Em discurso, Cida quase “escorrega” e chama Ricardo Coutinho de Ricardo Cunha Lima

A candidata a prefeita de João Pessoa, Cida Ramos (PSB), estava criticando o adversário Luciano Cartaxo (PSD) e a aliança que o candidato à reeleição fez com os senadores José Maranhão e Cássio Cunha Lima, quando se confundiu. “Escorregou” nos sobrenomes e disse que tinha orgulho de estar ao lado de uma militância aguerrida e de “Ricardo Cunha Lima”.

Antes mesmo de terminar a última sílaba do “Lima”, viu que havia algo errado, estava “soando” mal, corrigiu rapidamente e seguiu. No discurso, Cida rebateu Cartaxo, que tem dito que a socialista não tem experiência como gestora.

Ouça o áudio do discurso; a “escorregada” pode ser conferida a partir de 1m45s:

Presidente da OAB critica ‘espetáculo’ em apresentação do MPF sobre Lula

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, criticou nesta quinta – feira (15) a forma como o Ministério Público Federal apresentou ontem a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mulher dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas no âmbito da Operação Lava Jato.
“O processo é formal e guarda ritos. Não pode ser objeto de um espetáculo. Isso me preocupa. É preciso aprimorar esse procedimento”, disse o advogado em entrevista à Rádio Estadão.

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Quem foi solidário a Cunha?

O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teve a solidariedade de 10 deputados. Eles deram votos contrários à perda de mandato, foram ao plenário e agiram com “misericórdia”. Quem não foi à sessão, por medo da opinião pública ou por uma justificativa pessoal, também ajudou. Foram dez abstenções.

Votaram com Eduardo Cunha os deputados Carlos Marun (PMDB-MS), Paulo Pereira da Silva (SD-SP), Marco Feliciano (PSC-SP), Carlos Andrade (PHS-RR), Jozi Araújo (PTN-AP), Júlia Marinho (PSC-PA), Wellington (PR-PB), Arthur Lira (PP-AL), João Carlos Bacelar (PR-BA) e Dâmina Pereira (PSL-MG).

Os parlamentares que se abstiveram foram Laerte Bessa (PR-DF), Rôney Nemer (PP-DF), Alfredo Kaefer (PSL-PR), Nelson Meurer (PP-PR), Alberto Filho (PMDB-MA), André Moura (PSC-SE), Delegado Edson Moreira (PR-MG), Mauro Lopes (PMDB-MG) e Saraiva Felipe.

Hugo Motta (PMDB-PB) está entre os 42 que faltaram à sessão.

TSE flagra 21.072 pessoas “pobres” que doaram R$ 168 milhões, diz Folha

Ao cruzar informações, a Justiça Eleitoral vem desnudando o que suspeita ser uma nova frente de fraudes: doações milionárias de quem, aparentemente, nada tem. O TSE identificou 21.072 pessoas que, mesmo em situação de pobreza, transferiram juntas mais de R$ 168 milhões a campanhas municipais. Uma delas, cuja última renda conhecida é de 2010, doou R$ 93 mil. Outras dez desembolsaram mais de R$ 1 milhão, mas não têm renda compatível com tamanha generosidade.

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Coligação de Cartaxo rebate denúncia de nepotismo

No fim da tarde desta terça-feira (30), a Coligação Força da União Por João Pessoa, do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), candidato à reeleição, emitiu nota rebatendo denúncia da Coligação Trabalho de Verdade, de Cida Ramos (PSB), negando que há qualquer caso de nepotismo na prefeitura da capital. A denúncia foi feita no guia eleitoral dos socialistas na noite de ontem (29).

Na nota, a assessoria de Cartaxo registrou que a irmã dele, Célia Pires de Sá, citada no guia, é concursada do município e a legislação não considera nepotismo uma servidora concursada assumir um cargo comissionado.

Está provado que as falsas denúncias feitas pela oposição não passam de uma tentativa desesperada de atacar a gestão liderada pelo Prefeito Luciano Cartaxo”, pontua a nota.

Nesta terça-feira (30), a coligação Trabalho de Verdade protocolou na  Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa do Ministério Público da PB uma denúncia contra o prefeito da capital pela suposta prática de nepotismo na gestão municipal.

Veja a nota da Coligação Força da União Por João Pessoa na íntegra

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Juíza proíbe impressão de “gato preto” nas camisas de militantes de Zenóbio

safe_imageA juíza eleitoral de Guarabira, Hígia Antônia Porto Barreto, determinou que fossem apreendidos todos os moldes de impressão de um “gato preto” e camisas amarelas nos comitês de campanha do prefeito de Guarabira,Zenóbio Toscano (PSDB), candidato à reeleição. O animal é símbolo da campanha do tucano.

