Campina terá ‘nova cidade’ com entrega do Aluízio Campos nas próximas 24h

Complexo Aluízio Campos será inaugurado nesta segunda-feira (11), às 10h. Obra atravessou as gestões de três presidentes


A contagem regressiva é grande para as 4,1 mil famílias que serão beneficiadas com casas e apartamentos do Complexo Aluízio Campos. Amanhã, às 10h, a obra mais esperada dos últimos anos no município será entregue e fará nascer uma ‘nova cidade’ dentro de Campina Grande.

‘Nova’ pela dimensão. O Complexo é maior que a maioria das cidades paraibanas e abrigará, em média, 15 mil pessoas. ‘Nova’ também pelo formato. O Aluízio Campos foi construído e projetado com a estrutura de cidade, com escolas, postos de saúde, praças e área para comércio e indústrias.

A obra não tem cor partidária. Foi iniciada em 2015, na gestão da ex-presidente Dilma Roussef (PT). De lá para cá, os serviços atravessaram o mandato interino do presidente Michel Temer (MDB) e, agora, estão para ser entregues pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). Nesse período a habilidade administrativa do prefeito Romero Rodrigues (PSL) fez com que o projeto não sofresse interrupções, nem interferências políticas.

Foram mais de R$ 330 milhões investidos, em um Complexo que vai diminuir em 31,5% o déficit habitacional de Campina Grande – estimado em 13 mil moradias, pelo IBGE. O Aluízio Campos é um marco para Campina Grande. A cidade será ‘maior’, em todos os aspectos, depois dele.

 

Planalto confirma presença do presidente Bolsonaro na entrega do Aluízio Campos, em Campina Grande

Presidência da República divulgou oficialmente a agenda da próxima segunda-feira, incluindo a visita em Campina Grande


Agora é oficial. O Palácio do Planalto incluiu a entrega das casas e apartamentos do Complexo Aluízio Campos na agenda oficial do presidente Jair Bolsonaro (PSL), na próxima segunda-feira (11). A vinda dele havia sido anunciada pelo prefeito Romero Rodrigues (PSD) no início da semana.

Bolsonaro deverá participar da inauguração do conjunto, às 10h. A obra recebeu investimentos de aproximadamente R$ 330 milhões e tem 4,1 mil casas e apartamentos.

O Complexo começou a ser construído ainda em 2015, na gestão da ex-presidente Dilma Roussef, e vai reduzir em 31,5% o déficit habitacional de Campina Grande.

 

Bolsonaro deve participar da entrega do Aluízio Campos dia 11, anuncia Romero

Reunião com representantes da prefeitura e Exército discutiu hoje a estrutura de segurança e mobilidade para a visita

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) deverá participar da entrega das casas e apartamentos do Complexo Aluízio Campos, na próxima segunda-feira (11). A informação é do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), que participou nesta segunda-feira (04) de uma reunião na sede do 31º Batalhão de Infantaria Motorizada para discutir a estrutura de segurança da solenidade.

Equipes do Cerimonial da Presidência devem chegar na cidade na próxima quarta-feira, juntamente com agentes de seguranças que irão trabalhar no evento. “Há toda uma cautela e preparativos específicos que já estão sendo adiantados para termos a presença do presidente aqui”, comentou Romero.

A inauguração do Aluízio Campos estava prevista para acontecer no dia 11 de outubro, aniversário da cidade, com a presença do presidente da República. A data teve que ser adiada por conta de problemas burocráticos, junto ao Banco do Brasil. Depois disso, a entrega dos imóveis foi anunciada para o dia 25 de outubro, mas foi novamente postergada. 

O Aluízio Campos

Estão sendo investidos cerca de R$ 330 milhões na obra dos Complexo Aluízio Campos, sendo a maior parte dos recursos do Governo Federal. Aproximadamente R$ 30 milhões são recursos do poder público municipal. Os serviços tiveram início em 2015 e já foram concluídos. Com 4.100 imóveis, postos de saúde, três creches, dez praças com academias populares, o Complexo ocupa uma área maior que dezenas de cidades da Paraíba.

 

Prefeitura de Campina Grande aciona Polícia Federal para evitar invasões no Aluízio Campos

Grupos estariam articulando a invasão das casas e apartamentos. Entrega foi adiada para o dia 11 de novembro

Foto: Codecom

A Secretaria de Planejamento de Campina Grande formalizou, na tarde desta sexta-feira (25), pedidos de investigação e monitoramento ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e Polícia Militar em relação a ações de grupos que estariam articulando e estimulando a invasão do Conjunto Aluízio Campos. O objetivo é evitar que as 4.100 casas e apartamentos sejam ilegalmente invadidos. A invasão estaria sendo ‘programada’ para o fim de semana.

