Temer aumenta tom e diz que não aceita ser chamado de golpista; ministros têm que revidar

Brasília- DF 16-06-2016 Presidente interino, Michel Temer e o ministro da educação, Mendonça filho anunciando prorrogação do FIES. Foto Lula Marques/Agência PTO presidente Michel Temer (PMDB) “falou grosso” e aumentou o tom na primeira reunião ministerial, depois de efetivado no comando, no fim da tarde desta quarta-feira (31). Demostrou irritação com o racha que aconteceu na base, na segunda votação de hoje, que manteve Dilma elegível e habilitada a assumir cargos públicos. Segundo ele, ninguém que “pensava diferente” do Planalto o chamou para conversar. Um recado para o senador Renan Calheiros (PMDB) que fez uma espécie de chamamento para salvar Dilma na segunda votação; e para os 16 seguidores que evitaram o tombo pleno da ex-presidente petista.

Temer afirmou que não aceita mais a pecha de golpista e “obrigou” ministros a revidar a qualquer menção ao termo.

Golpista é você que está contra a constituição. Nós não estamos propondo a ruptura constitucional”, disse o presidente orientando os ministros.

Segundo ele, a Constituição não foi rasgada e ninguém tomou o poder a força. De acordo ele, é preciso combater com dureza esse discurso da oposição. “Jamais nós retrucamos com palavras, mas agora nos não vamos levar ofensa para casa. Nos precisamos responder. Agora falou, nós respondemos”, disse.

Parece que uma reação forte ao último discurso de Dilma, que não foi conciliador, mas beligerante.

Haverá contra eles a mais firme, enérgica oposição que um governo golpista deve ter”, rasgou a ex-presidente.

Foto Lula Marques/Agência PT

Raimundo Lira disse “sim” ao impeachment de Dilma e “não” a inabilitação política

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O senador Raimundo Lira (PMDB) foi o único paraibano a votar a favor do afastamento definitivo de Dilma Rousseff da Presidência e optar pelo “não” na segunda votação, para que ela ficasse impedida de concorrer a cargos eletivos e ocupar funções na administração pública. Dezesseis senadores fizeram o mesmo.

Os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB) votaram “não” nas duas vezes. Optaram por fazer o serviço completo: “além da queda, o coice”, como disse o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), quando se pronunciou a favor da manutenção dos direitos políticos de Dilma, após votar pelo impeachment.

Oito peemedebistas
Lira foi um dos oito senadores peemedebistas que votaram pelo afastamento de Dilma, mas sem inabilitação política. Na lista, ex-ministros da petista como Eduardo Braga (AM) e Edison Lobão (MA), que comandaram o Ministério de Minas e Energia, em períodos diferentes. Abaixo a lista dos 16 parlamentares com a mesma posição.

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O 31 de agosto de 2016 entra para história política do país

O dia 31 de agosto de 2016 será uma nova data histórica para o país. Dia em que se fechou um ciclo político-administrativo e um embate jurídico com polêmicas, controvérsias e dúvidas. Por isso, não teremos uma única versão forte do que nos marcou. No mínimo, duas. Não há motivos para comemorar, sendo a favor ou contra ao que está posto.

Estamos tratando da retirada de uma presidente – mas poderia ser um presidente – eleita pelo voto popular. Retirada por um parlamento de “moral”  questionável, “ficha corrida” cheia de problemas, mas que tem a legitimidade do voto popular. As versões estão postas.

 

a favor de dilma

O golpe parlamentar

Para algumas gerações, será a confirmação de uma injustiça, por meio de um processo legal, maculado, viciado. Dilma Rousseff foi arrancada da presidência sem cometer crime de responsabilidade. Apenas irregularidades de gestão, como outros presidente fizeram, sem potencial para degola.

Nesse grupo, há os que entendem que a gestão da petista foi ruim, que gerou uma grande crise econômica, mas que havia solução, se os deputados e senadores tivessem interesse de ajudar.

