Pensando na prefeitura: Manoel Júnior é contra candidatura do PMDB ao governo em 2018

Jhonathan Oliveira

O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), disse nesta sexta-feira (6) que não é a favor de uma candidatura própria peemedebista ao governo do Estado em 2018. Ele defende que o cenário ideal para o partido é a manutenção da aliança formada no pleito do ano passado, que resultou na eleição dele e de Luciano Cartaxo (PSD), com a presença do PMDB na chapa majoritária.

O nome do arco de partidos (encabeçado por PSD, PMDB e PSDB) mais cotado para a disputa é o do próprio Cartaxo. E a fala de Manoel sinaliza que ele deve trabalhar para o fortalecimento da possível candidatura do prefeito. Pois caso ela seja de fato confirmada, o peemedebista será um dos maiores beneficiários, herdando um mandato de dois anos à frente do Executivo municipal.

Manoel Júnior também se colocou contra qualquer possibilidade do PMDB fechar um acordo com o governador Ricardo Coutinho (PSB) para o pleito do próximo. Vale lembrar que nomes importantes do partido, como o senador Raimundo Lira, os deputados federais Hugo Motta e Veneziano Vital do Rêgo e o deputado estadual Nabor Wanderley, apoiam o socialista.

“Essas pessoas precisam cair a ficha, precisam fazer uma análise do momento, da situação política do Estado e aquilo que o PMDB enfrentou de humilhação por parte do governador e da sua estrutura”, afirmou o vice-prefeito, citando como exemplo as articulações de Ricardo para desidratar a candidatura de Veneziano nas eleições de Campina Grande em 2016.

Ricardo Barbosa deixa secretaria em Brasília e reassume mandato na ALPB

Jhonathan Oliveira

Ricardo Barbosa avalia como positiva sua passagem pela secretaria em Brasília (Foto: Nyll Pereira)

O deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB) confirmou que vai deixar a Secretaria de Representação Institucional do Estado, em Brasília, e reassumir o mandato na Assembleia Legislativa em fevereiro. O socialista nunca quis muito assumir o cargo na capital federal e só aceitou o convite do governador Ricardo Coutinho (PSB) para garantir a efetivação de uma manobra que resultou na posse do suplente Raoni Mendes (DEM), em junho.

“ Essa é uma decisão pacificada entre nossos interesses e os compromissos assumidos com o governador Ricardo Coutinho. Eu estarei ao lado do futuro presidente Gervásio Maia, conduzindo os destinos da Assembleia e não poderia, em função da importância desse cargo na mesa , deixá-lo de ocupá-lo”, disse Barbosa, fazendo referência ao cargo de 1º secretário que ele assume com a posse da nova direção da Assembleia.

O deputado afirmou que apesar das divergências entre o governo do Estado e o federal, ele conseguiu colaborar na liberação de recursos represados em Brasília e avalia sua atuação à frente da secretaria como positiva.

Barbosa também disse que um dos motivos para voltar à Assembleia foi o desejo de concluir o mandato de deputado, o primeiro para o qual ele foi diretamente eleito, já que nas outras vezes que passou pelo Legislativo foi como suplente. “Fui eleito para um mandato de quatro anos. Lutei muito, essa foi minha primeira eleição. Não poderia me furtar de um convite do governador Ricardo, fui cumprir essa tarefa lá em Brasília. Essa missão está cumprida”, afirmou.

A expectativa agora é sobre como Ricardo deve se comportar na Assembleia. Antes de virar secretário, o deputado colecionou rusgas com a companheira de bancada e de partido Estela Bezerra (PSB). Ele disse que é parlamentar da base do governo e vai agir como tal.

Com a volta de Ricardo, também vai ser necessária uma nova costura para a manutenção de Raoni Mendes na Assembleia Legislativa. Para isso dois deputados precisam se afastar dos cargos. O primeiro deles vai ser Jeová Campos (PSB), que está internado na UTI de um hospital do Ceará, onde passará por cateterismo. A equação deve se completar com o afastamento de Buba Germano (PSB), nome dado como certo no governo do Estado.

Prefeito de Santa Rita promove ‘salão do automóvel’ em praça da cidade

Jhonathan Oliveira

O prefeito de Santa Rita, Emerson Panta (PSDB), promoveu um salão do automóvel em uma praça de Tibiri, na quarta-feira (4). Mas não teve nenhum lançamento como atração. Os veículos colocados em exposição foram os da frota municipal, muitos deles sem qualquer condição de uso.

Alguns dos veículos não tem nenhuma condição de uso (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

A ideia de Panta era que a população da cidade soubesse a situação em que ele recebeu os carros da antiga administração. Entre os veículos com problemas estão ambulâncias, ônibus e vans de transporte escolar. Alguns são verdadeiras sucatas.

