Governistas protocolam quatro CPIs na Câmara para investigar Ricardo

Marcos Vinícius vai avaliar a instalação das CPIs protocoladas pelos governistas. Foto: Olenildo Nascimento/CMJP

A bancada governista na Câmara de João Pessoa protocolou nesta semana quatro pedidos de instalação de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) tendo como alvos o governador Ricardo Coutinho (PSB). Duas delas focam o governo, enquanto outras duas contratos firmados durante a gestão do socialista à frente da Prefeitura da capital. A medida, na prática, serve para blindar o governo municipal, impedindo que sejam protocoladas CPIs incômodas ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD), a exemplo da já arquivada CPI da Lagoa.

A primeira CPI protocolada pela base governista pede a investigação das causas, razões, consequências, custos sociais, econômicos da violência, morte e desaparecimento de jovens negros na cidade de João Pessoa. A outra, focando o governo, pede a investigação do lançamento de esgoto in natura nos mananciais da capital pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa).

Municipais

As outras duas CPIs se referem ao período em que Ricardo Coutinho era prefeito de João Pessoa. Numa delas é pedida a investigação dos contratos firmados entre o Executivo, por intermédio da Secretaria de Educação, com as empresas Desck Móveis Escolares e Produtos Plásticos LTDA. e Delta Produtos e Serviços LTDA. A quarta investigação pede apuração de eventuais danos ao erário pelo convênio de cooperação técnica firmado entre o Município, a Fundação de Educação Tecnológica e Cultural da Paraíba (Funatec) e os Institutos Federais da Paraíba e do Ceará para o desenvolvimento de softwares.

A apresentação das quatro CPIs foi feita nesta semana e caberá ao presidente da Casa, Marcos Vinícius (PSDB), analisar se elas serão ou não instaladas, o que poderá ser feito no todo ou em parte. Há a movimentação da bancada de oposição para protocolar dois pedidos de investigação tendo a gestão do prefeito Luciano Cartaxo como alvo. Isso ocorrerá, no entanto, apenas se o presidente da Câmara arquivar duas ou mais das investigações protocoladas pelos aliados do prefeito Luciano Cartaxo.

A estratégia dos aliados do prefeito é muito parecida com a dos governistas na Assembleia Legislativa. Depois de o presidente da Casa, Gervásio Maia (PSB), arquivar cinco CPIs protocoladas, os aliados do governador Ricardo Coutinho apresentaram mais dois pedidos de investigação, para completar a taxa de três.

Veja a apresentação:

Cartaxo reúne prefeitos do interior e tenta pavimentar candidatura

Luciano Cartaxo reúne prefeitos. Foto: Divulgação/Secom-JP

Pressionado pelos aliados, que expressam o desejo de lançar candidaturas próprias no ano que vem, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), reuniu prefeitos do interior para dar uma mostra de força. O gestor almoçou com chefes do Executivo das cidades de Pedra Lavrada, Picuí, Pedro Régis, Montadas, Tacima, Jacaraú e Riachão.

Os prefeitos, de acordo com os auxiliares de Cartaxo, vieram a João Pessoa para conhecer as experiências administrativas e os programas desenvolvidos na capital. Eles foram apresentados a iniciativas como a rede de creches, as Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs) e o programa de investimentos em habitação. Os programas, segundo o gestor, estão sendo tocados mesmo em um período de forte crise econômica nacional.

“É muito importante neste momento promover uma troca de experiência, de conhecer melhor o modelo gerencial que o prefeito Cartaxo adotou aqui na capital e que vem apresentando resultados muito favoráveis, com redução de gastos visando a ampliação dos investimentos em obras e serviços”, justifica Jarbas Melo, de Pedra Lavrada.

Com Jarbas, estiveram no encontro Fábio Moura (Riachão), Elias Costa (Jacaraú), Erivan Bezerra (Tacima), Lucas Marques (Vice-Prefeito Picuí), Jonas de Souza (Montadas), José Aurélio Ferreira, o Baia (Pedro Régis). Após a reunião, o grupo participou de um almoço com Cartaxo.

O encontro ocorre na mesma semana em que o PMDB divulgou o desejo de disputar o governo, no ano que vem em faixa própria. O sentimento foi externado pelo senador Raimundo Lira e pelo deputado estadual Raniery Paulino. Já no PSDB do senador Cássio Cunha Lima, o desejo foi exposto pelo prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. Para este último, se Cássio não for candidato, o nome dele estará à disposição.

