Joás de Brito nomeia irmã de Cássio para chefe de gabinete da presidência

Joás de Brito conquistou dez votos para a disputa. Foto: Divulgação/TJPB

O novo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Joás de Brito Pereira Filho, virou alvo dos internautas nas redes sociais no mesmo dia em que foi empossado no cargo, após intensa batalha interna. O motivo da polêmica não tem nada a ver com a judicialização do pleito, mas com a nomeação da irmã do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) para o cargo de chefe de gabinete da presidência. O nome de Glauce Cunha Lima foi publicado no Diário do Poder Judiciário desta quinta-feira (2), disponibilizado desde a noite desta quarta no portal do TJPB. Durante a sua posse, o magistrado anunciou a formação de uma equipe técnica.

Brito chegou ao Tribunal de Justiça há dez anos, como nome indicado na quota dos advogados através do quinto constitucional. Era o segundo nome de uma lista encabeçada pelo ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Paraíba, Odon Bezerra, o mais votado pela categoria. O nome foi escolhido pelo então governador Cássio Cunha Lima, em 2007, provocando a irritação do primeiro colocado. Ainda em 2007, houve a primeira nomeação de Glauce Cunha Lima para o cargo de chefe de gabinete do magistrado, o que gerou polêmica já naquela época. De lá para cá, a nomeação foi constantemente renovada e, agora, teve como destino o gabinete da presidência.

A justificativa para a escolha pode até ser técnica, mas causa inevitável repercussão no campo político em uma corte que precisa, urgentemente, ser vacinada desta prática. A nomeação acontece também no mesmo dia em que Cássio Cunha Lima foi eleito para a primeira vice-presidência do Senado Federal.

Cássio atrai oposição a Cartaxo em encontro na CMJP

Cássio reúne vereadores em encontro na CMJP. Foto: divulgação

Angélica Nunes

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) esteve nesta terça-feira (17) para, como ele próprio disse, “uma visita de cortesia” ao amigo e correligionário Marcos Vinícius (PSDB), mais novo presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). Além de vereadores da base que andam insatisfeitos com a reforma administrativa do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), o que chamou a atenção na reunião foi a presença dos dois vereadores do PTdoB, Chico do Sindicato e Humberto Pontes, que em tese ainda são da bancada de oposição na Casa.

O líder da situação, Helton René, disse que tem conversado com os parlamentares oposicionistas, mas sem nada certo. Nos últimos dias Humberto Pontes chegou a afirmar que, embora da oposição, tem boa relação com Cartaxo. Já Chico do Sindicato, que já foi governista, também está em conversas com o líder da situação para retomar o grupo. Renê, inclusive, afirmou que todos os vereadores foram convidados para o encontro com Cássio, “mas apenas os que se interessaram foram”, completando que não compareceu porque tinha outro compromisso.

Para a vereadora Raíssa Lacerda (PSD), uma das que tem se queixado de Cartaxo, a presença do senador paraibano na Casa “mostra a atenção” do líder do PSDB no senado “para com a Casa de Napoleão Laureano”. O pai de Raíssa Lacerda e ex-governador no segundo governo de Cássio, José Lacerda, também esteve no encontro. “É com grande satisfação que recebemos a visita de um senador que possui sua atenção voltada aos temas de maior interesse da sociedade paraibana e que se coloca à disposição dos parlamentares para defender temas de interesse de João Pessoa em Brasília”, avaliou.

Também foram ao encontro com Cássio os vereadores Helena Holanda (PP), Milanês Neto (PTB), João dos Santos (PR), Eliza Virgínia (PSDB), Luís Flávio (PSDB), Damásio Neto (PP), Dinho (PMN), Thiago Lucena (PMN), João Corujinha (PSDC), Lucas de Brito (PSL) e Pedro Coutinho (PHS).

