PT dá cinco dias para secretários entregarem os cargos em João Pessoa

A executiva do Partido dos Trabalhadores, em João Pessoa, decidiu endossar a decisão do diretório estadual da sigla, que determinou aos filiados que entreguem os cargos na Prefeitura de João Pessoa. A decisão foi tomada por causa da saída do prefeito Luciano Cartaxo do PT, na semana passada. Na oportunidade, o gestor lembrou as denúncias de corrupção que pesam sobre lideranças do partido e disse que a administração municipal não podia mais responder pelos erros dos outros.

Nesta terça-feira (22), o partido deu prazo de cinco dias para que quem decidiu permanecer no cargo possa rever a decisão. Quem desobedecer, vai responder a processo e deve ser expulso da sigla. O superintendente da Autarquia de Limpeza Urbana (Emlur), Lúcius Fabiani; o secretário de Desenvolvimento Urbano, Hildevânio Macedo, e o secretário adjunto de Comunicação, Ânderson Pires, decidiram não entregar os cargos e vão brigar para permanecer na sigla.

O partido também decidiu entrar na Justiça para reaver o mandato do vereador de João Pessoa, Benilton Lucena. Já o vereador Fuba foi orientado a assumir postura de independência em relação ao governo municipal, votando apenas no que for de interesse para a cidade.

 

Confira a nota divulgada pela sigla

1 – Endossar a Resolução Política aprovada pela Executiva Estadual do PT PB, que determinou a entrega imediata de todos os cargos em comissão de filiados petistas no atual Governo Municipal;

2 – Estabelecer um prazo de cinco (05) dias corridos, a contar desta data para que estes filiados deixem o governo ou sofrerão as sanções previstas no Estatuto Partidário;

3 – Orientar o nosso mandato na CMJP, representado pelo Vereador Flávio Eduardo (FUBA) a exercer uma linha de independência em relação ao Governo, votando apenas as matérias que sejam de total interesse do povo de João Pessoa, sempre exercendo seu papel constitucional de fiscalização do executivo;

4 – Em parceria com as instâncias Estadual e Nacional, envidar todos os esforços políticos e jurídicos na recuperação do mandato do Vereador Benilton Lucena eleito nas ultimas eleições municipais em nosso partido. Esta luta está apenas começando;

5 – Por fim, convocar para o próximo dia 26 de setembro de 2015 o Diretório Municipal, a fim de reorganizarmos a nossa instância e deliberarmos sobre a atual conjuntura política.

PT dá ultimato aos filiados que ainda não deixaram a prefeitura

A saída do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, do PT, na semana passada, ainda não foi digerida pela direção do partido no Estado. Depois de determinar que todos os auxiliares do governo municipal entreguem os cargos, agora a sigla inicia o processo de conferência de quem atendeu. O partido não estabeleceu data limite, ainda, mas isso será feito em reunião do diretório de João Pessoa, nesta terça-feira (22).

O presidente estadual do partido, Charliton Machado, disse que quem não deixar a prefeitura será expulso do partido. Do primeiro escalão, até agora, deixaram o governo municipal Giucélia Figueiredo (Mulheres), Marta Moura (Ação Social), Jackson Macedo (Orçamento Participativo) e Eder Dantas (Transparência). Os dirigentes do PT esperam ainda a posição de Lucius Fabiani (Emlur) e Hildevânio Macedo (Sedurb).

Dos secretários, quem se antecipou em deixar o partido foi Adalberto Fulgêncio (Articulação Política). Ele, no entanto, não confirmou se vai se filiar ao PSD, assim como fez o prefeito Luciano Cartaxo e o irmão, Lucélio Cartaxo. Charliton Machado explicou que tem recebido a todo instante a confirmação de novas saídas de governo, vindas de secretários adjuntos, diretores e chefes de gabinete.

Os petistas não falam qual será o destino da sigla no ano que vem, se lançam candidatura própria ou entram na linha de apoio a outra sigla, a exemplo do PSB do governador Ricardo Coutinho que trabalha para lançar candidato no ano que vem. O PT é o partido com maior tempo de televisão, por ter o maior número de assentos na Câmara dos Deputados.

Sem fazer conta disso, o prefeito Luciano Cartaxo diz a aliados que tomou a decisão de sair do PT por causa dos escândalos nacionais que envolvem a sigla. Ele diz que não faz sentido os secretários municipais estarem dando justificativas o tempo todo pelos “erros” de dirigentes e lideranças do partido envolvidas com corrupção no plano nacional. Além disso, alega ainda que havia uma articulação dentro do partido para obrigá-lo a se submeter a prévias dentro da sigla.

