Será que você sabe qual o tipo de cachaça que bebe?

Sabia que existem duas categorias distintas de cachaça? São elas, a cachaça artesanal e a cachaça industrial. Mas, e aí? Sabe o que difere uma da outra? Fique conosco que, no post de hoje, você vai aprender tudo sobre o assunto.

Existe uma diferença entre elas perante a legislação?

Quando abordamos a questão da legislação brasileira e os critérios técnicos estabelecidos pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária -, ambos produtos são classificados da mesma forma. Seja a cachaça industrial, destilada em colunas de inox, ou a cachaça artesanal, destilada em alambiques ou engenho de cobre.

Contudo, entre os dois produtos existe uma gama de diferenças. Sendo o seu grande destaque, principalmente, no processo produtivo e nas qualidades sensoriais percebidas.

A produção da Cachaça Industrial

A cachaça industrial é feita por empresas de grande porte, que tendem a produzir uma altíssima quantidade desta diariamente. Esse processo requer muita cana-de-açúcar, ou seja, a seleção minuciosa dessa matéria prima é algo praticamente impossível de ser realizado, o que implicará diretamente no sabor final do destilado. Além disso, nesse caso, a queima e fermentação são aceleradas com a adição de agentes químicos.

O processo produtivo da cachaça industrial é bem semelhante ao realizado na fabricação de álcool para automóveis. A destilação se dá de forma simples, em colunas de aço de inox, por isso, a cachaça industrial também é conhecida como cachaça de coluna. Na tentativa de agregar mais valor ao destilado, em alguns casos é adicionado açúcar em sua composição. Grande parte das cachaças industriais não são envelhecidas em nenhum tipo de madeira, sendo engarrafadas logo após a sua produção.

Quando falamos sobre degustação, a cachaça industrial não é tão procurada. Assim como grande parte dos produtos industrializados, a sua produção visa atingir altas quantidades, deixando a qualidade um pouco de lado. Sua grande vantagem competitiva se dá nos baixos preços praticados no mercado, uma vez que o seu próprio processo produtivo em larga escala reduz bastante os custos operacionais, comparados ao de uma produção de cachaça artesanal.

A produção da Cachaça Artesanal

Já a cachaça artesanal é confeccionada em alambiques que, por isso, a cachaça de alambique e artesanal, são sinônimos. Nesse processo, ao invés de visarem a quantidade,  costumam prezar pela qualidade de seus produtos. O aroma e sabor são duas preocupações constantes entre os produtores, e esse fato é claramente perceptível durante o processo de confecção da bebida.

A preocupação inicia-se já no processo de plantio da cana. Toda a cana é despalhada e limpa manualmente antes da moagem. Deve, ainda, ser sadia, recém cortada e possuir o maior teor de sacarose possível em seu colmo. Visando maior qualidade no resultado final, o processo ainda deve ser realizado sem queimar a palha. As Cachaças artesanais são naturalmente fermentadas, com leveduras selvagens ou selecionadas. Pode-se, também, ocorrer o uso de fubá de milho ou arroz.

A destilação do seu vinho (o caldo de cana já completamente fermentado) ocorre em um alambique de cobre. Nesse processo ocorre a separação da cabeça, coração e cauda da cachaça . A cabeça, que é um subproduto da cachaça de alambique, e a calda, são descartados, por conterem produtos tóxicos e aproveita-se apenas o coração. O produto final é aquele adquirido no meio do processo, denominado “Coração da cachaça”. 

Além das diferenças citadas acima, a Cachaça Artesanal também recebe uma atenção especial durante o seu processo de envelhecimento. É nessa parte da confecção que ela recebe sua “identidade”. Ou seja, ela descansa em barris de madeiras durante um longo período, até que sofra uma alteração química que interfere no seu aroma e sabor.

Mais do que uma bebida, uma oportunidade

Todo esse cuidado durante a confecção da cachaça artesanal a torna um produto único e diferenciado no mercado. Do seu sabor ao aroma, cada uma possui características específicas que as tornam especiais e raras. Encontrar duas cachaças artesanais iguais é um processo quase impossível. Desse modo, esse produto é perfeito para a degustação. Trata-se não apenas de um destilado, mas de uma experiência que envolve principalmente o olfato e o paladar.

A cachaça é uma das bebidas mais tradicionais do Brasil. O novo mercado que propõe um conceito artesanal para esse segmento oferece aos clientes a oportunidade de provar produtos de alto valor, que carregam em si uma sofisticação abrasileirada que somente uma boa cachaça pode propor. E você, já experimentou um novo sabor hoje?