Mas esse, definitivamente, não foi o interesse quando aprovaram pautas-bomba, quando rejeitaram projetos com medidas econômicas essenciais para manter viva a confiança dos investidores. Entre eles, há também, os que atribuem problemas econômicos  ao agravamento da crise internacional.

Nesse versão, não há dúvidas de que o impeachment nasceu depois da chantagem de um ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB), envolvido, claramente, em esquemas de pagamento de propina e desvio de dinheiro. Após a traição de um vice-presidente que percebeu uma oportunidade de atalhar.

Para quem está nesse grupo, “a grande mídia”, a elite e o mercado financeiro tiveram papel fundamental na criação do clima de desastre administrativo; influenciaram corações e mentes dos brasileiros e fizeram a cabeça de empresários (grandes e pequenos) que, temendo a piora da situação, demitiram, cortaram custos, acelerando declínio de nossas contas.

A Justiça, parcial, seletiva, segundo integrantes desses grupo, também contribuiu para a criação de uma cenário de podridão dentro de um único partido e corrupção no governo, que potencializaram a insatisfação popular.

Para finalizar (e não me alongar), nesse grupo estão os que entendem que o PSDB, partido derrotado quatro vezes nas urnas, e o PMDB, partido que nunca ganhou nada, mas sempre foi necessário à governabilidade, encontraram terreno fértil para o golpe de Estado: presidente sem popularidade, economia fragilizada, mídia parcial.

Foi a oportunidade que encontraram para derrubar o Partido dos Trabalhadores, no poder havia 13 anos, legenda que mudou a face do país, dando oportunidade aos mais pobres e diminuindo as desigualdades, colocando o país numa fase de crescimento, diminuindo a miséria, aumentando a inclusão social, o acesso à educação. Uma fase de desemprego baixo, taxa de juros em queda.

Para a maior parte dos que tem esse pensamento 31.08.2016 foi o dia da efetivação de um golpe parlamentar. Um dia nebuloso. Um ataque à democracia brasileira já frágil e jovem.

 

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A decisão justa

Do outro lado, há quem não tenha dúvida de que a decisão é justa. Dilma  teria cometido o crime de responsabilidade com a emissão de decretos suplementares, sem autorização do Congresso, e feito uma contabilidade criativa por meio dos empréstimos com os bancos públicos. Seu dolo, nesse caso, estaria presente.

Os crimes cometidos em 2015, segundo esse grupo, foram os mesmos de anos anteriores (2013,2014), maquiados principalmente antes da eleição. O “rombo econômico” foi escondido para estourar após a vitória nas urnas. Nas palavras do senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB): um estelionato eleitoral.

Quem compartilha desse olhar, vai dizer aos seus filhos que a presidente sofreu impeachment porque enganou os brasileiros e logo após a eleição não soube conter a crise econômica gerada pelas próprias medidas atabalhoadas, populistas, irresponsáveis.

O país teria entrado na maior crise da sua história, com desemprego em alta, inflação crescendo, fábricas fechando, comércio demitindo, as pessoas ficando mais pobres.

Vai se firmar o discurso de que além de todos erros na macroeconomia, Dilma era de um partido envolvido em vários esquemas de corrupção. Um deles quase que destruiu a maior empresa pública do país: a Petrobrás.

Para eles, parte dos esquemas de corrupção foi descoberta por um juiz chamado Sérgio Moro, que teve coragem de peitar os maiores empresários do país, além de políticos. Muitos foram presos delatando integrantes do governo, que recebiam propina de contratos sujos, de licitações fraudulentas.

Nessa versão, será esquecido que muitos parlamentares que votaram para derrubar a presidente fizeram parte do governo que derrubaram. Não irão lembrar que muitos deles são investigados por crimes graves.