Agenda nacional

Marcos Vinícius avaliou a visita de Cássio como positiva por ajudar a construir uma ponte com o Congresso Nacional. “Neste momento em que estamos trabalhando pela implantação do sinal digital da TV Câmara, a atuação do senador Cássio, junto à Câmara Federal, será importante para que possamos adiantar todo este processo”, defendeu. O presidente ressaltou ainda o interesse de firmar parcerias para trazer grandes debates para a Casa de Napoleão Laureano, inclusive envolvendo a reforma previdenciária.

Em uma conversa demorada com os vereadores, Cássio tratou de temas ligados à transposição da águas do Rio São Francisco e destacou que as bombas d’água oferecidas pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), poderão adiantar em 30 dias a chegada das águas da transposição a áreas do Estado que sofrem constantemente com a seca.

“João Pessoa não vem sofrendo com este problema, mas em cidades como Campina Grande a chegada destas água é urgente”. Quanto à capital, Cássio revelou que vem atuando junto ao governo federal para facilitar a liberação de recursos para a chegada dos VLTs. “Este é um debate que foi muito politizado, mas a verdade é que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou R$ 60 bilhões em investimentos, mas não tinha os recursos para tornar isto realidade, e não apenas João Pessoa, como muitas capitais, ficaram sem implantar os VLTs por este problema. Aquele anúncio foi uma reação às primeiras grandes manifestações nas ruas, mas infelizmente tudo não saiu do papel”, explicou.

Raniery defende Ricardo e Cássio na chapa com Lira para governo

Paulino aceita se unir a rivais políticos em prol da unidade. Foto: Rizemberg Felipe

Angélica Nunes

Opositor histórico do governador Ricardo Coutinho (PSB) e do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o deputado Raniery Paulino (PMDB) defende o nome do senador Raimundo Lira para o governador em 2018 com o apoio das duas lideranças. Paulino disse que esteve com o senador, acompanhado do ex-governador Roberto Paulino (PMDB), nesta segunda-feira (16), para a apresentar a sua tese para as próximas eleições.

Apesar de evitar se posicionar na disputa pelo comando do PMDB, atualmente presidido pelo senador José Maranhão, Raniery disse que o nome de Lira é unanimidade e que não fica admirado se estiverem todos no mesmo palanque nas próximas eleições.
Paulino disse que não pretende entrar no ‘cabo de guerra’ travado entre Lira e Maranhão. “Meu partido é o PMDB e a tese que vou apresentar na próxima sexta-feira (20) é de candidatura própria do PMDB para o governo em 2018 com o nome de Raimundo Lira. Se Maranhão quiser disputar novamente é um ponto que vamos também levar ao debate. O que não podemos aceitar é que o partido perca seu protagonismo”, afirmou.

A apreensão de Raniery Paulino é que o PMDB se limite a apoiar, nas próximas eleições para o governo do estado, a candidatura do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) ou do deputado Gervázio Maia (PSB), que tudo indica deve ser a escolha do governador Ricardo Coutinho para seu sucessor.

Na chapa idealizada pelo peemedebista, com Lira na cabeça como candidato ao governo, estariam Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima como candidatos ao senado. Luciano Cartaxo, que assegurou a aliança com os tucanos e com uma ala do PMDB, ao emplacar Manoel Junior como seu vice-prefeito, para não “sobrar na curva”, segundo ele, poderia indicar o vice de Lira para o governo.

Cássio tem nome cotado para vice-presidência do Senado

Cássio cobra julgamento de ações contra Ricardo Coutinho. Foto: Divulgação/Agência Senado

Angélica Nunes

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) pode retomar o seu mandato em fevereiro com a possibilidade de também assumir a vice-presidência do Senado Federal. A cúpula do PMDB, segundo matéria do G1, estaria querendo alguém afinado com a política econômica do presidente Michel Temer para o segundo posto mais importante do Senado. A apreensão dos peemedebistas é que os possíveis desdobramentos das delações dos executivos da construtora Odebrecht respinguem no senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), atual líder do partido e nome escolhido para disputar a presidência do Senado para o próximo biênio.

Caso Eunício Oliveira vença a eleição para presidência do Senadom e em seguida seja afastado do posto pela Justiça, os peemedebistas não querem ter quer lidar com a desconfortável possibilidade de um adversário de Temer assumir a a Mesa do Senado. Atualmente, por exemplo, o atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), está impossibilidade de sair da cadeira, pois o vice-presidente é o senador Jorge Viana (PT-CE).