Maior bartender do Brasil dá 7 dicas de caipirinhas com cachaças paraibanas

O bartender Laércio Zulu, reconhecido pelo trabalho que realiza para a valorização dos coquetéis com ingredientes nacionais, conta 7 dicas para preparar uma caipirinha deliciosa.

caipirinha é uma das estrelas principais na coquetelaria quando o assunto é drinks com cachaça. E não poderíamos deixar de perguntar para um especialista: quais são as dicas para fazer uma boa caipirinha?

Para falar do nosso orgulho nacional, nada melhor do que conversar com um dos caras que mais trabalha com coquetéis com essa pegada bem brasileira, o bartender Laércio Zulu. A paixão dele é tanta que tem inclusive um canal no Youtube para falar sobre o assunto.

Laércio Zulu

Zulu, coquetelaria brasileira usando cachaça como base

ZULU E A VALORIZAÇÃO DA COQUETELARIA BRASILEIRA

Antes de mais nada, Zulu trabalha nas criações do bar Candeeiro, nos Jardins, lugar onde o Nordeste e a literatura de cordel são as inspirações para os pratos e drinks. Ademais, é claro, na carta você encontra muitos coquetéis com excelentes cachaças, gins nacionais e uma boa caipirinha. Dentre as cachaças estão as melhores do Brasil, com especial atenção às deliciosas cachaças brancas paraibanas.

Para o bartender, que tem na carreira o título de vencedor no World Class (um dos concursos mais importantes do segmento), entre os segredos para fazer caipirinha são uma boa maceração com os limões, gelo e, claro, uma boa cachaça.

CONFIRA 7 DICAS PARA FAZER A CAIPIRINHA PERFEITA:

1. Corte os limões de uma maneira que fique mais fácil macerar

Segundo Zulu, se você fizer tiras finas ao cortar o limão, ou cortar em cubinhos menores, facilita na hora de macerar. Portanto o suco da fruta sai mais fácil e você não aplica tanta força na casca – o que evita aquele amargor na bebida. Usar limões frescos também é essencial. Ah, não é necessário tirar a parte branca do limão, ela não vai amargar a sua caipirinha.

2. Use um copo mais baixo

Caipirinhas limão e caju

O copo também é fator importante para fazer uma caipirinha perfeita. Foto: Estúdio Couve

Para o bartender, os copos baixos, ou aquele típico copo de caipirinha mesmo, são os melhores para servir o coquetel. Segundo Zulu, o drink fica sempre fresco, porque você consome ele mais rápido, e sempre na temperatura ideal com os sabores bem vivos.

Pode-se fazer o coquetel em um copo longo, mas o gelo derrete mais e os sabores vão se perdendo, porque o consumo pode ser mais lento.

3. Gelo, sempre

Certamente você já pensou que aquele monte de gelo que colocam nos coquetéis são para ‘enganar’ o cliente, mas entenda: o gelo é seu amigo.

Zulu explica que, além de o gelo conservar uma temperatura ideal para a caipirinha, é essencial colocar gelo picado no topo do copo – isso ajuda a criar um efeito térmico que segura mais a temperatura do drink.

4. Use açúcar granulado

É muito comum pela comodidade usar o chamado xarope simples de açúcar para preparo de coquetéis. O xarope nada mais é do que proporções iguais de açúcar e água. No entanto, o açúcar cristal em contato com o limão ajuda na hora de macerar e propicia a formação daquele suco fresco ideal para o coquetel.

5. Use uma dose de uma boa cachaça pura

De acordo com o bartender, não existe uma regra específica de que caipirinha ‘não pode ser feita com cachaça envelhecida’, isso é mito. Porém, para a receita tradicional com limão, é mais garantido harmonizar com uma boa cachaça pura, que não passou por madeira, como as tradicionais e encorpadas cachaças brancas da Paraíba. São cachaças de sabor complexo, com aroma herbáceo e frutado, excelentes requisitos para compor uma caipirinha inesquecível.

Para usar cachaças que têm aroma e sabor mais acentuados por alguma madeira, exige uma expertise maior de quem executa.

É provável que se você usar uma cachaça envelhecida em bálsamo, por exemplo, o sabor tânico da madeira junto com o suco do limão deixe ainda mais potencializado o sabor azedo e amargo – o que pode desagradar alguns paladares.

