Vladimir Herzog, morto pela ditadura, faria 80 anos hoje

Se estivesse vivo, o jornalista Vladimir Herzog faria 80 anos nesta terça-feira (27).

Preso pelo regime militar, ele foi assassinado em outubro de 1975 nas dependências do DOI-CODI, em São Paulo.

A morte de Herzog mobilizou os que lutavam contra a ditadura iniciada em abril de 1964 e ampliou a resistência aos governos de exceção.

O culto ecumênico por Herzog, que reuniu católicos, evangélicos e judeus (Vlado era de origem judaica) na Catedral da Sé, foi uma das mais contundentes manifestações da sociedade civil contra a ditadura.

Faço o registro porque a lembrança de Vladimir Herzog é imprescindível na turbulência política e nos embates ideológicos do Brasil de hoje. É História que precisa ser contada.