Pela tradição, por ser a segunda maior bancada no Senado, o PSDB deve ficar com o cargo de vice-presidente. Por isso, além de Cássio Cunha Lima, estão na roda os nomes do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) e de Paulo Bauer (PSDB-SC), que liderou a bancada tucana no segundo semestre de 2016. Para o senador paraibano, não haverá disputa. “Deve ser escolhido o nome de consenso. Foi assim quando fui líder do meu partido”, disse.

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) é um dos peemedebistas que defendem a escolha de um tucano para a vice-presidência. “A nossa preferência é que a indicação seja do PSDB porque é um partido aliado, que faz parte da base de apoio do governo. Facilita o funcionamento legislativo de forma geral. Nós preferimos assim, pelo menos com quem eu tenho falado do PMDB”, afirmou.

Cássio disse que só em ter o nome lembrado já é motivo de orgulho, mas que se for essa a escolha do partido e, principalmente, do plenário do Senado, deverá estar à serviço do país e em especial da Paraíba.

Cássio lança a hashtag “julgaTRE” para ações contra Ricardo

Cássio cobra julgamento de ações contra Ricardo Coutinho. Foto: Divulgação/Agência Senado

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) sugeriu nesta terça-feira (27), durante café da manhã com a imprensa, em João Pessoa, a hashtag “julgaTRE” para as ações que tramitam no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contra o governador Ricardo Coutinho (PSB). O parlamentar acusa o socialista de ter usado a máquina administrativa, em 2014, para garantir a reeleição. As esperanças dos tucanos sobre a cassação estão depositadas, principalmente, na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) do Empreender-PB.

De acordo com os adversários do governador, ele teria usado o programa de concessão de crédito Empreender-PB com fins eleitorais durante a campanha de 2014. Um dos argumentos que apontam neste sentido é o relatório elaborado pela Controladoria Geral do Estado (CGE) apontando suposto descontrole na concessão dos empréstimos. Entre as falhas apontadas estão concessão de recursos para menores de 18 anos e a não comprovação da cobrança pelos empréstimos.

Cássio tem reclamado do que chama de lentidão do TRE para julgar as ações. O senador lembra que, no caso dele, quando era governador, houve celeridade e o mandato dele foi cassado no primeiro ano de governo. O governador Ricardo Coutinho, por outro lado, desdenhou da pressa do tucano em entrevista recente. Disse que tem ações que pesam contra o parlamentar tramitando em segredo de justiça no Supremo Tribunal Federal (STF). Entre elas, citou o caso do Edifício Concorde, quando o dinheiro supostamente usado na campanha foi jogado pela janela.

Cássio Cunha Lima admite que a política tradicional faliu

Cássio Cunha Lima (C) conversa com Aécio Neves (PSDB-MG) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Acabou! Poderia ser essa, sem dúvida, a análise sobre a defesa feita pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB) do nome da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, para a disputa da Presidência da República em caso de cassação do mandato de Michel Temer (PMDB-SP). As declarações foram feitas durante entrevista à rádio RPN, em João Pessoa, e revelam o descrédito da política tradicional aos ser analisada, atenção a isso, por um político tradicional.

A constatação do senador tem como base, realmente, qualidades que a gente não costuma mesmo ver na política tradicional, que poderia muito bem fechar para balanço. Ao descrever Cármen Lúcia, Cássio se refere a ela como “uma mulher cuja honestidade e probidade ninguém discute, que tem experiência, tem capacidade e que poderia cumprir um período de transição”. Qualidades, a propósito, que se tornaram mais raras entre os políticos quando vieram à luz as denúncias da operação Lava Jato, que pôs em xeque praticamente todos os políticos.