As cachaças que passaram por madeiras como carvalho e amburana são geralmente mais adocicadas, trazendo baunilha e especiarias, por isso são mais recomendadas para caipifrutas preparadas com morango ou jabuticaba.

6. Conheça seus ingredientes

As receitas mais simples podem ser as mais difíceis de acertar porque cada ingrediente tem seu protagonismo. Por isso, o equilíbrio entre suco de limão, açúcar e cachaça é fundamental.

Observe o teor alcoólico da cachaça que vai usar como base para fazer sua caipirinha. As cachaças com teor alcoólico mais acentuado (45-48%) podem fazer do coquetel uma bomba etílica ou cachaças muito amenas (38-40%) podem fazer da sua caipirinha uma bebida sem graça.

Se sua cachaça já é naturalmente doce reduza a quantidade de açúcar. Se o limão estiver mais azedo do que o normal, acrescente mais açúcar. Faça testes até achar sua combinação perfeita.

As cachaças que seguem a Escola Caipira costumam funcionar bem com a receita tradicional da caipirinha por trazerem aromas frutados e adocicados da cana e da fermentação que harmonizam bem com limão.

Nenhuma caipirinha vai ser exatamente igual a outra, mas você deve conhecer bem todos os seus ingredientes para evitar surpresas ruins.

7. Batida ou mexida?

James Bond, shaken not stirred

James, podia trocar essa vodca por uma cachaça e pedir uma Caipirinha: “stirred, not shaken”.

Os bares com muito volume de pedidos acabam fazendo a caipirinha na sua versão batida na coqueteleira – não tem problema, é uma forma de ganhar agilidade.

No entanto, geralmente, ao bater o gelo na coqueteleira junto com outros ingredientes você acaba tendo um coquetel mais diluído e menos alcoólico. A precisão também diminui ao bater, principalmente se várias caipirinhas são preparadas na mesma ‘batida’.

Outro problema ao bater na coqueteleira é extrair em excesso os óleos da casca do limão, deixando sua caipirinha muito amarga. Por isso, a dica final é: a caipirinha deve ser um coquetel mexido e não batido.

Caipirinha é um coquetel mexido

receita clássica da caipirinha diz que ela deve ser um coquetel mexido – é a melhor forma de se preparar porque garante controle do bartender ao extrair o suco do limão e misturar todos os ingredientes de forma delicada e harmônica.

E há também outro detalhe importante para defendermos o preparo do coquetel mexido.

Como o próprio nome diz, caipirinha é coquetel do interior do Brasil, do caipira, do campo, do povo… Ela deve ser preparada individualmente para cada cliente, montada e mexida com carinho como quem quer agradar um cliente especial.

É parte do ritual de preparo inclusive o bartender deixar um palitinho de madeira, um talinho de cana-de-açúcar ou até mesmo uma colher de chá ao servir o coquetel – dessa forma, o cliente poderá continuar mexendo sua caipirinha ao seu agrado e ritmo num esforço colaborativo entre bartender e consumidor para buscar a experiência perfeita.

 

Este post foi escrito com base no blog devotosdacachaca.com.br

Cachaça será protegida em acordo comercial entre Mercosul e União Européia

 

A cachaça é um dos 36 produtos tipicamente brasileiros protegidos pelo acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, fechado no fim do mês passado e que pode movimentar muito o mercado.

O acordo entre o Mercosul e a UE irá proteger comercialmente a cachaça e mais 36 produtos brasileiros

cachaça entrou para a lista dos 36 produtos do Brasil que serão protegidos comercialmente na Europa. Este acordo entre Mercosul e UE foi fechado no fim do mês de junho, durante um encontro em Bruxelas, na Bélgica.

Esta negociação entre o Mercosul e a União Europeia é ainda preliminar e deve passar por revisões e, primordialmente, ainda não está em vigor e precisa passar pela aprovação de todos os países envolvidos na UE.

Todavia a pauta prevê a proteção de produtos com indicação geográfica e daí entram na lista cachaças de regiões como SalinasAbaíra e Paraty, assim como o queijo Canastra, o algodão colorido da Paraíba, a linguiça Maracaju e café Alto da Mogiana.

Portanto isso significa que só poderão ser vendidos na UE produtos que venham realmente daquela região como, por exemplo, cachaças que de fato são produzidas na região de Paraty.

Com intuito de garantir essa proteção foi destacado, pelo prévio acordo, que expressões como “tipo, “estilo” e “imitação” estão proibidos.

