Referência no país, coordenador do Gaeco participa do maior evento sobre inovação da América Latina

Octávio Paulo Neto vai falar sobre combate à corrupção com uso de novas ferramentas tecnológicas

Foto: Arquivo Jornal da Paraíba

Há anos no comando do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público da Paraíba, o promotor Octávio Paulo Neto tem no currículo a coordenação de investigações importantes, que têm modificado a percepção da política e do combate à corrupção no Estado. A lista de operações é longa: ‘Pão e Circo’, ‘Xeque-Mate’, ‘Calvário’,  ‘Cidade Luz’, ‘Andaime’… Aos poucos, elas fizeram com que o Gaeco se tornasse referência no país quando o assunto é combate à corrupção e ao crime organizado.

No próximo dia 4 de outubro, as experiências paraibanas no combate à corrupção irão ser contadas na maior conferência sobre inovação da América Latina, a Innova Summit 2019, realizada em Brasília. Octávio vai debater “Inovação aberta no combate à corrupção” e, certamente, vai citar o exemplo do Hackfest, um projeto desenvolvido pelo Ministério Público em parceria com professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e que teve o apoio da Rede Paraíba de Comunicação.

Os sistemas Pandora, o Ariel e o DNA também são exemplos de ferramentas que têm sido disponibilizadas para membros do sistema de Justiça. O Pandora, por exemplo, usa modelos de análise de grande volume de dados que permitem a detecção, de forma sistemática, dos riscos de crimes contra a administração pública, no âmbito dos gastos dos governos estadual e municipais no Estado. Esses protótipos desenvolvidos pelo NGCSI demonstraram tanta viabilidade técnica que já estão sendo usados por outros MP’s, como os do Rio de Janeiro e do Paraná.

A Innova Summit 2019 acontece entre os dias 3 e 5 de outubro e ainda terá nomes como o jornalista Caco Barcelos, o maestro João Carlos Martins e Ronan Damasco, diretor de tecnologia da Microsoft. Além de se destacar na utilização de novas ferramentas no combate à corrupção, o coordenador do Gaeco projetou o seu grupo de trabalho a um patamar de credibilidade e eficiência junto ao Judiciário, quando o assunto é investigação criminal. Hoje o Gaeco é, dentro e fora do Ministério Público da Paraíba, uma boa experiência paraibana a ser seguida.

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