Ricardo manda recado a Luciano: se for preciso, vai brigar para “salvar a cidade”

Os rumores de que o governador Ricardo Coutinho poderá tirar um candidato da manga para a eleição do próximo ano, em João Pessoa, contra a reeleição do hoje aliado Luciano Cartaxo (PT) não são descabidos, mas também não são totalmente verdadeiros. Com movimento de quem tem planos eleitorais para a capital, Ricardo tem feito chegar ao gestor pessoense a avaliação socialista de que cresce na cidade a “sensação de que alguém precisa salvá-la”.

Ricardo_Luciano

O recado do socialista foi dado a auxiliares do prefeito com duas observações: a primeira, como preâmbulo, é que pesquisas internas indicam Ricardo Coutinho como o melhor prefeito da história de João Pessoa. A outra, consequência da primeira, diz que que “existindo a sensação de que a cidade precise ser salva, ele vai trabalhar para que outro não o faça”. Ainda apontou as movimentações do deputado federal Manoel Júnior (PMDB) como risco.

A conclusão da conversa é a de que os socialistas virão com “sangue nos olhos” para a disputa do ano que vem, em João Pessoa, caso o prefeito Luciano Cartaxo não se transforme em um candidato incontestável. As pesquisas de avaliação de socialistas e petistas andam em sentido oposto, apesar de terem a capital como campo de estudo. De um lado, Luciano aparece como um candidato mediano, enquanto do outro, como alguém quase imbatível.

O jogo dos números existe e municia os discursos e a desconfiança dos dois lados. Enquanto no PSB lideranças como o deputado estadual Ricardo Barbosa defendem abertamente que o partido se antecipe na disputa, muitos petistas já não acreditam na possibilidade de aliança no próximo ano. Em todos os embates, o secretário de Articulação de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, demonstra confiança de que o modelo de gestão de Cartaxo será vitorioso. Os petistas dizem ainda que salvaram Ricardo Coutinho de uma derrota em 2014, quando ninguém queria estar com ele.

O jogo entre os dois lados, neste momento, é psicológico. Agosto foi um mês de inaugurações bancadas pelo governo do estado e pela prefeitura, em João Pessoa. De um lado e do outro, todos buscaram chamar a atenção do eleitor. Mesmo assim, até 2016, ninguém vai esticar a corda demais. Apesar disso, é seguro dizer que nenhuma aliança tem futuro quando os dois lados querem a mesma coisa.

Governo do Estado avalia incluir devedores de tributos no Serasa e no SPC

O governo do Estado está avaliando mandar para o Serasa e o SPC os nomes dos contribuintes devedores de tributos. A informação foi repassada ao JORNAL DA PARAÍBA pelo procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro. A dívida ativa do governo supera a casa dos R$ 5,2 bilhões, um escândalo em tempos de vacas magras. Para se ter uma ideia, o estado tenta a liberação de R$ 1,7 bilhão de empréstimos junto a instituições de fomento internacionais.

Caso os R$ 5,2 bilhões estivessem à disposição para investimentos, dariam para concluir pelo menos cinco obras do porte da adutora Acauã-Araçagi ou 500 escolas técnicas iguais à entregue recentemente em Mangabeira, em João Pessoa. A busca de meios civis para a cobrança da dívida traria benefícios também para a redução das ações judiciais, já que elas ocupam de forma exagerada a Justiça paraibana.

Assim com o governo do Estado, as dívidas ativas de João Pessoa (R$ 600 milhões) e Campina Grande (R$ 300 milhões) também assustam. A da capital daria para bancar três reformas da Lagoa do Parque Solon de Lucena, assim com a da Rainha da Borborema bancaria o Complexo Multimodal Aluízio Campos, avaliado em R$ 300 milhões. Em época de crise, como reforçou o procurador Gilberto Carneiro, não dá para abrir mão de recursos.

Efraim Filho coloca nome à disposição para a disputa em João Pessoa

Deputado federal, presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão e no desempenho do seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados. É com essas credenciais que o deputado federal Efraim Filho (DEM) tem se colocado como opção para a disputa da prefeitura de João Pessoa. O seu partido, ele reforça, apesar de ter um vereador na base de apoio ao prefeito Luciano Cartaxo (PT), não dá apoio ao governo petista.

Efraim Filho na instalação da CPI

Efraim Filho na instalação da CPI

A situação do DEM em João Pessoa não é muito cartesiana. Enquanto o vereador Bosquinho apoia o prefeito, o também vereador Lucas de Brito se coloca no sentido oposto, como um dos maiores críticos da gestão. A situação fez com que Brito cobrasse da direção do partido uma posição mais forte e oficial, que veio nas declarações de Efraim Filho. “Até por coerência, já que somos críticos ao governo do PT no plano nacional, não poderia ser diferente aqui”, disse.

