10 verdades do jazz para festejar o Dia Internacional do Jazz

Gilberto Gil me disse, numa conversa sobre Thelonious Monk e Miles Davis, que o jazz é o homem no abismo da improvisação.

Moacir Santos – ouvi dele – preferia o jazz ao rock porque, segundo o maestro, aquele tem células musicais mais desenvolvidas do que este.

Eric Hobsbawm, grande historiador marxista, assim definiu o jazz:

“Não é um gênero autocontido ou imutável, não é uma linha divisória, mas uma vasta zona fronteiriça que o separa da música popular comum”.

Ouço jazz pensando que é a mais rica e importante expressão da música popular do mundo.

Neste domingo (30), comemora-se o Dia Internacional do Jazz, data instituída pela Unesco em 2011.

Aqui na coluna, marco o 30 de abril com 10 verdades do jazz. Nenhuma mentira.

E essas 10 verdades não são fatos, nem conceitos.

São pessoas. Homens e mulheres absolutamente imprescindíveis. Que nos fizeram mais ricos e mais humanos com a arte extraordinária que produziram.

LOUIS ARMSTRONG

DUKE ELLINGTON

COUNT BASIE

BILLIE HOLIDAY

ELLA FITZGERALD

DIZZY GILLESPIE

CHARLIE PARKER

SARAH VAUGHAN

MILES DAVIS

JOHN COLTRANE