A decisão, em caráter liminar, foi tomada depois que representantes da Coligação Guarabira Cidade do Bem, da candidata do PMDB, Fátima Paulino, denunciaram que eleitores estavam sendo convidados a levar camisas aos comitês para imprimirem a imagem do gato. Segundo a juíza, o ato é propaganda irregular, vedada, por configurar vantagem ao eleitor e captação ilícita de votos. A multa diária é de R$ 200 caso a medida seja descumprida.

 

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Deca do Atacadão se prepara para assumir cadeira no Senado

O suplente de senador José Gonzaga Sobrinho, Deca do Atacadão (PSDB), está em Brasília e nesta terça-feira (30) acompanhou parte da sessão do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado. Ele foi ao plenário e permaneceu um tempo ao lado do titular, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), onde conversou com aliados do tucano.

No gabinete, aproveitou para “testar” a cadeira que vai sentar, provisoriamente, assim que Cássio tirar licença para fazer cirurgia no intestino (retirada de pólipos, segundo ele) e para participar das campanhas eleitorais aqui na Paraíba. A licença começará no dia 05 ou 12 de setembro. A data ainda não foi oficializada pelo senador.

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Juíza manda coligação de Veneziano recolher material de campanha

Veneziano-1-800x554A juíza Ana Barreto Lóssio de Sousa da 72º Zona Eleitoral  de Campina Grande determinou, por meio de liminar, que todo material de campanha do candidato a prefeito do PMDB, Veneziano Vital do Rego, fosse recolhido até amanhã. Ela atendeu a um pedido da “Coligação Pra Mudar Campina”, do candidato socialista Adriano Galdino.

De acordo com a denúncia, materiais impressos pela coligação de Veneziano têm a impressão do nome do vice-prefeito, Felipe Gaudêncio (DEM), menor que 30% do nome do titular, diferentemente do que determina a legislação. A irregularidade se enquadra , segundo a juíza, no  art. 36, parágrafo 4° da Lei 9504/97.

A juíza mandou que os “representados” recolham também o material já distribuído em 48 horas ( a partir do dia 29), sob pena de aplicação de multa eleitoral e submissão e  aplicação do poder de polícia. O mesmo tempo foi determinado para que a defesa apresente resposta.

O advogado Fábio Thoma, responsável pela defesa de Veneziano, informou ao blog que o novo material que está sendo distribuído já está com a correção e que o recolhimento está sendo feito para os ajustes.

Inserção de jovem no mercado de trabalho é tema de audiência na AL

IMG-20160824-WA0190As políticas públicas para inserção do jovem no mercado de trabalho vão ser discutidas nesta quinta-feira (25) no plenário da AL. Entre os focos, programas como Pronatec (MEC) e a Lei da Aprendizagem (MTE).  O evento acontece a partir das 9 horas e é direcionado, principalmente, aos alunos das escolas técnicas particulares e empresas privadas que possam contratar esses alunos como jovens aprendizes. A iniciativa acontece em vários estados através da Comissão de Legislação Participativa (CLP) da Câmara de Deputados. Aqui na PB, a proposta é da deputada estadual Estela Bezerra (PSB).  Além da socialista, participam da mesa Mafra Merys, Conciliadora do TRF/SE; Edilene Felizar, Procuradora do Ministério do Trabalho; Sara Medeiros, Auditora do Ministério do Trabalho; e Walber Frasão, representando as escolas técnicas privadas na Paraíba.

Aplicativo Pardal é lançado pelo TSE

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O eleitor brasileiro poderá informar à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público (MP)  irregularidades encontradas nas campanhas eleitorais em seus municípios por meio do aplicativo Pardal. Ele será lançado hoje (16) pelo TSE, às 11h.  O aplicativo é mais uma ferramenta que a Justiça Eleitoral contará para coibir abusos e práticas irregulares. Um cidadão que observar um outdoor de candidato (sendo a propaganda por meio de outdoors proibida pela legislação eleitoral), por exemplo, poderá tirar uma foto da peça e enviar com rapidez, por meio do Pardal, a evidência da irregularidade para o tribunal eleitoral e o MP em seu estado, que examinará a denúncia feita. A solução Pardal foi desenvolvida em 2012, pelo TRE do Espírito Santo. No pleito de 2014, o aplicativo também foi utilizado de forma localizada por alguns estados, como a Paraíba. Agora, será ampliado para todo o país.

Fonte: TSE