Ao falar sobre candidatura, Efraim Filho trata de dizer que ele não é a única opção do partido, que poderá, sim, investir no nome do vereador Lucas de Brito para a disputa, mas também não descarta uma composição com o PSB do governador Ricardo Coutinho. Na visão do democrata, o socialista será o principal cabo eleitoral no ano que vem e quem tiver o apoio dele chegará no pleito reforçado. “Temos até o próximo ano e vamos analisar os cenários”, ressalta.

Ricardo e uma bancada para chamar de sua na Câmara de João Pessoa

Um deputado acostumado a acompanhar as agendas do governador Ricardo Coutinho (PSB) confessou ao blog que uma hora dessas vai ter que se acotovelar com os vereadores de João Pessoa nas agendas do gestor paraibano. E não é para menos. Oficialmente não há uma bancada fiel ao governador na Câmara Municipal, mas, na prática, a coisa começa a mudar. Uma prova disso é a medalha Cidade de João Pessoa, aprovada nesta quarta-feira (26) por unanimidade nas Casa.

Foto: Francisco França

Foto: Francisco França

A proposta da comenda foi do vereador Djanilson da Fonseca, o Faca Cega, que tem trocado as agendas do prefeito, das quais era habitué, para acompanhar as inaugurações feitas pelo governador Ricardo Coutinho. Foi assim na entrega da Escola Técnica Estadual, em Mangabeira, e da Central de Polícia, em Geisel. Ele ainda pretende entregar a medalha ao gestor durante a inauguração do Trevo das Mangabeiras, previsto para segunda-feira (31).

O repórter-fotográfico do Jornal da Paraíba, Francisco França, tem registrado a presença em bloco dos vereadores acompanhando as agendas do governador. A foto que publicamos nesta matéria foi tirada na entrega da Central de Polícia e nela estão Djanilson (PPS), Zezinho do Botafogo (PSB) e Sérgio da SAC (PSL). Em outra está até o suplente de vereador Eduardo Carneiro (sem partido), que é cotado para assumir a Secretaria de Turismo de João Pessoa. Ou seja, vem bancada por aí.

Efraim Filho assegura que DEM é oposição a Cartaxo

A cobrança do vereador de João Pessoa, Lucas de Brito (DEM), de uma posição oficial do seu partido em relação à oposição ou não ao prefeito Luciano Cartaxo (PT), foi vista como desnecessária pelo deputado federal Efraim Filho. Brito fez pronunciamento na Câmara Municipal de João Pessoa, na semana passada, dando prazo até esta semana para a resposta. Ele alega que se a sigla não se pronunciar, vai mudar de partido.

Atualmente, o DEM tem dois vereadores em João Pessoa, um governista e outro da oposição. Enquanto Lucas de Brito faz críticas sistemáticas ao gestor, Bosquinho atua na base de apoio. Efraim Filho reforça, no entanto, que o partido dele é oposição ao prefeito e vai fiscalizar o governo. “Essa é uma posição muito transparente e tenho respondido que sou oposição sempre que questionado”, disse o democrata.

Sobre a possibilidade de Lucas de Brito migrar para a Rede, partido da ex-senadora e ex-presidenciável Marina Silva, isso foi visto com ressalva por Efraim Filho. Ele lembrou o quanto tem sido temerária a disputa de eleições por partidos novos, sem tempo de televisão e com restrições orçamentárias.

Disputa interna no PMDB assume ares de Fla-Flu de novela mexicana

Quanto mais se aproxima o dia 30, prazo de vigência prorrogada da atual composição da direção do PMDB em João Pessoa, mais se eleva o tom da discórdia entre o deputado federal Manoel Júnior e o deputado estadual Gervásio Maia. A situação é quase irremediável, coisa de novela mexicana mesmo, onde o atual presidente, Manoel Júnior, é descrito por Maia como o vilão da história. Já Maia é visto como um “bebê chorão”.

É muito difícil imaginar ser possível sair um acordo daí. Manoel Júnior tem dito aos interlocutores que vai disputar novo mandato à frente do partido, para bater chapa com um Gervásio Maia, que se recusa a entrar na disputa. Ele cobra acordo feito há dois anos, quando ficou acertado em ata que o deputado federal comandaria o diretório de João Pessoa por dois anos e Maia ficaria os outros dois.

O deputado estadual sabe que tem menor capital político em João Pessoa, por isso, se recusa a entrar na disputa. A capacidade de fazer acordos, aliás, tem sido o trunfo do peemedebista nas últimas conquistas. Ele fechou acordo com o PSB para a eleição de Adriano Galdino para a presidência da Assembleia Legislativa e recebeu de volta a garantia de que comandaria o poder nos últimos dois anos da legislatura.