PRINCÍPIOS DO ACORDO ENTRE MERCOSUL E UE

Este acordo acordo comercial está em pauta desde 1999 entre Mercosul e União Europeia. Ademais, caso ele entre em vigor, os países do Mercosul também concordam em dar o mesmo tipo de proteção aos produtos europeus.

Isso significa, por exemplo, que Champagne só será o vinho produzido na região francesa, parmesão só será o queijo produzido na Itália e por aí vai.

Salvo que esta negociação irá movimentar um mercado de 750 milhões de consumidores e um PIB de US$17 trilhões, segundo o secretário de comércio exterior, Marcos Troyjo.

Se por um lado o acordo vai facilitar a exportação de muitos produtos brasileiros, em contrapartida também irá facilitar a importação de produtos típicos importados para o mercado nacional.

INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS DA CACHAÇA

Há dois tipos de indicações: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO), sobretudo elas têm como objetivo valorizar os produtos tradicionais.

IP se refere ao nome de um país, cidade, ou região conhecida pela produção de um determinado produto.

Enquanto o DO reconhece um país, cidade, ou região cujo produto tem certas características específicas graças a seu médio geográfico.

Porquanto figuram na lista 36 produtos brasileiros que conseguiram a proteção, sendo que a cachaça da região de Salinas (IP), a da microrregião de Abaíra (IP) e a cachaça de Paraty (IP).

A lista completa dos produtos e mais informações sobre o acordo você pode encontrar aqui.

 

Este post foi feito em parceria com o Mapa da Cachaça: www.mapadacachaça.com.br

Congresso Brasileiro da Cachaça reunirá os maiores especialistas do setor

Cadeia produtiva se reunirá em Vitória nos dias 05 e 06 de setembro.

Durante os dias 05 e 06 de Setembro, acontecerá em Vitória – ES o Congresso Brasileiro da Cachaça. O evento terá início às 13:00 e término às 23:00, contando com uma série de especialistas do setor.

De acordo com um dos organizadores, Adão Cellia, proprietário da marca Princesa Isabel, o evento busca uma integração dos produtores em nível nacional. Desse modo, estarão aptos a discutir problemas que ocorrem no setor, trocar experiências e discutirem novas ideias.

O Congresso Brasileiro da Cachaça preparou uma equipe espetacular para os debates, prometendo aos participantes de dois dias intensos de imersão nos assuntos do setor com a presença de alguns dos maiores especialistas do assunto no Brasil.

Paralelamente, no Centro de Convenções de Vitória – onde o Congresso acontecerá – teremos também o Salão de Negócios da Cachaça. Para uma melhor organização, os palestrantes estarão espalhados em quatro painéis diferentes, sendo os temas: “Cachaça: Patrimônio Nacional”, “Porque as cachaças são tão diferentes?”, “Por que a cachaça ainda sofre tanto preconceito” e “Comercialização e exportação”.

Primeiro Painel – Cachaça: Patrimônio Nacional

Nesse momento se busca evidenciar a importância da Cachaça como um Patrimônio Nacional do Brasil. Trabalhando-a como um símbolo nacional essencial para a formação de um Estado Nacional. Um outro assunto que será abordado é importância que o pequeno produtor possui no setor. As palestras voltadas a esse tema acontecerão das 16:30 às 18:30 no dia 05 de Setembro e conta com grandes palestrantes como Gilberto Freyre Neto, presidente do Instituto Gilberto Freire em Pernambuco.

Segundo Painel – Porque as cachaças são tão diferentes?

Esse painel também apresenta debates muito interessantes, tratando assuntos como, por exemplo, a diferença entre a cachaça artesanal e a cachaça industrial. Além disso, a palestrante Aline Marques Bortoletto da ESALQ em São Paulo, traz uma discussão muito pertinente, que busca entender se as madeiras podem ou não corrigir os defeitos da cachaça. Uma série de outros questionamentos sobre a causa das cachaças serem diferentes também serão levantados por especialistas no assunto e acontecerá das 19:00 às 21:30, fechando as palestras do dia 05.

Terceiro Painel – Por que a cachaça ainda sofre tanto preconceito?

Com um título um tanto chamativo, o terceiro painel abrirá as palestras do dia 06 de Setembro. Buscando entender um pouco sobre a razão de um destilado tão nobre não receber o seu devido respeito, os palestrantes trazem questionamentos que irão ajudar os produtores a entender as causas desse fenômeno e, consequentemente, combatê-las. Entre os diversos tópicos deste painel, o Jornalista Sidney Maschio apresentará como os meios de comunicação enxergam a cachaça. As palestras começarão às 16:00 e tem o prazo de encerramento para às 18:30, dando espaço para os debates do quarto painel.

