Manoel Júnior tenta “amarrar” aliança PSD/PMDB/PSDB

Manoel Júnior circula entre os blocos durante o Folia de Rua. Foto: Divulgação/Secom-CMJP

O prefeito em exercício de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), tem feito um trabalho formiguinha visando as eleições de 2018. Diretamente beneficiado em caso de afastamento do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) para a disputa do governo do Estado (já que assumiria a prefeitura), ele corre para fortalecer o bloco PSD/PMDB/PSDB. A meta é blindar o grupo para evitar que o governador Ricardo Coutinho (PSB) reedite, com ainda mais força, a tentativa de cooptar o seu partido para o apoio a alguém de sua base aliada no ano que vem. O peemedebista, por isso, quer emplacar pelo menos uma reunião por mês envolvendo Luciano Cartaxo (PSD), José Maranhão (PMDB) e Cássio Cunha Lima (PSDB).

Por força do cargo de vice-prefeito, Manoel Júnior já tem estado muito próximo de Cartaxo. Recentemente, procurou José Maranhão e outras lideranças do partido e vê sintonia de Cássio com o projeto de fortalecer o bloco para a disputa do pleito de 2018. O entendimento no seio das oposições é que o governador construiu uma avaliação positiva muito forte neste segundo mandato, apesar da crise, e tentará capitalizar um dos seus aliados para as eleições do ano que vem. O fato de não ter nome de consenso agora não quer dizer que ele não possa ser construído. Por isso, a melhor chance do grupo oposicionista para se manter vivo no pleito é unir forças.

Cartaxo tem se apresentado como opção para a disputa no ano que vem. Este seria um cenário bom para o PMDB também, já que Maranhão não apresenta disposição de disputar as eleições e Veneziano Vital do Rêgo saiu com a avaliação muito abalada com a derrota na disputa pela prefeitura de Campina Grande. Cássio sempre aparece como nome forte, já consolidado, mas muitos à sua volta acreditam que ele focará a reeleição para o Senado, devido à abrangência nacional que conquistou após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Com isso, resta Cartaxo com um nome que precisa ser estadualizado. A estratégia para isso, segundo o presidente do PSD de João Pessoa, Lucélio Cartaxo, será traçada após o Carnaval.

O grupo entende que precisa atuar acelerar as articulações, já que Ricardo Coutinho não costuma dormir em serviço. Do PMDB, ele já tem sintonia com o senador Raimundo Lira, os deputados federais Veneziano e Hugo Motta e o estadual Nabor Wanderley. O grupo tenta uma reunião com o Diretório Estadual para forçar uma mudança de rumos na política de alianças. Acha até que poderá contar com Ricardo Marcelo e Raniery Paulino, que, apesar de fazer oposição ao governador na Assembleia Legislativa, não circula bem entre os tucanos. As investigas governistas sobre eles visando isolar Manoel Júnior e Maranhão são fortes.

Quando o assunto é a disputa do governo em 2018, ninguém tem dormido em serviço.

 

Manoel Júnior inicia movimento para “sufocar” dissidência no PMDB

Manoel Júnior (D) posa para fotos ao lado de Ricardo Marcelo. Foto: Divulgação

O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), deu início a um movimento forte de busca de apoios para tentar sufocar as lideranças dissidentes dentro do partido. O peemedebista quer evitar o crescimento do movimento interno que visa levar a sigla para a base de apoio ao governador Ricardo Coutinho (PSB) e, com isso, para a composição que visa a sucessão do socialista. O gestor trabalha para garantir que o seu partido apoie uma eventual disputa ao governo pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD), em 2018, abrindo espaço para que ele assuma a titularidade no cargo.

Júnior, dentro deste contexto, se reuniu na semana passada com o senador José Maranhão, presidente estadual do partido, e com o suplente de senador Roosevelt Vita. O cardápio, durante o almoço, foi a política de alianças para a disputa eleitoral de 2018. O movimento foi complementado na última segunda-feira (13), quando ele se encontrou com o deputado estadual Ricardo Marcelo. O parlamentar é um antigo adversário do governador Ricardo Coutinho, mas vem recebendo assédio de aliados para que ele reforce a dissidência interna no partido.

O movimento de Manoel Júnior ocorre paralelo à cobrança do deputado federal Venziano Vital do Rêgo por uma nova reunião da executiva do partido, para iniciar a discussão sobre as alianças. Veneziano engrossa o coro dos peemedebistas alinhados com o governador. Ele recebeu de Maranhão a promessa de que o encontro ocorrerá após o Carnaval, mas sem data fixa. São a favor de uma discussão mais ampla em relação a 2018 os deputados estaduais Nabor Wanderley e Raniery Paulino, além do deputado federal Hugo Motta e do senador Raimundo Lira.