Durante o evento desta sexta, Luciano Cartaxo dedicou boa parte do encontro a uma apresentação detalhada do Modelo de Gestão por Resultados e do planejamento de longo prazo que tem feito para o desenvolvimento da Capital, sobretudo do plano João Pessoa Cidade Sustentável, que prevê um conjunto de intervenções em diversas áreas ao longo dos próximos 30 anos.

Cartaxo inicia “regionalização” por meio turismo metropolitano

O Hotel Tambaú é um dos principais pontos turísticos de João Pessoa. Foto: Divulgação/

Os municípios metropolitanos estarão reunidos nesta quinta-feira (16) para formalizar a criação do Fórum Permanente dos Secretários de Turismo da Região Metropolitana de João Pessoa. O evento será às 9h, na Estação Ciências Cabo Branco e é uma das estratégias para estadualizar o nome do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), um dos cotados para a disputa do governo do Estado. A união de forças congregará cidades que, juntas, reúnem uma população de 1,3 milhão de habitantes.

Os municípios envolvidos nesse projeto são João Pessoa, Conde, Alhandra, Caaporã, Pitimbu, Santa Rita, Bayeux, Pedras de Fogo, Lucena, Rio Tinto, Mamanguape, Cabedelo e Cruz do Espírito Santo. A expectativa é juntar os atrativos turísticos destas cidades para atrair os turistas que visitam a região. Os municípios paraibanos ficam numa região privilegiada, a pouca distância do Recife e de Natal. O entendimento é que isso eleva a capacidade de atração de turistas dos outros estados.

A instalação do Fórum Permanente dos Secretários de Turismo da Região Metropolitana de João Pessoa vai gerar uma série de projetos a serem desenvolvidos, em conjunto, com as cidades situadas na região, para um aumento dos investimentos turísticos, geração de mais empregos e arrecadação de mais impostos para os municípios.
A sessão de abertura será presidida pelo secretário Municipal de Turismo, Fernando Milanez.

Na agenda dos trabalhos, uma apresentação do projeto de parceria, junto aos BRICS, bloco econômico formado pelo Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul que será apresentado aos participantes como opção de desenvolvimento.

Cartaxo nega mais cargos aos vereadores: “tem que dar sua cota de sacrifício”

Cartaxo não abre para cobranças de vereadores. Foto: Francisco França.

Angélica Nunes

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), acenou que não deve ceder às cobranças de vereadores da base aliada. Raíssa Lacerda (PSD) e Eliza Virgínia (PSDB), além do vereador João Corujinha (PSDC), têm exposto insatisfação com os espaços oferecido pelo prefeito na administração municipal. Cartaxo disse, na manhã desta quinta-feira (19), que “todo mundo tem que dar sua cota de sacrifício, do vereador ao prefeito”, deixando claro que não pretende ampliar a cota de cargos para os parlamentares.

Segundo informações de bastidores, os cargos foram reduzidos pela metade (de 60 para 30 para cada). Além disso, partidos como o PSDC de Corujinha não emplacou nenhuma vaga no primeiro escalão.

Além da crise econômica, que o obrigou a reduzir gastos, principalmente com a folha de pessoal, Cartaxo disse que a prefeitura da capital estaria “vivendo um momento de mudanças profundas na administração” e provocou os parlamentares para o trabalho. “O melhor caminho é apara de reclamar e começar a trabalhar”, afirmou, durante a entrega da reforma da Unidade de Saúde da Família (USF) Integrada Alto do Céu, no bairro de Mandacaru.

Ontem, Raíssa Lacerda havia se queixado do prefeito, cobrando a reunião prometida por ele com a sua bancada de sustentação na Câmara Municipal da capital. O prefeito havia prometido se reunir com a bancada antes do início dos trabalhos no legislativo municipal, no próximo dia 1º de fevereiro.

Luciano Cartaxo afirmou que, embora haja cobranças por parte dos vereadores aliados, o seu gabinete está sempre aberto. “O diálogo com a bancada é permanente. Sempre fui o prefeito do diálogo e vou recebê-los sempre que necessário, mas tenho que priorizar o trabalho porque a cidade tem que avançar”, comentou.

