PT não quer DEM e PSDB na composição para disputar prefeitura de João Pessoa

O PSDB tem dois vereadores na Câmara de João Pessoa, além de um parlamentar licenciado no comando da Secretaria de Comunicação da Capital. O DEM tem dois vereadores, sendo um governista e outro de oposição. Apesar da aproximação e das afinidades com o prefeito Luciano Cartaxo, nenhuma das duas siglas serão bem-vindas na chapa petista para a disputa da reeleição. A garantia é do presidente do partido no Estado, Charliton Machado.

Em conversa com a repórter do Jornal da Paraíba, Larissa Claro, Machado foi enfático em dizer que as portas estão fechadas para uma composição entre as legendas, que são inimigas do PT no plano nacional. A posição da direção partidária vai de encontro ao desejo dos tucanos de João Pessoa. A vereadora Eliza Virgínia (PSDB), inclusive, defende que a sigla indique o vice na chapa petista para o pleito do próximo ano.

Além de Eliza, compõem a base tucana na Câmara os vereadores Luiz Flávio e Marcos Vinícius, atualmente exercendo o cargo de secretário de Comunicação de João Pessoa. Do DEM, Bosquinho é um dos entusiastas em relação à candidatura de Luciano Cartaxo. Ele segue no sentido contrário a Lucas de Brito, que faz oposição ferrenha. As afirmações de Charliton Machado surgem ao mesmo tempo que PSDB e DEM defendem candidaturas alternativas à petista.

Sendo mais claro, se Eliza Virgínia, Marcos Vinícius, Luiz Flávio e Bosquinho quiserem mesmo apoiar Luciano Cartaxo na reeleição, terão que trocar de partido até 2 de outubro. Caso contrário, terão que se entrincheirar no campo da oposição e escolher outro candidato.

Samuka Duarte tem os bens indisponibilizados pela Justiça

O apresentador Samuka Duarte teve os bens tornados indisponíveis pela Justiça nesta segunda-feira (15). A decisão é do juiz Gustavo Procópio Bandeira de Melo, da 5º Vara Mista da Comarca de Santa Rita. A ação de Improbidade Administrativa foi ajuizada pelo Ministério Público da Paraíba, através da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Santa Rita.

Foto: Rizemberg Felipe

Foto: Rizemberg Felipe

De acordo com os autos, o réu, que é apresentador da TV Correio, manteve recebimento cumulativo de remunerações extraídas dos cofres públicos, a partir de acúmulo ilegal desses trabalhos, tendo em vista que, o promovido é servidor público de Santa Rita, desde 7 de agosto de 1980 (cargo de professor da educação básica), estando à disposição da Secretária de Comunicação da cidade, desde 2008.

Além de se logado na Secretaria de Educação de Santa Rita, o réu mantém vínculo com o Estado há aproximadamente 10 anos. Segundo a inicial, não bastando os dois vínculos funcionais citados anteriormente, no período de 2011 e 2012, Samuel de Paiva chegou a acumular até cinco cargos públicos nos municípios de Bayeux, Marcação, Mari e Sapé.

O Inquérito Civil ainda destaca que “além da acumulação ilegal de cargos, o promovido percebia as remunerações extraídas do Município de Santa Rita sem a correspondente contraprestação laboral, sendo oportuno destacar que, desde 2011, o promovido também mantém vínculo empregatício no setor privado, com a Rádio FM Correio e TV Correio, de João Pessoa”.

O juiz decretou, em tese, que as provas atestam fortes indícios de ocorrência de “atos imorais, ilegais e inconstitucionais” que causam prejuízo ao erário e atentam contra os princípios da administração pública e a probidade administrativa, nos termos dos artigos 10 e 11 da Lei 8.429/92.

Porém, o auto não implica em juízo definitivo de valor, “uma vez que pendente o contraditório e ampla defesa, mas é o suficiente para o deferimento das medidas cautelares pleiteadas”.

O juiz ainda determina que, nos termos do Provimento 006/2011 da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ), oficie-se diretamente aos Cartórios de Registro de Imóveis da PB, a CJG dos Estados de Pernambuco e Rio Grande do Norte e a Junta Comercial do Estado da Paraíba para providenciarem a averbação da indisponibilidade de todos os eventuais imóveis registrados em nome do réu.

Finalizando, solicita também a indisponibilidade de todos os veículos que estejam em nome do réu no Registro Nacional de Veículos Automotores (RENAVAM).

