Ricardo Coutinho é o alvo das críticas na convenção do PMDB. Veja nos vídeos

O governador Ricardo Coutinho (PSB) não é candidato nas eleições deste ano, mas isso não impediu de ele ser o alvo das atenções de pessedistas e peemedebistas neste sábado (30), durante a convenção do PMDB, em João Pessoa. Tanto o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), quanto o deputado federal Manoel Júnior, candidatos respectivamente à reeleição e a vice-prefeito, usaram um tom bastante duro ao se referirem ao governador. Cartaxo, um pouco mais ameno, falou de futuro e continuidade do trabalho ao se referir à aliança com os peemedebistas. Fora do palanque, após os discursos, ironizou a pré-candidata socialista a prefeita, Cida Ramos, que não foi citada em nenhum momento nos discursos. “Eu nem sei quem será o candidato do PSB, já que tanta gente diz que o nome será trocado”, disse, em referência às especulações de que a deputada Estela Bezerra será o nome escalado para a missão.

Já Manoel Júnior foi mais incisivo nas críticas. Desafeto de Ricardo Coutinho, de quem foi vice no primeiro mandato do socialista à frente da prefeitura de João Pessoa, o parlamentar fez críticas à gestão socialista no que diz respeito principalmente à segurança. Diante de um auditório lotado, foi aplaudido ao dizer que ele e Cartaxo iriam cobrar do governador soluções para a área, para tirar a capital da lista das cidades mais violentas do mundo. Diante do clima pouco amistoso em relação ao “aliado” socialista, Maranhão disse saber que a formalização da aliança com o PSD, neste sábado (30), no auditório da Asplan, em João Pessoa, significará o rompimento do PMDB com o PSB de Ricardo Coutinho.

Cartaxo, Manoel Jr. e Maranhão chegam juntos para convenção do PMDB

Manoel Convenção do PMDBAs críticas ao governador Ricardo Coutinho (PSB) deram o tom da convenção do PMDB, para a homologação do apoio do partido à pré-candidatura do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) à reeleição, em João Pessoa. A sigla confirmou o nome do deputado federal Manoel Júnior para compor a chapa majoritária da coligação. Logo na entrada para o evento, na Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), neste sábado (30), o senador José Maranhão, presidente da Executiva Estadual do PMDB, reconheceu que a aliança representaria o rompimento com Coutinho.

O prefeito Luciano Cartaxo, no discurso, para um auditório lotado, agradeceu o apoio do PMDB e assegurou que a aliança será feita com base em compromisso. “Essa é a aliança a favor de João Pessoa”, assegurou. Apesar das reclamações de aliados como o presidente da Câmara Municipal, Durval Ferreira (PP), que defendia a escolha do vice de forma colegiada, Cartaxo se referiu a Manoel Júnior o tempo todo como vice na chapa. “Ele vai dar grande contribuição para a Saúde de João Pessoa, pela capacidade que tem”, destacou.

Manoel Júnior aproveitou o seu discurso para elogiar o apoio de José Maranhão ao projeto e fez duras críticas ao governo do Estado, principalmente no que se refere ao crescimento da violência na Paraíba. “Nossa capital está entre as 16 cidades mais violentas do mundo. É a quarta capital mais violenta do país. Vamos cobrar do governo para que isso mude”, criticou o pré-candidato a vice, sem poupar também críticas a setores como saúde e educação.

O senador José Maranhão ainda fez críticas ao tratamento recebido pelo PMDB por parte do governador Ricardo Coutinho. Ele assegurou que o partido esteve várias vezes em posição de decidir as eleições favoravelmente a Coutinho, mas nunca foi tratado verdadeiramente como aliado. A pré-candidata do PSB, Cida Ramos, foi esquecida nas citações dos oradores do PSD e do PMDB durante a convenção peemedebista.

Charliton Machado inclui o ex-presidente Lula como atração para convenção

Convenção PT JPO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será uma das atrações da convenção do PT, em João Pessoa, neste sábado (30), às 15h, mas não presencialmente. Ele gravou mensagem para o professor Charliton Machado, que terá seu nome confirmado no evento para encabeçar a chapa majoritária, ao lado do empresário Nelson Lira, também do PT, que ocupará a vice.  “Claro que o nosso ex-presidente não deixaria de estar na nossa Convenção, se não poderemos ter a sua presença física, pois já existia uma agenda prévia, teremos a sua imagem e a sua mensagem gravada especialmente para este momento”, destacou Aparecida Diniz, presidenta municipal do PT de João Pessoa.

