ELVIS ESTÁ VIVO!

ELVIS ESTÁ VIVO! – maluquice de americano, é claro!

O que vive é a sua música. Já tem mais de seis décadas.

Nesta terça-feira (08), se vivo estivesse, Elvis Presley faria 84 anos.

Fiz um top 10 dos seus discos. Estão na ordem cronológica.

Os cinco primeiros são de estúdio. Os cinco últimos foram gravados ao vivo.

ELVIS PRESLEY

ELVIS

LOVING YOU

ELVIS IS BACK

FROM ELVIS IN MEMPHIS

ELVIS NBC TV SPECIAL

ELVIS IN PERSON

ELVIS ON STAGE

ELVIS AS RECORDED AT MADISON SQUARE GARDEN

ELVIS ALOHA FROM HAWAII VIA SATELLITE

Agora, todos estão mortos num trio fundamental para o rock

O baterista D. J. Fontana (à direita) morreu nesta quarta-feira (13) aos 87 anos.

O guitarrista Scotty Moore (à esquerda) morreu em junho de 2016 aos 84 anos.

O baixista Bill Black (ao centro) morreu em outubro de 1965 aos 39 anos.

Você sabe quem são eles?

Sem esse power trio, talvez não existisse o rock do jeito que o conhecemos.

Muitos contestam, mas muita gente defende a tese de que esses três caras inventaram o rock – essa fusão de música branca com música negra – em 1954, numa pequena gravadora de Memphis, no Tennessee, acompanhando um jovem e inexperiente cantor.

O nome do cantor?

Elvis Aaron Presley.

Os fonogramas que eles gravaram ficaram conhecidos como The Sun Sessions.

Sun Records era como se chamava a gravadora fundada em 1952 por Sam Phillips.

Phillips enxergou algo em Elvis e produziu as sessões.

Seu cantor, no entanto, só se tornaria um fenômeno nacional (e logo mundial) em 1956, quando assinou com a poderosa RCA.

Nos rocks e baladas da Sun, a voz e o violão de Elvis se encontram com a guitarra de Moore, o contrabaixo de Black e a bateria de Fontana.

Tudo é muito rudimentar.

Mas há invenção no que eles fizeram.

São fundadores.

Por isso é tão importante.

No documentário Rattle and Hum, de 1988, o U2 visita o estúdio da Sun e grava lá.

A formação da banda irlandesa (como a do Who ou a do Led Zeppelin) repete a do Elvis da Sun Records: um cantor acompanhado por um power trio.

Quando Bill Black morreu, Paul McCartney comprou o contrabaixo acústico que pertenceu a ele.

O instrumento usado na gravação antológica de Heartbreak Hotel.

McCartney, como Bono Vox e muitos dos grandes nomes do rock, sabe que a essência do gênero está naqueles registros do jovem Elvis e sua banda.

A morte de D. J. Fontana nos traz essas  lembranças.

ELVIS PRESLEY, 1935 – 1977

Se estivesse vivo, Elvis Presley faria 83 anos nesta segunda-feira, oito de janeiro.

Elvis se transformou num fenômeno em 1956, aos 21 anos, ao ser contratado pela RCA Victor. Nos dois anos anteriores, gravara em Memphis, na pequena Sun Records, fonogramas fundadores do rock’n’ roll. As chamadas Sun Sessions reúnem as bases do rock na medida em que Elvis mistura blues, R & B, gospel e country. Dos Beatles ao U2, todos se curvam à importância daqueles registros e reconhecem neles matrizes do que vieram a fazer. O artista que o mundo conheceu a partir da chegada à RCA conservou muito do que encontramos nas sessões da Sun, mas também foi tragado pelas artimanhas da indústria fonográfica e pelos grandes estúdios de cinema.