Vereadores cobram audiência com Cartaxo para pedir cargos

Angélica Nunes

Quem pensou que o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), tinha um “pepino nas mãos” na disputa entre os vereadores Durval Ferreira e Marcos Vinícius pela presidência da Câmara Municipal, é porque não acompanhou o choro das vereadores Raíssa Lacerda (PSD) e Eliza Virgínia (PSDB), além do vereador João Corujinha (PSDC), que cobram mais espaço (leia-se cargos) na administração municipal na reta final da reforma. Fala-se nos bastidores uma redução de 60 para 30 cargos na gestão por aliado.

O líder da base de sustentação do prefeito, Helton Renê, bem que tentou nesta quarta-feira (18) apaziguar os ânimos, convocando a bancada para uma reunião, mas não conseguiu muito sucesso. O secretário de articulação política Zennedy Bezerra também foi convocado para apagar o incêndio.

Os vereadores cobram uma audiência com Cartaxo para expor a insatisfação, mas não há aceno de que ela aconteça ainda esta semana. “A eleição da Mesa passou e agora queremos a reunião prometida com Cartaxo. Está na hora de nos ouvir”, pregou Raíssa Lacerda.

Embora do mesmo partido do prefeito, Raíssa estaria muito insatisfeita com a perda de cargo de aliados de campanha indicados por ela. Um pedido negado de nomeação do seu marido e ex-secretário na gestão de Luciano Agra, além do retorno de Adalberto Fulgêncio para a pasta da Saúde teriam agravado ainda mais o seu descontentamento, o que ela nega. “Meu marido é um advogado promissor, tudo o que disserem quanto a isso é uma inverdade. O que me preocupo é com os prestadores, pais de família, que ficarão desempregados”, justificou.

Mesmo eleito para presidente da Câmara Municipal para o biênio 2019/2020, Corujinha vai mais além e diz que o seu partido, o PSDC, foi escanteado por Cartaxo após as eleições municipais por não ter emplacado cargos na gestão.

A reclamação  é bem parecida com a da tucana Eliza Virgínia, que argumenta que o PSDB teve um papel importante nessas eleições. Até o dia 20 estamos tentando nos reunir. Esse é um espaço do partido, mas dos vereadores não. Os vereadores não foram contemplados e nem ouvidos. Falta discutir esse espaço”, disse.

O prefeito Luciano cartaxo, embora tenha assegurado que deve se reunir com a bancada antes do início dos trabalhos no legislativo municipal, no próximo dia 1º, ainda não fechou uma data para o encontro.

Cartaxo deve incluir Durval e vereadores não eleitos na reforma

Durval deve ser aproveitado na gestão. Foto: Francisco França

Angélica Nunes

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD) deve anunciar, na tarde desta quarta-feira (4), mais uma lista como novos secretários de sua gestão. Dentre os que devem ser nomeados para o seu segundo mandato está o ex-presidente da Câmara Municipal da capital, Durval Ferreira (PP), além de vereadores não eleitos como Benilton Lucena, Bira Pereira e Marmuthe Cavalcanti, todos do seu partido.

Após ser derrotado na eleição da Mesa Diretora da Câmara, Durval Ferreira tinha expectativa de ser convocado para o Instituto de Previdência do Município (IPM). O prefeito, no entanto, acabou dando o cargo ao empresário Diego Tavares, que foi secretário de Acompanhamento Governamental de João Pessoa, em Brasília.

Uma reunião nesta quarta-feira entre Cartaxo e Durval deve selar a ida do vereador para a Secretaria de Ciência e Tecnologia. Com a saída do titular, assume a primeira suplente da coligação PP-SD, Helena Holanda (PP).

Também não eleito para um novo mandato, Benilton Lucena deve ser confirmado para gestão. Embora professor de carreira, o correligionário do prefeito deve ser nomeado para a Ouvidoria do município. “Estamos aguardando a oficialização”, resumiu.

No arranjo para contemplar outros vereadores não eleitos, Cartaxo também deve convocar outros dois correligionários. As especulações é que o ex-vereador Bira vá para a Secretaria do Orçamento Participativo e Marmuthe Cavalcanti (PSD) para o Procon-JP, função que anteriormente era ocupada por Helton René, que em seu novo mandato foi escalado para liderança da bancada de sustentação do prefeito na Câmara.

