Um pouco do U2 para festejar o aniversário de Bono Vox

Bono Vox faz aniversário (59 anos) nesta sexta-feira (10), e eu vou de U2.

Um pouco do que acho da banda irlandesa.

O U2 (como o Who e o Zeppelin) é um power trio que acompanha um cantor.

Guitarra, baixo e bateria.

Sem o virtuosismo do Cream, o power trio clássico do rock, mas com uma coesão que é resultado dos muitos anos de carreira.

O topo das paradas inglesas foi alcançado em 1983, com War, o terceiro disco.

Em The Joshua Tree (1987), o grupo conquistou o mercado americano.

A inocência do pós punk ouvido no começo ficara para trás.

Depois do Joshua, o U2 estava definitivamente incorporado ao mainstream, com todas as virtudes e todos os defeitos das grandes bandas de rock.

O som do U2 deve muito a The Edge.

Ele esbanja talento e eficiência sem ser um virtuose da guitarra.

Tem estilo. E marcas de originalidade no manuseio do instrumento.

Se The Edge comanda o som, Bono Vox comanda tudo. Da música ao negócio.

A imagem, o engajamento nas causas nobres que afligem o planeta, o diálogo com líderes mundiais – Bono está à frente como artista e cidadão do seu tempo.

Gosto muito do U2 quando eles dialogam com a música americana em Rattle and Hum. Mas sei que não é o som deles. É busca de mercado.

Por razões diferentes, The Joshua Tree e Achtung Baby são discos muito festejados pelos fãs.

Pop é uma experiência estranha.

All That You Can’t Leave Behind é maduro em sua simplicidade.

O U2 é a mais sólida e importante banda de rock do seu tempo.

Alguém tem outra?