Coronavírus: Governo torna obrigatório uso de máscaras em locais públicos a partir de segunda

Igrejas terão que permanecer fechadas e lojas poderão funcionar através de delivery

Todos terão que usar máscaras em locais públicos a partir de segunda. Foto: Rovena Rosa/ABr

As pessoas que circularem por locais públicos na Paraíba, a partir de segunda-feira (4), terão que usar máscaras. A determinação está no ato assinado pelo governador João Azevêdo (Cidadania) que prorroga até o dia 18 de maio as medidas restritivas que visam conter a disseminação do novo coronavírus no Estado. O decreto 40.217, que será publicado na edição deste sábado (2), no Diário Oficial do Estado, torna o uso obrigatório também em estabelecimentos comerciais e mantém suspensas as aulas presenciais nas escolas, universidades e faculdades da rede pública e privada do Estado. Nos próximos dias, o governo estará distribuindo com a população os primeiros lotes das 3 milhões de máscaras que mandou confeccionar.

Com a manutenção das medidas necessárias para o cumprimento do isolamento social, academias, ginásios, centros esportivos, shoppings, galerias, igrejas, centros comerciais, bares, restaurantes, casas de festas, casas noturnas, boates, cinemas, teatros, circos, parques de diversão, lojas e estabelecimentos comerciais considerados não essenciais neste momento, embarcações turísticas, de esporte e lazer seguem com suas atividades suspensas durante o período de vigência do novo decreto.

Já os estabelecimentos com permissão para funcionar deverão cumprir todas as recomendações de prevenção e controle para o enfrentamento da covid-19 estabelecidas pelas autoridades sanitárias, ficando obrigados também a fornecer máscaras para todos os seus empregados, prestadores de serviço e colaboradores. Além disso, eles também terão que evitar a entrada e a permanência no interior das suas dependências de pessoas que não estejam usando máscaras de proteção facial, que poderão ser de fabricação artesanal ou caseira.

Uso de máscaras – A utilização da máscara será obrigatória em todos os espaços públicos, transporte público coletivo e estabelecimentos comerciais, em todo o território estadual, ainda que produzida de forma artesanal ou caseira. A exigência irá vigorar durante o período de estado de emergência em virtude da pandemia do coronavírus.

Agências bancárias – Os estabelecimentos bancários e as casas lotéricas autorizados a funcionar deverão adotar medidas de proteção aos seus funcionários, clientes e colaboradores, estabelecendo a distância de 1,5 metros entre cada pessoa e adotando, quando possível, sistemas de escala, alteração de jornadas e revezamento de turnos, para reduzir o fluxo e não permitir a aglomeração de pessoas.

Repartições públicas – O expediente nas repartições públicas estaduais segue suspenso até o dia 18 de maio. Com isso, os servidores públicos estaduais, da administração direta e indireta, executarão suas atividades de forma remota (home office) e permanecerão de sobreaviso, podendo ser convocados, durante o período do expediente, em caso de necessidade de comparecimento ao local de trabalho.

A determinação não se aplica aos servidores das Secretarias de Saúde, Segurança e Defesa Social, Administração Penitenciária, Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida” (Fundac), ficando impedida, porém, a presença de funcionários que tenham histórico de doenças respiratórias ou doenças crônicas ou cujos familiares, que habitam na mesma residência, tenham doenças crônicas; que utilizam medicamentos imunossupressores; que manifestarem sintomas respiratórios, como febre, tosse, coriza ou dificuldade de respirar; grávidas ou lactantes. Todas as questões relativas ao enquadramento ou não dos servidores estaduais nas condições acima serão decididas pelos secretários e gestores dos respectivos órgãos estaduais.

Confira o decreto na íntegra:

DECRETO Nº 40.217 DE 02 DE MAIO DE 2020.

Dispõe sobre a adoção, no âmbito da Administração Pública direta e indireta, de medidas temporárias e emergenciais de prevenção de contágio pela COVID-19 (Novo Coronavírus), bem como sobre recomendações aos municípios e ao setor privado estadual.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARAÍBA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos IV e VI do art. 86 da Constituição do Estado, e

Considerando o Estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), decretado pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria nº 188, de 03 de janeiro de 2020, em virtude da disseminação global da Infecção Humana pelo Coronavírus (COVID-19), nos termos do Decreto federal nº 7.616, de 17 de novembro de 2011;

Considerando a declaração da condição de transmissão pandêmica sustentada da infecção humana pelo Coronavírus, anunciada pela Organização Mundial de Saúde em 11 de março de 2020;

Considerando o Decreto Estadual nº 40.122, de 13 de março de 2020, que decretou Situação de Emergência no Estado da Paraíba ante ao contexto de decretação de Emergência em Saúde Pública de Interesse Nacional pelo Ministério da Saúde e a declaração da condição de pandemia de infecção humana pelo Coronavírus definida pela Organização Mundial de Saúde;

