População planta bananeiras para cobrar do Governo recuperação da PB-293

Rodovia de 50 km atende população de mais de 100 mil habitantes no Sertão do Estado

Foto: Ascom

A população que utiliza a PB-293, no Sertão paraibano, realizou na manhã desta segunda-feira (25) um protesto para cobrar do governo estadual melhorias na estrada. Os moradores plantaram bananeiras em cada cada buraco da via em ato de protesto contra a demora na solução da questão. Nas mudas foram colocadas frases de desabafo como “vergonha” e “isso é calamidade pública”.

Com uma extensão de 50 km, a PB 293, que corta os municípios de Paulista, São Bento e Brejo do Cruz, a estrada atende a uma população de mais de 100 mil habitantes. Além disso, no local transitam comerciantes de várias partes do país, haja vista aquela ser uma região forte na produção têxtil e leiteira da Paraíba. O trecho influencia diretamente os municípios de Paulista, São Bento, Catolé do Rocha, Pombal e Brejo do Cruz.

O trecho com problemas da PB-293 foi um dos incluídos no plano de recuperação de rodovias estaduais anunciados pelo Governo na última quarta-feira (20). O trabalho sera executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER), dentro do Programa Estrada Segura.

O DER disse que está acompanhando e fazendo o possível para melhorar as condições da rodovia citada e de todas as outras, nesse período de pandemia, assim como cuidando dos servidores para que não corram o risco de se contaminarem com o vírus. A licitação para a restauração da PB-293 e PB-323 está marcada para o dia 16 de junho.

A deputada Pollyanna Dutra (PSB), que participou do protesto, cobrou agilidade da Secretaria de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos e do Meio Ambiente, responsável pela recuperação das PBs no estado, para conclusão dos trabalhos. “Eu trafego constantemente pelo local e está praticamente intransitável. Estamos em diálogo cobrando, de forma imperativa, uma resposta, e já soubemos que há previsão de realização da obra, mas não podemos esperar. Seguiremos cobrando e observando o início das obras, pois, como está, o local só apresenta riscos para toda a população que não tem alternativas senão transitar pelo trecho”, afirmou.

Por Angélica Nunes, do Jornal da Paraíba ****

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