 

Os parlamentares dissidentes, vale ressaltar, tentaram uma composição alinhada com o governador, em 2016, mas foram vendidos no embate interno. Entre as exigências para o apoio em Campina Grande e Patos, por exemplo, Ricardo Coutinho cobrava a saída de Manoel Júnior da disputa em João Pessoa. Não houve acordo.

Veneziano cobra de Maranhão reunião para discutir crise no PMDB

Veneziano Vital protocolou ofício pedindo nova data para reunião. Foto: Reprodução/Facebook

O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo enviou ao senador José Maranhão, nesta segunda-feira (13), um ofício cobrando a marcação de uma reunião para discutir a crise interna no partido. O desconforto surgiu quando a direção estadual decidiu ocupar a trincheira oposta ao governador Ricardo Coutinho (PSB) nas eleições de outubro do ano passado, contrariando várias lideranças. O grupo, que tem como um dos expoentes o senador Raimundo Lira, quer discutir a revisão da política de alianças do partido para o próximo ano.

A aliança com o governador Ricardo Coutinho foi rompida meses antes da eleição, no ano passado, notadamente por causa da candidatura de Manoel Júnior na chapa encabeçada pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD), que conseguiu a reeleição. Na trincheira oposta, contrários à ruptura, ficaram lideranças como Lira, Veneziano e o deputado estadual Nabor Wanderley. Os dois últimos concorreram ao cargo de prefeitos de Campina Grande e Patos, respectivamente, e foram derrotados por candidatos do PSDB.

Outro grupo familiar que pretende ver discutida a aliança é o do ex-governador Roberto Paulino e do deputado estadual Raniery Paulino. O grupo também sofreu derrota para o PSDB na cidade de Guarabira, com Fátima Paulino ficando em segundo lugar na disputa com o atual prefeito, Zenóbio Toscano. A última reunião ocorreria no mês passado, mas acabou sendo adiada. Veneziano cobra a marcação de uma nova data para que assunto seja colocada na mesa. Eles reivindicam um alinhamento do PMDB com o projeto político do governador.

Lava Jato: STF abre inquérito contra Renan, Jucá, Sarney e Sérgio Machado

Brasília – O ministro Luiz Edson Fachin é o atual relator da Lava Jato no Supremo. Foto:. Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou nesta quinta-feira (9) abertura de inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), além do ex-senador José Sarney e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado. Os investigados são acusados crime de embaraço às investigações da Operação Lava Jato. O crime de embaraço se refere à tentativa de barrar ou atrapalhar uma investigação.

Fachin atendeu a um pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na segunda-feira (6). As acusações foram baseadas no acordo de delação premiada de Sérgio Machado e em conversas gravadas com os envolvidos. As gravações foram divulgadas no ano passado, após a retirada do sigilo do conteúdo das delações de Machado. Em uma das conversas, Romero Jucá citou um suposto “acordo nacional” para “estancar a sangria”.

Segundo o procurador, os acusados “demonstram a motivação de estancar e impedir, o quanto antes, os avanços da Operação Lava Jato em relação a políticos, especialmente do PMDB, do PSDB e do próprio PT, por meio de acordo com o STF e da aprovação de mudanças legislativas.”

Outro lado

O senador Romero Jucá nega que tenha tentado obstruir qualquer operação do Ministério Público e diz que a investigação e a quebra de sigilo do processo irão mostrar a verdade dos fatos.

Em nota, a assessoria de Renan Calheiros nega as acusações da PGR. “O senador Renan Calheiros reafirma que não fez nenhum ato para dificultar ou embaraçar qualquer investigação, já que é um defensor da independência entre os poderes. O inquérito comprovará os argumentos e do senador e, sem duvida, será arquivado por absoluta inconsistência.”, diz o texto.

Da Agência Brasil

Raniery defende Ricardo e Cássio na chapa com Lira para governo

Paulino aceita se unir a rivais políticos em prol da unidade. Foto: Rizemberg Felipe

Angélica Nunes

Opositor histórico do governador Ricardo Coutinho (PSB) e do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o deputado Raniery Paulino (PMDB) defende o nome do senador Raimundo Lira para o governador em 2018 com o apoio das duas lideranças. Paulino disse que esteve com o senador, acompanhado do ex-governador Roberto Paulino (PMDB), nesta segunda-feira (16), para a apresentar a sua tese para as próximas eleições.