Os anos 1950 foram extremamente produtivos, apesar do serviço militar prestado na Alemanha – uma jogada comandada pelo Coronel Parker, seu empresário. A volta, no disco Elvis Is Back, foi triunfal. O LP promove o reencontro do artista com suas fontes. A década de 1960 seria dedicada ao cinema, entre filmes medíocres e discos com suas trilhas sonoras. Felizmente, um outro retorno recuperaria a imagem de Elvis e o levaria a uma fase em que gravou grandes discos. O primeiro, e um dos melhores, se chama From Elvis in Memphis. É da época do especial de televisão que mostrou um intérprete vigoroso revisitando o que fizera nos tempos da Sun.

Elvis Presley vem de regiões profundas do ser da América. Estabeleceu um vínculo raro com milhões de ouvintes, interpretando com um vozeirão kitsch um repertório irresistível para quem nasceu nos Estados Unidos. Ele não largou as raízes, ainda que as tenha submetido a um verniz que desagrada aos puristas. Não deve ser condenado por isso. Se tivermos boa vontade, verificaremos com facilidade que produziu música pop de ótima qualidade numa carreira relativamente curta, iniciada em meados da década de 1950 e encerrada em 1977, com a morte prematura aos 42 anos.

Elvis Presley em 10 discos

Vamos reouvir Elvis Presley?

Nesta quarta-feira (16), faz 40 anos que ele morreu.

Fiz um top 10 dos discos de Elvis. Estão na ordem cronológica.

Os cinco primeiros são de estúdio. Os cinco últimos foram gravados ao vivo.

ELVIS PRESLEY

ELVIS

LOVING YOU

ELVIS IS BACK

FROM ELVIS IN MEMPHIS

ELVIS NBC TV SPECIAL

ELVIS IN PERSON

ELVIS ON STAGE

ELVIS AS RECORDED AT MADISON SQUARE GARDEN

ELVIS ALOHA FROM HAWAII VIA SATELLITE

Elvis Presley morreu há 40 anos. Elvis está vivo!

Nesta quarta-feira (16), faz 40 anos que Elvis Presley morreu.

Onde você estava naquele 16 de agosto de 1977?

Eu estava vendo Taxi Driver, de Martin Scorsese, no Cine Plaza, em João Pessoa. Só soube depois da sessão. Durante três dias, entre o anúncio da morte e o enterro, o mundo parou para acompanhar os serviços fúnebres em Memphis.

Elvis se transformou num fenômeno em 1956, aos 21 anos, ao ser contratado pela RCA Victor. Nos dois anos anteriores, gravara em Memphis, na pequena Sun Records, fonogramas fundadores do rock’n’ roll. As chamadas Sun Sessions reúnem as bases do rock na medida em que Elvis mistura blues, R & B, gospel e country. Dos Beatles ao U2, todos se curvam à importância daqueles registros e reconhecem neles matrizes do que vieram a fazer. O artista que o mundo conheceu a partir da chegada à RCA conservou muito do que encontramos nas sessões da Sun, mas também foi tragado pelas artimanhas da indústria fonográfica e pelos grandes estúdios de cinema.

Os anos 1950 foram extremamente produtivos, apesar do serviço militar prestado na Alemanha – uma jogada comandada pelo Coronel Parker, seu empresário. A volta, no disco Elvis Is Back, foi triunfal. O LP promove o reencontro do artista com suas fontes. A década de 1960 seria dedicada ao cinema, entre filmes medíocres e discos com suas trilhas sonoras. Felizmente, um outro retorno recuperaria a imagem de Elvis e o levaria a uma fase em que gravou grandes discos. O primeiro, e um dos melhores, se chama From Elvis in Memphis. É da época do especial de televisão que mostrou um intérprete vigoroso revisitando o que fizera nos tempos da Sun.

Elvis Presley vem de regiões profundas do ser da América. Estabeleceu um vínculo raro com milhões de ouvintes, interpretando com um vozeirão kitsch um repertório irresistível para quem nasceu nos Estados Unidos. Ele não largou as raízes, ainda que as tenha submetido a um verniz que desagrada aos puristas. Não deve ser condenado por isso. Se tivermos boa vontade, verificaremos com facilidade que produziu música pop de ótima qualidade numa carreira relativamente curta, iniciada em meados da década de 1950 e encerrada em 1977, com a morte prematura aos 42 anos.