Em contato com a TV Cabo Branco, o ex-prefeito Netinho de Várzea Nova disse que já tinha denunciado a precariedade dos veículos da frota municipal quando assumiu a prefeitura de Santa Rita. Ele afirmou, inclusive, que para melhorar a situação comprou três carros para a Secretaria de Saúde e que sempre mandava consertar os ônibus.

Nunca é demais lembrar que Netinho foi um dos personagens da novela política em que Santa Rita esteve envolvida nos últimos quatros anos. Entre 2013 e 2016, foram inúmeras trocas de comando na prefeitura entre ele e Reginaldo Pereira . Em alguns momentos a população chegou a ficar com dúvida sobre quem seria o prefeito de fato.

Vereadores não viram ‘casaca’ e continuam no bloco de oposição a Cartaxo

Vereadores se reuniram com o presidente do PTdoB, Genival Matias

Jhonathan Oliveira

Quebrando as expectativas da base do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) na Câmara de João Pessoa, dois vereadores da oposição garantiram nesta quarta-feira (4) que não vão mudar de lado. Chico do Sindicato e Humberto Pontes, ambos eleitos pelo PTdoB, disseram que a possível mudança de lado nunca passou de boato.

O anúncio de que não iriam virar ‘casaca’ veio após uma reunião de Chico e Humberto com o deputado estadual Genival Matias, presidente do PTdoB e aliado do governador Ricardo Coutinho (PSB). “Continuo mantendo minha postura de oposição responsável e comprometida com projetos voltados para a população de João Pessoa”, disse Humberto Pontes.

“Eu fui eleito para fazer oposição e ficarei na oposição. Boatos sempre existirão, mas a verdade é que não temos o menor interesse em mudar de posicionamento na Câmara Municipal”, declarou Chico do Sindicato.

O líder da oposição na Câmara, vereador Bruno Farias (PPS), disse que sabe que a base governista está conversando com parlamentares do bloco e que o prefeito “tem como cooptar”, mas disse ter confiança que a bancada vai seguir unida e sem novas baixas. Além de Bruno, Chico e Humberto, o grupo conta com Marcos Henriques (PT), Léo Bezerra (PSB), Tanilson Soares (PSB), Tibério Limeira (PSB), Sandra Marrocos (PSB), Eduardo Carneiro (PRTB) e João dos Santos (PR).

 

 

Ricardo rebate Cássio, lança hashtag “julgaSTF” e pede quebra de sigilo

O governador Ricardo Coutinho (PSB) rebateu no início da tarde desta terça-feira (27) o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) que, em conversa com a imprensa, durante café da manhã, lançou a hashtag “julgaTRE”, cobrando o julgamento das ações eleitorais que pesam contra o governador paraibano. Em contato com o blog, o socialista ‘deu o troco’, propondo a hashtag “julga STF” e a quebra sigilo da Ação 3404, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) tendo o tucano como alvo.

A Ação 3404 tramita em segredo de justiça e tem origem na investigação da Polícia Federal que ficou conhecida, em 2006, quando Cássio disputou a reeleição, como “caso do Edifício Concorde” ou “caso do dinheiro voador”. De acordo com a denúncia, o empresário Olavo Cruz de Lira foi flagrado com suposto dinheiro de caixa 2 que seria utilizado na campanha. Cássio foi cassado em 2007, no primeiro ano da sua segunda gestão, pelo TRE, mas só deixou o comando do governo, em definitivo, em 2009, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

O que as lideranças políticas paraibanas e nacionais precisam pedir ao Papai Noel

O ano de 2016 não foi complicado apenas para a economia. Tirando os felizardos eleitos e reeleitos, sobrou pouca coisa para comemorar na classe política. Que o diga o antes todo poderoso ex-deputado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), começou o ano tendo a força contestada, mas, mesmo assim, comandou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e acabou, digamos assim, vendo o sol nascer quadrado. O prenúncio para 2017 é, também, de muita dificuldade não apenas para a economia. É hora de a classe política se pegar com todos os santos e pedir muito ao Papai Noel para se livrar da Lava Jato ou das consequências que ela pode produzir.

Segue, aqui, para eles, uma sugestão de lista de pedidos ao gosto de cada um:

Ricardo Coutinho (PSB)

Além de força para encarar a crise econômica, precisa se preocupar com os processos na Justiça Eleitoral. Tem havido pressão do Ministério Público Eleitoral e dos adversários, notadamente o senador Cássio Cunha Lima, para que o TRE para acelere os julgamentos de Aijes e Aimes contra o gestor paraibano. Algumas das ações, como a Aije do Empreender, oferecem risco.

