Opinião 13:04

Com sucessor eleito no 1º turno e vácuo na oposição, Romero está diante do ‘cavalo selado’ para 2022

Foto: Ascom

Há um ditado popular que diz que “cavalo selado só passa uma única vez”. Se levar em conta esse adágio e o cenário atual, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), não terá nenhuma dúvida sobre o seu futuro político para 2022: vai para a ‘briga’ pelo Palácio da Redenção.

É que o panorama deixado pelas eleições deste ano indica que o nome de Rodrigues é, hoje, o de maior peso entre as lideranças de oposição ao atual Governo estadual. Não há outro com a mesma envergadura e melhor posicionado nesse campo. Pelo menos por enquanto.

E é simples verificar isso. Devastado pelos efeitos da Calvário, o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) amargou a 6ª posição no processo eleitoral da Capital. O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), sequer elegeu a sua candidata. O senador José Maranhão, do MDB, dificilmente terá fôlego para uma disputa majoritária. Já o ex-senador Cássio permanece longe dos debates da política paroquiana.

Sendo assim, Romero é, de forma inequívoca, o nome que aparece com maiores chances, entre os oposicionistas, para brigar pelo Palácio da Redenção daqui a dois anos. E já tem um partido sobre o seu comando, inclusive.

Mas isso não é tudo, claro. Nos próximos dois anos, o desafio para ele será arregimentar outras forças. Provar que tem pulso e impulso para levar o seu projeto, vitorioso nas urnas em Campina, para o restante do Estado.

Se conseguir manter o mesmo ‘capital político’ de hoje Romero estará diante do ‘cavalo selado’. É só subir e ir para a batalha.

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