Considerando a necessidade de se estabelecer um plano de resposta efetivo para esta condição de saúde de ampla repercussão populacional, no âmbito do Estado da Paraíba;

Considerando o crescente aumento da quantidade de casos diagnosticados em todo o território nacional e também no âmbito do Estado da Paraíba;

D E C R E T A:

Art. 1º Em caráter excepcional, diante da necessidade de manutenção das medidas de restrição previstas no Decreto Estadual nº 40.135, de 20 de março de 2020, nas cidades que tenham casos de coronavírus (COVID-19) confirmados, e nas suas respectivas regiões metropolitanas, até o dia 18 de maio de 2020, permanece suspenso o funcionamento de:

I – academias, ginásios e centros esportivos públicos e privados;

II – shoppings, galerias, centros comerciais, bares, restaurantes, casas de festas, casas noturnas, boates e estabelecimentos similares;

III – cinemas, teatros, circos, parques de diversão e estabelecimentos congêneres, públicos e privados;

IV – lojas e estabelecimentos comerciais;

V – embarcações turísticas, de esporte e lazer em todo o litoral paraibano.

§ 1º A suspensão de atividades a que se refere o inciso II não se aplica a bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres que funcionem no interior de hotéis, pousadas e similares, desde que os serviços sejam prestados exclusivamente aos hóspedes.

§ 2º No período referido no caput deste artigo, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres poderão funcionar exclusivamente para entrega em domicílio (delivery), inclusive por aplicativos, e como pontos de coleta pelos próprios clientes (takeaway).

§ 3° Durante o prazo mencionado no caput, lojas e outros estabelecimentos comerciais poderão funcionar, exclusivamente por meio de serviço de entrega de mercadorias (delivery), inclusive por aplicativos, vedado, em qualquer caso, o atendimento presencial de clientes dentro das suas dependências.

§ 4º Não incorrem na vedação de que trata o inciso II os restaurantes e lanchonetes localizados em rodovias, desde que não localizados em áreas urbanas e apenas para o fornecimento de alimentação pronta, devendo priorizar o atendimento aos motoristas de transporte de carga, respeitando a distância mínima de 2,00 metros entre os clientes e observando as demais regras sanitárias;

§ 5º Não incorrem na vedação de que trata este artigo o funcionamento das seguintes atividades e serviços.

I – estabelecimentos médicos, hospitalares, odontológicos, farmacêuticos, psicológicos, laboratórios de análises clínicas e as clínicas de fisioterapia e de vacinação;

II – clínicas e hospitais veterinários, bem como os estabelecimentos comerciais de fornecimento de insumos e gêneros alimentícios pertinentes à área;

III – distribuição e comercialização de combustíveis e derivados e distribuidores e revendedores de água e gás;

IV – hipermercados, supermercados, mercados, açougues, peixarias, padarias e lojas de conveniência situadas em postos de combustíveis, ficando expressamente vedado o consumo de quaisquer gêneros alimentícios e bebidas no local;

V – produtores e/ou fornecedores de bens ou de serviços essenciais à saúde e à higiene;

VI – feiras livres, desde que observadas as boas práticas de operação padronizadas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca, e pela Legislação Municipal que regular a matéria, vedados o funcionamento de restaurantes e praças de alimentação, o consumo de produtos no local e a disponibilização de mesas e cadeiras aos frequentadores;

VII – agências bancárias e casas lotéricas, nos termos do Decreto 40.141, de 26 de março de 2020;

VIII – cemitérios e serviços funerários;

IX – atividades de manutenção, reposição, assistência técnica, monitoramento e inspeção de equipamentos e instalações de máquinas e equipamentos em geral, incluídos elevadores, escadas rolantes e equipamentos de refrigeração e climatização;

X – serviços de call center, observadas as normas estabelecidas no Decreto 40.141, de 26 de março de 2020;

XI – segurança privada;

XII – empresas de saneamento, energia elétrica, telecomunicações e internet;

XIII – concessionárias de veículos automotores e motocicletas, oficinas mecânicas, borracharias e lava jatos;

XIV – as lojas de autopeças, motopeças, produtos agropecuários e insumos de informática, durante o prazo mencionado no caput, poderão funcionar, exclusivamente por meio de serviço de entrega de mercadorias (delivery), inclusive por aplicativos, vedado, em qualquer caso, o atendimento presencial de clientes dentro das suas dependências.

