Ciente da resistência, Temer diz que está aberto a negociar reforma da Previdência

Com muitas resistências, inclusive de deputados de uma base fiel, a reforma da Previdência do jeito que está não vai passar.

Aqui na PB, por exemplo, a maior parte da bancada quer modificações.

Deputados e senadores já dizem abertamente que o governo vai ter que “abrir” para negociar. Consideram os “termos” perversos, apesar de seguirem a cartilha na hora de dizer que é preciso “mudar”.

Ciente dessa resistência, o presidente Temer já disse hoje (17) que, “apesar de achar a proposta ideal para colocar o país nos trilhos”,  se houver necessidade de conversações, não vai negar.

Vai abrir mão da “gordura”, que especialistas do próprio governo dizem ter. A velha margem de negociação.

Temer disse isso numa palestra para executivos de cerca de 100 empresas reunidos na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

“Haverá propostas de modificação em um ou outro ponto? É muito provável. Nós temos um déficit de R$ 149 bilhões na Previdência Social. Nós temos estados que estão quebrando por causa da Previdência”, enfatizou. Para Temer, os movimentos são de natureza política, sem contra argumentos sólidos.

Por enquanto, a impressão pode ser até essa, mas se o movimento das ruas continuar, veremos cada vez mais parlamentares “amedrontados”.

Gervásio e Cartaxo têm bons motivos para “bater perna”

(Nyll Pereira/ALPB)

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia (PSB), e o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), estão em campanha para fortalecer os nomes para 2018. Os dois são candidatos virtuais a governador.

Qualquer declaração em outra direção é puro jogo de cena, a velha mentira da estratégia política. Nos dois casos, evita-se qualquer crime eleitoral e esconde-se o jogo.  Os “eventos” precisam ocorrer num formato que evite problemas, mas com força suficiente para deixar marcas e plantar sementes eleitorais.

E qual o problema nisso? Em tese, devem ser questionados se estiverem usando, escancaradamente, a estrutura da AL e da prefeitura. Óbvio que, de alguma forma, isto vai estar acontecendo. Por isso, órgãos controle precisam ficar atentos. Porém, duvido que seja possível fazer qualquer diferenciação.

De qualquer forma, os dois utilizam o cargo, o prestígio, a estrutura das máquinas e se viram com desculpas necessárias para percorrer o Estado. São visitas de cortesia, inaugurações, reuniões, elaborações de planos intermunicipais. É o jogo. Gervásio vai para todas as inaugurações, fala como presidente do Legislativo e é apresentando “simbolicamente” como o nome para suceder RC. Dentro do “mundo girassol” tenta quebrar resistências, e tem conseguido. Desde quando assumiu a AL, e até um pouco antes, Gervásio virou “par de jarro” com o governador Ricardo Coutinho (PSB).

Onde um vai, o outro vai atrás. RC, ao menos desta vez, parece estar disposto a preparar alguém antes do ano da eleição. Já errou duas vezes e espera que agora seja capaz de passar seu capital eleitoral.

Gervásio luta para ser mais que o “nome” que RC vai escolher. Sabe que se for só isso, não vai muito longe. A população mostrou que quer nome com personalidade, vida própria, projeto próprio.

Cartaxo não deixará o bonde passar. Vai visitar quantos municípios puder nos fins de semana, criar fatos, reuniões e encontros no interior para se consolidar como o nome do grupo.  Vai precisar de PMDB e PSDB, mas quer a naturalização do seu nome nas pesquisas internas e no boca-a-boca do interior.

O PMDB faz jogo de cena, mas não tem um nome para disputa. Fala em Maranhão, mas é só conversa. Não tem mais força para ganhar uma disputa para o governo. Cássio também não vai. Sabe que o momento é bom para projeção nacional, tem mais chances numa reeleição ao Senado e vai precisar de um bom candidato ao governo. No caso, o prefeito de João Pessoa.

Gervásio e Cartaxo têm bons motivos para bater perna.

‘Um defensor dos trabalhadores e do país’, afirma tucano em homenagem a Lula

Jhonathan Oliveira

A visita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às obras da transposição na Paraíba, marcada para o domingo (19), fez os deputados estaduais resgatarem um fato que praticamente tinha sido esquecido: o título de cidadão paraibano concedido ao petista. A homenagem foi aprovada em 2003, primeiro ano de governo de Lula, e, por mais estranho que possa parecer, foi apresentada por um tucano, o atual prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano. Como a situação é algo praticamente inimaginável para os dias atuais, o blog foi em busca do projeto para entender as razões que moveram o então deputado para a concessão da honraria.