Diniz explicou que o espaço da área de lazer do Sesc Centro será toda adaptada para receber os pré-candidatos a prefeito e a vereador, além de áreas específicas para as crianças, pessoas com deficiência e idosos: “Será uma grande festa, a largada inicial do que eu acredito ser uma das campanhas mais importantes e bonitas do PT de João Pessoa. O PT chega unido e forte”. São esperados para o evento as principais lideranças do PT, a exemplo do deputado federal Luiz Couto e dos deputados estaduais Anísio Maia e Frei Anastácio, membros do diretório estadual, além da militância do partido.

Lava Jato

A pré-candidatura de Machado, em João Pessoa, tem como principal objetivo resgatar o legado do PT na capital. O partido elegeu o atual prefeito, Luciano Cartaxo, mas ele migrou para o PSD por causa dos escândalos de corrupção que respingaram até nas principais estrelas nacionais da sigla. O ex-presidente Lula, inclusive, se tornou réu nesta sexta-feira (30) em processo que o acusa de tentar obstruir a Justiça comprando o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, um dos delatores do esquema de corrupção que atuava na estatal do petróleo. Junto com Lula, foram indiciados o ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), o ex-chefe de gabinete de Delcídio Diogo Ferreira, o banqueiro André Esteves, o advogado Édson Ribeiro, o pecuarista José Carlos Bumlai e o filho dele, Maurício Bumlai.

 

 

Convite para Zé Ramalho custará dois quilos de alimentos

Crédito: Otto Guerra

Crédito: Otto Guerra

Depois de muita polêmica, o governo do Estado divulgou o critério para o acesso à apresentação de Zé Ramalho e da Orquestra Sinfônica da Paraíba, no dia 5 de agosto, no Teatro Pedra do Reino, em João Pessoa. Pelo menos parte das quase 3 mil vagas do teatro será ocupada por quem trocar dois quilos de alimentos pelos convites. Bem, para os interessados, é melhor ter pressa, porque o número disponível não foi divulgado ainda pelo secretário de Cultura, Lau Siqueira. Ele estima que serão trocados mais de 1,5 mil.

Os convites poderão ser trocados por alimentos no Espaço Cultural, a partir das 9h do dia 4 de agosto, portanto, um dia antes da apresentação. Os produtos arrecadados serão doados à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). O cachê do cantor e compositor Zé Ramalho será de R$ 170 mil, segundo publicação ocorrida na edição do dia 28 do Diário Oficial do Estado. Além da cota para a troca por alimentos, parte dos convites será distribuída entre os convidados de Zé Ramalho e do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Antes de o critério para distribuição dos convites ser definido, houve muita polêmica nas redes sociais. Os internautas temiam que se repetisse o episódio da inauguração do Teatro, no ano passado, quando as apresentações da Orquestra Sinfônica da Paraíba e das cantoras Maria Juliana e Zélia Duncan foram apenas para convidados do governador. O show de Zé Ramalho marca uma dupla comemoração: 40 anos de carreira do artista e aniversário da cidade.

No show, com repertório consagrado pelo artista e que será gravado em DVD, Zé Ramalho vai atuar ao lado dos 138 músicos da orquestra. O convite ao artista foi feito pelo próprio governador Ricardo Coutinho (PSB).

Manoel Júnior diz sim a Maranhão e será vice de Cartaxo

Luciano e ManoelO deputado federal Manoel Júnior disse “sim” ao senador José Maranhão, presidente estadual do PMDB, e terá o nome indicado na convenção do partido, prevista para este sábado (30), para figurar na condição de vice da chapa encabeçada pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD), que disputará a reeleição. O encontro aconteceu no início da tarde desta sexta-feira, após o parlamentar participar de reunião com os pré-candidatos a vereador que vão compor a chapa proporcional. O deputado se mostrava indeciso e viu surgir outras opções dentro do partido, a exemplo do advogado e suplente de senador Roosevelt Vita.

A previsão é de que Manoel Júnior chegue à convenção neste sábado, na Associação dos Plantadores de Cana de Açúcar da Paraíba (Asplan), acompanhado do senador José Maranhão e do prefeito Luciano Cartaxo. Apesar da indicação do PMDB e de ela ser condição para a aliança, os pessedista dizem que terão que submeter o nome à avaliação dos partidos aliados. O PP, do presidente da Câmara de João Pessoa, Durval Ferreira, ameaça romper e migrar para a base de Cida Ramos (PSB). Ao todo, onze partidos compõem a base aliada que vai apoiar Manoel Júnior na disputa.

Em conversa com o blog, o senador José Maranhão disse que chegará para a convenção já com o nome em mãos, com o consenso construído. Ele fez elogios a Manoel Júnior, sem descuidar de reconhecer os valores dos outros nomes indicados, como Roosevelt Vita e Neto Franca. O parlamentar ressaltou que o deputado tem o nome mais massificado, era a opção do partido para a disputa majoritária até bem pouco tempo, por isso, aparecia como favorito para a composição. Luciano Cartaxo já conta com os apoios de PCdoB, PSD , PP, PRB, PHS, PSDC, Solidariedade, PMN, PSDB e PSC para a disputa da reeleição.

