Tribunal de Justiça rejeita pedido de Ricardo para trabalhar em Brasília

Ex-governador havia protocolado agravo interno contra decisão que proíbe a ausência dele da comarca

Ricardo Coutinho é acusado de ter chefiado uma organização criminosa. Foto: Francisco França

O desembargador Ricardo Vital de Almeida rejeitou o agravo interno protocolado pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) contra cautelar imposta pela corte que o impede de se ausentar da comarca. Coutinho queria autorização para viajar semanalmente a Brasília, onde mantém atividade laboral. O ex-gestor foi alvo da sétima fase da Operação Calvário, batizada de Juízo Final. Ele chegou a ser preso durante a ação e conseguiu um habeas corpus para deixar a prisão dois dias depois.

O ex-governador queria autorização para voltar a trabalhar presencialmente na Fundação João Mangabeira, mantida pelo Partido Socialista Brasileiro. Para isso, queria a revogação da medida cautelar que o proíbe de se ausentar da comarca sem prévia autorização judicial. No recurso analisado e com decisão monocrática do desembargador Ricardo Vital, o ex-gestor questionava decisão adotada anteriormente.

O desembargador levou em conta, para a decisão publicada nesta sexta-feira (17) no Diário da Justiça, as medias cautelares impostas pelo Superior Tribunal de Justiça. Ao julgar o habeas corpus interposto pelo ex-governador, a 6ª Turma do STJ, definiu várias medidas diversas da prisão. Entre elas estão o comparecimento periódico em juízo; proibição de manter contato com os demais investigados da Operação Calvário, exceto seus familiares até o quarto grau, e a proibição de se ausentar da comarca domiciliar e sem prévia e expressa autorização do Juízo.

O desembargador ainda determinou o uso de tornozeleiras eletrônicas por Ricardo Coutinho e outros sete investigados. A lista inclui Gilberto Carneiro da Gama, Bruno Miguel Teixeira de Avelar Pereira Caldas, Coriolano Coutinho, Cláudia Luciana de Sousa Mascena Veras, Francisco das Chagas Ferreira, David Clemente Monteiro Correia e Márcia de Figueiredo Lucena Lira.

Ricardo Coutinho também recorreu ao Superior Tribunal de Justiça, pedindo a retirada da tornozeleira, mas o pedido foi rejeitado pela ministra Laurita Vaz. Em relação à decisão publicada nesta sexta-feira no Diário da Justiça, o desembargador Ricardo Vital diz que caberá ao ex-governador buscar o recurso vertical para o pedido relacionado à proibição de deixar a comarca sem autorização judicial.

2 comentários - Tribunal de Justiça rejeita pedido de Ricardo para trabalhar em Brasília

  1. Como diria o saudoso artista Jacinto, intérprete do “Coronel” Ludugério ao seu colega Otrope: ” – Meu Jesus ! ” . E nessa súplica vocacional pergunta-se atualmente o bom paraibano de mente fértil o que trará de proveitoso as palestras na Fundação J Mangabeira proferidas pelo “professor” e membro da Fundação João Mangabeira, senhor RVC. Seria por acaso temas de lisura e honestidade para com a administração pública? Sobre entidades e autarquias públicas do estado em si ? Como se vê, o “Mestrando” da moralidade pública está em plena efervescência, tal qual o “SEXTA FEIRA -13” que nunca perece. Nos seus ombros pesa sobre cai uma gama de processos-crime, comprovadamente por material palpável bem como por voz audível em mais de (mil)1000 horas gravadas negociando torpezas de todo tipo imaginável e inimaginável em seu proveito e de sua elástica gangue, mas, frontalmente contra o estado, Ente público que arrecada para dos paraibanos cuidar. E o que se vê hoje é um estado carente com deficiência absurdas na saúde, com falta de leitos, ventiladores mecânicos e insumos inerentes ao salutar andamento da saúde, sem contar alcance também na Educação e noutras repartições e autarquias paraibanas. Com certeza e pela Fé do pacato e ordeiro povo da Paraíba, acredita-se, mesmo nessa Pandemia, na continuidade bem como na celeridade da apuração de outros tantos desmandos criminosos, operação essa coordenado comandada pelo eficiente GAECO do MPPB bem como acredita o povo desses estado num julgamento justo, exemplar e pedagógico por parte da irretocável Justiça paraibana contra tantos desatinos perpetrados por esse “Mestrando” de Jaguaribe, ilustre Membro da F J M.

  2. Como diria no século passado, desde a década de 10, o Sociólogo Alfridino Marchim, um ex saudoso centenário de origem italiana, Veneza, naturalizado brasileiro, e que residira por mais de 70 anos numa cidade pacata, alvissareira e aconchegante do agreste paraibano, diante de tão bem elaborada Manchete, pautada, sobretudo no respectivo supra “cidadão” , reconhecidamente como o responsável do vetor não do Vírus Covid-19, mas, inquestionavelmente , transmissor do infortúnio Vírus da Calvário, o Calvmag-14 : “- Rapaz direito ! …”.

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