Opinião 12:37

A escolha do candidato, o ‘mapa partidário’ do PSD e o futuro de Romero

Foto: Arquivo Jornal da Paraíba

O falecimento precoce do ex-deputado Rômulo Gouveia, há pouco mais de dois anos, possibilitou ao prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues a missão de liderar o PSD na Paraíba. De maio do ano passado para cá, desde quando assumiu o comando da legenda no Estado, ele tem procurado fortalecer o partido e mantê-lo no topo do cenário político estadual. Condição, aliás, que pode assegurar em 2022 uma candidatura sua ao Governo do Estado, ou ao Senado Federal.

É que quem deseja ocupar o Palácio da Redenção um dia, ou mesmo disputar uma vaga no Senado, sabe que precisa ter, no mínimo, espaço garantido e um partido forte para a disputa.

Mas para chegar bem, em 2022, é preciso movimentar as peças do xadrez político já este ano. E, pelo menos até agora, o PSD paraibano não tem em João Pessoa e nas grandes cidades sertanejas nomes expressivos para a disputa. Precisará apoiar chapas encabeçadas por outros partidos aliados, como o PSDB, o PP e MDB.

A principal base no ‘mapa eleitoral’ do PSD é Campina Grande, onde Romero deverá decidir essa semana se terá, ou não, um candidato de seu partido no pleito.

A decisão, claro, levará em conta não apenas o partido. Mas ela terá desdobramentos diretos no tamanho da legenda no Estado e, por consequência, na ‘estatura’ do prefeito campinense para 2022.

Com uma gestão bem avaliada na reta final de seu segundo mandato, Romero vai para uma escolha que poderá definir os seus próximos passos na política estadual e a decisão vai indicar se o PSD será, ou não, prioridade nesse trajeto.

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