Filme sobre Pedro Osmar não foi financiado pelo Itaú. Edital do Itaú viabilizou finalização

Errei quando disse aqui que o documentário Pedro Osmar, pra liberdade que se conquista foi financiado pelo Itaú. Na verdade, teve apoio de um edital do Itaú Cultural que viabilizou a finalização do filme.

Carina Bordalo, do Itaú Cultural, me explica a diferença num e-mail. Transcrevo:

Querido, só para vc entender melhor, o documentário não foi patrocinado pelo banco Itaú. Ele foi um projeto inscrito pelo Rumos Itaú Cultural, que é um edital, um programa de fomento à cultura. As pessoas inscrevem os seus projetos, que passam por uma comissão de avaliação e são ou não contempladas. São coisas diferentes.

Rodrigo T. Marques, um dos realizadores do filme, registrou o meu equívoco no Facebook. Transcrevo:

Acredito que há um equívoco de sua parte. Esse filme não foi financiado com recursos do Itaú. Ele foi produzido com recursos da minha produtora e teve o apoio do edital RUMOS ITAÚ CULTURAL somente para a finalização do filme. Acredito que vc, como jornalista experiente que é, antes de sair por aí soltando notas sem fundamento, deveria entrar em contato com os realizadores e ter o mínino de respeito pelo trabalho realizado sobre essa importante figura da cultura paraibana. Se quiser entrar em contato para saber mais informações, fico à disposição.