Luciano Cartaxo (PSD)

Precisa que Manoel Júnior não desista da condição de vice. Se isso acontecer, ele terá dificuldades para, em 2018, justificar para a população o desejo de disputar o governo da Paraíba. Afinal, sem vice, a capital passaria a ter novas eleições. Uma insegurança que o cidadão não gostaria de enfrentar. Além disso, precisa que o Papai Noel dê uma forcinha para que as investigações sobre suposto sobrepreço na Lagoa não dê em nada.

Manoel Júnior (PMDB)

Deve pedir ao Papai Noel que a denúncia formulada contra ele pela Procuradoria Geral da República (PGR), sobre suposto envolvimento em esquema montado por Eduardo Cunha para bancar emendas e requerimentos, não dê em nada. O vice-prefeito diplomado e deputado federal também precisa ficar atento a uma possível delação de Cunha, sendo ela verdadeira ou não.

Cássio Cunha Lima (PSDB)

Sonha com a cassação de Ricardo Coutinho. Poderia ser eleito em uma eventual eleição indireta para um mandato tampão. O senador precisa pedir ao Papai Noel, também, para não ser alcançado em nenhuma delação premiada, notadamente a da Odebrecht. Parte do seu partido já foi implicado, a exemplo do também senador Aécio Neves (PSDB-MG)

Adriano Galdino (PSD)

Precisa de força para não ser devolvido ao ostracismo político após deixar a Assembleia Legislativa. Perdeu força, sobretudo, depois de ser derrotado nas eleições para prefeito de Campina Grande, ocupando o quarto lugar nas votações. Deve pedir ao Papai Noel para assumir um cargo de destaque no governo do Estado.

Marcos Vinícius (PSDB)

Deve pedir inspiração para administrar a histórica divisão entre as bancadas governista e de oposição na Câmara de João Pessoa, poder que passa a comandar a partir do ano que vem. Aliado do prefeito Luciano Cartaxo, montou uma chapa eclética que sepultou a reeleição de Durval Ferreira (PP).

Durval Ferreira (PP)

Tem pedido de forma muito insistente ao Papai Noel para assumir o IPM, da prefeitura de João Pessoa. Seria uma espécie de saída honrosa.

Romero Rodrigues (PSDB)

Deve pedir muita chuva para a bacia do Rio Paraíba, que abastece o Açude Epitácio Pessoa. A Transposição, como grande promessa, depende muito do governo federal. É melhor esperar a ajuda do Bom Velhinho.

 

Nacionais

Michel Temer (PMDB)

Precisa fazer muitas orações a Deus e a Alá para não ser cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Se perder o poder, nada impede que pare nas mãos do juiz Sérgio Moro, por causa das citações de propina que vêm se avolumando nas delações premiadas.

Aécio Neves (PSDB-MG)

Alvo de várias delações premiadas, precisa que o Papai Noel livre ele de novas denúncias. O seu potencial eleitoral tem conhecido o solo e pode encontrar o fundo do poço caso as coisas se compliquem.

Lula (PT-SP)

Precisa que as investigações contra ele na Lava Jato e Zelotes não evoluam. As provas apresentadas até agora são contestáveis, mas novas delações premiadas na Lava Jato podem vir a mudar isso. Atual líder nas pesquisas presidenciais, corre o risco de também conhecer o seu inferno astral e até ser preso.

Você elegeu, agora veja os processos contra o prefeito que mereceu seu voto

urna

As urnas revelaram em outubro deste ano os prefeitos que os eleitores consideram os ideais para conduzir os destinos das cidades paraibanas. Alguns optaram por dar um voto de confiança a desconhecidos, outros por que conhecem o passado do postulante e apostarem em dias melhores. Mas daí vem a pergunta: você conhece bem mesmo a vida pregressa dos candidatos eleitos ou reeleitos neste ano? Confira nos links abaixo quais processos são respondidos na Justiça pelos nomes que mereceram a confiança da população nas cidades paraibanas.

As informações são do Radar do Candidato, uma ferramenta do site colaborativo Eu Fiscal, fruto de uma parceria entre o Ministério Público da Paraíba (MPPB), a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Rede Paraíba de Comunicação, representada pelo Jornal da Paraíba. O sistema utiliza os nomes dos gestores eleitos para fazer uma varredura nos principais tribunais do país. Confira, analise e compartilhe. Você pode consultar também a vida pregressa dos vereadores. O endereço do site é eufiscal.jornaldaparaiba.com.br/busca/.