Apesar de evitar se posicionar na disputa pelo comando do PMDB, atualmente presidido pelo senador José Maranhão, Raniery disse que o nome de Lira é unanimidade e que não fica admirado se estiverem todos no mesmo palanque nas próximas eleições.
Paulino disse que não pretende entrar no ‘cabo de guerra’ travado entre Lira e Maranhão. “Meu partido é o PMDB e a tese que vou apresentar na próxima sexta-feira (20) é de candidatura própria do PMDB para o governo em 2018 com o nome de Raimundo Lira. Se Maranhão quiser disputar novamente é um ponto que vamos também levar ao debate. O que não podemos aceitar é que o partido perca seu protagonismo”, afirmou.

A apreensão de Raniery Paulino é que o PMDB se limite a apoiar, nas próximas eleições para o governo do estado, a candidatura do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) ou do deputado Gervázio Maia (PSB), que tudo indica deve ser a escolha do governador Ricardo Coutinho para seu sucessor.

Na chapa idealizada pelo peemedebista, com Lira na cabeça como candidato ao governo, estariam Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima como candidatos ao senado. Luciano Cartaxo, que assegurou a aliança com os tucanos e com uma ala do PMDB, ao emplacar Manoel Junior como seu vice-prefeito, para não “sobrar na curva”, segundo ele, poderia indicar o vice de Lira para o governo.

Com articulação de Manoel Jr, Aracilba assume direção da Norte Energia

Aracilba tomou posse nesta segunda-feira (16). Foto: divulgação.

Angélica Nunes

A ex-secretária Aracilba Rocha assume nesta segunda-feira (16) o cargo de Diretoria de Administração/Financeira do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica da Eletrobrás (CEPEL), empresa do grupo formado por empresas responsáveis pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. “As negociações foram articuladas pelo vice-prefeito Manoel Junior (PMDB) a quem agradeço”, revelou Aracilba Rocha.

A engenheira paraibana foi indicada pela bancada paraibana do PMDB desde agosto do ano passado, mas o nome teria sido barrado em Brasília devido a sua relação com o ex-senador Ney Suassuna, que é apontado pela Lava Jato como segundo operador do PP no esquema na Petrobrás.

Então secretária de Finanças de Campina Grande, Aracilba Rocha também conta com a simpatia dos tucanos do Estado, a exemplo do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que trabalhou pela nomeação.

Com larga experiência nos executivos nas administrações federal, estadual e municipal, Aracilba já exerceu os cargos de diretora da Eletrobras, entre 2005 a 2008, e da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). No governo do Estado, comandou a Companha de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), na gestão do então governador José Maranhão (PMDB), entre 1998 a 2002, e a secretaria de Finanças, no governo de Ricardo Coutinho (PSB), entre 2011 a 2014.

Pensando na prefeitura: Manoel Júnior é contra candidatura do PMDB ao governo em 2018

Jhonathan Oliveira

O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), disse nesta sexta-feira (6) que não é a favor de uma candidatura própria peemedebista ao governo do Estado em 2018. Ele defende que o cenário ideal para o partido é a manutenção da aliança formada no pleito do ano passado, que resultou na eleição dele e de Luciano Cartaxo (PSD), com a presença do PMDB na chapa majoritária.

O nome do arco de partidos (encabeçado por PSD, PMDB e PSDB) mais cotado para a disputa é o do próprio Cartaxo. E a fala de Manoel sinaliza que ele deve trabalhar para o fortalecimento da possível candidatura do prefeito. Pois caso ela seja de fato confirmada, o peemedebista será um dos maiores beneficiários, herdando um mandato de dois anos à frente do Executivo municipal.

Manoel Júnior também se colocou contra qualquer possibilidade do PMDB fechar um acordo com o governador Ricardo Coutinho (PSB) para o pleito do próximo. Vale lembrar que nomes importantes do partido, como o senador Raimundo Lira, os deputados federais Hugo Motta e Veneziano Vital do Rêgo e o deputado estadual Nabor Wanderley, apoiam o socialista.

“Essas pessoas precisam cair a ficha, precisam fazer uma análise do momento, da situação política do Estado e aquilo que o PMDB enfrentou de humilhação por parte do governador e da sua estrutura”, afirmou o vice-prefeito, citando como exemplo as articulações de Ricardo para desidratar a candidatura de Veneziano nas eleições de Campina Grande em 2016.

