Ricardo e João reúnem base aliada e discutem nomes para presidente da ALPB

Café da manhã na Granja Santana reuniu integrantes da atual legislatura e os eleitos para a próxima

João Azevedo e Ricardo Coutinho ampliaram o debate com os deputados sobre a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa. Foto: José Marques

O governador Ricardo Coutinho (PSB) e o governador eleito João Azevêdo, do mesmo partido, reuniram a base aliada nesta quarta-feira (26). O encontro ocorreu durante café da manhã, para o qual foram convidados todos os 22 integrantes da base aliada. O tema eleição para a mesa diretora era inevitável. Atualmente, o único que desponta como favorito para a presidência é o deputado Adriano Galdino (PSB). Ele deve disputar o cargo para o primeiro biênio. A intenção dos socialistas, no entanto, é eleger nome para o primeiro biênio e para o segundo, tudo no mesmo dia.

E o problema está justamente na escolha do deputado para o segundo biênio. Os nomes lançados atualmente incluem Hervázio Bezerra (PSB), Buba Germano (PSB) e Tião Gomes (Avante). Outros nomes estão sendo discutidos nos bastidores e poderá haver surpresa. O objetivo dos deputados é a construção de uma chapa eclética, com a participação de oposicionistas, bloco minoritário na Casa. Tudo vai depender das avaliações de Ricardo e João. Eles foram colocados como condutores das discussões envolvendo a base aliada na Assembleia Legislativa.

Uma série de acertos e desacertos cercou a corrida eleitoral na Casa até agora. No primeiro momento, correndo em faixa própria, o deputado estadual Adriano Galdino fez acordos que descontentaram o Palácio da Redenção. Ele acabou sendo enquadrado e, por pouco, não foi alijado da disputa. A articulação resultou na suspensão da reeleição e da antecipação das disputas. A mudança foi aprovada em Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que descontentou Ricardo Coutinho. A proposta, mesmo aprovada, acabou indo para as gavetas da Assembleia. Resultado: haverá eleição de chapa casada.

O objetivo dos socialistas é fazer com que João Azevêdo tenha um aliado sentado na presidência durante toda a legislatura.

 

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