“Eu acho que, quando você olha dentro dos nomes da política partidária, da chamada política tradicional, talvez você tenha alguma dificuldade (em pensar em um nome). É preciso pensar um pouco mais largo e o Brasil já deu demonstração de disposição de dar oportunidade para as pessoas que também não estão na militância política mais tradicional”, disse Cunha Lima, depois de descartar o nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como opção, por ele já ter dado a sua contribuição ao país.

O sentimento de falta de opção tem contaminado a política tradicional, porque ninguém sabe quem vai ficar de pé depois das investigações da Lava Jato. A delação da Odebrecht, também conhecida como “delação do fim do mundo”, pesa para esta avaliação. Bastou vazar o conteúdo de uma das 77, a de Cláudio Melo Filho, para que o núcleo duro do governo Temer tremesse na base. A coisa não é menos comprometedora em relação às outras opções. Todos os presidenciáveis, seja do PMDB, PSDB, Rede ou PT, estão entre os citados em delações.

Vem crescendo a desconfiança na classe política de que o presidente Temer não termina o mandato. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai julgar a chapa Dilma-Temer, vitoriosa nas eleições de 2014. Os novos desdobramentos da operação Lava Jato apontam no sentido de que dificilmente o peemedebista escapará de uma condenação. O presidente combina uma base consistente na Câmara dos Deputados e no Senado com uma impopularidade histórica, além de uma fragilidade assustadora dos seus apoiadores, todos investigados por corrupção.

A política tradicional dá sinais de que encontrou o seu ocaso e precisará ser reinventada. Agora, convenhamos, não será por meio da canonização dos personagens ligados à Justiça. Me explico melhor. A ministra Cárnen Lúcia é essencial no cargo que ocupa, da mesma forma que o juiz federal Sérgio Moro. A renovação da classe política tem que ocorrer por meio do voto e a responsabilidade para isso é do eleitor. Caso Temer seja cassado a partir de janeiro, a eleição do seu substituto será indireta.

 

Em coletiva, Ricardo redobra ataques a Cássio Cunha Lima

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) não estava presente à coletiva de imprensa com o governador Ricardo Coutinho (PSB), nesta terça-feira (20), na Granja Santana, em João Pessoa, porém, foi lembrado como poucos pelo gestor paraibano no seu discurso repleto de metáforas. O tucano e o socialista estiveram na mesma trincheira entre 2010 e 2014, quando houve o rompimento e Cunha Lima disputou o governo contra o atual governador. Desde então, as referências mútuas não são nada elogiosas.

Aquele “que tenta emergir das trevas”, “aquele que se encontra no ostracismo”, “aquele que apoiou o golpe”, “aquele que arrombou Camará”… foram algumas das figuras de linguagem adotadas pelo governador para fazer referência ao ex-aliado que, para ele, está entre os que “vestiram o figurino das vestais da moralidade” para cassar uma presidente, em referência a Dilma Rousseff (PT), que não tem nenhum processo contra ela. “Ele, inclusive, fugiu de Brasília. Está aí caladinho”.

As críticas surgiram durante comentário do governador sobre fissuras registradas na barragem de Camará, recentemente entregue pelo governo do Estado. Segundo ele, não há qualquer risco de rompimento, como ocorreu durante a gestão do tucano à frente do governo da Paraíba. O socialista também acusou o senador de semear os boatos. Outro ponto polêmico que permeou a entrevista, foi comentário de Cássio a respeito da demora da Justiça Eleitoral para julgar as ações contra Ricardo. Mesmo sem ser questionado sobre isso, o governador questionou o andamento do processo que trata do dinheiro jogado de um prédio durante a campanha de 2006, ainda não julgado em instâncias.

 

Cássio divulga vídeo para negar AVC e diz que teve “surdez súbita”

cassioO senador Cássio Cunha Lima (PSDB) divulgou vídeo nas redes sociais para tranquilizar os eleitores e, mais uma vez, esclarecer os mal-entendidos a respeito da equivocada polêmica sobre um suposto Acidente Vascular Cerebral (AVC). Na verdade, não existe nada disso. O parlamentar explica que foi acometido de uma “surdez súbita”, ocasionada por um espasmo. As interpretações equivocadas sobre o problema surgiram depois de uma outra postagem feita por ele, também nas redes sociais, na qual explica um diagnóstico inicialmente de labirintite registrado na semana passada. O parlamentar revela que depois de exames realizados, “o diagnóstico foi mudado para surdez subida. Para mim uma novidade, algo desconhecido. O que é então? No meu caso foi  uma isquemia ou espasmo, um acidente vasculhar”. Estas duas últimas palavrinhas motivou a polêmica, que ele precisou publicar o vídeo para dirimir.