A inauguração do Aluízio Campos está marcada para o próximo dia 11 de novembro. A entrega dos imóveis foi inicialmente prevista para o dia 11 de outubro, mas depois adiada para hoje (25 de outubro) por conta de entraves burocráticos. O secretário de Planejamento do município, Diogo Lyra, afirma que por mais interesse que tenha a Prefeitura em promover a entrega do conjunto, a inauguração só poderá ocorrer quando estiveram cumpridas todas as etapas de assinaturas de contratos por parte dos mutuários.

Até hoje o setor habitacional do Banco do Brasil, em São Paulo, só tinha encaminhado os contratos dos 3.012 proprietários das casas – praticamente todos já assinados pelos donos dos imóveis. Os contratos referentes aos 1.088 apartamentos do conjunto só começam a chegar em Campina Grande na próxima semana, segundo o Banco do Brasil.

Prefeitura de Campina Grande adia pela segunda vez a entrega do Aluízio Campos

Prefeitura, Banco do Brasil e Ministério definem 11 de novembro como data definitiva para inauguração

Foto: Codecom

As 4.100 casas e apartamentos do Conjunto Aluízio Campos serão entregues no dia 11 de novembro. Foi o que anunciou o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, na manhã desta quarta-feira (23), após entendimentos com o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Banco do Brasil, parceiros na obra. É o segundo adiamento para entrega da obra.

De início, os imóveis iriam ser entregues dia 11 de outubro, com a presença do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A inauguração foi adiada por entraves burocráticos. O prefeito explicou que pretendia inaugurar o conjunto nesta sexta-feira (25), mas questões operacionais referentes ao envio a Campina Grande dos contratos de 1.088 apartamentos impedem que a entrega oficial aconteça ainda esta semana. Os contratos são preparados em São Paulo, pelo Banco do Brasil, que os envia para Campina Grande.

Segundo Romero, com a conclusão do processo de assinaturas dos contratos por parte dos mutuários das casas, não haveria sentido em não entregar também, por questões burocráticas, os apartamentos no mesmo dia da inauguração.

Entrega do Aluízio Campos vai diminuir 31,5% do déficit habitacional de Campina Grande

Expectativa é de que obra seja inaugurada na próxima sexta-feira (25), mesmo sem a presença de Bolsonaro. São 4,1 mil imóveis

Foto: Codecom

Na próxima sexta-feira (25), caso os apartamentos e casas do Complexo Aluízio Campos sejam entregues, o déficit habitacional de Campina Grande será reduzido em aproximadamente 31,5%. É que de acordo com o IBGE há uma deficiência estimada em 13 mil moradias no município. O Complexo Aluízio Campos possui 4.100 imóveis, que serão inaugurados oficialmente após cinco anos de serviços. 

A área é maior do que maioria das cidades paraibanas e recebeu investimentos de R$ 330 milhões (sendo a maior parte dos recursos do Governo Federal). A entrega das casas e apartamentos deveria ter ocorrido no dia 11 deste mês, com a presença do presidente Jair Bolsonaro (PSL), mas teve que ser adiada por entraves burocráticos. A nova data escolhida, dia 25, não terá participação do presidente. 

“Nós estamos em uma expectativa muito grande, assim como toda a população. A obra está totalmente pronta e se dependesse da prefeitura já teríamos inaugurado”, comentou o prefeito Romero Rodrigues, acrescentando que a inauguração depende, contudo, do Governo Federal.

Aluízio Campos já é bairro

Embora não tenham sido entregues, as casas e apartamentos do Complexo Aluízio Campos já são, legalmente, um novo bairro de Campina Grande. A área e o número de casas são maiores, inclusive, do que a maioria das cidades paraibanas. Em março deste ano a Câmara Municipal de Vereadores aprovou um projeto de lei que instituiu o novo bairro. A expectativa é de que 15 mil pessoas irão morar no Complexo.

Diante do crescimento de casos, UEPB cria Observatório do Feminicídio da Paraíba

Feminicídios cresceram 53% em um ano na Paraíba. Observatório terá nome de professora da UEPB que foi assassinada

Foto: Ascom

Entre os anos de 2017 e 2018 os casos de feminicídio na Paraíba aumentaram 53%, conforme dados do Anuário Brasileiro da Violência 2019. O cenário fez a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) criar o Observatório do Feminicídio da Paraíba, que vai desenvolver ações e atividades para tentar combater e evitar novos casos. A resolução do Consuni que institui a entidade foi publicada no Diário Oficial do Estado de sábado (19).

O Observatório será chamado de professora Bríggida Rosely de Azevedo Lourenço, que foi morta pelo fotógrafo Gilberto Stuckert em 2012. Bríggida era docente do Curso de Arquivologia, do Campus de João Pessoa. O crime teve grande repercussão, sendo o acusado condenado a 17 anos e 6 meses de prisão em júri popular. 