Confira a relação e click  no link referente ao prefeito escolhido

1. Água Branca – Tom (PMDB)
2. Aguiar – Lourival (PTB)
3. Alagoa Grande – Sobrinho (PSD)
4. Alagoa Nova – Aquino (PSDB)
5. Alagoainha – Jeová José (PMDB)
6. Alcantil – Milton (PRB)
7. Algodão de Jandaíra – Maricleide (PSD)
8. Alhandra – Renato Mendes (DEM)
9. Amparo – Inácio Nóbrega (DEM)
10. Aparecida – Júlio César (PSD)
11. Araçagi – Murílio Nunes (PSB)
12. Arara – Nen (PSL)
13. Araruna – Vital Costa (PP)
14. Areia – João Francisco (PSDB)
15. Areia de Baraúnas – Guia de Zé de Pedro Felho (DEM)
16. Areaial – Adelson (PSDB)
17. Aroeiras – Mylton Marques (PSDB)
18. Assunção – Vogel (PTB)
19. Baía da Traição – Serginho Lima (PTB)
20. Bananeiras – Douglas Lucena (PSB)
21. Baraúna – Manasses Dantas (PSB)
22. Barra de Santa Rosa – Neto (DEM)
23. Barra de Santana – Cacilda (PSD)
24. Barra de São Miguel – João Batista (PSB)
25. Bayeux – Berg Lima (PTN)
26. Belém – Renata (PMDB)
27. Belém do Brejo do Cruz – Evandro Maia (PTdoB)
28. Bernardino Batista – Gervázio Gomes (PSB)
29. Boa Ventura – Leonice Lopes (PSD)
30. Boa Vista – André Gomes (PDT)
31. Bom Jesus – Roberto Bayma (PSD)
32. Bom Sucesso – Pedro Caetano (PTB)
33. Bonito de Santa Fé – Chico Pereira (PSB)
34. Boqueirão – João Paulo II (PSD)
35. Borborema – Gilene (PTB)
36. Brejo do Cruz – Barão (PR)
37. Brejo dos Santos – Dr. Lauri (PSDB)
38. Caaporã – Kiko (PDT)
39. Cabaceiras – Tiago Castro (PSB)
40. Cabedelo – Leto Viana (PRP)
41. Cachoeira dos Índios – Allan (PSB)
42. Cacimba de Areia – Rogério Campos (PMDB)
43. Cacimba de Dentro – Nelinho (PSB)
44. Cacimbas – Léo (PSB)
45. Caiçara – Hugo Alves (PSB)
46. Cajazeiras – José Aldemir (PP)
47. Cajazeirinhas – Assis Rodrigues (PSB)
48. Caldas Brandão – Nelma Rolim (PMDB)
49. Camalaú – Sandro Moco (PSDB)
50. Campina Grande – Romero Rodrigues (PSDB)
51. Capim – Tiago Lisboa (PSDB)
52. Caraúbas – Silvano Dudu (PSB)
53. Carrapateira – Marineide de Dedé (PR)
54. Casserengue – Dinda (PSDB)
55. Catingueira – Dr. Edir (PMDB)
56. Catolé do Rocha – Leomar Benício Maia (PTB)
57. Caturité – Zé João (PSD)
58. Conceição – Nilson Lacerda (PSDB)
59. Condado – Caio Paixão (PR)
60. Conde – Márcia Lucena (PSB)
61. Congo – Júnior Quirno (PDT)
62. Coremas – Chaguinha de Edilson (PDT)
63. Coxixola – Givaldo (DEM)
64. Cruz do Espírito Santo – Pedrito (PSD)
65. Cubati – Dudu (PSB)
66. Cuité – Charles Camaraense (PSL)
67. Cuité de Mamanguape – Jair da Farmácia (PSC)
68. Cuitegi – Guilherminho Madruga (PSB)
69. Curral de Cima – Totó Ribeiro (PSDB)
70. Curral Velho – Filhinho (PSDB)
71. Damião – Lucildo (PSB)
72. Desterro – Didi (PR)
73. Diamante – Carmelita de Odoniel (PSDB)
74. Dona Inês – João Idalino (PSD)
75. Duas Estradas – Joyce (PR)