 

Dia de posse: quatro partidos têm 65% dos prefeitos da Paraíba

Por Jornusmar Barbosa, do www.jornaldaparaiba.com.br

Luciano Cartaxo reassume a prefeitura de João Pessoa para mais quatro anos de mandato. Foto: Divulgação/Secom-PB

Nos 223 municípios da Paraíba, novos prefeitos e gestores reeleitos assumem os cargos neste domingo (1º) com a missão de administrar em um cenário de crise econômica com muita demandas sociais e escassez de recursos. No plano político, vão enfrentar a pressão dos líderes por apoio com vistas às eleições majoritárias e proporcionais de 2018. PSB, PSDB, PMDB e PSD vão empossar 147% dos total de prefeitos.

O PSB, do governador Ricardo Coutinho, elegeu 53 prefeitos em 2 de outubro, mas já conseguiu a adesão de mais seis, totalizando 59. Das cidades com os maiores colégios eleitorais, destacam­se os prefeitos Fábio Tyrone (Sousa), Márcia Lucena (Conde), Roberto Feliciano (Sapé) e Nobinho Almeida (Esperança).

Por sua vez, o PSDB, do senador Cássio Cunha Lima, saiu também das urnas fortalecido, elegendo 36 prefeitos, embora dois tenham se transferido para o PSB. Na linha de frente das oposições, os tucanos tem prefeitos em redutos eleitorais significatos, a exemplo de Romero Rodrigues (Campina Grande), Emerson Panta (Santa Rita), Dinaldinho Wanderley (Patos), Zenóbio Toscano (Guarabira) e Ana Lorena (Monteiro).

Comandado pelo senador José Maranhão, que rompeu com o Governo, o PMDB elegeu 31 prefeitos, mas perdeu três para o PSB. Dentre os peemedebistas eleitos, estão Dr. Verissinho (Pombal), Zezé Alexandre (Santa Luzia), Jurandi Pileque (Taperoá) e Magna Dantas (Fagundes).

Por seu turno, o PSD, presidido pelo deputado federal Rômulo Gouveia, passa a comandar 26 prefeituras, dentre elas, João Pessoa, comandada por Luciano Cartaxo. Os demais partidos que mais elegeram prefeitos são o PTB (17), DEM (17), PR (13), PDT (9) e PP (6). O PTdoB, PSC e PSL venceram em três municípios, cada, e o PRB em dois. O PRB elegeu dois prefeitos, mas Milton Rodrigues decidiu se filiar ao PSB, após ganhar o pleito.

 