Quarto Painel – Comercialização e exportação

Para encerrar as palestras do último dia, o quarto painel busca debater a comercialização da cachaça no mercado externo. O primeiro palestrante será Thyrso Neto, da Cachaça Yaguara, que irá abordar sobre o perfil do cliente da cachaça. Já Fernando Silveira do SEBRAE de Minas Gerais, levará questões para os produtores pensarem no Marketing de suas cachaças. A questão da coquetelaria, e-commerce e a importância das distribuidoras para o pequeno produtor, também são pautas das palestras do quarto painel, que começará às 19:00 e terminará às 21:30.

O Salão de Negócios e Congresso Brasileiro da Cachaça conta com o apoio de institucionais, como a Associação Nacional de Produtores de Cachaça de Qualidade (ANPAQ) e a Academia Brasileira de Cachaça de Alambique (ABCA). O evento é uma grande oportunidade de aprendizado e de negócios aos produtores de cachaça, uma vez que, trata-se de dois dias imersos no setor junto a outros produtores e especialistas no assunto.

O Salão de Negócios chama também a atenção dos consumidores apaixonados pelo destilado, que além de comprar garrafas da bebida, também podem participar do Cachaça Experience. Trata-se de um espaço onde estarão aptos a experimentar diversos drinques, feitos por uma equipe minuciosamente selecionada que conta com os 30 melhores bartenders do Espírito Santo.

Para mais informações sobre o evento, clique aqui. 

Post feito em parceria com o blog cachacagestor.com.br

Superior Taste Award: Cachaça paraibana ganha certificação de qualidade na Europa

A paraibana Pai Vovô, ainda a ser lançada no mercado, recebe mais uma premiação, dessa vez, internacional. 

Oito cachaças foram certificadas pelo ‘Superior Taste Award 2019’, ocorrido em Bruxelas.  A premiação é responsabilidade do The International Taste Institute (anteriormente iTQi), empresa que, desde 2005, realiza anualmente, com a ajuda de experts europeus, a avaliação e certificação do sabor de produtos de consumo.

No International Taste, as avaliações de sabor são feitas por especialistas independentes . Os produtos são testados por grandes painéis entre os mais de 200 Chefs e Sommeliers das mais prestigiadas associações culinárias europeias. Os membros do júri são selecionados por sua experiência comprovada em degustação e em fornecer feedback construtivo. Seus especialistas são reconhecidos em competições Chef & Sommelier ou por instituições renomadas como Le Guide Michelin ou Gault & Millau.

Painel de degustação

O Instituto Brasileiro da Cachaça – IBRAC apoiou o evento no Brasil, ajudando a mobilizar a cadeia produtiva da Cachaça para a participação. “Trata-se de um resultado muito relevante para o fortalecimento da Cachaça no mercado internacional, e consequência da qualidade, diferenciação e versatilidade de nosso produto”, acredita Carlos Lima, diretor executivo do IBRAC.

De acordo com o International Taste Institute, cerca de 15 mil produtos já foram avaliados pela instituição. Neste ano, 1.885 itens do setor de alimentos e bebidas foram certificados e premiados.

Degustação em Bruxelas

Os produtos foram analisados ​​e pontuados de acordo com uma metodologia de teste às cegas. Agora, poderão usar o selo do International Taste Institute por três anos em suas embalagens.

A cachaça Pai Vovô, de São Domingos, no Sertão Paraibano, foi uma das oito premiadas. Está em processo de lançamento e se posiciona como orgânica. Foi premiada recentemente no Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil 2019. Tem no seu time o renomado consultor Leandro Marelli, instalações de altíssimo nível e excelente capacidade logística.

O Blog recebeu algumas amostras para degustação e a impressão foi a melhor possível. Trata-se de um produto diferenciado, que justifica plenamente todo o investimento feito. Vamos aguardar seu lançamento para podermos emitir nossa avaliação sensorial. Certamente, fará barulho no mercado e elevará ainda mais o nome e a qualidade da cachaça paraibana.

As cachaças premiadas com o Superior Taste Award 2019 foram:

Cachaça 51

51 Carvalho Americano

Reserva 51 Única

Reserva 51 Rara

Cachaça Tellura Prata

Cachaça Tellula Carvalho

Cachaça Pai Vovô Ouro

Cachaça Da Quinta Prata

 

Post feito com adição de informações do site devotosdacachaça.com.br