PSDB elege diretórios com olho em 2016 e desafio para 2018

O PSDB paraibano reelegeu o ex-deputado federal Ruy Carneiro para a direção da sigla no Estado, em mais uma demonstração de força do senador Cássio Cunha Lima. Líder do partido na Casa Alta e com prestígio mantido na Paraíba, apesar da derrota para Ricardo Coutinho (PSB), no ano passado, caberá ao parlamentar algo mais que dar rumo à sigla no ano que vem. Principalmente no contexto nacional.

Cássio tem acompanhado de perto, em Brasília, o jogo pesado pela hegemonia do partido. O senador Aécio Neves (MG), seu grande aliado, terá que pular muitas fogueiras até que seja confirmado, em 2018, como candidato à sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT). No lado oposto, os adversários de sempre: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador José Serra (SP). Ambos querem ser candidatos à Presidência.

Aécio, por isso, vai iniciar um périplo pelo país, visitando as capitais e as cidades médias. Deve iniciá-lo por Manaus, mas não deve demorar a passar por João Pessoa e Campina Grande. Ele foi muito criticado durante o seu primeiro mandato no Senado por não ter feito o mesmo. Apesar disso, chegou muito próximo de sair vitorioso das urnas. Alckmin e Serra pensam diferente e pretendem ser candidatos, mesmo que para isso mudem de partido.

Pelas sondagens mais recentes, Geraldo Alckmin pode ir para o PSB, enquanto que José Serra pode ir para o PMDB. As duas siglas têm falado internamente sobre isso. Para mudar essa marca, Aécio vai precisar chegar forte em 2018, mas essa construção não poderá mais ser feita de última hora. E é fato que para se manter ativo vai precisar novamente do apoio das bancadas do Nordeste e do Norte. Para isso, precisará mais uma vez recorrer a Cássio.

Agora, mais do que nunca, 2016 é só uma ponte para 2018.

Radicalismos de evangélicos e gays já beiram o fundamentalismo

A máxima de que quem conta um conto aumenta um ponto não pode ser usado para ilustrar a briga entre evangélicos e gays. A coisa já tem descambado para um fundamentalismo perigoso. Qualquer pessoa de bom senso vai concordar que houve exagero na Parada Gay de São Paulo, no último fim de semana, quando os símbolos religiosos do cristianismo foram achincalhados. Mas não menos exagerada foi a reação da bancada evangélica.

Foto: Luis Macedo/  Câmara dos Deputados

Foto: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados

Esta semana, em Pernambuco, o deputado estadual Adalto Santos (PSB) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa e, exibindo fotos da Parada Gay disse que se fosse muçulmano sairia às ruas com uma espingarda e “resolveria”. Esta semana também, na última quarta-feira, a bancada evangélica na Câmara dos Deputados fez um protesto no plenário. Selecionou oito fotos e colocou em uma faixa onde foi escrito: “você concorda com isso?”

Das imagens expostas no plenário havia, inclusive, uma que não tinha nada a ver com a parada de São Paulo. A que mostrava um “Cristo Gay” foi feita nos Estados Unidos. Está na Folha de S. Paulo deste sábado. Mas o fato preocupante mesmo é que tem havido exageros de ambos os lados. Tem políticos escorados nas duas bandeiras preocupados muito mais com as urnas do que com o discurso responsável da paz.

É bom as autoridades prestarem atenção antes que o radicalismo saia do discurso.

Convenção do PSDB é o primeiro passo para o racha na base de Cartaxo

A convenção do PSDB, prevista para o próximo domingo (14), merece uma análise especial, porque vai representar o primeiro tijolo no caminho da desconstrução da base aliada do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT). O cenário atual é do gestor voando em céu de brigadeiro na Câmara Municipal. Tem ao seu lado 24 dos 27 vereadores da Casa. Mas essa é uma comodidade que tem data para acabar, porque vários partidos hoje aliados têm interesse eleitoral.

Foto: Larissa Ponce/Agência Câmara

Foto: Larissa Ponce/Agência Câmara

O PSDB é um deles, apesar de ter três vereadores na base do petista. Um deles, inclusive, Marcos Vinícius, integra a gestão de Cartaxo. O partido ainda está de olho e fez convites aos três vereadores da oposição na Câmara Municipal: Lucas de Brito (DEM), Raoni Mendes (PDT) e Renato Martins (PSB). O presidente estadual da sigla, Ruy Carneiro, não nega o interesse de figurar como uma das opções para a disputa, principalmente com o ex-senador Cícero Lucena se dizendo aposentado.

Se formos colocar os pontos nos is, dá para prever uma defecção muito grande na base, de pelo menos 16 vereadores que terão a opção de seguir o partido ou não disputar a reeleição. Só do PSDB são três vereadores, mas o partido, contando com a força do senador Cássio Cunha Lima, pode atrair para a sua órbita os três do Solidariedade, que esteve na composição do ano passado. O PPS, com dois vereadores, também integrou o grupo que tentou eleger o tucano.