Quem lê a justificativa de Zenóbio Toscano no Projeto de Lei 349/2003, sem saber quem é o autor, tem certeza que ela foi escrita por um apoiador do então presidente, não por um membro de um partido adversário. O deputado rememora as dificuldades que Lula enfrentou desde a infância e destaca a importância da eleição dele para presidência. É bom lembrar que no anterior o petista tinha derrotado José Serra (PSDB) nas urnas.

Zenóbio Toscano destacou toda a história de Lula na justificativa do projeto (Foto: Divulgação)

Zenóbio defende que Lula merece o título de cidadão paraibano pelos “relevantes serviços prestados ao país”, por “defender os trabalhadores” e ser um “defensor intransigente da soberania nacional”.

Em outro trecho da justificativa, é possível perceber até uma certa emoção nas palavras de Zenóbio Toscano. “A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva para dirigir os destinos da Nação brasileira, com quase 53 milhões de votos, chamou a atenção do mundo inteiro, ao ver que agora o Brasil, um país continental e detentor de uma grande economia, teria como presidente da República um operário, oriundo de uma das mais pobres regiões do país e das lutas do movimento sindical”, disse o atual prefeito de Guarabira.

Na época, a proposta de Zenóbio foi subscrita por quase 30 deputados. Após a aprovação, o título de cidadão paraibano para Lula virou lei pelas mãos de um o outro tucano, o então governador Cássio Cunha Lima (PSDB), que sancionou a honraria.

Deputada estadual e filha de Zenóbio, Camila Toscano (PSDB) afirmou que não existe motivos para se estranhar o fato de um tucano ter apresentado a homenagem para Lula, justificando que o momento político era outro. “Naquela época não se tinha tão escancarado as denúncias de corrupção no PT, não tínhamos a Lava Jato. Acredito que ele[o pai] tinha as razões de fazer e não apresentaria se não fosse merecido, mas hoje com certeza não”, disse.

A Assembleia Legislativa pretender entregar o título a Lula na cidade de Monteiro, no domingo, quando ele, a ex-presidente Dilma Rousseff e uma série de políticos vão participar do evento que está sendo tratado como ‘inauguração popular’ do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco. O líder do bloco governista chegou a sugerir que a homenagem fosse feita por Camila, em representação ao pai, mas ela rejeitou a oportunidade por causa de um problema de saúde que a avó está enfrentando.

‘Escola Sem Partido’: projeto que censura professores é apresentado na Câmara de JP

Jhonathan Oliveira

O controverso projeto ‘Escola Sem Partido’, que tem o objetivo de censurar os professores dentro de sala de aula, proibindo a discussão de conteúdos políticos e de gênero, por exemplo, acaba de desembarcar em João Pessoa. A proposta de implantação na rede municipal de ensino chegou à Câmara Municipal da capital pelas mãos da vereadora Eliza Virgínia (PSDB), maior representante da bancada evangélica na Casa.

Fruto de um movimento nacional, criado pelo advogado Miguel Nagib, o ‘Escola Sem Partido’ já foi apresentado em diversas partes do país, inclusive tendo sido implantado em Picuí. A ideia central do programa é proibir a ‘doutrinação’ dos alunos por parte dos professores. O projeto apresentado por Eliza, que segue a linha geral da iniciativa, diz que os educadores não poderão se “aproveitar” da audiência cativa dos alunos “para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias”.

O ‘ESP’ é fundamentado em uma base religiosa tradicional e também cria polêmica ao estabelecer que os professores devem tratar os alunos com base na “identidade biológica de sexo”. Isso quer dizer que estudantes transgêneros, por exemplo, não podem ser tratados pelo gênero com o qual se identificam. Obrigando assim os educadores a serem todos preconceituosos.

“Entendemos que é necessário e urgente adotar medidas eficazes para prevenir a prática da doutrinação política e ideológica nas escolas, e a usurpação do direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”, afirma Eliza Virgínia, na justificativa do projeto. A vereadora bem que poderia explicar melhor o que é moral e o que não é.

O que Eliza Virgínia talvez não saiba, é que o ‘Escola Sem Partido’ é considerado inconstitucional. A leitura neste sentido foi feita pela Advocacia Geral da União (AGU) em uma ação, no Supremo Tribunal Federal (STF), que questiona a implantação do projeto como lei em Alagoas. Para a AGU, a iniciativa legisla sobre uma área de competência exclusiva da União e infringe o artigo 206 da Constituição, que garante a pluralidade de ideias no ambiente de ensino.

O projeto foi apresentado na segunda-feira (13) e deve começar a tramitar nas comissões da Câmara Municipal nos próximos dias. A questão é esperar para saber se os parlamentares vão atropelar a Constituição para garantir a aprovação da polêmica proposta.