 

Energisa corta energia de prédios públicos em Curral de Cima

É vergonhoso o que tem acontecido com algumas prefeituras paraibanas. Os moradores da pequena cidade de Curral de Cima, com 5.245 moradores, se depararam nesta semana com os prédios públicos com as luzes apagadas. Nem o ginásio esportivo da cidade foi polpado. O motivo: o prefeito Nadir Fernandes (DEM) não pagou a conta de energia elétrica junto à Energisa. O blog confirmou a informação com a concessionária, que não detalhou o montante do débito no município localizado no Vale do Mamanguape.

Curral de cima2 Curral de cima

O problema é que há um histórico de inadimplência na cidade. Em 2013, o atual prefeito foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) por débito de R$ 878 mil com a Energisa. Por causa disso, as contas dele referentes ao exercício julgado foram rejeitadas e foi imputado um débito de R$ 2,4 milhões. O gestor também é acusado de saídas não comprovadas de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Ministros fazem jurisprudência do Supremo de “gato e sapato”

Ze vieira

Zé Vieira reassumiu a prefeitura de Marizópolis após ser condenado a prisão

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão virando verdadeiros especialistas em jogar no lixo a jurisprudência da própria corte. O novo episódio foi protagonizado pelo presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski, e beneficiou um paraibano: o prefeito de Marizópolis, Zé Vieira. Ele foi condenado em 2012 pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região por desvio de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNE) e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Havia recorrido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ficou em liberdade. Uma releitura da lei pelo Supremo, neste ano, entendeu que condenações as prisões decididas na segunda instância teriam cumprimento imediato. O suspeito recorreria, sim, mas preso. O TRF5, então, aplicou a pena decidida em 2012.

Apesar de tudo isso, Lewandowski, um dos quatro ministros que votaram pela manutenção da prisão só após o trânsito em julgado, ou seja, após o último recurso ao Supremo Tribunal Federal, entendeu que Zé Vieira deveria ser libertado e concedeu uma liminar permitindo, inclusive, que ele reassumisse o comando da prefeitura de Veirópolis. O ministro falou em flagrante constrangimento ilegal com a aplicação da pena na segunda instância. No início deste mês, no julgamento de outro caso, Celso de Mello também concedeu liminar suspendendo a prisão de um condenado pela Justiça de Minas Gerais. Ele também foi contra a jurisprudência formada pela maioria da corte.

O resultado disso é que Zé Vieira, após ser afastado da prefeitura e preso, reassumiu o cargo na noite desta quinta-feira (28), aclamado por dezenas de cabos eleitorais, servidores públicos e familiares. O que parecia uma evolução nos procedimentos adotados pela magistratura, agora ruma para o risco de virtual impunidade. A Justiça enfrenta o estigma de ser lenta e complacente com quem comete crime. É bom lembrar que, mesmo preso, não se exaure o direito de recurso dos condenados, desde que não haja o trânsito em julgado. Os outros ministros que foram contra a prisão imediata foram Marco Aurélio Mello e Rosa Weber.

PMDB bate o martelo sobre aliança com Cartaxo nesta sexta

ze-maranhaoO PMDB baterá o martelo nesta sexta-feira (29) sobre a aliança com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), que se prepara para concorrer à reeleição. O partido está com um pé na aliança, mas faz charminho para não melindrar de vez o governador Ricardo Coutinho (PSB). O socialista pressiona os peemedebistas para que eles componham a chapa majoritária da pré-candidata do partido, Cida Ramos, afilhada política de Coutinho. O senador José Maranhão, presidente estadual da sigla peemedebista, não faz mistério ao comentar a disposição da Executiva Estadual de manter a decisão tomada pela Municipal, comandada pelo ex-deputado federal Manoel Júnior. O PMDB faz convenção no sábado, quando referendará a decisão da Executiva.

Nesta quinta-feira (28), durante evento com a participação do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, em João Pessoa, Maranhão demonstrou irritação com declarações de Cida Ramos nas quais dizia ainda confiava que a “ala progressista” do PMDB viabilizaria o apoio da sigla a ela. “Então ela está falando de todo o partido. Não existe uma ala progressista e outra não”, ressaltou. No curso das discussões, vários peemedebistas apresentaram o nome como opção para vice. A lista dos lembrados inclui Roosevelt Vitta, Nadja Palito, Neto Franca e o deputado federal Manoel Júnior, que figura na lista dos favoritos para ocupar o posto na chapa majoritária de Cartaxo. A convenção do PSD está marcada para o dia 4 de agosto.