Nessa ala, a ideia que perdurará é a de que o impeachment nasceu das ruas, de um povo insatisfeito, que perdeu o poder de compra, indignado com a corrupção que se instalou no governo durante os 13 anos. Para esse grupo, no dia 31.08.2016 foi feito Justiça ao povo brasileiro e a democracia que, mesmo ferida, foi respeitada. Afinal, mostrou-se com o processo considerado legítimo que ninguém está acima da lei: nem um presidente de República.

 

Fotos da Internet

Coligação de Cartaxo rebate denúncia de nepotismo

No fim da tarde desta terça-feira (30), a Coligação Força da União Por João Pessoa, do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), candidato à reeleição, emitiu nota rebatendo denúncia da Coligação Trabalho de Verdade, de Cida Ramos (PSB), negando que há qualquer caso de nepotismo na prefeitura da capital. A denúncia foi feita no guia eleitoral dos socialistas na noite de ontem (29).

Na nota, a assessoria de Cartaxo registrou que a irmã dele, Célia Pires de Sá, citada no guia, é concursada do município e a legislação não considera nepotismo uma servidora concursada assumir um cargo comissionado.

Está provado que as falsas denúncias feitas pela oposição não passam de uma tentativa desesperada de atacar a gestão liderada pelo Prefeito Luciano Cartaxo”, pontua a nota.

Nesta terça-feira (30), a coligação Trabalho de Verdade protocolou na  Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa do Ministério Público da PB uma denúncia contra o prefeito da capital pela suposta prática de nepotismo na gestão municipal.

Veja a nota da Coligação Força da União Por João Pessoa na íntegra

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Juíza proíbe impressão de “gato preto” nas camisas de militantes de Zenóbio

safe_imageA juíza eleitoral de Guarabira, Hígia Antônia Porto Barreto, determinou que fossem apreendidos todos os moldes de impressão de um “gato preto” e camisas amarelas nos comitês de campanha do prefeito de Guarabira,Zenóbio Toscano (PSDB), candidato à reeleição. O animal é símbolo da campanha do tucano.

A decisão, em caráter liminar, foi tomada depois que representantes da Coligação Guarabira Cidade do Bem, da candidata do PMDB, Fátima Paulino, denunciaram que eleitores estavam sendo convidados a levar camisas aos comitês para imprimirem a imagem do gato. Segundo a juíza, o ato é propaganda irregular, vedada, por configurar vantagem ao eleitor e captação ilícita de votos. A multa diária é de R$ 200 caso a medida seja descumprida.

 

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Deca do Atacadão se prepara para assumir cadeira no Senado

O suplente de senador José Gonzaga Sobrinho, Deca do Atacadão (PSDB), está em Brasília e nesta terça-feira (30) acompanhou parte da sessão do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado. Ele foi ao plenário e permaneceu um tempo ao lado do titular, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), onde conversou com aliados do tucano.

No gabinete, aproveitou para “testar” a cadeira que vai sentar, provisoriamente, assim que Cássio tirar licença para fazer cirurgia no intestino (retirada de pólipos, segundo ele) e para participar das campanhas eleitorais aqui na Paraíba. A licença começará no dia 05 ou 12 de setembro. A data ainda não foi oficializada pelo senador.

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Juíza manda coligação de Veneziano recolher material de campanha

Veneziano-1-800x554A juíza Ana Barreto Lóssio de Sousa da 72º Zona Eleitoral  de Campina Grande determinou, por meio de liminar, que todo material de campanha do candidato a prefeito do PMDB, Veneziano Vital do Rego, fosse recolhido até amanhã. Ela atendeu a um pedido da “Coligação Pra Mudar Campina”, do candidato socialista Adriano Galdino.

De acordo com a denúncia, materiais impressos pela coligação de Veneziano têm a impressão do nome do vice-prefeito, Felipe Gaudêncio (DEM), menor que 30% do nome do titular, diferentemente do que determina a legislação. A irregularidade se enquadra , segundo a juíza, no  art. 36, parágrafo 4° da Lei 9504/97.

