Vereadores de Santa Rita falam em congelar salários. Você acredita?

Anésio Miranda, presidente da Câmara de Santa Rita. Foto: Francisco França

Anésio Miranda, presidente da Câmara de Santa Rita. Foto: Francisco França

Os vereadores da cidade de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, estão falando em congelar os salários dos eleitos para a próxima legislatura, que se inicia em 1º de fevereiro de 2017. A proposta, inclusive, é defendida pelo presidente da Câmara Municipal, Anésio Miranda (PSB). Ela admite, no entanto, que não há consenso e já surgiram propostas para aumentar os subsídios dos atuais R$ 10,024 para R$ 11 mil ou R$ 12 mil mensais. Isso apesar de apenas cinco dos 19 vereadores da cidade terem conseguido se reeleger. A renovação por lá foi de 74% da composição da Casa e que vota a matéria é a composição atual.

O presidente da Câmara de Santa Rita fala que a crise econômica nacional tem motivado ele a defender o congelamento dos salários. Ele lembra a situação da cidade, que enfrenta atrasos nos salários dos servidores e descontinuidade dos programas mantidos pela prefeitura. Anésio Miranda alega que tudo o que sobrar com a contenção dos subsídios será repassado de volta para o Executivo. No ano passado, ele garante, R$ 286 mil foram devolvidos à prefeitura. Um fato pouco comum na relação entre os dois poderes. A expectativa é que os subsídios dos vereadores, do prefeito, do vice e dos secretários municipais sejam votados na próxima semana.

comentários - Vereadores de Santa Rita falam em congelar salários. Você acredita?

  1. rubens figueiredo Disse:

    O deputado Silvio Costa-PE, na discussão da PEC 241 no dia 25/10, afirmou na tribuna da câmara que vai reapresentar um PL de 2004, de sua autoria, que propõe um corte nos salários de todos os políticos (em todos os níveis), bem como o dos juízes e membros do ministério público. A proposta começa a discussão com um percentual de 50%. Será que a classe política teria coragem de aprovar tal PL como demonstração de patriotismo e amor pelo Brasil?
    Vamos esperar para ver.

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