Cartaxo quer manter base aliada para disputa em 2018

Foto: Rafael Passos-Secom/JP

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), não tem como dizer que terá, em 2018, os mesmos aliados que dividiram o palanque com ele na disputa pela reeleição, neste ano. O gestor não nega para ninguém o desejo de manter na sua base PSDB e PMDB, respectivamente dos senadores Cássio Cunha Lima e José Maranhão. O movimento das peças no xadrez não é fácil, pois vai depender de quão forte estará o candidato que será indicado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) e a expectativa de poder de Cássio e Maranhão. Se algum deles tiver chance, vai para a disputa.

Cartaxo tem feito o dever de casa na missão de se fortalecer para a disputa daqui a dois anos. Neste fim de semana, ele foi a Sousa, onde se encontrou com o ex-prefeito João Estrela, aliado de Coutinho, e com o atual prefeito André Gadelha (PMDB), aliado de Cássio. Em seguida, se reuniu com o prefeito eleito de Cajazeiras, José Aldemir (PP). O empenho do prefeito, segundo seus aliados, vai ser buscar a interiorização do seu nome a partir de agora, sem se descuidar da gestão.

O prefeito de João Pessoa conseguiu a reeleição neste ano ainda no primeiro turno, derrotando a candidata do governador Ricardo Coutinho, Cida Ramos (PSB). Para a composição, contou com as articulações de Cássio e Maranhão, que indicaram o deputado federal Manoel Júnior (PMDB) para o cargo de vice. Caso renuncie ao mandato para disputar o governo, Cartaxo deverá ter como adversário o futuro presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia (PSB), representando o governador.

Raimundo Lira prevê PMDB com Ricardo em 2018

Maranhão-cassio-lira

Raimundo Lira, com José Maranhão e Cássio Cunha Lima no Senado

O senador Raimundo Lira (PMDB) era o único peemedebista de alta plumagem no encontro do governador Ricardo Coutinho (PSB) com os prefeitos eleitos, nesta segunda-feira (5), no Centro de Convenções, em João Pessoa. Apesar disso, demonstra muita certeza de que o seu partido estará na base do gestor socialista em 2018, rompendo a aliança deste ano que levou a agremiação, majoritariamente, para as composições com o PSD, do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, e PSDB, do senador Cássio Cunha Lima.

Depois de reiterados elogios à capacidade administrativa de Coutinho, Lira assegurou que não vai deixar o PMDB e que tem boa relação com o presidente do partido, o senador José Maranhão. Ele entende que a missão de alinhar peemedebistas e socialistas não é fácil e corre a dizer que a decisão sobre o rumo que o partido terá que tomar não pode ser precipitado. “Precisamos de tempo. A união do PMDB se dará na eleição para governador daqui a dois anos…”, ressaltou o parlamentar, assegurando não estar sozinho em suas convicções. Ele cita os deputados federais Hugo Motta e Veneziano Vital.

O PMDB saiu das eleições deste ano com muitas arestas internas e com o grupo ligado ao governador Ricardo Coutinho. O senador José Maranhão não esconde de ninguém a chateação com a insistência do socialista para que não fosse lançado candidato do partido em João Pessoa. Além disso, o governador investiu contra o partido após o pleito, puxando prefeitos eleitos do PMDB para as fileiras do PSB.

 

 

Imagens mostram momento em que manifestantes picham a sede do PMDB

O PMDB da Paraíba liberou nesta segunda-feira (5) as imagens do circuito interno de TV que mostram o momento em que os manifestantes chegam à frente da sede do partido, na avenida Duarte da Silveira, em João Pessoa, e inicial a pichação do prédio. O ato aconteceu no início da noite deste domingo (4). As imagens serão repassadas para a polícia.

O vídeo mostra as pessoas chegando, portando faixas. Em uma delas, lê-se “Temer jamais”. Um grupo interdita a rua enquanto outro usa spray para pichar as paredes. Foram arremessadas pedras também contra a estrutura, quebrando vidros da fachada. Também foram jogados ovos nas paredes e colocados papéis higiênicos na nas portas.

Depredação PMDB2

Os manifestantes protestam contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que foi substituída no comando do país pelo agora presidente da República Michel Temer (PMDB). Os peemedebistas paraibanos votaram integralmente pela aprovação do impedimento da gestora, tanto na Câmara dos Deputados, quanto no Senado.

O tesoureiro do PMDB da Paraíba, Antônio Souza, chegou a acusar o PT de ter orquestrado o ato em frente ao partido. A presidente da sigla petista, na Paraíba, Giucélia Figueiredo, rebateu as acusações, alegando que o ato é fruto da revolta popular com o que ela chama de “golpe”. Nas imagens, a maioria dos manifestantes está de cara limpa e pode facilmente ser identificada.