“O Observatório deve se constituir num espaço de reflexão e de ações e/ou atividades acadêmicas, de caráter interdisciplinar, congregando docentes pesquisadores/as, técnicos/as administrativos/as e discentes que tenham interesse ou envolvimento com os objetivos e desafios do Observatório. Caberá a UEPB induzir projetos relacionados com o enfrentamento do Feminicídio, por meio dos programas  institucionais existentes ou de outros, eventualmente criados para fomentar as atividades e as ações objeto do presente Observatório”, discorre a resolução do Consuni que cria a entidade.

UEPB deve decidir em novembro sobre mudanças no modelo de vestibular da instituição

Atualmente a universidade adota o Sisu como forma de ingresso. O tema vai ser discutido no Consepe

Foto: Ascom

A discussão sobre a manutenção ou não do atual modelo de ingresso na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) existe há muito tempo, mas no próximo mês a instituição deve decidir sobre o tema no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe). Hoje todas as vagas oferecidas são preenchidas pelo Sisu e a proposta é de que a universidade possa adotar também, para parte das vagas, a nota do Enem ou mesmo volte a realizar um vestibular próprio.

Na próxima semana o reitor da instituição, professor Rangel Júnior, vai participar do fórum de reitores em São Luís, Capital do Maranhão. O tema será debatido durante o evento, já que várias universidades do país também estudam modelos alternativos ao Sisu para o ingresso de alunos.

“Na UEPB vamos pautar agora, daqui para novembro. Durante o mês de novembro será a culminância da discussão. O debate já existe, mas de forma ainda fragmentada nos departamentos e cursos. Até o fim de novembro a gente terá um posicionamento formal da universidade”, explicou Rangel. Caso adote um novo modelo de ingresso, o sistema deverá ser implantado gradualmente. Para o próximo semestre a expectativa é de que a universidade oferte cerca de 2,8 mil vagas.

Prefeitura inicia assinatura de contratos do Aluízio Campos, em Campina Grande

Solenidade aconteceu no Teatro Severino Cabral. Prefeito Romero Rodrigues diz que entrega de imóveis está mantida para o dia 25

Foto: Codecom

Os 140 primeiros contratos de mutuários do Complexo Aluízio Campos, em Campina Grande, foram assinados na manhã desta sexta-feira (11). As casas e apartamentos, no entanto, só serão entregues no próximo dia 25 deste mês. Para ‘acelerar’ o processo, a prefeitura anunciou uma força-tarefa para assinar 400 contratos por dia, a partir da próxima segunda-feira.

No total os 4,1 mil proprietários dos imóveis irão assinar os documentos junto ao Banco do Brasil. Cada contrato, com três vias, dispõe de 40 páginas que devem ser assinadas pelos mutuários e por representantes da instituição financeira.

A obra, que teve um investimento de R$ 330 milhões, iria ser entregue hoje. A data, porém, foi adiada por conta de entraves burocráticos. “Todo esse esforçou viabilizou a construção daquela que é, sem dúvida, a maior obra já edificada nos 155 de história da cidade”, comentou o prefeito Romero Rodrigues.

O Complexo

obra do Aluízio Campos teve início em 2015. O Complexo possui 4,1 mil imóveis, entre casas e apartamentos, além de creches, postos de saúde e praças públicas. Os serviços passaram pelas gestões de três presidentes: Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (MDB) e, agora, Jair Bolsonaro (PSL). No total foram investidos cerca de R$ 330 milhões no Complexo, sendo a maior parte dos recursos do Governo  Federal.

Assembleia Legislativa lança sinal de TV para Campina Grande nesta quinta-feira

Solenidade acontece às 10h, durante uma sessão conjunta com a Câmara de Vereadores

Foto: Arquivo Jornal da Paraíba

Em uma sessão conjunta, na Câmara de Vereadores de Campina Grande, a Assembleia Legislativa do Estado lança nesta quinta-feira (10) o sinal da TV Assembleia. O novo canal (15.2) trará também a programação da TV Senado e TV Câmara, mostrando aos campinenses um pouco do cotidiano dos deputados estaduais paraibanos.

O lançamento acontece um dia antes do aniversário da cidade, quando Campina comemora 155 anos de história.  “É com muita alegria que comunico que o sinal da TV Assembleia chegará a Campina Grande. O campinense vai ter a oportunidade de acompanhar nosso trabalho na Assembleia, percebendo como se comporta o seu deputado no cotidiano da Assembleia”, observou o presidente da ‘Casa’, Adriano Galdino (PSB).

Campina Grande é a terceira do Estado a possuir o canal. Em João Pessoa, a TV da assembleia é transmitida pelo canal 40.2 ou pelos canais da NET TV (canal 11) e VIVO TV (340.2), e em Patos a programação pode ser acompanhada pelo canal 14.2.

O projeto é desenvolvido por meio de uma parceria com a PBCom. “Na prática a gente instala os transmissores no interior e coloca os sinais da TV Senado, TV Assembleia e TV Câmara dos Deputados nesses postos, para fazer chegar aos municípios do interior da Paraíba. No total queremos chegar a cobrir 70% da população paraibana”, comentou o gerente de tecnologia da PBCom, Josemar Cruz.