Ainda hoje, posto as capas dos melhores discos de Elvis. 

Em Nova York, Elvis era um príncipe de outro planeta

Reouvindo Elvis.

Os americanos costumam filmar tudo. Mas não registraram as imagens dos shows que Elvis Presley fez no Madison Square Garden, em junho de 1972. Gravaram o áudio. Uma das performances logo se transformou em disco. Outra, virou CD póstumo na década de 1990. Uma edição de luxo junta os dois em versões remasterizadas. E surpreende os fãs: um DVD traz imagens raríssimas filmadas em oito milímetros por alguém que estava na plateia. Elas são do mesmo show da tarde lançado nos anos 1990. É tudo muito precário e incompleto, mas certamente encantará os admiradores do cantor.

As imagens foram restauradas. Ficaram excessivamente granuladas, mas não faz mal. O áudio do CD foi editado em sincronia com o vídeo e aparece completo no DVD, mesmo quando não há imagem. Elvis e sua banda oferecem uma performance vigorosa ao público que esgotou a lotação do Garden. A coletiva de imprensa e um pequeno documentário completam o material do DVD. Os dois CDs têm selos originais da velha RCA e o mesmo repertório das edições anteriores, só que com sensível ganho de qualidade. O pacote se chama Prince from Another Planet.

As apresentações de Elvis no Madison Square Garden são de uma época em que ele fez muitos shows pelos Estados Unidos. Alguns estão no documentário Elvis on Tour, realizado em 1972. Mas não os de Nova York, que marcaram o seu retorno à cidade, onde não cantava desde que participara do Ed Sullivan Show, no início da carreira, em meados da década de 1950. E onde não voltaria a se apresentar. Em 1972, longe do cinema, Presley estava dividido entre as gravações em estúdio e os palcos. A decadência física que o levaria à morte cinco anos mais tarde ainda não se fazia sentir nos dias em que cantou para o público que foi vê-lo no Garden.

Elvis tinha um show pronto. As pequenas alterações no set list não mexiam com a estrutura básica do espetáculo. Os registros ao vivo do período são muito parecidos. O rock’n’ roll dos 1950 ficara para trás. Era apenas uma referência. Prevalecia o vozeirão de tenor a cantar mais baladas dos que rocks. Ao seu lado, havia uma banda, uma pequena orquestra e um grupo de vocalistas, brancos e negros que pareciam saídos de uma igreja. O resultado era fantástico. Antes dos 40, o artista já era uma lenda. Um rei amado por seus súditos e também pelos colegas, a exemplo do beatle George Harrison, que foi vê-lo no camarim.

Os dois shows dessa edição de luxo são do mesmo dia. O da noite, que está no LP de 1972, é melhor do que o da tarde. Foi consumido à exaustão no disco de vinil. O áudio restaurado deu mais brilho à performance. Elvis revisita o repertório antigo, acrescenta novas canções, interpreta algumas que outras vozes tornaram conhecidas. No fundo, faz a síntese da sua música e também da música popular do seu país, com domínio absoluto do que canta. Há rock, balada, blues, soul, gospel, country. O show dura uma hora, e a plateia quer mais. Só que Elvis já deixou o Garden, assegura o animador que está no palco.

Relançamentos de Elvis levam ao ano da explosão do rock

No dia cinco de julho de 1954, no pequeno estúdio da Sun, em Memphis, o desconhecido Elvis Presley, quase por acaso, gravou That’s All Right.

Para muita gente, ali, naquele momento, ele, espontaneamente, juntou música negra (rhythm and blues) com música branca (country and western) e inventou o rock’n’ roll.