Lista dos prefeitos
1. Água Branca – Tom (PMDB)
2. Aguiar – Lourival (PTB)
3. Alagoa Grande – Sobrinho (PSB)
4. Alagoa Nova – Aquino (PSDB)
5. Alagoinha – Jeová José (PMDB)
6. Alcantil – Milton Rodrigues (Trocou o PRB pelo PSB)
7. Algodão de Jandaíra – Maricleide Izidro da Silva (PSD)
8. Alhandra – Renato Mendes (DEM)
9. Amparo – Inácio Nóbrega (DEM)
10. Aparecida – Júlio César (PSD)
11. Araçagi – Murílio Nunes (PSB)
12. Arara – Nen (PSL)
13. Araruna – Vital Costa (PP)
14. Areia – João Francisco (PSDB)
15. Areia de Baraúnas – Guia de Zé de Pedro Felho (DEM)
16. Areial – Adelson (PSDB)
17. Aroeiras – Mylton Marques (PSDB)
18. Assunção – Vogel (PTB)
19. Baía da Traição – Serginho Lima (PTB)
20. Bananeiras – Douglas Lucena (PSB)
21. Baraúna – Manasses Dantas (PSB)
22. Barra de Santa Rosa – Neto (DEM)
23. Barra de Santana – Cacilda (PSD)
24. Barra de São Miguel – João Batista (PSB)
25. Bayeux – Berg Lima (PTN)
26. Belém – Renata (PMDB)
27. Belém do Brejo do Cruz – Evandro Maia (PTdoB)
28. Bernardino Batista – Gervázio Gomes (PSB)
29. Boa Ventura – Leonice Lopes (PSD)
30. Boa Vista – André Gomes (PDT)
31. Bom Jesus – Roberto Bayma (PSD)
32. Bom Sucesso – Pedro Caetano (PTB)
33. Bonito de Santa Fé – Chico Pereira (PSB)
34. Boqueirão – João Paulo II (PSD)
35. Borborema – Gilene (PTB)
36. Brejo do Cruz – Barão (PR)
37. Brejo dos Santos – Dr. Lauri (PSDB)
38. Caaporã – Kiko (PDT)
39. Cabaceiras – Tiago Castro (PSB)
40. Cabedelo – Leto Viana (PRP)
41. Cachoeira dos Índios – Allan (PSB)
42. Cacimba de Areia – Rogério Campos (PMDB)
43. Cacimba de Dentro – Nelinho (PSB)
44. Cacimbas – Léo (PSB)
45. Caiçara – Hugo Alves (PSB)
46. Cajazeiras – José Aldemir (PP)
47. Cajazeirinhas – Assis Rodrigues (PSB)
48. Caldas Brandão – Nelma Rolim (PMDB)
49. Camalaú – Sandro Moco (PSDB)
50. Campina Grande – Romero Rodrigues (PSDB)
51. Capim – Tiago Lisboa (PSDB)
52. Caraúbas – Silvano Dudu (PSB)
53. Carrapateira – Marineide de Dedé (PR)
54. Casserengue – Dinda (PSDB)
55. Catingueira – Dr. Edir (PMDB)
56. Catolé do Rocha – Leomar Benício Maia (PTB)
57. Caturité – Zé João (PSD)
58. Conceição – Nilson Lacerda (PSDB)
59. Condado – Caio Paixão (PR)
60. Conde – Márcia Lucena (PSB)
61. Congo – Júnior Quirno (PDT)
62. Coremas – Chaguinha de Edilson (PDT)
63. Coxixola – Givaldo (DEM)
64. Cruz do Espírito Santo – Pedrito (PSD)
65. Cubati – Dudu (PSD)
66. Cuité – Charles Camaraense (PSL)
67. Cuité de Mamanguape – Jair da Farmácia (PSC)
68. Cuitegi – Guilherminho Madruga (PSB)
69. Curral de Cima – Totó Ribeiro (PSDB)
70. Curral Velho – Filhinho (PSDB)
71. Damião – Lucildo (PSB)
72. Desterro – Didi (PR)
73. Diamante – Carmelita de Odoniel (PSDB)
74. Dona Inês – João Idalino (PSD)
75. Duas Estradas – Joyce (PR)
76. Emas – Segundo Madruga (PMDB)
77. Esperança – Nobinho (PSB)
78. Fagundes – Magna Dantas (PMDB)
79. Frei Martinho – Aido (PSB)
80. Gado Bravo – Dr Paulo (PSDB)
81. Guarabira – Zenóbio Toscano (PSDB)
82. Gurinhém – Cláudio Madruga (PMDB)
83. Gurjão – Ronaldo (PSC)
84. Ibiara – Nivaldo Barros (PSB)
85. Igaracy – Lídio Carneiro (PTB)
86. Imaculada – Dada Lustosa (PSD)
87. Ingá – Manoel da Lenha (PSD)
88. Itabaiana – Dr. Lúcio (PSB)
89. Itaporanga – Divaldo Dantas (Trocou o PMDB pelo PSB)
90. Itapororoca – Elissandra (DEM)
91. Itatuba – Aron (PSB)
92. Jacaraú – Elias Costa (PMDB)
93. Jericó – Cláudio (PP)
94. João Pessoa – Luciano Cartaxo (PSD)
95. Joca Claudino – Dra. Jordhanna (PTB)
96. Juarez Távora – Ana de Nal (PSB)
97. Juazeirinho – Bevilacqua (PTdoB)
98. Junco do Seridó – Kleber (PSB)
99. Juripiranga – Dr. Paulo (PSB)
100. Juru – Luiz Galvão (PSB)
101. Lagoa – Toinho Alípio (PSB)
102. Lagoa de Dentro – Fabiano Pedro (PSD)
103. Lagoa Seca – Fábio Carvalho (PSDB)
104. Lastro – Dr. Athaíde (PSDB)
105. Livramento – Carmelita Ventura (PR)
106. Logradouro – Célia (PSB)
107. Lucena – Marcelo Monteiro (PSB)
108. Mãe D’Água – Cirino (PMDB)
109. Malta – Nael Rosa (PMDB)
110. Mamanguape – Eunice Pessoa (PSB)
111. Manaíra – Nel (PMN)
112. Marcação – Lili (PMDB)
113. Mari – Antônio Gomes (PSD)
114. Marizópolis – Zé de Pedrinho (PSDB)
115. Massaranduba – Paulo Oliveira (PSDB)
116. Mataraca – Egberto (PTB)
