OS TEIMOSOS DA ESPERANÇA, por Ronaldo Monte

Ilustração: Picasso/Gravura

É tempo de esperança. Por mais que queiram que nos desesperemos, sejamos teimosos, tenhamos esperança. Por mais que queiram que cada um salve o próprio umbigo, sejamos teimosos, sejamos solidários.

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Desespero e angústia de um servidor público com salário atrasado

(Ilustração: apaz.com.br/Fundo CC Max William)

Com salários atrasados e a notícia de que o prefeito eleito de Santa Rita, Emerson Panta, desde já recusa-se a pagar a ‘herança maldita’ que receber ao assumir em 1º de janeiro, angústia e o desespero incorporaram-se à rotina de centenas de servidores municipais. Uma carta dá uma ideia do drama que vivem essas pessoas.

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Meta-metamorfose, por José Mário Espínola

(Imagem: Obvious)

Eu vou desdizer
Aquilo tudo que eu lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
(Raul Seixas: ‘Metamorfose ambulante’)

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Efeitos da pós-verdade no debate sobre vaquejada

(Foto: Folha do Sertão)

(Foto: Folha do Sertão)

Em artigo publicado ontem (5) na revista Consultor Jurídico, reproduzido adiante, o advogado Henrique Carvalho ataca pareceres que dizem ser vaquejada sinônimo de tortura de animais. Vice-presidente da Comissão do Bem Estar Animal da OAB-AL, ele garante que tais opiniões são desprovidas de fundamentação científica e não passam de noções falseadas sobre o assunto difundidas por “pareceristas/ativistas”.

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‘Sem remédio’, crônica-denúncia de Ronaldo Monte

remedios

Os serviços de entrega de medicamentos excepcionais da Paraíba estão desabastecidos. Isto significa que centenas de pessoas simplesmente correm o risco de morrer, pois esses medicamentos, em sua maioria não são encontrados no mercado. E os que são, custam os olhos da cara.

Eu mesmo dependo de um injetável que custa noventa reais cada unidade. A três por semana, chegamos à soma de um mil e oitenta reais por mês. Como é que fica quem ganha salário mínimo? Chego à conclusão de que não é preciso esperar pela aprovação da PEC do teto orçamentário para assistir ao desmonte dos programas de proteção à saúde. Foi só o Temer se sentar na cadeira da Dilma para começar a esculhambação.

Falo isto do alto da minha patente de paciente renal crônico que sente na pele (nos rins) os efeitos desse descaso. Desde julho que não consigo retirar minha quota de Renagel, um remédio importado crucial para o controle do cálcio no organismo. Estou me virando com um medicamento que só parcialmente substitui o original, me colocando em risco de descalcificação.

O que dói na alma, entretanto, é a expressão de desamparo das pessoas que encontro no guichê do dispensário. São pobres, em sua maioria. Uma parte deles se desloca com dificuldade, maltratada pelo transporte público de má qualidade. Alguns moram em outras cidades, acordando de madrugada para se submeter ao calvário dos desvalidos.

De minha parte, estou tentando desvendar o labirinto burocrático que leve aos responsáveis por este crime contra a população. Mas é enorme a dificuldade para obter um simples número de telefone. Preciso de ajuda.

Seu erro foi querer voltar para casa

vivianny-crisley

Dirão os machistas de plantão: o que quer uma mulher sozinha num bar, até de madrugada? Dirão outros: como pode se acompanhar de pessoas com as quais não tinha intimidade?

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Morro do Chapéu, um belo exemplo a ser seguido

Morro do Chapéu (Foto: estradasecaminhos.blogspot.com)

Morro do Chapéu (Foto: estradasecaminhos.blogspot.com)

Morro do Chapéu é uma cidade da Bahia, da região da Chapada Diamantina, conhecida pela delícia de sua temperatura média, pela beleza da “Ferro Doido” e pelo Centro de Pesquisas Ufológicas de “seu” Alonso.

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Mudanças e moradias. Da casa do campus ao centro da cidade

A Casa da Escola, no Campus da UFPB em Bananeiras

A Casa da Escola, no Campus da UFPB em Bananeiras

Depois da casa do antigo Posto Agropecuário, do Ministério da Agricultura, e da casa da Ladeira do Paravéi, que pertencia a Nossa Senhora do Livramento, moramos em mais três casas em Bananeiras. Findo o contrato com a santa padroeira, a família Barbosa da Nóbrega foi se arranjar em outra moradia boa. Boa é pouco. Pra lá de ótima.

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Todo mundo tem uma história com Carlos Roberto

Carlos Roberto de Oliveira (Foto: Arquivo/Messina Palmeira)

Carlos Roberto era assim a maior parte do tempo (Foto: Arquivo/Messina Palmeira)

Difícil encontrar algum profissional da imprensa paraibana que não tenha em algum momento dos últimos 50 anos se relacionado fraternalmente, intelectualmente ou profissionalmente com Carlos Roberto de Oliveira. A começar pelo fato de ele ter sido Secretário de Comunicação do Estado entre 1979 e 80, se não me trai a memória pouca ou confusa.

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Mudanças e moradias. De Bananeiras a João Pessoa

Casa do antigo Posto Agropecuário, hoje residência universitária do Campus da UFPB em Bananeiras

Casa do antigo Posto Agropecuário, hoje residência universitária do Campus da UFPB em Bananeiras

Se eu pudesse comprava todas as casas em que morei! Todas, todas mesmo. Mesmo aquelas em que sofri sozinho – ou junto com meus pais e irmãos – alguns momentos ruins. A exemplo do que aconteceu na casa grande do antigo Posto Agropecuário de Bananeiras, onde passei mais de um ano de minha infância entrevado, em cima de uma cama.

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