Dois anos mais tarde, o jovem cantor trocou a pequena Sun Records pela gigante RCA Victor. Foi quando, afinal, conquistou dimensão nacional (logo internacional), fazendo de 1956 o ano da explosão do gênero que lhe daria o status de rei.

Reunindo material novo e fonogramas da Sun, a RCA lançou dois discos de Elvis em 1956. Elvis Presley, o primeiro. Elvis, o segundo. Confiram as capas.

Eles acabam de voltar ao mercado brasileiro em CDs numa edição da Sony. O formato é de mini LP. Os dois títulos estão acondicionados numa sobrecapa. Além das 12 faixas originais, cada disco traz mais 12 bônus – um luxo para colecionadores.

Quer saber como foi o início do rock? Quer entender porque ele se transformou num fenômeno tão longevo? Ouça esses dois discos!

Os maiores roqueiros das gerações seguintes ouviram e concordarão.

Eles contêm a melhor síntese do gênero em sua juventude.

Trazem a novidade e, dentro dela, as suas fontes, que são matrizes da música popular dos Estados Unidos. Dos brancos e dos negros. Profanas e sacras. Urbanas e rurais.

Elvis fez a fusão. E mostrou ao mundo. Por isso, se tornou um verdadeiro rei.

Em 1956, é tudo ainda muito tosco nesses discos de Elvis. Os arranjos, os músicos. Mas já há uma grande voz em formação, além de um repertório que se tornaria antológico.

E – o tempo provou – há, sobretudo, uma força avassaladora naquelas gravações.

Rock’n’ roll era o seu nome!

Elvis foi tão importante que influenciou até o punk!

Elvis Presley, se estivesse vivo, faria 82 anos neste domingo (08). Ao fundir o R & B dos negros com o country & western dos brancos, inventou o rock’n’ roll. Foi na gravação seminal de That’s All Right.

Elvis foi tão importante que influenciou até o punk! É só olhar a capa do seu primeiro LP na RCA, lançado em 1956, e a do London Calling, do Clash.

Está aí: Elvis Presley.

E, muito mais tarde, London Calling.

Elvis se transformou num fenômeno em 1956 ao ser contratado pela RCA Victor. Nos dois anos anteriores, gravara em Memphis, na pequena Sun Records, fonogramas fundadores do rock’n’ roll. As chamadas “Sun Sessions” reúnem as bases do rock na medida em que Elvis mistura blues, R & B, gospel e country. Dos Beatles ao U2, todos se curvam à importância daqueles registros e reconhecem neles matrizes do que vieram a fazer. O artista que o mundo conheceu a partir da chegada à RCA conservou muito do que encontramos nas sessões da Sun, mas também foi tragado pelas artimanhas da indústria fonográfica e pelos grandes estúdios de cinema.

Os anos 1950 foram extremamente produtivos, apesar do serviço militar prestado na Alemanha – uma jogada comandada pelo Coronel Parker, seu empresário. A volta, no disco “Elvis Is Back”, foi triunfal. O LP promove o reencontro do artista com suas fontes. A década de 1960 seria dedicada ao cinema, entre filmes medíocres e discos com suas trilhas sonoras. Felizmente, um outro retorno recuperaria a imagem de Elvis e o levaria a uma fase em que gravou grandes discos. O primeiro, e um dos melhores, se chama “From Elvis in Memphis”. É da época do especial de televisão que mostrou um intérprete vigoroso revisitando o que fizera nos tempos da Sun.

Elvis Presley vem de regiões profundas do ser da América. Estabeleceu um vínculo raro com milhões de ouvintes, interpretando com seu vozeirão kitsch um repertório irresistível para quem nasceu nos Estados Unidos. Ele não largou as raízes, ainda que as tenha submetido a um verniz que desagrada aos puristas. Não deve ser condenado por isto. Se tivermos boa vontade, verificaremos com facilidade que produziu música pop de ótima qualidade numa carreira relativamente curta, iniciada em meados da década de 1950 e encerrada em 1977, com a morte prematura aos 42 anos.