76. Emas – Segundo Madruga (PMDB)
77. Esperança – Nobinho (PSB)
78. Fagundes – Magna Danas (PMDB)
79. Frei Martinho – Aido (PSB)
80. Gado Bravo – Dr Paulo (PSDB)
81. Guarabira – Zenóbio Toscano (PSDB)
82. Gurinhém – Cláudio Madruga (PMDB)
83. Gurjão – Ronaldo (PSC)
84. Ibiara – Nivaldo Barros (PSB)
85. Igaracy – Lídio Carneiro (PTB)
86. Imaculada – Dada Lustosa (PSD)
87. Ingá – Manoel da Lenha (PSD)
88. Itabaiana – Dr. Lúcio (PSB)
89. Itaporanga – Divaldo Dantas (PMDB)
90. Itapororoca – Elissandra (DEM)
91. Itatuba – Aron (PSB)
92. Jacaraú – Elias Costa (PMDB)
93. Jericó – Cláudio (PP)
94. João Pessoa – Luciano Cartaxo (PSD)
95. Joca Claudino – Dra Jordhanna (PTB)
96. Juarez Távora – Ana de Nal (PSD)
97. Juazeirinho – Bevilacqua (PTdoB)
98. Junco do Seridó – Kleber (PSB)
99. Juripiranga – Dr. Paulo (PSB)
100. Juru – Luiz Galvão (PSB)
101. Lagoa – Toinho Alípio (PSB)
102. Lagoa de Dentro – Fabiano Pedro (PSD)
103. Lagoa Seca – Fábio Carvalho (PSDB)
104. Lastro – Dr. Athaíde (PSDB)
105. Livramento – Carmelita Ventura (PR)
106. Logradouro – Célia (PSB)
107. Lucena – Marcelo Monteiro (PSB)
108. Mãe D’Água – Cirino (PMDB)
109. Malta – Nael Rosa (PMDB)
110. Mamanguape – Eunice (PSB)
111. Manaíra – Nel (PMN)
112. Marcação – Lili (PDT)
113. Mari – Antônio Gomes (PSD)
114. Marizópolis – Zé de Pedrinho (PSDB)
115. Massaranduba – Paulo Oliveira (PSDB)
116. Mataraca – Egberto (PTB)
117. Matinhas – Fátima Silva (PSD)
118. Mato Grosso – Doca (PMDB)
119. Maturéia – Zé Pereira (PDT)
120. Mogeiro – Alberto Ferreira (PR)
121. Montadas – Jonas (PSD)
122. Monte Horebe – Marcos Eron (PMDB)
123. Monteiro – Lorena de Dr. Chico (PSDB)
124. Mulungu – Melquíades Nascimento (PTB)
125. Natuba – Janete Santos (PMDB)
126. Nazarezinho – Salvan Mendes (PR)
127. Nova Floresta – Jarson do Pastro (PSB)
128. Nova Olinda – Diogo (PSDB)
129. Nova Palmeira – Ailton (PTB)
130. Olho D’Água – Genoilton (PMDB)
131. Olivedos – Deusinho (PSD)
132. Ouro Velho – Natália de Dr. Júnior (PSD)
133. Parari – Josa (PSB)
134. Passagem – Magno de Bá (PMDB)
135. Patos – Dinaldinho Wanderley (PSDB)
136. Paulista – Valmar (PR)
137. Pedra Branca – Allan Bastos (PR)
138. Pedra Lavrada – Jarbas Melo (PSD)
139. Pedras de Fogo – Dedé Romão (PSB)
140. Pedro Régis – Baia (PSDB)
141. Piancó – Daniel Galdino (PSD)
142. Picuí – Olivânio (PT)
143. Pilar – Benício Neto (PSB)
144. Pilões – Iremar Flor (PSB)
145. Pilõezinhos – Mônica de Sandro (PSDB)
146. Pirpirituba – Didiu (PSDB)
147. Pitimbu – Leonardo (PSD)
148. Pocinhos – Cláudio Chaves (PTB)
149. Poço Dantas – Dedé de Zé Clândido (PTB)
150. Poço de José de Moura – Aurileide (DEM)
151. Pombal – Dr. Verissinho (PMDB)
152. Prata – Júnior de Nôta (PMDB)
153. Princesa Isabel – Ricardo Pereira (PSB)