 

PT confirma visita de Lula às obras da transposição na Paraíba

Jhonathan Oliveira

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva vai mesmo visitar as obras da transposição do Rio São Francisco no interior da Paraíba. O presidente do PT estadual, Charliton Machado, confirmou nesta quinta-feira (9) que isso deve acontecer provavelmente no dia 19 de março, mas a data ainda precisa ser oficializada pelo Instituto Lula.

Lula durante visita as obras da transposição do São Francisco em 2009 (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República)

O objetivo de Lula é claro: ‘recuperar’ a transposição como um dos maiores legados do seu governo. Haja vista que o governo de Michel Temer tem feito propaganda da obra, como se fosse o grande responsável por ela, deixando de lado o papel dos governos petistas na sua execução.

Além da Paraíba, o ex-presidente também vai passar por território pernambucano durante a visita. Se confirmada a data de 19 de março, a visita vai acontecer um dia antes do previsto para o lançamento da pré-candidatura de Lula à Presidência da República. Apesar disso, a tendência que já se comporte com postulante ao Planalto durante a passagem pela região Nordeste.

De acordo com o PT paraibano, a agenda de Lula só vai ser fechada após a confirmação da data. Além da visita às obras da transposição, a passagem pela Paraíba também pode servir para o ex-presidente receber o título de cidadão pessoense. A homenagem foi aprovada na Câmara de João Pessoa na década de 90, mas nunca foi entregue. Agora o vereador Marcos Henriques, único petista da Casa, está fazendo fazendo uma articulação para garantir que Lula receba o diploma.

Temer diz que escolha de novo ministro da Justiça não terá conotação partidária

Jhonathan Oliveira

O presidente Michel Temer garantiu nesta quarta-feira (15) que a escolha do substituto de Alexandre de Moraes no Ministério da Justiça será “pessoal , sem conotações partidárias”. O presidente postou a declaração no perfil pessoa no Twitter, onde também confirmou que vai manter novas conversas com o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, que agora surge como favorito para o cargo.

“Estive com Carlos Velloso ontem. Conversamos privadamente por mais de 1h. Meu amigo há mais de 35 anos. Marcamos esse encontro diretamente”, disse Temer na rede social.“Continuaremos a conversar nos próximos dias. A escolha do novo ministro da Justiça será minha, pessoal, sem conotações partidárias”, acrescentou.

Novo ministro da Justiça deve ser anunciado após a sabatina de Alexandre de Moraes.

O mesmo Temer que agora afirma que vai escolher um ministro fugindo das indicações partidárias, prometeu montar um ministério de ‘notáveis’ antes de assumir a presidência. O resultado acabou sendo uma equipe repleta de políticos aliados, muitos tirados diretamente do Senado e da Câmara, e alguns citados e/ou investigados na Operação Lava Jato. Dá para acreditar que essa promessa vai ser cumprida?

E mais: se o nome para o Ministério da Justiça for de fato o de Carlos Velloso, não se pode afirmar na totalidade que a escolha não tem conotação partidária. Mineiro, o ex-ministro é amigo do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, e conta com o aval dos tucanos para ascender ao posto.

A escolha, se confirmada, também pode gerar problemas com o PMDB. O partido do presidente não está satisfeito com o crescimento do espaço do PSDB e a redução do seu dentro do governo federal. Por isso, esperava ter um nome de um filiado indicado para o Ministério da Justiça. Os peemedebistas chegaram a indicar o deputado federal Rodrigo Pacheco (PMDB), mais o nome não foi bem aceito pelo fato de ele ser um crítico da atuação do Ministério Público Federal (MPF).

O novo ministro deve ser definido após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado sabatinar Alexandre de Moraes para a vaga no Supremo Tribunal Federal, marcada para a próxima terça-feira (21).

Nos bastidores, derrota de Lira na disputa pela CCJ é dada como certa

Nos bastidores, já é dada como certa a vitória do senador Edson Lobão (PMDB-MA) na disputa pela presidência da Comissão de Constituição e Justiça – CCJ,  a mais importante do Senado. Em outras palavras, o senador  Raimundo Lira (PB) está prestes a morrer na praia.

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), que apadrinha Lobão, disse que anunciará até as 15h o nome do PMDB para a presidência. Lobão tem o apoio também do ex-senador José Sarney.

Nos últimos dias, Lira demonstrou insatisfação porque havia uma espécie de “encaminhamento” para ele ir para CCJ, caso Renan ficasse na liderança. Não deu certo. Assim que assumiu o alagoano começou a fazer pressão para entregar o cargo a Lobão.