George Harrison, o mais discreto dos Beatles, morreu há 15 anos

Nesta terça-feira (29), faz 15 anos que morreu o beatle George Harrison.

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Numa banda em que o comando era disputado por John Lennon e Paul McCartney, para George Harrison, o mais discreto e também o mais místico dos quatro Beatles, só havia lugar de coadjuvante. Mesmo que ele fosse o guitarrista solo, como se chamava na época. No começo, quando os Beatles gravavam covers de outros artistas, Harrison fazia o vocal principal de algumas canções. Como “Chains” e “Roll Over Beethoven”. Depois, os discos do quarteto traziam uma música de sua autoria, ou duas. Três no “Revolver”. Quatro no “Álbum Branco” porque era duplo. John e Paul, trabalhando juntos ou separados, escreviam a maior parte das canções, e o maestro e produtor George Martin dava preferência a elas.

Há quem defenda o argumento de que, nos Beatles, George Harrison desempenhou papel semelhante ao de Brian Jones nos Rolling Stones. Com a diferença de que Brian foi aniquilado porque tentou ser o líder. George ficou meio à margem, mas, a despeito disto, o quarteto não pôde prescindir da sua contribuição. Foi ele que apresentou a música indiana aos companheiros de banda e ajudou a difundi-la no Ocidente. Não ouviríamos Ravi Shankar se não fosse George Harrison. Deve-se a ele a presença de um instrumento como o sitar em incontáveis manifestações musicais do mundo ocidental, não só no universo do rock. O mesmo sitar que aparece em algumas gravações dos Beatles.

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George era melhor instrumentista do que John. Sua guitarra é muito marcante na produção do quarteto. No início, fortemente influenciada pelo rock da década de 1950, pelos solos criados por Chuck Berry e Carl Perkins. Depois, com cores próprias. O músico inventou o seu jeito de tocar o instrumento. Um modo choroso de se expressar. “Enquanto minha guitarra chora gentilmente”, diz o título da canção que gravou em 1968, no “Álbum Branco”, com solo não dele, mas do amigo Eric Clapton. Não tinha virtuosismo, mas era um perfeccionista. Um músico aplicado que criou belos solos para as canções dos Beatles.

Se fôssemos escolher uma música, diríamos que o melhor do autor está em “Something”. Foi composta sob inspiração de Ray Charles. A gravação dos Beatles beira a perfeição. O vocal de George, as vozes de John e Paul, o solo de guitarra, as notas graves do piano, o caminho percorrido pelo baixo, as cordas arranjadas e conduzidas por George Martin. Há muitos registros de “Something”. De Joe Cocker, cover branco de Charles. De Elvis Presley, de Frank Sinatra, que, uma vez, atribuíu a autoria a Lennon e McCartney. Nenhum supera o dos Beatles. Foi a única composição de Harrison a ocupar o lado A de um single do grupo.

Longe dos Beatles, George gravou o antológico álbum “All Things Must Pass”, seu maior feito. Reuniu os amigos no concerto para Bangladesh, precursor dos grandes eventos voltados para o combate à fome no mundo. Produziu pouco e se manteve distante do show business. Deixou saudades, além de belas e melancólicas canções.

Deus abençoe a América! Músicas que emocionam os EUA

Oito de novembro. Hoje, os americanos elegem o novo presidente.

Ontem, aqui na coluna, fiz um top 20 para falar da presença dos americanos no mundo.

Agora, escolho músicas que emocionam os que nasceram nos Estados Unidos. E também muita gente ao redor do planeta.

Aretha Franklin: Star Spangled Banner.

Elvis Presley: An American Trilogy.

Ray Charles: America, The Beautiful.

U.S. Marine Band: Stars and Stripes Forever.

O título, lá em cima, fui buscar na canção God Bless America. E fica como torcida para que, na eleição de hoje, vença o bom senso.