154. Puxinanã – Felipe Coutinho (PRB)
155. Queimadas – Carlinhos de Tião (PSB)
156. Quixaba – Cláudia (PMDB)
157. Remígio – Chió (PSB)
158. Riachão – Fábio Moura (PTB)
159. Riachão do Bacamarte – Gordo Amaral (PSDB)
160. Riachão do Poço – Cilinha (DEM)
161. Riacho de Santo Antônio – Ofila (PTB)
162. Riacho dos Cavalos – Hugo (PP)
163. Rio Tinto – Fernando Naia (PSB)
164. Salgadinho – Marcos Alves (PSDB)
165. Salgado de São Félix – Adjanilson (DEM)
166. Santa Cecília – Beto de Chico (DEM)
167. Santa Cruz – Paulo César (PSB)
168. Santa Helena – Emanuel (PSD)
169. Santa Inês – Dr. João (PDT)
170. Santa Luzia – Zezé (PMDB)
171. Santa Rita – Dr. Emerson Panta (PSDB)
172. Santa Teresinha – Teresinha de Zé Afonso (PSDB)
173. Santana de Mangueira – Zé Inácio (PSDB)
174. Santana dos Garrotes – Dedé (PSB)
175. Santo André – Silvano Marinho (PDT)
176. São Bentinho – Giovana (PSB)
177. São Bento – Dr. Jarques (DEM)
178. São Domingos de Pombal – Odaisa (PR)
179. São Domingos do Cariri – Inara (PSDB)
180. São Francisco – João Bosco Filho (PSDB)
181. São João do Cariri – Cosme (DEM)
182. São João do Rio do Peixe – Airton Pires (PP)
183. São João do Tigre – Célio (PSB)
184. São José da Lagoa Tapada – Coloral (PSD)
185. São José de Caiana – Zé Leite (PR)
186. São José de Espinharas – Neto Gomes (PSB)
187. São José de Piranhas – Chico Mendes (PSB)
188. São José de Princesa – Maria Assunção (PMDB)
189. São José do Bonfim – Rosalba Mota (PMDB)
190. São José do Brejo do Cruz – Ana Maria (PR)
191. São José do Sabugi – Segundo (DEM)
192. São José dos Cordeiros – Jefferson (PSB)
193. São José dos Ramos – Eduardo Caxias (PMDB)
194. São Mamede – Dr. Jefferson Morais (DEM)
195. São Miguel de Taipu – Clodoaldo (PMDB)
196. São Sebastião de Lagoa de Roça – Severo (PSDB)
197. São Sebastião do Umbuzeiro – Adriano Wolff (DEM)
198. São Vicente do Seridó – Graciete (PSB)
199. Sapé – Roberto Feliciano (PSB)
200. Serra Branca – Souzinha (PDT)
201. Serra da Raiz – Adailma (PTB)
202. Serra Grande – Jairo (PSDB) 
203. Serra Redonda – Danilo (PSD)
204. Serraria – Batista Pinheiro (PTdoB)
205. Sertãozinho – Antônio de Eloi (PSL)
206. Sobrado – George Coelho (PSB)
207. Solânea – Kaiser Rocha (DEM)
208. Soledade – Geraldo Moura (PP)
209. Sossêgo – Neide (PSB)
210. Sousa – Fábio Tyrone (PSB)
211. Sumé – Eden Duarte (PSB)
212. Tacima – Erivan Bezerra (PMDB)
213. Taperoá – Jurandi Pileque (PMDB)
214. Tavares – Dr. Ailton (PMDB)
215. Teixeira – Nego de Guri (PMDB)
216. Tenório – Evilázio (PSB)
217. Triunfo – Zé Mangueira (PTB)
218. Uiraúna – Dr. Bosco (PSDB)
219. Umbuzeiro – Nivaldo (PSB)
220. Várzea – Toninho (DEM)
221. Vieirópolis – Célio da Usina (PSC)
222. Vista Serrana – Sérgio de Levi (PMDB)
223. Zabelê – Dalyson (PSDB)

