva”. Os dirigentes da sigla, em João Pessoa, se reuniram na última quarta-feira. Na oportunidade, o vice-presidente da sigla, Anisio Maia, avaliou que os melhores nomes para serem trabalhados são os do deputado federal Luiz Couto, do vereador Fuba e do ex-deputado estadual Rodrigo Soares.

“Vamos trazer o PT para perto da sua militância, e lembrar o que o governo federal está fazendo pela população de João Pessoa”, enfatizou Maia. O auditório da sede do Partido dos Trabalhadores de João Pessoa foi ocupada pelos pré-candidatos a vereador e vereadora, filiados, membros da Executiva Municipal do PT de João Pessoa e da Executiva Estadual. A reunião serviu para a avaliação da conjuntura política nacional e local e os encaminhamentos para as Eleições de 2016.

Justiça afasta prefeito e vice “desaparecida” assumirá o poder em Princesa Isabel

O prefeito de Princesa Isabel, Domingos Sávio Maximiano Roberto (PMDB), foi afastado cautelarmente do cargo por 180 dias em decisão proferida pela Justiça Federal. Sávio é acusado de improbidade administrativa pelo Ministério Público Federal por suposto desvio de recursos. Segundo o MPF, o gestor sacou R$ 60 mil da conta de convênio para esgotamento sanitário e usou o recurso na campanha eleitoral de 2012. O convênio foi firmado entre a prefeitura e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Durante o período de afastamento, o cargo será ocupado pela vice-prefeita, Germana Diniz, que mora em João Pessoa desde a eleição de 2012 e é vista na cidade apenas nas solenidades oficiais. O suposto desvio de recursos federais em Princesa Isabel foi alvo de série de reportagem da Rede Paraíba de Comunicação (http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2015/10/com-obras-atrasadas-cidades-podem-ficar-sem-agua-da-transposicao-na-pb.html).

Na ação, o MPF aponta que, para encobrir o ilícito e justificar a despesa, o prefeito criou uma licitação ideologicamente falsa, tendo informado ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba que o valor foi contabilizado como “serviços de recuperação de estradas vicinais”, que na realidade não foram executados. Para tanto, determinou a elaboração de documentos que atestariam a realização do processo licitatório ‘Carta Convite nº 006/2012’.

Conforme o MP, provas documentais e testemunhais indicam que “houve o saque em espécie da quantia de R$ 60 mil, às vésperas da eleição municipal de 2012, mediante cheques assinados pelo próprio prefeito. Para ocultar o desvio, o então prefeito contou com a imprescindível conivência da Secretaria de Finanças. Os cheques foram emitidos em favor da própria prefeitura, em conjunto com o prefeito e posteriormente arquivou na Secretaria de Finanças cópia em que atestava que os cheques haviam sido emitidos em favor da empresa RLA Construções e Serviços LTDA, com o claro intuito de maquiar a real destinação do dinheiro desviado”.

Em 2012, Domingos Sávio era presidente da Câmara de Vereadores de Princesa Isabel. Com a cassação do mandato do então prefeito Thiago Pereira de Sousa Soares, Domingos Sávio foi eleito prefeito, em eleição indireta realizada pela Câmara, tendo completado o mandato do gestor anterior, até 31 de dezembro de 2012. Candidatou-se à reeleição para o cargo de prefeito nas eleições municipais de 2012, que ocorreram em 7 de outubro daquele ano. Segundo o MPF/PB, com o objetivo de assegurar a sua reeleição e canalizar “caixa 2” para a sua campanha eleitoral, o gestor desviou os recursos públicos federais no dia 2 de outubro.

Cúpula do PSB prepara “rebordosa” contra suspeito de vazar informações

A cúpula do PSB na Paraíba anda preocupada com o vazamento de informações sigilosas definidas internamente. Integrantes do partido relatam uma série de episódios em que algo estratégico foi definido e, sem muita demora, foi parar em setores da imprensa. “Estamos de orelha em pé e já temos uma listinha de suspeitos”, disse em reserva um dirigente socialista. “Se a gente pegar, está fora”, acrescentou.

O mais recente episódio de vazamento aconteceu em relação à definição do secretário de Recursos Hídricos, João Azevedo, como candidato a prefeito de João Pessoa. O tema seria aberto ao público em momento apropriado, ainda não definido pelo partido. A reunião aconteceu no fim de semana, mais especificamente no sábado. Pouco depois o assunto já era tratado em blogs e nas redes sociais. A leitura no PSB é que tem alguém jogando contra o patrimônio.