Pai pede ajuda para o filho de 10 anos que sofre bullying e é agredido na escola em Cajazeiras

“Então ele me transpassou o peito de dor e revolta com sua resposta. Tudo piora quando escutei meu filho de apenas 10 anos de idade dizer que não ia se alimentar antes de ir pra escola, pra quando apanhar não vomitar”, esse é um dos trechos do desabafo que o artista cajazeirense  Eduardo Jorge fez no último dia 17.

Por meio de uma postagem na sua página do Facebook, pediu ajuda e denunciou. Disse que seu filho de 10 anos está sofrendo bullying e sendo agredido por colegas na sala de aula. O texto revela o sofrimento do garoto e a tristeza do pai.

Não é vergonha pedir ajuda, quando precisamos, você que é pai, me ajude. O que fazer? quando seu filho chega da escola em prantos, dizendo; pai hoje tive coragem de dizer tudo, não aguento mais sofrer bully na escola, eu então perguntei como assim filho?”, começou questionando.

Eduardo Jorge relata que o filho admitiu que chegava em casa sujo, agressivo e sem os materiais da escola porque uns colegas da sala de aula batiam nele, pegavam todo material, quando estava sem professor. O menino disse ao pai que não falou antes porque tinha medo de apanhar mais. Os agressores, segundo ele, o ameaçavam.

O garoto disse ao pai que assistiu uma palestra sobre bullying e que se identificou com a fala. Pensando até em suicídio.

Então, pai, hoje na escola teve uma palestra sobre Bully, e o rapaz da palestra falou tudo isso que passei, dizendo que o Bully pode levar a o suicídio, e eu já pensei em me matar só pra não ter que ir apanhar na escola, e depois disso me abraçou chorando me pedindo pra não dizer quem era os meninos que bate nele pq ainda não terminou o ano”, disse Eduardo na postagem abaixo.

eduardo-jorge-pai

Na postagem, Eduardo diz que o menino estuda na Escola Estadual Dom Moisés Coelho. Como a escola está fechada neste domingo (2). Nesta segunda-feira, o Blog entrará em contato com a direção da unidade para saber se já tem conhecimento do caso e quais providencias serão tomadas.

8 Comente Pai pede ajuda para o filho de 10 anos que sofre bullying e é agredido na escola em Cajazeiras

  1. Newton Mota Disse:

    Caro Eduardo Jorge,
    esse é o retrato da escola brasileira:
    1)- Desanima não. Ensina teu filho a se defender. Você deve prepará-lo para a vida e não prá você. Ele pediu seu apoio, pois não aguentou. Seja forte e encoraje o garoto a se defender; saiba que as famílias do bem sofrem hoje, e bastante, com fatos dessa natureza, e têm que ser fortes. É que do outro lado estão crianças malcriadas, deseducadas, sem estrutura e que inconscientemente retratam o péssimo ambiente familiar em que vivem, NA ESCOLA. Fazem da escola o lugar para descarregar em cima dos outros, seus traumas e problemas de toda sorte. Os pais por sua vez, são absolutamente desajustados. Uma família desajustada é um desastre ! A escola tem que ser ágil, forte e competente e combater esse que é o mal maior e absurdo canalizado para o ambiente escolar, por famílias que fazem da escola um depósito de crianças. Não mandam as crianças para serem educadas, mas para se ver livre delas !
    2) – Identifique os agressores e seus pais. Eles haverão de ser responsabilizados. Procure a coordenação da escola e o diretor. Haja com energia. A escola é responsável direta quanto a integridade física e emocional do teu filho. Faz logo um BO(boletim de ocorrência) na polícia, pois o teu filho é menor incapaz e vulnerável; Procure a Justiça(defensoria pública), se preciso for.
    O combate tem que ser feito dentro da escola, Se os diretores e coordenadores forem omissos, denuncie a Secretaria de Educação. Exija providência.Denuncie a Escola na polícia e na imprensa. A escola não pode se omitir. Bullying é crime e tem que ser combatido dentro da escola, e compreendo que os agressores tem que deixar a escola. Escola não é lugar de MMA e nem de bichos.
    3) – Não tire o seu filho da escola. Quem tem que sair são os agressores. Se as agressões são no meio da rua, prepare o seu filho, para que ele lhe localize o mais imediato possível e você já vai com a polícia(faça o flagrante) e chame os donos da cria agressora.
    Por fim, haja com inteligência. Crime e criminosos é caso de polícia. Saiba defender sua família. Tome cuidado amigo, não transforme sua criança em agressor, prepare-o para viver nesse mundão; mas ele tem o direito de aprender a se defender, principalmente !

  2. paulo Disse:

    Sabe o que esse pai deveria fazer identificar, sondar, quem são esses agressores e pedir providências aos pais deles. Se eles não fizerem nada, esse pai tem que resolver de uma forma ou de outra. Isso é falta de uma surra bem dada para respeitar o próximo. Péssima criação

  3. Marcos Disse:

    Todos têm que se unir pra ajudar esse garoto e a familia.

  4. Newman Maria Disse:

    Revoltante, sou professora, não admito esse tipo de constrangimento, a vontade q sentimos é de mandar dar uma surra bem dada nos bandidos que se divertem agredindo inocentes! Sou do tipo e do tempo q bandidos devem ser tratados como bandidos! Escola é um templo sagrado tem que haver disciplina! Se não se torna um depósito de bandidos! Forças meus amiguinhos que são do bem! Que este país ainda pode ter jeito só com o regime militar! Num caso desses! Cadê os homens de bem dessa cidade?

  5. Maria Bernadete Oliveira Disse:

    Isso é um absurdo, é revoltante, um pai ver seu filho de apenas 10 anos passando por um sofrimento desse, não faz muito tempo vi uma reportagem sobre uma criança de 12 anos que cometeu suicídio deve ter sido isso e ninguém toma uma providência. Meu Deus fiquei chocada, espero que essa criança e seu pai receba ajuda de alguém, a diretoria dessa escola precisa tomar uma providência e ter pulso forte.

  6. carla Disse:

    Laerte,que absurdo!!

  7. Indignado Disse:

    Ai do moleque que fizesse isso com um filho ou sobrinho meu!

  8. Rosane Disse:

    É estarrecedor como a escola infelizmente não tem conseguido enfrentar os problemas de frente…escola particulares, escolas públicas. Pessoas sensíveis sempre serão sujeitas a crueldade de alguns. É um trabalho árduo e desgastante de ensinar respeito ao outro. Está faltando empatia, colocar-se no lugar do outro…muito triste tudo isso.

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