117. Matinhas – Fátima Silva (PSD)
118. Mato Grosso – Doca (Trocou o PMDB pelo PSB)
119. Maturéia – Zé Pereira (PDT)
120. Mogeiro – Alberto Ferreira (PR)
121. Montadas – Jonas (PSD)
122. Monte Horebe – Marcos Eron (PMDB)
123. Monteiro – Lorena de Dr. Chico (PSDB)
124. Mulungu – Melquíades Nascimento (PTB)
125. Natuba – Janete Santos (PMDB)
126. Nazarezinho – Silvan Mendes (PR)
127. Nova Floresta – Jarson do Pastro (PSB)
128. Nova Olinda – Diogo (PSDB)
129. Nova Palmeira – Ailton (PTB)
130. Olho D’Água – Genoilton (PMDB)
131. Olivedos – Deusinho (PSD)
132. Ouro Velho – Natália de Dr. Júnior (PSD)
133. Parari – Josa (PSB)
134. Passagem – Magno de Bá (Trocou o PMDB pelo PSB)
135. Patos – Dinaldinho Wanderley (PSDB)
136. Paulista – Valmar (PR)
137. Pedra Branca – Allan Bastos (PR)
138. Pedra Lavrada – Jarbas Melo (PSD)
139. Pedras de Fogo – Dedé Romão (PSB)
140. Pedro Régis – Baia (PSDB)
141. Piancó – Daniel Galdino (PSD)
142. Picuí – Olivânio (PT)
143. Pilar – Benício Neto (PSB)
144. Pilões – Erimar Flor (PSB)
145. Pilõezinhos – Mônica de Sandro (Trocou o PSDB pelo PSB)
146. Pirpirituba – Didiu (PSDB)
147. Pitimbu – Leonardo (PSD)
148. Pocinhos – Cláudio Chaves (PTB)
149. Poço Dantas – Dedé de Zé Cláudio (PTB)
150. Poço de José de Moura – Aurileide (DEM)
151. Pombal – Dr. Verissinho (PMDB)
152. Prata – Júnior de Nôta (PMDB)
153. Princesa Isabel – Ricardo Pereira (PSB)
154. Puxinanã – Felipe Coutinho (PRB)
155. Queimadas – Carlinhos de Tião (PSB)
156. Quixaba – Cláudia (PMDB)
157. Remígio – Chió (PSB)
158. Riachão – Fábio Moura (PTB)
159. Riachão do Bacamarte – Gordo Amaral (PSDB)
160. Riachão do Poço – Cilinha (DEM)
161. Riacho de Santo Antônio – Ofila (PTB)
162. Riacho dos Cavalos – Hugo (PP)
163. Rio Tinto – Fernando Naia (PSB)
164. Salgadinho – Marcos Alves (PSDB)
165. Salgado de São Félix – Adjanilson (DEM)
166. Santa Cecília – Beto de Chico (DEM)
167. Santa Cruz – Paulo César (PSB)
168. Santa Helena – Emanuel (PSD)
169. Santa Inês – Dr. João (PDT)
170. Santa Luzia – Zezé (PMDB)
171. Santa Rita – Dr. Emerson Panta (PSDB)
172. Santa Terezinha – Terezinha de Zé Afonso (PSDB)
173. Santana de Mangueira – Zé Inácio (Trocou o PSDB pelo PSB)
174. Santana dos Garrotes – Dedé (PSB)
175. Santo André – Silvano Marinho (PDT)
176. São Bentinho – Giovana (PSB)
177. São Bento – Dr. Jarques (DEM)
178. São Domingos de Pombal – Odaisa (PR)
179. São Domingos do Cariri – Inara (PSDB)
180. São Francisco – João Bosco Filho (PSDB)
181. São João do Cariri – Cosme (DEM)
182. São João do Rio do Peixe (PP)
183. São João do Tigre – Célio (PSB)
184. São José da Lagoa Tapada – Coloral (PSD)
185. São José de Caiana – Zé Leite (PR)
186. São José de Espinharas – Neto Gomes (PSB)
187. São José de Piranhas – Chico Mendes (PSB)
188. São José de Princesa – Maria Assunção (PMDB)
189. São José do Bonfim – Rosalba Mota (PMDB)
190. São José do Brejo do Cruz – Ana Maria (PR)
191. São José do Sabugi – Segundo (DEM)
192. São José dos Cordeiros – Jefferson (PSB)
193. São José dos Ramos – Eduardo Caxias (PMDB)
194. São Mamede – Dr. Jefferson Morais (DEM)
195. São Miguel de Taipu – Clodoaldo (PMDB)
196. São Sebastião de Lagoa de Roça – Severo (PSDB)
197. São Sebastião do Umbuzeiro – Adriano Wolff (DEM)
198. São Vicente do Seridó – Graciete (PSB)
199. Sapé – Roberto Feliciano (PSB)
200. Serra Branca – Souzinha (PDT)
201. Serra da Raiz – Adailma (PTB)
202. Serra Grande – Jairo (PSDB)
203. Serra Redonda – Danilo (PSD)
204. Serraria – Batista Pinheiro (PTdoB)
205. Sertãozinho – Antônio de Eloi (PSL)
206. Sobrado – George Coelho (PSB)
207. Solânea – Kaiser Rocha (DEM)
208. Soledade – Geraldo Moura (PP)
209. Sossêgo – Neide (PSB)
210. Sousa – Fábio Tyrone (PSB)
211. Sumé – Eden Duarte (PSB)
212. Tacima – Erivan Bezerra (PMDB)
213. Taperoá – Jurandi Pileque (PMDB)
214. Tavares – Dr. Ailton (PMDB)
215. Teixeira – Nego de Guri (PMDB)
216. Tenório – Evilázio (PSB)
217. Triunfo – Zé Mangueira (PTB)
218. Uiraúna – Dr. Bosco (PSDB)
219. Umbuzeiro – Nivaldo (PSB)
220. Várzea – Toninho (DEM)
221. Vieirópolis – Célio da Usina (PSC)
222. Vista Serrana – Sérgio de Levi (PMDB)
223. Zabelê – Dalyson (PSDB)