Assim como o PSDB, o PSB do governador Ricardo Coutinho tem interesse eleitoral em João Pessoa. Caso isso se concretize, não é difícil imaginar que os vereadores filiados a DEM e PR sigam os do PSB. A fila pode ser engrossada ainda pelo PPS, em processo de fusão com a sigla socialista, levando nove vereadores para a oposição. Correndo por fora ainda tem o PMDB do deputado Manoel Júnior, que quer disputar a eleição. Tem um vereador, mas pode atrair outros.

O PT, por enquanto, tem anunciado o apoio do PSD, do deputado federal Rômulo Gouveia. Poderá manter o PP do também deputado federal Aguinaldo Ribeiro. Tudo por enquanto é apenas conjectura, mas pode-se dizer que a manutenção da base inteira é uma tarefa quase impossível. Com isso, vai depender do prefeito Luciano Cartaxo a articulação para manter o máximo de aliados. E quando chegar o momento vai valer uma análise sobre a avaliação política da gestão petista.

União de forças em prol do Estado: exemplo de Pernambuco para a Paraíba

Seria uma cena difícil de se ver aqui na Paraíba, mas poderia servir de exemplo. Na manhã desta quinta-feira (11), houve reunião no Palácio do Campo das Princesas, no Recife. Puxada pelo governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), o encontro teve como objetivo um pacto com o objetivo de atrair, para o estado, a implantação do Hub da Latam no estado. O centro de conexões de voos da TAM e da Lan é disputado por Recife (PE), Fortaleza (CE) e Natal (RN) e tem investimento previsto de U$ 1,5 bilhão, perto de R$ 5 bilhões. Quem estava lá? Todos os deputados, governistas ou oposição.

 

Foto: Wagner Ramos/Sei

Foto: Wagner Ramos/Sei

Nada que lembre a velha guerra travada na Paraíba, onde governo e oposição não se misturam. Quando Cássio Cunha Lima (PSDB) era governador, as lideranças ligadas a José Maranhão (PMDB) trabalhavam contra. Quando Ricardo Coutinho assumiu o poder, maranhistas no primeiro momento e os tucanos, em um segundo momento, ocuparam esse espaço. O resultado é uma falta de perspectiva de crescimento mais acentuado no estado, com atração de grandes investimentos. Uma prática que os políticos pernambucanos já deixaram para trás.

“O movimento pela implantação do HUB da Latam em Pernambuco conta também com nosso apoio. Tive a oportunidade de dizer isto hoje ao governador Paulo Câmara. Esta é uma luta que deve unir a todos os pernambucanos”, é a declaração postada logo após a reunião pelo líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Sílvio Costa Filho (PTB), crítico feroz do governador de plantão. O encontro foi apresentado por Paulo Câmara como evento suprapartidário, com pedido para que todos se unam em prol de Pernambuco.

Estiveram no encontro três ex-governadores: Roberto Magalhães, Gustavo Krause e Joaquim Francisco. Os dois últimos adversários de Câmara. “Mais uma vez, Pernambuco está unido falando para o Mundo. E Paulo Câmara está fazendo História com ‘H’ maiúsculo”, reforçou Gustavo Krause, referindo-se à convocação do governador. Bom, temos aí um grande exemplo para a Paraíba.

Ministro da Integração desiste de vir à Paraíba para evitar cobranças

Depois da briga entre os deputados estaduais Daniella Riberiro (PP) e Jeová Campos (PSB) para posar ao lado do ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, o gestor mandou avisar que não vem mais à Paraíba. Occhi, cuja vinda ao estado foi criticada pelo deputado estadual Anísio Maia, correligionário da presidente Dilma Rousseff (PT), chegaria nesta sexta-feira (12) a João Pessoa e participaria de encontro com prefeitos e deputados na Assembleia Legislativa.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A vinda do ministro faz parte da estratégia da presidente Dilma Rousseff de gerar uma agenda positiva pelo país afora. Dentro desse contexto, no intervalo de duas semanas, vieram à Paraíba os ministros George Hilton (Esporte), Gilberto Kassab (Cidades), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário), Arthur Chioro (Saúde) e Ideli Salvatti (Direitos Humanos). Occhi seria o sexto. Também é esperada a vinda de Eduardo Alves (Turismo) para o dia 20.