Essa habilidade não vai ajudar o peemedebista na solução da discórdia paroquial. Maia já sabe que não adianta bater na porta do presidente estadual do partido, o senador José Maranhão. O parlamentar está convencido de que Manoel Júnior deve ser o presidente do partido e preparar as bases para a disputa no ano que vem, em João Pessoa. Conclusão: para Maia, restará disputar o comando do partido ou ficar chorando pelos cantos.

Para José Maranhão, Manoel Júnior é candidato e deveria assumir posição

Maior nome do PMDB na Paraíba, o senador José Maranhão descartou a possibilidade de alinhamento com qualquer partido no próximo ano, em João Pessoa, se, com ela, a sigla não assumir a cabeça de chapa. Isso, segundo ele, vale até para o PSB do governador Ricardo Coutinho. Para o peemedebista, o deputado federal Manoel Júnior é candidato natural e já deveria estar fazendo o contraponto ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT).

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A posição de Maranhão põe por terra as pretensões do deputado estadual Gervásio Maia, que reivindica o cumprimento de um acordo que daria a ele a presidência do PMDB em João Pessoa. Maia é um dos poucos, se não o único, peemedebistas que evitam fechar questão em relação à candidatura própria na capital. Por conta disso, é acusado por Manoel Júnior de planejar uma coligação com o PSB, na qual figuraria como vice.

O quesito aliança, inclusive, é visto com ceticismo pelo presidente estadual do PMDB, para quem o partido deverá ter candidatura em todos os municípios onde tiver condições de vitória. As contas de Maranhão incluem João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Patos e Sousa, algumas das principais cidades do Estado. A posição do senador segue a linha da orientação nacional e contraria o desejo do PSB, que cobra contrapartida em João Pessoa para apoiar o PMDB em Campina Grande.

Se a postura vai ser mantida, só o tempo dirá.

PT x PSB: gincana, dor de cotovelo e lucro para os moradores de João Pessoa

A briga informal entre PT e PSB “pelos corações” (e futuramente votos) dos pessoenses tende a ser positiva para a cidade, pelo menos do ponto de vista dos serviços. O termo gincana, criticado pelo prefeito Luciano Cartaxo (PT), até que casa bem com o que se tem visto nos últimos dias, com exemplos claros também nesta quarta-feira (5), dia do aniversário da capital. Tanto Cartaxo, quanto o governador Ricardo Coutinho (PSB), procuraram fazer entregas.

 

Se de um lado Coutinho surge com o Teatro Pedra do Reino, anunciado como o segundo maior do Brasil, com quase três mil lugares, Cartaxo apareceu com a ordem de serviço da Calçadinha da Orla, com arte de Flávio Tavares, e a entrega de uma creche, a décima da atual gestão. Os discursos merecem atenção: ambos evitaram o embate, apesar de defenderem a importância do legado que suas gestões estão entregando à cidade.

Não há, é bom que se diga, discurso de rompimento. Para todos os efeitos, Luciano e Ricardo são os mesmos que estiveram de mãos dadas no ano passado pedindo voto para a reeleição do socialista. Uma fatura que os petistas cobram até hoje, enquanto os socialistas dizem que ela já foi paga, quando Coutinho pediu votos para Lucélio Cartaxo, irmão de Luciano, e candidato derrotado a senador.

Na prática, no entanto, o clima entre eles não é bom. Entre os socialistas, o discurso é o de que eles precisam lançar candidatura por causa da “má e lenta gestão petista em João Pessoa”. Do lado petista, a queixa é a de que Ricardo Coutinho tem movimentado o seu exército para atacar a gestão petista. Eles escolheram até um “agente do mal” para apontar, o secretário de Comunicação do Estado, Luís Torres, visto como o “autor intelectual das críticas ao PT”.

Entre os socialistas há até um favorito para a disputa, o secretário de Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia do Estado, João Azevedo. Provocado pelo blog, ele riu e procurou sair do foco: “minha meta é a gestão”. Apesar disso, na entrega do Teatro Pedra do Reino, nesta quarta, não faltaram cumprimentos de colegas em tom de brincadeira tratando-o de “meu futuro prefeito”.

Ricardo Coutinho prometeu entregar sete obras como presente para João Pessoa, entre elas, o Trevo das Mangabeiras, a Escola Técnica de Mangabeira e a Central de Polícia. Luciano Cartaxo, sem grandes obras engatilhadas para a data, estendeu o calendário até dezembro para entregar 39. Algumas delas criticadas pela oposição, por não irem além de pequenas reformas em prédios. Outras importantes como a entrega de moradias.

O fato é que gincana ou não, o eleitor pessoense tende a sair no lucro. Eles deveriam convidar também os prefeitos das outras 222 cidades do estado para participar.