Cartaxo: “nem esquerda, nem de centro, nem de direita”

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), definiu a sua própria postura ideológica durante entrevista à rádio CBN João Pessoa. Durante a campanha pela reeleição, neste ano, ele foi acusado de deixar o Partido dos Trabalhadores, com orientação de esquerda, para abraçar a direita no PSD. O raciocínio do gestor é diferente. Ele não se considera mais de esquerda, centro ou direita. Se define como um prefeito focado no desenvolvimento econômico e social da cidade. E só.

As posturas relacionadas às ideologias de direita, esquerda ou centro, vale ressaltar, têm perdido espaço nas composições partidárias. O PTN mudou de nome para Podemos. Não tem nada a ver com o partido de esquerda espanhol. Se inspirou no “Yes, we can”, slogan usado pelo presidente Barack Obama na disputa norte-americana. A direção do partido, vale ressaltar, também se define como sigla que não orbita entre as bandeiras ideológicas.

Os partidos, vale ressaltar, viraram federações de interesses e orientações pessoais.

Cartaxo dá última cartada para tentar a unidade na eleição da Câmara

Marcos Vinícius trabalha com a crença de que a sua eleição é prego batido e ponta virada. Foto: Olenildo Nascimento/CMJP

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSB), vai reunir a base aliada nesta sexta-feira (16), às 17h, para discutir a formação de uma chapa de consenso para a eleição da Câmara de Vereadores. O tema é indigesto e de difícil solução, tudo por que o atual presidente da Casa, Durval Ferreira (PP), e o vereador Marcos Vinícius (PSDB) querem a mesmíssima coisa: o comando da Casa no primeiro biênio do próximo ano. A tarefa supera a barreira do possível por questões físicas, afinal, dois corpos não conseguem ocupar o mesmo lugar no espaço. Um teria que sair para dar lugar ao outro e não parece haver disposição para tal. Muito pelo contrário. Os dois grupos vivem cantando vitória, com um apostando na fidelidade do seu grupo e o outro na traição da palavra empenhada.