A juíza mandou que os “representados” recolham também o material já distribuído em 48 horas ( a partir do dia 29), sob pena de aplicação de multa eleitoral e submissão e  aplicação do poder de polícia. O mesmo tempo foi determinado para que a defesa apresente resposta.

O advogado Fábio Thoma, responsável pela defesa de Veneziano, informou ao blog que o novo material que está sendo distribuído já está com a correção e que o recolhimento está sendo feito para os ajustes.

Guia de Cida traz primeira denúncia contra Cartaxo; também ataca Manoel Jr. e Cássio

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O guia eleitoral de Cida Ramos, candidata a prefeita de João Pessoa pelo PSB, trouxe, pela primeira vez, uma denúncia direta contra o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), candidato à reeleição.

A equipe de campanha da socialista, que tem 30 dias para reverter o favoritismo do prefeito, segundo números do Ibope (52% de LC contra 23% CR), “se vira nos trinta” para dividir o tempo que tem em propostas de governo, atrelar o nome de Cida ao do principal cabo eleitoral, o governador RC; e, principalmente, “detonar” a imagem de Cartaxo.

Ontem, ficaram para trás as críticas de lentidão nas obras e promessas não cumpridas. O espaço foi aberto para uma denúncia de suposta prática de  nepotismo. A acusação mostrada no guia é a de que o prefeito usa mais de R$ 1 milhão para pagar parentes contratados pela prefeitura. De acordo com os socialistas são, são mais 30 pessoas com o sobrenome Pires de Sá e Cartaxo na prefeitura.

Vale registrar que no guia, são destacados o nome de uma irmã de Cartaxo e de seis primos legítimos, segundo a acusação. O suposto parentesco direto dos outros 23 não é citado ou revelado. Foi omitido. Talvez, uma estratégia de jogar todos no mesmo “balaio”. Cabe a Cartaxo esclarecer ou, se for uma mentira parcial ou integral, entrar com uma ação na Justiça Eleitoral.

Em um debate esta semana, Cartaxo lembrou que a irmã é concursada da prefeitura. Por sua vez, Cida alegou que mesmo sendo servidora efetiva, ela tem um cargo comissionado, o que seria contra a lei.

Expectativa 

A expectativa agora é para a resposta de Cartaxo, que tem tempo no guia para tocar no assunto. Mas, há quem acredite que a defesa pode colocar luz numa questão que não deve ser tão destacada pelo próprio Cartaxo. De qualquer forma, em algum momento, em alguma medida,  a equipe do prefeito terá que “destrinchar” a denúncia, explicando os pontos e desmontando, se for possível, acusação de Cida. Vale lembrar que ainda tem muitas entrevistas e debates e o ponto de desgaste não será esquecido.

Cássio e Manoel são atacados

A equipe de campanha socialista também disparou contra o deputado federal Manoel Júnior (PMDB), candidato a vice de Cartaxo (PSD), e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), aliado do candidato à reeleição. Sob a voz do novo apresentador e narrador do guia de Cida, o candidato a vice Wilson Filho (PTB), uma inserção mostra Manoel como “o homem da tropa da choque de Eduardo Cunha (PMDB)”, ex-presidente da Câmara Federal; e Cássio como participante de um pejorativo “acordão”. Por enquanto, o senador José Maranhão foi poupado. Ninguém sabe até quando.

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Antes de fazer a pergunta, senador Cássio “ataca” Dilma

O senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB) foi chamado para fazer sua pergunta à presidente afastada Dilma Rousseff (PT), no Senado, por volta das 15h45. Mas o questionamento pareceu ser mera formalidade. A cereja do bolo de sua participação estava no ataque à gestão da quase ex-presidente.