XV – assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;

XVI – atividades destinadas à manutenção e conservação do patrimônio e ao controle de pragas urbanas;

XVII – os órgãos de imprensa e os meios de comunicação e telecomunicação em geral;

XVIII – os serviços de assistência técnica e manutenção, vedada, em qualquer hipótese, a aglomeração de pessoas;

XIX – as imobiliárias, cujo atendimento ao público deve ser feito com a adoção de todas as recomendações e determinações para não permitir a aglomeração de pessoas;

XX – óticas e estabelecimentos que comercializem produtos médicos/hospitalares, que poderão funcionar, exclusivamente, por meio de entrega em domicílio, inclusive por aplicativos, e como ponto de retirada de mercadorias (takeaway), vedando-se a aglomeração de pessoas;

XXI – empresas prestadoras de serviços de mão-de-obra terceirizada;

§ 6º Os estabelecimentos autorizados a funcionar por este decreto e também pelos decretos nº 40.135/20, 40.141/20, 40.169/20 e 40.188/20, devem observar cumprimento pleno e irrestrito de todas as recomendações de prevenção e controle para o enfrentamento da COVID-19 expedidas pelas autoridades sanitárias competentes.

§ 7º Os estabelecimentos autorizados a funcionar, por este decreto, e também pelos decretos nº 40.135/20, 40.141/20, 40.169/20 e 40.188/20, ficam obrigados a fornecer máscaras para todos os seus empregados, prestadores de serviço e colaboradores.

§ 8º Fica recomendado que os estabelecimentos citados no § 4º não permitam o acesso e a permanência no interior das suas dependências de pessoas que não estejam usando máscaras, que poderão ser de fabricação artesanal ou caseira.

Art. 2º Fica prorrogada, até o dia 18 de maio de 2020, a proibição de realização de missas, cultos e quaisquer cerimônias religiosas.

Art. 3º Ficam prorrogadas, até o dia 18 de maio de 2020, as disposições contidas nos decretos nº 40.136/20 e 40.168/20 que tratam do funcionamento dos serviços públicos estaduais.

Art. 4º Fica determinada a obrigatoriedade da utilização de máscaras de proteção facial, em todos os espaços públicos, em transporte público coletivo e estabelecimentos comerciais, em todo o território estadual, ainda que produzida de forma artesanal ou caseira.

§ 1º Recomenda-se que os estabelecimentos públicos e privados que estejam em funcionamento em todo o território estadual não permitam o acesso e a permanência no interior das suas dependências de pessoas que não estejam usando máscaras de proteção facial, que poderão ser de fabricação artesanal ou caseira.

§ 2º A obrigatoriedade do uso de máscara, de que trata este artigo, perdurará enquanto vigorar o estado de emergência declarado no Decreto nº 40.122, de 13 de março de 2020.

Art. 5º Fica determinada a prorrogação da suspensão das aulas presenciais nas escolas, universidades e faculdades da rede pública e privada em todo o território estadual até o dia 18 de maio de 2020.

Art. 6º Ficam mantidas e ratificadas todas as deliberações anteriormente adotadas relativas ao combate da pandemia do novo coronavírus.

Art. 7º Novas medidas poderão ser adotadas, a qualquer momento, em função do cenário epidemiológico do Estado.

Art. 8º As dúvidas ou consultas acerca das vedações e permissões estabelecidas no presente decreto poderão ser dirimidas através de consulta formulada à Procuradoria Geral do Estado, através do e-mail atendimentogeral@pge.pb.gov.br.

Art. 9º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 02 de maio de 2020; 132º da Proclamação da República.

JOÃO AZEVÊDO LINS FILHO

 

Com informações da Secom-PB

3 comentários - Coronavírus: Governo torna obrigatório uso de máscaras em locais públicos a partir de segunda

  1. Homero Xenes Disse:

    Suetoni, peço desculpa ao gentil jornalista para fugir um pouco do tema explicitado. É complicado mesmo! Enquanto o governo pula com três pernas fugindo de ataques, o que é normal para quem entra na política, vem agora um torpedo verbal disparado de dentro de Casa pelo seu rebento nº (04) dando sem escrúpulo declaração pública de que prefere morrer transando a perecer tossindo. Eu acho que nessas alturas, os cercam o Capitão, deveriam ler com cuidado o livro do consagrado e renomado Freud, isso, pq os nossos psiquiatras ou estão em quarentena ou não conseguem identificar o vírus eletrizante no cerebelo do jovem carioca que brevemente buscará uma cadeira à Câmara, talvez.com seu jeitão de modelo desajeitado, erotizar com sua química o ambiente de muitos parlamentares maduros assentados na Baixa Câmara. Imagino os PLs formatados pelo juízo do garoto 04. O ambiente vai virar uma Disney, e de lembrar o concorrido cineasta de Hollywood, o famoso e original 007. Como diria DONA BELA da Escolinha do Professor Raimundo: ” – Ele só pensa naquilo”

  2. Xokleng Disse:

    NENHUMA DESSAS RECOMENDAÇÕES SÃO CIENTÍFICAS, E MUITO MENOS APROVADAS PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS).