Investigado

O senador Edson Lobão é investigado na Lava Jato, mas a cúpula do partido não parece muito preocupada com isso.  Segundo O Globo, ele tem reclamado que é senador de vários mandatos, ex-ministro, enquanto o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) é suplente, assumindo no lugar de Vital do Rêgo, que foi para o Tribunal de Contas da União (TCU).

A definição da CCJ é a primeira disputa de poder entre Renan e o novo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Eunício apoia Raimundo Lira.

Não havendo entendimento, os senadores serão chamados a decidir pela manifestação de suas vontades. Seria muito ruim a bancada transferir a responsabilidade pela comissão. O líder não deve indicar dois. Isso seria o fim da liderança que mal está começando”, disse Renan à imprensa nacional.

A CCJ será responsável pela sabatina de Alexandre de Moraes, indicado pelo presidente Michel Temer para a vaga de ministro do Supremo.

Lira leva uma “rasteira” de Renan e quer disputar presidência da CCJ no Senado

Os senadores maranhense Edison Lobão e o paraibano Raimundo Lira disputam a indicação para presidência da CCJ – Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Casa. Os dois são do PMDB, partido com maior bancada e com direito de comandar a Comissão.

Lobão é apadrinhado pelo líder do PMDB, ex-presidente da Casa, Renan Calheiros, que está prestes a dar uma rasteira em Lira. Aliás, já deu.

É que, segundo o paraibano, havia um ‘entendimento’ de que se o alagoano assumisse a liderança do partido, Lira ficaria com a CCJ. Não foi tão simples.

Eu deixei de fazer todo o trabalho de articulação antecipado porque o senador Renan me pediu para ficar com a liderança. Mas, na última semana, ele mesmo assumiu o cargo (de líder do PMDB no Senado) e apresentou novo indicado para a CCJ”, disse Lira ao Estadão.

Renan assumiu a liderança, mas o nome de sua preferência (Lobão) para CCJ foi colocado no circuito e como não houve consenso. Lira, que tem interesse de se manter no front dos debates nacionais, quer ir para disputa e já disse que não abre.

Os senadores peemedebistas passaram a tarde e parte da noite desta terça-feira (7) em reuniões internas, mas a decisão sairá apenas hoje (08).

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Posse de Gervásio para presidente da AL foi uma espécie “lançamento de candidatura”

A posse do deputado estadual Gervásio Maia (PSB) pareceu, para quem esteve por lá, uma espécie de “lançamento de candidatura” ao governo de 2018.  Sem nenhum exagero.

A solenidade foi prestigiada por representantes de várias entidades, autoridades, por muitos prefeitos e lideranças políticas do Estado. Foi um tentativa de demonstração de força, de capital político. Maia queria impressionar e conseguiu.

Fez convites a muitas lideranças e elas responderam com a presença. Só do Brejo, uma caravana com representantes de oito prefeituras demarcaram território.

Muita água ainda vai rolar até 2018, mas Gervásio demostrou hoje (01) que vai fazer do poder que terá na Assembleia um trampolim para se tornar o nome do governador Ricardo Coutinho.

Terá a caneta, um Orçamento gordo, mais de R$ 320 milhões por ano, e a influencia com o governador. Em troca, Ricardo tem a seu favor a Casa tocando no ritmo que deseja.

Surpreendeu a presença maciça de todo o secretariado do governo estadual. Dos mais prestigiados aos que tem menos força. Aliás, servidores do Estado foram convidados a comparecer no evento.

Mas a tarefa não será fácil. Maia precisa ainda superar suas fragilidades. Precisa de personalidade, discurso mais consistente e mostrar que além de político articulado pode ser o gestor.

Fora isso tem uma tarefa árdua: convencer aos integrantes mais radicais do campo girassol (ou o que sobrou do coletivo) que não é só um herdeiro político de uma família tradicional. Ricardo, que tinha uma boa relação com o pai, Gervásio Maia, está apostando.

Maia já sabe disso e vai tentar provar que está na “linha” por meio das decisões como presidente da AL.

Foto: José Marques

 

 

Gervásio assume a AL de olho na disputa pelo governo

O deputado estadual Gervásio Maia (PSB) começa hoje (01) a “comer o bolo de olho na cereja”. Assume o comando da Assembleia Legislativa da Paraíba, com aval do governador Ricardo Coutinho (PSB), e busca pavimentar um caminho para ser “o escolhido” em 2018.

Maia já ganhou uma boa fatia da confiança do governador, faz defesas fervorosas em nome do mestre e já utiliza as palavras que fazem parte do campo girassol.

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