Nos últimos segundos do tempo destinado a ele, perguntou: “Quantas reuniões a senhora participou a para discutir, elaborar, criar o plano Safra? Qual era o tratamento que a senhora dispensava na sua rotina de trabalho ao Relatório Resumido de Execução Orçamentária?

As interrogações foram precedidas por uma sequência de críticas à administração petista e às irregularidades que geraram o processo de impeachment. Começou dizendo que Dilma optou por um discurso político e que perdeu a última oportunidade de se defender dos crimes que são imputados a ela.

Cássio afirmou que o impeachment nasceu nas ruas, com jovens apartidários que foram para ruas. E repetiu o argumento feito várias vezes para rechaçar a palavra golpe. cassio-cunha-lima-foto-gerdan-wesley

“Golpe é vencer uma eleição mentindo a um país. Golpe é quebrar uma empresa como a Petrobrás. Golpe é fazer terrorismo contra os mais pobres como em todas as eleições fez o partido de Vossa Excelência.

Acusou Dilma de estar protagonizando um espetáculo político e não uma defesa e alegou que a presidente não estava respondendo as perguntas. Voltou a dizer que Dilma cometeu crime de responsabilidade porque autorizou os créditos suplementares sem respeitar a condição que da lei: o aval do Legislativo. Completou atacando a tese de Dilma de que é vítima de uma pena severa.

Severo são 12 milhões de desempregados. Duro é conviver com um país há 3 anos em recessão, indústrias fechando, comércio encerrando as atividades, um povo sem esperança e desiludido”,

“Assim é a vida, senador. Dura”

Na resposta, Dilma lembrou de Eduardo Cunha, que iniciou o processo de impeachment na Câmara. “Um dos acusadores aqui presentes declarou a imprensa que a aceitação do meu impeachment se tratava de uma chantagem explícita de Eduardo Cunha ao qual vocês se aliaram”.

Eu, que não sou julgada por lavagem de dinheiro, por ter contas no exterior ou por desviado dinheiro público estou aqui me defendendo na fase final do processo de impeachment enquanto uma pessoa que publica e notoriamente cometeu crime está agindo livremente. Disso tem que se ter vergonha”, rebateu. E completou: “Assim é a vida, senador. Dura”, disse a presidente rindo e arrancando risos do próprio acusador.

Assista vídeo com pergunta de Cássio e resposta de Dilma. Gravação: TV SENADO

 

PT da PB se pronuncia após depoimento de Dilma no Senado

 

A presidente estadual do PT, Giucélia Figueiredo, emitiu nota após a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) prestar depoimento no Senado, no processo de impeachment. Giucélia afirmou que o nome de Dilma já está na história como uma mulher guerreira, que enfrentou o machismo, o preconceito, e não cedeu às chantagens e negociatas”. No depoimento, Dilma disse que está sendo julgada injustamente, fez um defesa técnica dos crimes que é acusada e levantou aspectos políticos, lembrando que não pode ser retirada do cargo pela insatisfação de grupos, nem pelo conjunto da obra. Para ela, a trama é para destruir a democracia brasileira.

Giucélia acompanhou o discurso de Dilma e enalteceu a sua coragem de enfrentar a perseguição e a ira daqueles que, segundo ela, não aceitaram as conquistas GIUCÉLIAsociais vindas através dos governos Lula e Dilma.

 

o país vive um triste momento, e a conta será paga por todos, inclusive por aqueles que se omitiram e por aqueles que bateram panelas e se vestiram de verde e amarelo”: “Não se enganem, o que estamos vendo hoje, irá mancar um momento de grandes retrocessos no nosso país. Estão rasgando a nossa Constituição, e com ela os nossos direitos sociais. O que nos espera é a promessa de que nos próximos 20 anos o Brasil e o povo brasileiro irão sofrer o que existe de pior, e o que antes era apenas um passado de duras lembranças, voltará a ser um presente de tristeza e sofrimento para o nosso povo”,  analisou Giucélia.