Nove de fevereiro é data importante para o frevo. Vamos festejar?

Nove de fevereiro (hoje) é uma data muito importante para o frevo pernambucano.

Sabem o motivo?

No dia nove de fevereiro de 1907 (portanto, há 110 anos), a palavra FREVO foi publicada pela primeira vez num jornal do Recife.

Nascia uma das grandes expressões do carnaval brasileiro. Música, dança – uma manifestação genuína do talento do povo.

Frevo de rua, frevo de bloco, frevo canção – há várias modalidades e subdivisões que os mestres explicam didaticamente. Como nesse vídeo do maestro Spok e sua orquestra.

Para quem tiver paciência, vale a pena!

Hoje, em homenagem ao nove de fevereiro, faço um top 10 do frevo.

Gosto imensamente, mas deixei de fora os frevos baianos (Caetano Veloso, Moraes Moreira, Trio Elétrico Dodô e Osmar) e os que foram compostos pela geração que se consolidou a partir dos anos 1970 em Pernambuco (Carlos Fernando, Alceu Valença, Geraldo Azevedo).

Aqui, optei pelo frevo pernambucano tradicional.

Último Dia – de Levino Ferreira. Considero o mais belo dos frevos instrumentais.

Evocação No 1 – de Nelson Ferreira. Na minha opinião, o mais belo frevo canção.

Relembrando o Norte – de Severino Araújo. Composto por um homem dividido entre a música brasileira e as influências do jazz.

Vassourinhas – de Matias da Rocha e Joana Batista. Clássico absoluto do gênero.

Valores do Passado – de Edgar Morais.

Gostosão – de Nelson Ferreira.

Duda no Frevo – de Senô.

Frevo No 1 – de Antônio Maria. Composto no Rio por um homem morrendo de saudade do Recife.

Madeira que Cupim Não Rói – de Capiba.

Luzia no Frevo – de Antônio Sapateiro.