E o resultado de todas essas visitas em termos de investimentos na Paraíba foi … zero. Isso mesmo, zero. Todos os programas relatados estão em andamento e as promessas de novos, não mais que protocolos de intenções, são para um futuro indeterminado. O corte de R$ 69 bilhões no orçamento, feito pela presidente Dilma, esvaziou as pastas, e fez com que os ministros criassem uma agenda positiva sem ter o que oferecer. Uma equação um tanto difícil.

O da Integração, Gilberto Occhi, era o único com condições de apresentar minimamente um leque de investimentos. Ele assumiu diante do governador Ricardo Coutinho (PSB) o compromisso de liberar R$ 18 milhões para o combate à seca, bem aquém dos R$ 75 milhões pretendidos, é verdade. O deputado estadual Anísio Maia (PT), por isso, enviou ofício ao titular da pasta dizendo que se for para não anunciar novos recursos, melhor curtir “o dia dos namorados” em Brasília mesmo.

Oficialmente, porém, o motivo do adiamento foi um pedido da Comissão Parlamentar da Água, já que o único horário disponível na agenda dele era 17h de uma sexta-feira. Mas não é descabido dizer que o ministro, pelo jeito, aceitou o conselho de Anísio Maia.

Uma reforma política de enlouquecer o eleitor e cheia de contradições

Depois das derrotas seguidas na primeira semana de votação da reforma política, parece que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pegou o jeito. Nesta quarta-feira, muita coisa foi aprovada, boa parte dela difícil de entender para grande parte da população. Mas antes de começar a explicar tudo, vale lembrar que de acordo com votação de hoje, tanto o voto quanto o alistamento militar para os maiores de 18 continuam valendo.

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Outra coisa, com uma exceção momentânea, os mandatos para todos os cargos serão de cinco anos. Com o fim da eleição, essa foi a solução encontrada para acalmar os caciques. Isso inclui os senadores, que têm hoje mandato de oito anos. A medida poderá encontrar dificuldades, por isso, durante sua tramitação no Senado, onde, assim como na Câmara, precisará ser aprovada em dois turnos. A regra não vale para o ano que vem, quando vereadores e prefeitos serão eleitos para mandato de quatro anos.

Assim, o mandato de cinco anos valerá a partir de 2020. Haverá ainda pleitos em 2022 (gerais), 2025 (municipais) e 2027 (gerais). Eduardo Cunha disse que a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma política, nesta quinta-feira, e, se não terminar a votação de todos os itens agora, o Plenário continuará as votações na próxima terça-feira (16).

Maioria dos paraibanos votaram contra o fim da obrigatoriedade do voto

A maioria dos deputados paraibanos se posicionaram contra a mudança nas regras em relação à obrigatoriedade do voto nas eleições. Ao todo, dos dez que votaram, seis foram contra alteração das regras atuais. O placar final foi de 311 votos a 134 pela rejeição da proposta contida no relatório do deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Damião Feliciano (PDT) e Benjamin Maranhão (SD) não votaram.

Veja como cada um votou:

Wilson Filho (PTB)                 sim
Efraim Filho (DEM)                sim
Manoel Júnior (PMDB)          sim
Rômulo Gouveia (PSD)          sim
Veneziano Vital (PMDB)        não
Aguinaldo Ribeiro (PP)           não
Wellington Roberto (PR)        não
Pedro Cunha Lima (PSDB)     não
Luiz Couto (PT)                        não
Hugo Motta (PMDB)               não

Anísio Maia frustra convite da Comissão da Mulher para Pâmela Bório

O deputado estadual Anísio Maia (PT) frustrou a esperança da deputada Daniella Ribeiro (PP) de ver a ex-primeira-dama Pâmela Bório prestando esclarecimentos na Assembleia Legislativa sobre o suposto uso da máquina do Estado para atacá-la. Bório fez as acusações após ser apresentada como pivô de uma briga com a babá do seu filho, Indaiá Moreira. Segundo ela, o governo estaria financiando os ataques a ela em blogs e portais de notícias.

Daniella Ribeiro sugeriu à deputada Camila Toscano (PSDB), presidente da Comissão Estadual de Mulheres, que fizesse o convite a Pâmela Bório para que ela explicasse as acusações que tem feito contra o estado. Toscano, no entanto, disse precisaria submeter a demanda à comissão, que tem dois deputados da oposição e três governistas. São Camila e Tovar Correia Lima (PSDB) da oposição e Estela Bezerra (PSB), Hervázio Bezerra (PSB) e Anísio Maia (PT), pelo governo.

Daniella Ribeiro usou uma entrevista na CBN para cobrar dos colegas Estela e Anísio que defendam a convocação. O petista, no entanto, se disse contra a convocação, por entender que o tema é privado do governador e da ex-premeira-dama. “É uma questão muito particular de ambos, por isso, não vou participar desse tema”, disse.