Durval Ferreira acredita em reviravolta e tenta subtrair apoio de Marcos Vinícius. Foto: Olenildo Nascimento/CMJP

Diante da bola dividida, Cartaxo tem revelado aos aliados pouca disposição de tomar partido em relação a um ou ao outro. É inegável que houve cochilo do gestor na condução do processo, na medida que ele deixou essa tarefa para um segundo momento. Resultado: quando se deu conta, se deparou com os dois blocos com chapas montadas. Marcos Vinícius, com certa vantagem, apresentou uma maioria significativa. Tem 16 vereadores jurando lealdade a ele. Todos posam para foto e assinaram documentos em forma de carta de compromisso. Durval, não. Diz ter 14 apoiadores, mas não revela quais são. Seu grupo se apressa em cantar vitória, contando com a traição de vereadores comprometidos com Marcos Vinícius. Existem 27 votos possíveis na Casa.

Poderíamos dizer que nem tanto ao sol nem tanto ao mar, para analisar o otimismo de lado a lado. Marcos Vinícius tem uma maioria folgada, sim, mas há quem diga que existem vereadores com placa de venda. A acusação soa leviana, mas é respaldada no histórico de traições da Câmara de Vereadores. Um histórico que o tucano acredita ter acabado com a renovação de quase 50% das cadeiras na Casa. Os apoiadores de Durval demonstram um otimismo incomum, lastreado pelo histórico de vitórias do pepista. Afinal, dez nos à frente da Câmara não é para qualquer um, mas a estratégia de falar na existência de uma terceira também via soa como discurso derrotista.

Cartaxo tem dito a aliados que vai buscar um entendimento até a próxima segunda-feira (19), na tentativa de construir uma chapa de consenso. Demonstra também falta de apetite para pagar o preço de apoiar um dos candidatos a presidente, já que isso implicaria em distribuir cargos ou outras práticas pouco republicanas que ele diz condenar. É fato que Marcos Vinícius construiu uma maioria e a apresenta a quem quiser, assim como é fato também que o cenário não será mudado sem traição. A briga é boa e vamos ter ver o saldo dela no dia 1° de janeiro. Até lá, melhor não botar a mão do fogo por ninguém.

Cartaxo manda mensagem à Câmara congelando salários dele e do vice

Fonte: Divulgação/Secom-JP

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), reeleito neste ano, enviou na manhã desta quinta-feira (15) mensagem direcionada ao presidente da Câmara de Vereadores, Durval Ferreira (PP), oficializando a decisão de congelar os salários do prefeito, vice-prefeito, secretários e secretários adjuntos da administração municipal. Cabe ao Legislativo as fixação dos subsídios para os próximos quatro anos. O mandatário da Casa, em declarações anteriores, também manifestou a intenção de manter nos mesmos patamares de hoje os salários dos vereadores.

Com a medida, o salário do prefeito será mantido nos mesmos patamares aprovados em 2012, ou seja, R$ 22 mil. O vice tem vencimentos de R$ 16,5 mil, enquanto que os secretários ganham R$ 15 mil e os adjuntos R$ 11 mil. Os vereadores de João Pessoa poderiam reajustar os salários para R$ 18,9 mil, porém, se for mantida a proposta do presidente da Câmara, permanecerá na cada dos R$ 15 mil. O anúncio do prefeito foi feito ocorre um dia depois de os vereadores de Campina Grande reajustarem os próprios salários e os do prefeito.

No caso de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) prometeu congelar os próprios salários e os do vice, Enivaldo Ribeiro (PP). Ouvido recentemente pelo blog, o prefeito de João Pessoa explicou que a medida é fruto do arrocho nas contas causados pela crise econômica nacional. Ele explicou que vinha pensando no congelamento há vários meses e essa decisão teria que ser tomada agora, já que a Câmara Municipal tem até o fim do ano para aprovar os subsídios para o período que vai de janeiro de 2017 até dezembro de 2020.

O prefeito evita fazer prognósticos sobre um eventual congelamento dos salários dos servidores públicos municipais. Neste ano, segundo ele em decorrência da crise, todas as categorias não regidas por pisos nacionais ficaram sem reajuste. É o caso de quem ganha salário mínimo e dos professores. “Nos preocupamos primeiro com os salários que são fixados pelos vereadores para o Executivo, porque tem prazo apertado. Ano que vem, depois de observar as receitas e as despesas, essas questões serão analisadas”, ressaltou.