 

Ricardo x Cássio: não seria hora de desarmar o palanque?

Ricardo e Cássio 2010

Ricardo e Cássio, juntos em 2010 para derrotar José Maranhão

Um observador vindo de outro planeta para acompanhar as eleições municipais deste ano, por aqui, sairia sem entender o porquê de a classe política paraibana subestimar tanto a inteligência do eleitorado. Chega a ser inacreditável como uma retórica pobre, desconexa e pouco honesta, como a discussão sobre as alianças em João Pessoa, tem ocupado o tempo dos principais políticos do Estado. Afinal, que aula de postura republicana poderia ser dada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), pelos senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB), além do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) quando o assunto é aliança? Todos já se aliaram com siglas de “A” a “Z”.

 

Pela ordem, vamos começar com Ricardo Coutinho. Descontente com as adesões de PSDB, PMDB e PSC à pré-candidatura a prefeito de João Pessoa de Luciano Cartaxo, ele tachou a composição de “chapão do ódio” e “representante da velha política”. E acabou, com isso, dando um nó na minha cabeça. Eu, particularmente, não sabia se o Ricardo de agora era o mesmo que, em 2010, se aliou a Cássio para enfrentar e vencer Maranhão. E se era o mesmo que, em 2014, se aliou a Maranhão e a Cartaxo para vencer Cássio, que, a esta altura, já havia virado velha política. Cá pra nós, essa é uma retórica difícil de convencer qualquer um com mais de dois neurônios.

Ricardo Maranhão e cartaxo

Ricardo, Cartaxo e Maranhão, em 2014, unidos para derrotar Cássio

Mas não para nele. Reagindo ao debate abissal de Ricardo Coutinh0, Cássio saiu logo na “defesa da sua biografia” e piorou a situação, dizendo que o socialista tem fixação nele, em um primeiro momento, e depois que “não tem tempo a perder com picuinhas”. Mandou o governador cuidar da educação, da saúde e da segurança, três temas realmente preocupantes no Estado. Mas espera aí: se Cássio não tinha tempo a perder, não entrasse na discussão. A mesma coisa foi feita por Cartaxo que escalou o secretário de Desenvolvimento Urbano, Hildevânio Macedo, para dar entrevistas falando em paz.

Não faz sentido. A retórica usada é fraca e pouco inteligente. Enquanto Ricardo, Cássio e Maranhão mantém a peleja e arrastam os pré-candidatos Luciano Cartaxo e Cida Ramos (PSB), eles vão estar longe do eleitor. Ninguém viu, de fato, até o momento, Cartaxo, Cida ou qualquer dos outros pré-candidatos apontarem caminhos viáveis para os problemas da cidade, no que tange a questões como mobilidade, saúde, educação… Assim como beleza não põe mesa, como diz o velho ditado, essa briguinha ridícula e símbolo da velha política não vai convencer eleitor nenhum.

Adesão da Rede a Cida retribui apoio de Ricardo a Marina

cida ramos em campanha2O apoio da Rede Sustentabilidade à pré-candidata a prefeita de João Pessoa, Cida Ramos (PSB), segue a lógica da gratidão política. Não custa lembrar que em 2014, mesmo com toda a pressão, o governador Ricardo Coutinho (PSB), padrinho político de Cida, bancou o desgaste com os colegas de chapa e apoiou a presidenciável Marina Silva, na época, colega de partido. A chapa majoritária de Coutinho tinha Lucélio Cartaxo para o Senado, concorrendo pelo PT, e Lígia Feliciano (PDT) na vice. Ambos apoiavam a reeleição de Dilma Rousseff (PT) e houve desconforto no primeiro turno com as críticas do socialista à petista. Tudo foi superado no segundo turno, quando Ricardo Coutinho apoio a reeleição de Dilma Rousseff contra o tucano Aécio Neves (PSDB).

A solenidade de adesão da Rede a Cida Ramos, portanto, vem com as bênçãos da criadora do partido, Marina Silva. Ela, inclusive, era esperada para o evento que ocorre a partir das 11h, Hotel Nord Blue Sunset, na orla do Cabo Branco, na Capital. O porta-voz da sigla, na Paraíba, Gerson Vasconcelos, disse em entrevista à imprensa que a escolha por Cida se deu, também, pela sua história junto aos movimentos sociais. Com a chegada do novo partido, a socialista passa a contar com 14 siglas na sua base de apoio. São elas: PSB, DEM, PR, PPS, PTdoB, PSL, PPL, PRTB, PEN, PDT, PROS, PV, PRP e Rede. O vice na chapa ainda não foi definido e sairá de um dos partidos apoiadores.