 

Cartaxo ganha ‘bonde na sala’ para eleição na Câmara de João Pessoa

Marcos Vinícius

Marcos Vinícius garante que os votos a favor dele estão amarrados

O vereador Marcos Vinícius (PSDB) é favorito na corrida pela presidência da Câmara de João Pessoa, correto? A resposta sim até poderia ser a mais correta, levando em conta a apresentação de 15 apoios conquistados por ele. Mas isso se não se tratasse da eleição para a presidência da Casa, considerada, historicamente, uma “caixinha de surpresas”. Fato mesmo só o risco de racha na base aliada do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) que pode perder aliados descontentes ou mesmo acordar com um adversário no comando da casa próximo ano.

O gestor pessoense, literalmente, dormiu no ponto enquanto os vereadores corriam em busca das composições possíveis para o pleito. Marcos Vinícius amealhou praticamente todos os vereadores de oposição. Pelo menos nove dos onze já manifestaram apoio. Durval Ferreira, por outro lado, se move melhor entre os reeleitos e os governistas mais fiéis ao prefeito. E isso pode pesar na hora de Cartaxo tomar uma decisão. Refeito do susto inicial, ao constatar a maioria oposicionista dos apoiadores de Vinícius, o prefeito vai procurar a unidade.

Durval Ferreira

Durval Ferreira acredita que muitos dos apoiadores de Vinícius são seus eleitores

A busca da coesão da bancada será essencial para que a base aliada do prefeito não tome um revés de última hora. Está mais do que na cara que Marcos Vinícius não vai abrir mão da disputa, principalmente agora que conseguiu uma virtual maioria. Já Durval diz ter algumas cartas na manga. Segundo ele, pelo menos quatro dos vereadores que posaram para fotos com o adversário são seus eleitores. Como traição na Câmara de João Pessoa é uma serventia da Casa, não dá para duvidar de que isso venha a acontecer.

O grande problema para a disputa é se o prefeito decidir intervir. Isso poderá fragmentar a base aliada, abrindo caminho para que a oposição, mesmo minoritária, lance um candidato e possa faturar o comando da Casa. Uma posição inimaginável para quem vai precisar de todo o apoio possível para construir sua candidatura ao governo, em 2018. A favor de Durval, na briga, pesa o jogo de cintura para subtrair apoiadores de Marcos Vinícius. Esse é um xadrez que ele entende e não se prende a práticas cartesianas para vencer.

Já Marcos Vinícius tem a seu favor a fama de fiel aos aliados, coisa que Durval Ferreira, ao longo de trajetória política nunca demonstrou. Optar por Durval seria para Cartaxo o mesmo que lançar Marcos Vinícius e outros aliados na Casa para a oposição e, de quebra, estancar a tese de renovação na Casa. Já apoiar o tucano representa abraçar uma composição de mesa mais eclética que o desejado pelo pessedista. Qualquer uma das escolhas não se dará sem produzir consequências negativas para o gestor. As cartas estão lançadas…

Governador critica bancada federal, apesar de ter maioria

O governador Ricardo Coutinho (PSB) aproveitou o programa radiofônico produzido pela imprensa oficial do estado, a “Fala Governador”, para criticar o posicionamento da bancada federal paraibana. As declarações mostram que a maioria construída por ele serve apenas para fazer volume. A bancada governista conta com sete das doze cadeiras na Câmara dos Deputados e uma das três vagas no Senado. No somatório geral, são oito dos 15 parlamentares paraibanos alinhados com o gestor. Mesmo assim, o saldo é negativo.

A avaliação do governador foi feita ao ser questionado sobre eventual ajuda da bancada para intermediar a reunião dele com o presidente Michel Temer (PMDB), prevista para esta quarta-feira (16), ao meio-dia. Do rol de aliados, o governador lembrou como colaborativos Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), Wilson Filho (PTB), Damião Feliciano (PDT), André Amaral (do PMDB e suplente de Veneziano) e o senador Raimundo Lira (PMDB), este último extremamente elogiado, já que intermediou o encontro com o presidente.

Coutinho fez críticas à falta de apoio para projetos para a inclusão entre as emendas parlamentares para o Orçamento Geral da União para o próximo ano. Ele lembrou pleitos rejeitados como a destinação de recursos para o 3º Eixo da Transposição, que traria água do canal que passa no Ceará para Condado, no Sertão, além do Sistema Adutor da Borborema. Os pleitos foram encampados pela bancada governista ligada ao governador que, apesar de ter maioria, não conseguiu emplacar o projeto.

O coordenador da bancada paraibana, Benjamin Maranhão (SD), ao comentar as queixas do governador, dias atrás, culpou a falta de articulação governista para emplacar as emendas de interesse do estado. Ele disse não ter recebido qualquer ligação do gestor e o único a procurá-lo foi o secretário de Recursos Hídricos, João Azevedo, que, na época, não apresentou apresentou qualquer projeto.

Governistas

Efraim Filho (DEM)
Damião Feliciano (PDT)
Luiz Couto (PT)
Wellington Roberto (PR)
Veneziano Vital do Rêgo (André Amaral)
Wilson Filho (PTB)
Hugo Motta (PMDB)
Raimundo Lira

Oposição

Pedro Cunha Lima (PSDB)
Aguinaldo Ribeiro (PP)
Manoel Junior (PMDB)
Rômulo Gouveia (PSD)
Benjamin Maranhão (SD)
Cássio Cunha Lima (PSDB)
José Maranhão (PMDB)

Atriz se defende após atacar nordestinos, mas não disfarça preconceito

alexia_dechampsA atriz Alexia Dechamps divulgou nota nesta quarta-feira (26) para negar que tenha atacado os nordestinos durante sessão especial para debater a proibição da vaquejada, na Câmara dos Deputados, nesta terça. Se esse era o objetivo, poderia dizer a ela, se assim tivesse a oportunidade, que não conseguiu. Nascida na Argentina e radicada no Brasil desde a infância, Dechamps reproduz o mesmo conceito repugnante de certos sulistas fadados à curta compreensão do Nordeste, certamente por algum tipo de déficit de inteligência. Por mais que não pareça ser este o caso dela, surpreende a criatura defender o Bolsa Família como alternativa econômica para os vaqueiros.