Confira o vídeo:

Confira a nota:

Boa tarde.Semana passada recebi, após náuseas, tontura, vomito e sudorese, um diagnóstico de labirintite. Ontem, após a realização de exames mais acurados, o diagnóstico foi mudado para surdez subida. Para mim uma novidade, algo desconhecido. O que é então? No meu caso foi  uma isquemia ou espasmo, um acidente vasculhar, enfim. Já estou com a nova medicação, e espero recuperar a audição parcialmente afetada. Agradeço penhoradamente ao Dr Marcos Franca e toda a sua equipe, Dr Felipe Gadelha e a Dra Sheila.E Agradeço igualmente ao Dr. Giovanni Gomes e toda a equipe Nova Diagnóstico por Imagem. Nunca é demais repetir Osmar de Aquino: raramente morro. Estou bem, já livre dos desagradáveis sintomas.

Deca do Atacadão lembra a infância pobre durante posse no Senado

O suplente do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o empresário tucano Deca do Atacadão, tomou posse no cargo de senador, nesta quinta-feira (8). Diante de um incomum plenário lotado, um dia depois de um feriado, o parlamentar discursou emocionado sobre sua origem humilde e sobre como o trabalho pode modificar a vida de uma pessoa e de uma nação. O empresário, radicado em Cajazeiras, lembrou que conheceu a energia elétrica apenas aos 10 nos. Classificou a chegada ao parlamento como a segunda maior realização pessoal da sua vida. A outra foi calçar o primeiro sapato, aos 14 anos.

Confira o discurso:

Manifestantes divulgam imagens da repressão da PM durante ato pelo “Fora Temer”

Os manifestantes que participaram do ato pelo Fora Temer, em Campina Grande, nesta sexta-feira (2), divulgaram imagens da ação da Polícia Militar para debelar o protesto contra o governo do presidente Michel Temer (PMDB), que assumiu o cargo após o impeachment de Dilma Rousseff (PT). Eles denunciaram agressões, por parte dos policiais, com uso de bombas de efeito moral, spray de pimenta e disparos com bala de borracha. Um dos manifestantes enviou fotos ao blog onde se veem pessoas com marcas provocadas pelos tiros. O confronto aconteceu em frente ao salão de festas da Associação Atlética Branco do Brasil (AABB), onde havia um ato político, com a presença de Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado e um dos principais defensores do impedimento da petista.

Os estudantes e representantes de movimentos sociais que participaram do ato disseram que se concentraram em frente à AABB e gritaram palavras de ordem, chamando o governo de Temer e seus apoiadores de golpistas. Pessoas ligadas ao senador tucano disseram que ele sequer chegou a saber do protesto no momento em que ele acontecia. Outros acusaram os manifestantes de provocarem quebra-quebra. Na AABB acontecia o lançamento da candidatura à reeleição do vereador Nelson Gomes Filho (PSDB), com ao lado do prefeito e candidato à reeleição Romero Rodrigues (PSDB) e dos deputados federais Pedro Cunha Lima (PSDB) e Rômulo Gouveia (PSD).

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Outro lado (nota da PMPB)

A Polícia Militar informa que no referido protesto os integrantes da PM foram recebidos à pedradas após serem chamados pela própria população local para conter ‘atos de vandalismos’ que estavam sendo praticados, o que obrigou a Polícia Militar a usar os meios necessários para conter a violência ali praticada contra os moradores, veículos, casas e contra a própria polícia. A ação atendeu a todos os critérios de necessidade, proporcionalidade, legalidade e conveniência, conforme prevê a doutrina de uso diferenciado da força.

 

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