    O texto da OMS, ao contrário, aponta para o AUMENTO DE RISCOS quando pessoas saudáveis usam máscaras não adequadas. Na página da OMS lê-se: ” there is not enough evidence for or against the use of masks ” (tradução: não há evidência suficiente contra ou a favor do uso de máscaras”). E ainda, máscaras seriam CONTRA-INDICADAS no caso de certas doenças (como herpes labial), e só são eficazes no contexto hospitalar e outros focos da doença.

    Esse analfabetos funcionais passando tais leis simplesmente FEREM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA e os direitos individuais – além de exporem a população a um número outro de doenças, inclusive o próprio Corona Virus.

    No site da OMS, lê-se: “Non-medical or cloth masks could increase potential for COVID-19 to infect a person if the mask is contaminated by dirty hands and touched often”; (tradução: máscaras que não sejam cirurgicas ou de tecido podem AUMENTAR O RISCO da pessoa ser contaminada por COVID-19 caso estejam contaminadas ou são tocadas a todo momento).

    O governo da Paraíba têm sangue em suas mãos e NADA NA CABEÇA.

  3. Leo kameyama Disse:

    Chegou em boa hora o decreto do Governo do Estado de Paraíba que introduz oficialmente o uso obrigatório de máscaras de proteção em todo o Estado para conter a transmissão do Covid-19.
    De acordo com cálculos feitos a partir de dados do site “covid.saude.gov.br” do Ministério da Saúde, Paraíba teve os índices médios de crescimentos de novos casos de 12.9%/dia, 11.3%/dia e 13.0%/dia, respectivamente, nas semanas de 12/4 a 19/4, 19/4 a 26/4 e 23/4 a 30/4. Trata-se de índices de crescimento de casos bastante elevados , que indicam que o isolamento social está encontrando resistências e comprometendo desse modo a contenção da transmissão do Covid-19 no Estado.

    No dia 30 de abril, foram registrados 814 casos na Paraíba, o que pode parecer confortável. Entretanto, se fosse mantido o crescimento de 13,0% por dia, o número de casos em 31/5 poderia chegar a cerca de 36.300, o que significaria problemas gigantescos para o sistema de saúde de Paraíba. Isso significaria um fluxo de 4720 novos casos de Covid-19 por dia.
    A obrigatoriedade do uso de máscaras em todo o Estado do Paraíba determinada pela nova lei é uma medida muito importante, pois o uso de máscara por toda a população é um dos fatores que tem permitido países do Leste da Ásia, como Hong Kong, Malásia , Coreia do Sul, Taiwan, Vietnam e China a se manterem com crescimento de novos casos em torno ou abaixo de 1,0%/dia .
    Vale a pena também conhecer a recente experiência da Áustria, que em 30/3 decretou o uso obrigatório de máscaras em todo o país. Nesse dia vigorava o isolamento social, com taxa de crescimento de 10,17%/dia. Em aproximadamente 15 dias, o crescimento de novos casos baixou para 1,0%/dia e nas últimas semanas de abril chegou a menos de 0,5% /dia. A República Tcheca e a Eslováquia conseguiram resultados semelhantes. ( Cálculos baseados em dados do site da John Hopkins University).
    Se o numero de casos no Estado da Paraíba chegasse em 31/5, por exemplo a 4.000 casos com crescimento de 1,0%/dia, o fluxo de novos casos seria de somente 40 novos casos por dia. Isto significaria uma pressão muito menor no sistema de saúde da Paraíba.
    Portanto, vale a pena buscar uma baixa taxa de crescimento de casos, que significa uma baixa contaminação, com o apoio da nova lei do uso obrigatório de máscaras.
    Uma notícia boa é que o Governo já tem encomendado 3 milhões de máscaras, mas poderá ser necessário contar com a confecção caseira de máscaras.
    Mas, para a lei do uso obrigatório de máscaras dar certo, vai ser necessária uma grande campanha com participação ativa de redes de escolas e de estudantes de todos os níveis, donas de casas, artistas de rádio e TV, cantores, associações, sindicatos, uso de redes sociais, para conseguir a adesão de toda a população ao uso de máscaras, à sua confecção depois a fiscalização do grau do seu uso.
    Com esse novo decreto o Estado do Paraíba vai poder contar com força total para reduzir a transmissão do Covid-19.
    Espero que o Estado do Paraíba consiga uma grande redução da contaminação pelo Covid-19 e chegar brevemente a uma taxa de crescimento de novos casos para 1,0% por dia.

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