Com passagens recentes pouco relevantes pela televisão, Alexia Dechamps ganhou notoriedade nacional nesta semana por uma frase atribuída a ela durante a sessão, a mesma que agora tenta corrigir reafirmando praticamente tudo. Durante a sessão, ela teria dito, segundo o deputado federal Pedro Vilela (PSDB-AL), olhando para os vaqueiros, “calem a boca que nós já pagamos o Bolsa Família para vocês”. A atriz nega e promete processar o deputado. Em nota, porém, quando vai falar sobre alternativas econômicas para 750 mil vaqueiros que vivem da atividade, mantém o mesmo preconceito fundado no desconhecimento de uma região que busca desde sempre fugir da pobreza.

“No intenso debate que acontecia entre os que defendiam a vaquejada como atividade econômica, geradora de empregos, e os que, como eu, afirmávamos que nenhum trabalho pode se basear em maus tratos a animais indefesos, defendi que o correto seria buscar alternativas econômicas para os vaqueiros que vivem da vaquejada. Se é uma cultura regional, que se mude a cultura, da mesma forma que se deve abandonar a prática das touradas na Espanha. Nada, absolutamente nada, justifica a violência contra animais ou seres humanos”, diz a atriz, que se esqueceu de colocar os rodeios de Barretos, em São Paulo, entre as suas lutas.

Em baixa na carreira, a atriz segue o mesmo caminho de Lobão e Fábio Júnior, se notabilizando mais pelas polêmicas criadas que pela própria produção artística, forçando os mais novos a procurarem através de ferramentas de busca na internet saber de quem se trata. O perfil de Alexia Dechamps, no Twitter, fala que ela está com peça em cartaz. Trata-se de Doroteias, escrita pelo jornalista pernambucano Nelson Rodrigues, um nordestino. A turnê começou pelo Nordeste e a passagem por aqui não serviu para alargar em nada a curta e preconceituosa visão da criatura sobre a região e seus costumes.

 

Leia o comunicado de Alexia Dechamps na íntegra:

“Eu, Alexia Dechamps, repudio a atitude do deputado Pedro Vilela, do PSDB alagoano, de atribuir a mim palavras desrespeitosas contra o povo nordestino durante audiência pública sobre a regulamentação da vaquejada. Mais do que isso, abomino sua postura oportunista de aproveitar-se de um falso embate com uma pessoa pública, atriz profissional, para conseguir mídia fácil e destacar-se diante de seu eleitorado. O parlamentar, além de deturpar minhas palavras, me ofendeu, tentou humilhar e constranger, chegando a dirigir-se ao plenário da Câmara pedir que a Procuradoria da Casa me processe. Não sabe o Sr. Deputado que não me curvo a ameaças, que o tempo de mulheres indefesas e submissas é passado e que antes que siga com sua infâmia eu o estarei chamando a prestar contas de suas palavras perante os tribunais.

No intenso debate que acontecia entre os que defendiam a vaquejada como atividade econômica, geradora de empregos, e os que, como eu, afirmávamos que nenhum trabalho pode se basear em maus tratos a animais indefesos, defendi que o correto seria buscar alternativas econômicas para os vaqueiros que vivem da vaquejada. Se é uma cultura regional, que se mude a cultura, da mesma forma que se deve abandonar a prática das touradas na Espanha. Nada, absolutamente nada, justifica a violência contra animais ou seres humanos.

Disse ainda que no Nordeste, de onde provinha a maior parte dos vaqueiros lá presentes, existem outras atividades como pesca, turismo e lavoura, além do Bolsa Família, que poderia amparar os mais necessitados. Lembrei que a região é que mais tem inscritos no programa do governo federal. Se o auxílio existe, sustentado pelos impostos que eu e todos os brasileiros pagamos, para socorrer pessoas sem renda suficiente, deve ser utilizado para casos extremos como o que discutíamos.

A deturpação dos meus argumentos, como se vê, é vil. Espero que a exposição do caso sirva para desmascarar este tipo de ardil, mostrando aos eleitores do parlamentar quem ele realmente é, em lugar da imagem que gostaria de ver estampada nos jornais. A verdade costuma ser severa com quem manipula fatos e agride semelhantes para conquistar objetivos mesquinhos.

Vim para Brasília para defender a Constituição do meu país, defender a interpretação do Supremo Tribunal Federal contra as vaquejadas e as minhas convicções. É disso que eu vivo. É isso que sou”.